Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quarta-feira, 21 DE Setembro 2011
TÉCNICO holandês Mart Nooij

O TÉCNICO holandês Mart Nooij foi afastado do cargo de seleccionador nacional, segundo decisão tomada ontem pela Direcção da Federação Moçambicana de Futebol. A medida abrange também os seus adjuntos, designadamente João Chissano e Mano-Mano.

 

A rescisão do contrato com Martinus Ingnatius Maria Nooij, de acordo com a Federação Moçambicana de Futebol, decorre do facto de o “mister” não ter conseguido cumprir com o objectivo principal estabelecido no seu contrato de trabalho com a FMF, o qual passava pela qualificação da Selecção Nacional para o CAN Gabão/Guiné-Equatorial-2012.

 

 

Apesar de faltar ainda uma jornada para a conclusão da fase de apuramento rumo à maior competição futebolística do continente, em que os “Mambas” recebem no próximo mês de Outubro as Ilhas Comores, a qualificação da turma nacional já está irremediavelmente fora de hipótese, daí a Federação entender, em absoluto, que Mart Nooij não cumpriu o estabelecido no seu vínculo.

 

 

E, tratando-se de um contrato na base de objectivos, a FMF afirma que, com os “Mambas” já fora da qualificação, o facto implica, imediatamente, o fim do vínculo profissional entre ambas as partes.

 

 

Apesar do sucedido, a Direcção da Federação Moçambicana de Futebol enaltece o trabalho levado a cabo por Mart Nooij ao longo do período em que esteve à frente da selecção nacional, afirmando que contribuiu para o resgate da mística dos “Mambas”, aos quais se exige hoje, mais do que nunca, vitórias.

 

 

A queda do técnico holandês já era previsível, tendo a derrota frente à Líbia, no dia 4 deste mês, em Bamako, no Mali, levado a Federação a não condescender mais, pois, tanto quanto sabemos, já quando a selecção com a Zâmbia vontade de accionar a cláusula de rescisão do contanto não faltou, porém, preferiu-se que a corda rebentasse ela sozinha, como agora aconteceu.

 

 

Aliás, considerando que Mart Nooij era também o responsável pela selecção de Sub-23, quando esta foi derrotada pelo Gana, no Estádio da Machava, no jogo que ditou o seu afastamento das meias-finais do torneio de futebol dos Jogos Africanos, muitas vozes se levantaram, pedindo a demissão do “mister”. Nesse embate, embora os “Mambinhas” tenham perdido por 4-3, a verdade é que, ao intervalo, já perdiam por três bolas sem resposta, situação que levou muitos espectadores a abandonar o Vale do Infulene nessa altura, completamente desencantados.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:05
 O que é? |  O que é? | favorito
Terça-feira, 13 DE Setembro 2011
Mart Nooij

O seleccionador nacional de futebol, o holandês Mart Nooij, realizou no sábado o seu último jogo à frente das selecções moçambicanas, averbando uma derrota por 4-3 frente à selecção do Gana, resultado que afastou Moçambique da próxima fase do torneio de futebol dos Jogos Africanos. O técnico foi demitido.

 

 

A rescisão do contrato com Mart Nooij estava prevista no contrato do treinador, nomeadamente, quando numa das cláusulas, estipulava que o contrato será rescindido no caso de falhar a qualificação para o CAN-2012.
 
Uma das razões evocadas pela direcção da FMF para o fim do vínculo com o treinador holandês, é a relação da animosidade que Mart Nooij tem com os seus dois assistentes, nomeadamente, João Chissano e Mano Mano.

 

 

Recorde-se que no passado dia 2, os Mambas foram vencidos pela Líbia por 1-0, em jogo disputado no Cairo (Egipto), resultado que levou a equipa principal do futebol moçambicano a ser afastada das qualificações para a Copa Africana de 2012, a ter lugar na Guiné-Conacry e na Gâmbia.

 

 

A Federação Moçambicana de Futebol vai anunciar o próximo seleccionador nacional no decurso da primeira quinzena do próximo mês de Outubro.

