Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 29 DE Novembro 2016

 

Não foi para menos, pois se assistiu a uma campeã nacional muito séria na sua abordagem do jogo e perante uma adversária que se impôs e convidou as “locomotivas” para uma batalha que se iria prolongar por muito tempo, até quando se encaixaram nos “carris”, isto a partir do terceiro (penúltimo) período, altura a partir da qual renasceu a confiança e determinação para uma exibição de se tirar o chapéu.  

         

É que o Ferroviário (até se deu ao luxo de dar pontapé de saída no marcador) estava consciente que este seria mais jogo de risco, pois as camaronesas, que se estrearam vencendo também o KPA, estavam decididas em repetir a proeza que lhes asseguraria muito cedo a transição para a fase seguinte. Entretanto, este jogo era muito importante para ambas partes, daí que a FAP chamou a si todos créditos obrigando o Ferroviário a repensar de minuto a minuto no seu jogo.

 

Aliás, a reacção das camaronesas não tardou e o equilíbrio de forças no rectângulo do jogo foi-se evidenciando com o passar do tempo. Além disso, pela sua forte postura, as forasteiras foram a tempo de contornar a vantagem inicialmente estabelecida pelas “locomotivas” e fecharam o primeiro período à frente do marcador (14-10).

 

Feito isto, assistiu-se à alternância no marcador e as camaronesas revelaram-se mais astutas na leitura do jogo das “locomotivas”, bloqueando as tentativas de finalização. Sem ideias mais vistosas para contrariar tal pressão que lhe era imposta sempre que estivesse na posse de bola, o Ferroviário ficou por algum tempo neutralizado e algo nervoso enquanto as suas investidas não surtissem o efeito desejado. Nesta fase, a esteio da campeã nacional, Anabela Adriana, estava literalmente apagada, tanto na condução de jogadas para o ataque e muito menos inspirada para o lançamento dos habituais triplos. Na linha da frente, as extremos postes Ingvild Mucauro, Rute Elias e Vilma Palmira procuravam a todo custo romper a zona da finalização para os lançamentos de dois pontos. As “locomotivas” foram ganhando algumas faltas, mas não acertavam em pleno nos lançamentos livres. E foi com o triplo de Ingvild Mucauro que o Ferroviário partiu para a vantagem logo no arranque do segundo período. Porém, pela predominante alternância ofensiva, em virtude da persistente luta das camaronesas em busca de mais pontos, o marcador foi-se equilibrando até que Anabela Adriana fez outro triplo, abrindo caminho para que as “locomotivas” assumissem a dianteira até ao fim da primeira parte.

 

Aliás, foi com a devida vénia, porque lhe convinha enquanto anfitriã, que a campeã nacional teve de encontrar algumas saídas e desta vez Vilma Palmira havia reduzido o nervosismo e acertou nos lances livres. Assim terminava a primeira parte, com a vantagem de seis pontos (34-28).

 

“Locomotiva” arrebatadora

 

O ritmo ofensivo das “locomotivas” cresceu na segunda parte. O reaparecimento em peso da norte-americana Brea Morgan e a inspiração colectiva, com a base Ornélia Pérola a carregar a equipa para o ataque, elevaram a confiança das treinadas por Leonel Manhique. Foram acertando no marcador e chegaram ao fim do terceiro período com a vantagem de 14 pontos (60-46). 

 

A entrada para o último período trouxe um outro Ferroviário, bastante flexível, com um jogo bastante incisivo e certeiro. A dinâmica com que se debatia no jogo deixou as marcas de uma campeã batalhadora e mais atrevida. Mais uma vez o colectivo e o talento individual sobrepuseram-se à força e carácter aguerrido das camaronesas, que tudo fizeram para contornar as “locomotivas”. Porém, não conseguiram e o jogo terminou com o marcador a indicar 79-59.

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:54
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EM dia de grande inspiração “locomotiva”, o Ferroviário de Maputo bateu ontem e de forma categórica a FAP dos Camarões, por 79-59, em partida inserida na terceira jornada do Grupo “A” da Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol Feminino, evento que decorre desde sexta-feira passada no pavilhão do Maxaquene.

 

Esta é a segunda vitória das “locomotivas”, que vêem assim relançadas as esperanças de transitar para a fase final. A campeã venceu primeiro o Kenya Ports Authority (KPA), por 84-58, no domingo, resultado que não só estimulou a equipa, bem como chamou a si a responsabilidade de fazer vincar o seu estatuto de anfitrião, após a estreia inglória diante do Interclube de Angola, na passada sexta-feira.