 

 

Fonte:Tim

publicado por Vaxko Zakarias às 11:50
 O que é? |  O que é? | favorito
Sexta-feira, 22 DE Julho 2011
Feizal

TOMA posse esta tarde (16.00 horas), no Maputo, a direcção da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) saída das últimas eleições realizadas sábado, na Namaacha, para o período 2011/2015.

 

Trata-se do elenco liderado por Feizal Sidat, que saiu vitorioso do escrutínio depois de superar Baptista Bonzo e Carlos Jeque.

 

 

Sidat, que prometeu um futebol vitorioso durante a sua campanha eleitoral que ditou a sua recondução para o cargo de presidente da FMF, tem a espinhosa missão de resgatar a imagem da Selecção Nacional, os “Mambas”, que baixou de produção nos últimos tempos, podendo, inclusivamente, não se qualificar para o próximo CAN que se realizará, simultaneamente, no Gabão e na Guiné Equatorial, em 2012.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:18
 O que é? |  O que é? | favorito
Terça-feira, 19 DE Julho 2011
Feizal Sidat

OS três candidatos ao escrutínio de sábado na Federação Moçambicana de Futebol (FMF), tudo indica, estarão de mãos dadas em prol do desenvolvimento do futebol nacional. Feizal Sidat, vencedor, disse aos restantes dois (Baptista Bonzo e Carlos Jeque) que as portas da Federação estavam abertas, ao mesmo tempo que os derrotados se mostravam disponíveis a apoiar o futebol moçambicano a todos os níveis. Para Feizal Sidat os derrotados nunca foram inimigos, pelo contrário parceiros do futebol. Mas vejamos como foram os discursos de cada um depois do anúncio dos resultados, a começar naturalmente pelo vencedor.

 
Feizal Sidat:Estou emocionado! Não tenho palavras que possa exprimir neste momento. O meu incomensurável obrigado por terem permitido que eu continuasse presidente da Federação Moçambicana de Futebol para os próximos quatro anos. De hoje em diante vamos todos arregaçar as mangas, trabalharmos em prol do futebol e, não só. A responsabilidade está bastante acrescida. Os manifestos podem coincidir mas eu e a minha equipa vamos aproveitar o que de bom os dois outros candidatos o tenham para o bem do futebol.
Para que o nosso futebol tenha os melhores dias como já os tivemos e estou convicto de que os teremos. Aos meus dois adversários, nunca vos considerei naturalmente meus inimigos, mas sim amigos do futebol e parceiros válidos para de mãos dadas desenvolvermos o futebol moçambicano. Têm as portas da Federação abertas.
Futuramente vamos passar para uma outra instalação que dignifica esta magna assembleia, onde será a casa do futebol. Uma infra-estrutura que poucas federações de futebol têm. Uma palavra de apreço, de gratidão ao presidente da Mesa da Assembleia-Geral e os seus pares por terem conduzido as eleições de uma forma justa, transparente e democrática que me honram e me dignificam. Para os presidentes das associações que estão aqui e que me confiaram, mais uma vez, o meu muito obrigado.
Passem a mensagem aos clubes, a todos os amantes do futebol e dizer-lhes que podem contar com este presidente, com a sua equipa, que tudo fará para que o futebol chegue aos locais mais recontados deste belo Moçambique. Dar um grande abraço à minha família que sempre me acompanhou, em particular à minha esposa. E Devo dizer que por detrás de um grande homem há uma grande mulher. Agradecimento especial aos meus irmãos, aos meus filhos e a todos que directa ou indirectamente contribuem para o meu sucesso.

Baptista Bonzo: Congratular o candidato vencedor, o senhor Feizal Sidat. Desejar que tenha quatro anos que tragam sucessos ao futebol e que o seu projecto faça vincar. Quero agradecer aqui também ao colega de ocasião, o candidato Carlos Jeque. Dizer que este mês de campanha não só serviu para fortificarmos as nossas posições, mas também para vermos onde estão as diferenças e juntá-las.

 

Agradecer àqueles que acreditaram em mim. Àqueles que desde que comecei a campanha têm me apoiado, dizer de facto que é de cabeça erguida que eu saio. Tentei impor o meu manifesto que pensava que era o melhor, mas foi escolhido o manifesto que era considerado pelos presidentes das associações… Só espero que os quatro anos sejam de sucesso para o nosso futebol. 

 

 

Baptista Bonzo: Fico feliz por ter contribuído significativamente para este acto. Acredito que a nossa presença alterou significativamente a posição e aquilo que sempre foram as eleições para a Federação Moçambicana de Futebol. Na verdade, sempre se considerou que na Federação Moçambicana de Futebol deve estar quem de facto ama o futebol. Quem quer trabalhar para o futebol. Nós os três candidatos assumimos isso. Acredito muito nos clubes.
Os clubes são os fazedores do futebol com os seus jogadores. Continuamos nós a dizer que as associações são mandatárias dos clubes. Eu costumo dizer que os clubes podem existir, continuarem a jogar e as associações não existirem. As associações surgem como uma organização e sem o papel fundamental no desenvolvimento do futebol. Tive o privilégio e a satisfação de estar com muitos dos presidentes e membros das associações provinciais de futebol.
Aprendi muito com eles. Tenho a grata satisfação de dizer muito obrigado. De certeza que se houver justiça hão-de perceber que estas eleições provavelmente terão sido as únicas em que se discutiu muito o futebol a todos os níveis. Nós não terminamos por aqui. Vamos continuar a trabalhar com a Federação eleita. Vamos continuar a trabalhar com os clubes, vamos continuar a trabalhar com as associações. E dizer, meu caro Feizal Sidat venceu e ponho me à disposição para trabalhar com a Federação, eu e a minha equipa. E… dizer muito obrigado a todos.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:03
 O que é? |  O que é? | favorito
Segunda-feira, 18 DE Julho 2011

AUTÊNTICA goleada é como se pode resumir as eleições do passado sábado que reconduziram Feizal Sidat a mais um mandato de quatro anos. É que, contra todas as previsões, Sidat acabou por ganhar por uma esmagadora maioria. Amealhou 10 dos 11 votos, deixando Baptista Bonzo com apenas um e Carlos Jeque sem nenhum.

 

O ambiente que antecedeu esta Assembleia Geral foi um tanto ou quanto turbulento. O candidato Carlos Jeque, a dois dias do acto eleitoral, convocou uma conferência de Imprensa para denunciar aquilo que considerou de atropelo aos estatutos pelo facto da magma reunião ser extraordinária. Mas, esta fundamentação foi chumbada pelos 11 associados, por considerarem que a assembleia de sábado era a continuação da do dia anterior.

 

 

Carlos Jeque, mesmo ciente das irregularidades não retirou a sua candidatura. Tentou ainda impugnar as eleições. Mas a Assembleia Geral entendeu que a fundamentação de Carlos Jeque não tinha espaço e acabou por ir às urnas.

O ambiente na sala não era dos melhores. O presidente da mesa Assembleia Geral chegou a exaltar-se com o candidato Jeque, por considerar que este, na qualidade de candidato, não tinha direito à palavra.

 

 

Porém tudo terminou bem, porque o próprio candidato Jeque acabou por se aperceber que tinha poucas hipóteses de chegar ao mais cobiçado cargo do futebol nacional. Já era visível que a tendência de voto era para Feizal Sidat.

 

 

Aliás, na sessão anterior que serviu para a apreciação dos relatórios das actividades e contas do exercício de 2010, apenas a cidade do Maputo é que apresentou protestos em relação aos documentos que eram analisados.

 

 

A Associação de Futebol da Cidade do Maputo, por não concordar com o relatório de contas, chegou a aventar a hipótese deste documento ser auditado por algumas instituições vocacionadas para a área.

Porém, o presidente do Conselho Fiscal da FMF esclareceu que o parecer da sua instituição só em si era suficiente para legitimar o relatório de contas.

 

 

A questão da aquisição das instalações da FMF também constituiu uma inquietação para a Associação de Futebol da Cidade do Maputo, mas acabou sendo o próprio presidente da Mesa da Assembleia Geral a sossegar Victor Miguel e seus acompanhantes ao afirmar que o processo da compra obedeceu a trâmites legais e que os filiados da Federação deveriam sentir-se congratulados por poderem contar no futuro com uma casa do futebol no país.