 

O Ferroviário descansa hoje e volta a jogar amanhã, desta vez com o Etoile Filante, do Togo. Quem regressa à competição é a A Politécnica. Defronta esta noite (18.00 horas) a campeã africana 1.º de Agosto de Angola, nesta que é a missão mais complicada das “universitárias”, isto no Grupo “B”. A A Politécnica venceu domingo a United States Internacional University do Quénia, por 53-41, depois da também estreia inglória frente ao First Bank da Nigéria (59-65).

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:49
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OUTRORA pelado e sem condições adequadas para um bom jogo de futebol, o campo do Grupo Desportivo Mahafil apresenta-se hoje com uma nova face. Uma imagem de invejar graças às obras de reabilitação e ampliação que tem vindo a ser levadas a cabo pela Direcção daquele clube histórico desde 2014.

 

Actualmente, o campo de Mahafil é relvado (natural) bem carregado e devidamente tratado. Para além da mudança do piso, as obras incluem a construção de um bloco administrativo que engloba igualmente balneários para atletas e árbitros e tribuna de honra, para além do alargamento da capacidade em termos de bancadas, que também foram remodeladas.

 

Por se construir está a bancada central sol e um parque de estacionamento, que se espera que seja mais uma fonte de renda para a colectividade.

 

Segundo Cássimo Issufo, vice-presidente para o pelouro das Infra-Estruturas e Património, as obras surgiram da necessidade de dotar o clube de infra-estruturas adequadas para melhor encarar os desafios do futuro que passam pelo crescimento. “Somos um clube já centenário (100 anos ficaram completos a 5 de Outubro de 2015) e queremos ser ambiciosos. Pretendemos crescer, mas crescer com bases. Para o futuro queremos chegar ao Moçambola e ter sucesso, mas tudo de forma faseada”, disse.

 

De acordo com Issufo, as obras de reabilitação do campo e do bloco administrativo estavam inicialmente orçadas em três milhões de meticais, mas com o tempo houve necessidade do aumento do capital, o que fez com que os prazos inicialmente previstos para a entrega das obras fossem prorrogados. “A conclusão das obras estava prevista para 2015, mas dificuldades financeiras e alargamento do projecto fizeram com que até hoje estejamos ainda em processo. A nossa previsão é concluirmos em 2017”, explicou.

 

ABDICAR DA ALTA PELA COMPETIÇÃO PARA FOCALIZAR INFRA-ESTRUTURAS

 

 

 

Em 2014 o Mahafil, em Assembleia-Geral, deliberou parar com a alta competição, ou seja, teve de abdicar da equipa sénior que na altura disputava o Campeonato de Futebol da Cidade de Maputo para apostar nas infra-estruturas, limitando-se a movimentar as camadas de formação, nomeadamente juniores, juvenis e infantis.

 

De acordo com o vice-presidente, a aposta foi uma espécie de custo de oportunidade, mas valeu a pena, explica: “Constatámos que não estaríamos em condições de suportar a equipa principal e a reabilitação das infra-estruturas em simultâneo, daí que decidimos retirar da cena os seniores. Penso que decidimos bem, não estamos arrependidos, foi uma boa aposta. Sería-nos difícil suportar a logística dos seniores (luvas, salários, prémios e custos dos próprios jogos) juntamente com as obras”, elucidou.

 

 

Cássimo Issufo adiantou, entretanto, que os seniores regressam em 2018 e terão como base a actual equipa de juvenis que no ano passado foi campeã da cidade da categoria. O Mahafil tem como principais fontes de rendimento a concessão a título de arrendamento de partes do seu recinto por uma gasolineira e torre de uma operadora de telefonia móvel, bem como contribuição de alguns sócios de boa vontade.

 

Fundado em 1915, o clube já ganhou dois campeonatos da cidade em seniores e vários torneios de abertura. Nunca esteve no campeonato nacional, mas já formou vários jogadores que fizeram furor nos grandes clubes nacionais e nos “Mambas”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:37
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O GRUPO Desportivo Iquebal goleou a Liga Desportivo de Maputo por 6-1 e isolou-se na liderança do Campeonato de Futsal da Cidade de Maputo, quando falta apenas uma jornada para o fim da prova.

 

O Iquebal passou a somar 51 pontos, agora com mais três que a Liga, que assim cai para o segundo lugar, depois de ter estado durante quase todo o campeonato na liderança.

 

Na próxima jornada, a turma de Junaid só precisa de empatar com o Estrela Vermelha para comemorar o título, mas até pode perder, desde que a Liga e a Petromoc não vençam.

 

De realçar que nesta ronda a Petromoc subiu ao segundo lugar, em igualdade pontual com a Liga, ambos somam 48  pontos, ao vencer o Estrela Vermelha por 5-1. Os “petrolíferos”, actuais campeões, ainda poderão ser fazer o “bi” caso o Iquebal perca na derradeira ronda.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:28
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E TUDO o vento levou”, esta frase serve para descrever em poucas palavras aquilo que foi a época do Estrela no hóquei em patins na presente época.