O MOMENTO DA DECISÃO!

ESTE foi o momento de suspense. A sala estava cheia. Todos aguardavam ansiosamente pela decisão final. Foram estes 11 homens que acabaram por decidir quem iria conduzir os destinos do futebol moçambicano nos próximos quatro anos.

 

À excepção da cidade do Maputo que votou – tudo indica – em Baptista Bonzo, as restantes 10 associações acabaram por escolher Feizal Sidat. Se a opção é certa e justa ou não, a verdade é que foram eles que acabaram por depositar o voto. Oxalá a escolha tenha sido acertada.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 
publicado por Vaxko Zakarias às 13:36
 O que é? |  O que é? | favorito

FEIZAL Sidat foi reeleito sábado, na Academia Mário Esteves Coluna, na Namaacha, presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) com um total de 10 votos contra um de Baptista Bonzo e nenhum de Carlos Jeque.

 

Carlos Jeque ainda tentou impugnar as eleições, alegadamente porque o acto estava revestido de algumas irregularidades, principalmente porque foram convocadas duas sessões, o que contrasta, na sua óptica, com os estatutos. Mas, a Assembleia Geral entendeu que a magna reunião de sábado era a continuação da anterior de sexta-feira.

 

 

 Jeque solicitou por isso a exclusão de Feizal Sidat do acto, porque no seu entender, este tinha perdido mandato para além de ter adquirido um imóvel de forma fraudulenta. Esta solicitação também foi rejeitada pela Assembleia, principalmente pelo seu presidente Teodoro Waty, que disse que Feizal nunca havia perdido mandato e que gozava de presunção de inocência até prova contrária, pelo que tinha direito de eleger e ser eleito.

 

 

Contra todas as previsões, o candidato Carlos Jeque acabou por não merecer a confiança de nenhuma das associações. Aliás, antes do início do escrutínio já se notava alguma inquietação por parte deste candidato.

 

 

A eleição, fiscalizada por três jornalistas de órgãos de comunicação social diferentes, acabou ditando Feizal como vencedor por esmagadora maioria. No dia anterior, portanto, na sexta-feira, haviam sido aprovados os relatórios de actividades e de contas referentes ao exercício de 2010.

 

 

Depois do anúncio dos resultados, Sidat agradeceu as associações por terem confiado em si, ao mesmo tempo que reiterou a sua disponibilidade para servir o futebol nacional.

 

 Reiterou a sua intenção de qualificar os “Mambas” para o CAN Líbia-2013, assim como a melhoria das condições de trabalho das associações provinciais, por via da suplementação da dotação financeira e fornecimento de materiais de escritório, equipamento desportivo e de uma sede condigna à FMF.

 

 

Disse ainda que vai encorajar e ajudar os grandes clubes a criar academias desportivas para formar talentos que engrandecerão o futebol e estender a base de infra-estruturas desportivas para o centro e norte do país, construindo mais campos com piso sintético.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 09:53
 O que é? |  O que é? | favorito
Sexta-feira, 15 DE Julho 2011

 

Carlos Jeque

CARLOS Jeque, um dos concorrentes à presidência da Federação Moçambicana de Futebol, ameaça processar criminalmente Júlio Chimonzo, Presidente de Associação Provincial de Manica (APFM), alegadamente por este ter propalado informações segundo as quais aquele teria estado preso algures na província de Tete.

 
 

Vou processá-lo criminalmente por difamação, pois tenho testemunhas a quem o senhor disse que eu estava preso em Tete”, escreveu Jeque numa mensagem via telemóvel e à qual o “Notícias” teve acesso.

 

 

Numa outra mensagem dirigida ao mesmo Júlio Chimonzo, também conhecido por Leleu, Jeque diz: “Senhor Leleu. Estou a ser informado de que anda a espalhar nalguns círculos, no Chimoio, que eu estou preso. Confirma-me, se faz favor. Estou em Tete, reunido neste momento com a Associação Provincial de Futebol e com os clubes. Quer que eu o confirme que gozo de liberdade e que nunca e nem estou preso?”

Sobre esta matéria, contactámos telefonicamente Leleu, o qual reiterou ter recebido daquele candidato a presidente da FMF mensagens ameaçadoras, visando intimidá-lo e despersuadi-lo a prosseguir a sua campanha a favor do seu candidato favorito.

 

 

Chimonzo refutou ter dito algo a respeito da pessoa de Jeque, embora tenha reconhecido o seu envolvimento na organização dos clubes para o decorrente processo eleitoral, na qualidade de Presidente da APFM. Segundo ele, Jeque pode ter agido assim ao constatar que Leleu não era favorável à sua lista, em virtude de o candidato ter proferido acusações de corrupção às actuais lideranças das associações provinciais, de que ele faz parte.

 

 

Jeque deverá provar e trazer a público as testemunhas que alega ter para justificar as ameaças que diz ter proferido contra a sua pessoa. Estou admirado com esta montagem. Eu não conversei com ninguém a respeito deste senhor, muito menos de eventuais problemas seus em Tete. Isto é pura intimidação, que tenho a certeza de que não poderá provar”, esclareceu.

 

Por seu turno, Carlos Jeque, também contactado telefonicamente, negou ter proferido qualquer ameaça contra Júlio Chimonzo, reconhecendo, porém, ter enviado mensagens em que avisava aquele dirigente sobre a eventualidade de lhe mover um processo-crime por difamação.

Reiterou que Chimonzo terá de confirmar essas informações em fórum próprio e a quem de direito.

 

Em fórum próprio, ele vai ter de me dizer onde estive preso, em que hotel não paguei por não ter dinheiro. De resto, tudo para mim andou bem em Tete, não tive problemas e o meu trabalho correu tal como estava programado”, disse Jeque.

publicado por Vaxko Zakarias às 10:27
 O que é? |  O que é? | favorito
Quinta-feira, 14 DE Julho 2011

 

Pedrito Caetano

O NOSSO futebol precisa de melhorias no desempenho das selecções e dos clubes nas competições internacionais, pois é preciso reconhecer que estamos em crise, disse o Ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano, pronunciando-se a-propósito das eleições na FMF, agendadas para este sábado, na Namaacha.

 
 

De acordo com Predito Caetano, o Governo tem estado a acompanhar, atentamente, todo o processo conducente a este escrutínio, na perspectiva de que o mesmo decorra de forma democrática, transparente, isenta e dentro dos preceitos da própria Federação Moçambicana de Futebol e da Federação Internacional (FIFA).

 

 

Discursando ontem em Nampula, na abertura do XI Conselho Coordenador do Ministério da Juventude e Desportos, que decorre sob o lema “Juventude Inspirada em Samora Machel, Rumo aos X Jogos Africanos – Maputo 2011”, aquele governante afirmou que há muito que os clubes nacionais não passam das primeiras eliminatórias nas Afrotaças e os “Mambas”, apesar de terem estado no Angola-2010, o seu percurso rumo ao próximo CAN não é nada prometedor, enquanto as selecções das camadas mais jovens dificilmente conseguem o apuramento para o Campeonato Africano.

 

Tudo isto criou uma saturação e frustração no seio dos adeptos, que já não acreditam nem na sua selecção nem nos seus dirigentes. É imperioso que a FMF adopte estratégias urgentes que levem o país a resgatar a sua imagem, sob pena de o nosso futebol cair no descrédito total”, chamou a atenção, acrescentando que os novos corpos gerentes que sairão deste escrutínio devem primar pela inclusão, pois, independentemente da vitória de uns e da derrota de outros, todos são úteis e necessários no processo de transformação do nosso futebol.

 

 

O Governo, como parceiro, continuará a prestar o seu apoio, no quadro dos contratos-programa que anualmente assina com a FMF, quer as eleições tenham sido ganhas por esta ou aquela lista”, vincou Pedrito Caetano.

 

 

Ainda sobre o futebol, o ministro disse que a reunião magna do seu sector acontece num período também marcado pela violência nos campos, em Nampula, em referência ao que há dias aconteceu no Estádio do Benfica local, em que os seus jogadores, treinadores, dirigentes e adeptos se envolveram numa batalha campal em pleno jogo do Campeonato Provincial.

 

Segundo ele, Nampula foi e continua a ser um exemplo de referência na formação de grandes jogadores, alguns dos quais se destacaram na selecção nacional e com muito orgulho projectaram a sua província no país e além-fronteiras.

 

 

É disto que os desportistas e a população de Nampula esperam dos seus atletas. É de mais estrelas que pretendem ver mais falados, e não da violência gratuita nos campos de futebol. Temos de parar com este malfadado fenómeno. Temos de cerrar fileiras e imprimir medidas bastante duras contra os prevaricadores, sejam eles treinadores ou atletas, dirigentes ou adeptos. Governo, Associação, Clubes, Polícia e outros intervenientes temos de nos unir no combate à violência no nosso futebol”, concluiu. 
 
 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 09:37
 O que é? |  O que é? | favorito
Segunda-feira, 11 DE Julho 2011
Carlos Jeque
ENTRE hoje e sexta-feira, são cinco dias extremamente decisivos para os candidatos às eleições na Federação Moçambicana de Futebol, agendadas para sábado, na Namaacha. Depois de a semana transacta ter sido caracterizada por périplos pelas diferentes províncias à “caça” do voto, os três concorrentes ao apetitoso e meloso “cadeirão” do Fonte Azul vão agora esgrimir os últimos argumentos, continuando a incidir sobre os clubes, após estes terem reclamado um escrutínio primário nas suas associações.
 

Nas suas viagens de campanha, Feizal Sidat, Baptista Bonzo e Carlos Jeque, os “três mosqueteiros”, com promessas de voto aqui e acolá, ouviram repetidas vezes a necessidade de nas associações serem organizadas eleições internas e o seu resultado ser lavrado em acta, devendo esse resultado constituir o voto da associação no escrutínio do próximo sábado.

 

 

Com esta atitude, os clubes pretendem que as sensacionalmente aguardadas eleições na FMF sejam realmente um processo democrático, isento e transparente, tendo em conta que nas anteriores ocasiões foram levantadas suspeitas de corrupção, apontando-se o dedo aos presidentes das associações, que alegadamente vêem as suas contas bancárias mais “gordas” quando chega esta altura, inquinando assim um processo que sempre se pretende claro e sem polémicas, a bem do próprio futebol.

 

 

Aliás, falando semana passada em Harare, onde esteve a-propósito da realização no Zimbabwe do Torneio da COSAFA de futebol feminino, o presidente da FIFA, o suíço Joseph Blatter, revelou que o seu organismo estava particularmente atento às eleições na Federação Moçambicana de Futebol, recomendando que as mesmas não sofram quaisquer interferências externas à modalidade.

 

 

É que, no nosso continente, tem sido hábito que as eleições nas federações de futebol sejam sujeitas a pressões partidárias e governamentais, facto que contraria a independência preconizada pela FIFA nestes casos, daí que, quando assim acontece, os países prevaricadores são suspensos de toda a actividade futebolística internacional até à regularização da situação.

 

 

Entretanto, no campo iminentemente de campanha, Feizal Sidat fechou o ciclo no Niassa, mostrando-se confiante na sua própria sucessão. O candidato de “Todos por um Futebol Vitorioso” apresenta como principal arma a aposta na formação, preconizando a criação de academias nos clubes.

 

 

Já Baptista Bonzo aproveitou os últimos dias para uma “tournée” que incluiu, entre sexta e sábado, as províncias de Gaza e de Nampula, de onde regressou com a promessa de voto no seu “Vencer para Mudar”, o qual tem merecido apreciação positiva por parte dos clubes, face à mudança e renovação que pretende imprimir.

 

 

Apesar de algumas acusações que considera intempestivas, relacionadas com a sua actividade empresarial e não com o seu envolvimento no futebol e, em particular na Federação, Bonzo mostra-se sereno e tranquilo, afirmando que continuará a trabalhar de cabeça erguida rumo à conquista da vitória no próximo sábado.

 

 

Por seu turno, Carlos Jeque, que defende a necessidade de o nosso país voltar aos lugares de destaque no “ranking” da FIFA, depois de escalar a zona sul, esteve no centro, mais concretamente em Sofala e na Zambézia, a transmitir o seu manifesto de “Futebol por Moçambique, Moçambique pelo Futebol”.
 
 
 
 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:20
 O que é? |  O que é? | favorito
Sexta-feira, 08 DE Julho 2011

 

Baptista Bonzo

OS clubes de Sofala, que terça-feira estiveram reunidos com Baptista Bonzo, no quadro da campanha deste para as eleições na Federação Moçambicana de Futebol, enalteceram o manifesto deste jovem candidato, que concorre ao escrutínio de 16 de Julho, na Namaacha, sob o lema “Vencer para Mudar”, mas não deixaram de fazer algumas observações, com particular incidência para o futebol feminino, que, como se sabe, é bastante forte naquela província.

 
 

No encontro, Bonzo começou por fazer uma dissertação à volta do seu manifesto, sublinhando que, caso seja eleito, criará secretarias regionais para dinamizar o futebol, descentralizar a sua gestão e flexibilizar a tomada de decisões, uma vez que se discutirá mais o futebol das províncias.

 

 

Por exemplo, na região centro as províncias vão formar conselhos, através das respectivas associações, que discutirão as formações e as provas de todos os escalões. Portanto, a secretaria regional vai dinamizar o futebol, o que também pressupõe a descentralização da gestão financeira através das receitas conseguidas nos jogos das selecções nacionais e parceiros. O futebol não tem que ser só no Maputo”, afirmou o candidato, citado pelo “Diário de Moçambique”.

 

 

Embora tenham apreciado favoravelmente o documento, os clubes presentes no encontro não deixaram de tecer alguns comentários. Por exemplo, Adinane Ibraimo (Dino), presidente da Associação Provincial, elogiou o manifesto, afirmando que “é bonito, bom”, tendo acrescentado que as coisas andam mal no futebol moçambicano e há que se investir nas camadas inferiores. Referiu, no entanto, que quem vai decidir sobre o voto de Sofala são os clubes, e agora “estamos a analisar o manifesto de cada candidato”.

 

 

Manuel Veríssimo, representante da Fanta, que milita no futebol feminino, questionou sobre a modalidade nesta categoria, pois “Sofala foi pioneiro nesta modalidade, mas hoje anda mal”. Respondendo, Bonzo disse que a FMF tem verbas para as várias provas, o que falta é organização, daí que no seu mandato privilegiará esta questão. Aliás, referiu que a FIFA apoia “muito” o futebol feminino, pelo que não entende porque é que a Federação não tem tido fundos para esta categoria.

 

 

Said Ibraimo, representante da Academia João Chissano, afirmou que o manifesto é interessante, mas gostaria que se incluíssem as provas nacionais das camadas inferiores, incluindo “olheiros” da FMF nas províncias, para que identifiquem talentos que possam alimentar as selecções.

Sobre esta preocupação, Bonzo reconheceu que de facto não é fácil fazer futebol sem apoios. Disse, no entanto, que esta questão está dentro do plano de abrir secretarias regionais, as quais receberão fundos para dinamizar o futebol nas províncias.

 

 

Depois de terça-feira ter trabalhado em Sofala, Bonzo – que disse no encontro que decidiu sair da lista de Feizal Sidat para concorrer por achar que havia coisas que na sua visão não estavam a ser bem feitas – esteve quarta-feira em Manica e, hoje, virará as suas atenções para a província de Gaza.
 
 
 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:47
 O que é? |  O que é? | favorito
Dezembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
14
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

tags

todas as tags

mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
últ. comentários
Joga se hoje em Lichinga ataça de Moçambiqui as fo...
Eu acho que já é o momento para a Federação Moçamb...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
Para auxiliar no treino nada melhor do que receita...
Entao e em 2016 nao havera????
Gostaria de salientar que a tentativa de mínimo nã...
Posts mais comentados
blogs SAPO