 

Na última sexta-feira os “alaranjados” conquistaram a Taça Maputo, com uma goleada de 6-1 sobre o Desportivo, e juntaram este troféu aos outros quatro arrebatados: campeonato, Torneio da Mulher, Taça 25 de Setembro e Torneio de Abertura.

 

Os “alaranjados” não deixaram nada para ninguém, não permitiram que os velhos rivais, Desportivo e Ferroviário, levassem um troféu para casa. Diga-se que as vitórias foram inteiramente merecidas, pois durante todo o ano foram os que melhor hóquei apresentaram. Viu-se na sexta-feira. Entraram melhor. Chegaram a estar a ganhar por 3-0, com golos de Maninho, Nuno Canaveira e Dino. Bruno Pimentel ainda reduziu, colocando o marcador em 3-1 ao intervalo. Mesmo sem contar com a presença de Nuno Tavares, um dos jogadores mais importantes, o Estrela esteve sempre melhor. Jogadores muitas vezes pouco utilizados na equipa, Nuno Canaveira e Danilo, estiveram muito bem. Foi do “stick” de Danilo que saiu o sexto golo do Estrela. Antes, Dino e Maninho tinham marcado.

 

O jogo ficou decidido em pouco tempo e acabou dando só Estrela.

 

O Ferroviário terminou no terceiro lugar, com uma vitória sobre o Desportivo “B” por 10-2. 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:18
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O FERROVIÁRIO de Maputo e a Apolitécnica, representantes moçambicanos na Taça dos Clubes Campeões Africanos em Basquetebol Feminino, redimiram-se ontem perante os seus adversários na sua segunda aparição na prova, depois de uma estreia inglória na sexta-feira e sábado, respectivamente.

 

A campeã Ferroviário derrotou o Kenya Ports Authority, por 84-58, depois da derrota no jogo inaugural com o Interclube de Luanda, por 42-57, isto no Grupo A. Por seu turno, a Politécnica venceu United States Internacional University, também do Quénia, por 53-41, após quedar-se frente ao First Bank da Nigéria, por 59-65, no Grupo B.

 

O Ferroviário volta a entrar em cena esta noite, a partir as 18.00 horas, diante da FAP dos Camarões, enquanto a Apolitécnica fica hoje de fora.

 

 

LOCOMOTIVAS” PASSEIAM CLASSE

 

 

As “locomotivas” não deram trela à equipa adversária, assumindo uma postura ofensiva bastante forte logo à partida, o que facilitou bastante as suas manobras dentro do rectângulo do jogo. Entrando de início com o mesmo cinco do jogo da estreia, tendo outra vez Anabela Adriana como esteio no ataque, isto pelo corredor direito, o Ferroviário surpreendeu pela positiva pela velocidade com que abordava o seu jogo. Aliás, foi muito feliz nas alternâncias que foi experimentando ao longo do prélio, com as jogadoras a corresponderem às expectativas do técnico Leonel Manhique.

 

Assistiu-se ontem a uma equipa “locomotiva” técnica e tacticamente apurada e com uma forte mobilidade. Aliado a isso, estava a vontade de vencer e com essa postura o Ferroviário acabou tendo a missão bem facilitada diante de um adversário que deu réplica, mas sem no entanto poder quebrar a velocidade e o ritmo com que as “locomotivas” se desdobravam no terreno.

 

Pela eficácia ofensiva e excelente capacidade de finalização colectiva, valendo-se da excelente prestação das norte-americanas Rachel Mitchell e Brea Morgan, para além das grandes contribuições de Ingvild Mucauro, Elizabeth Adelino e Ana Suzana, a campeã nacional teve os caminhos abertos para a concretização dos seus objectivos e foi pontuando ao ritmo do cronómetro perante umas quenianas que denotaram muitas fraquezas, sobretudo no seu sector defensivo.

 

As quenianas foram muitas vezes surpreendidas em contra-ataque, para além da dificuldade de segurarem o seu jogo quando partissem para o ataque, mas arrancaram algumas faltas que lhes ajudaram a elevar a fasquia no marcador, mas sem contudo poder estancar o poderio ofensivo das “locomotivas”, que chegaram ao fim da primeira parte vencendo com a diferença de 21 (48-27), com a extremo poste Anabela Adriana em destaque no marcador, com um total de 11 pontos frutos de três triplos e dois lançamentos livres.

 

Com esta vantagem, as “locomotivas” entraram para a segunda parte mais relaxadas e já contavam com 50 por cento de vantagem sobre as quenianas (60-30) ao fim da primeira metade do terceiro período, numa altura em que as quenianas acusavam incapacidade de resistência perante a grandeza da campeã nacional. Não espantou a ninguém que ampliassem a vantagem para 66-34 ao fim deste período. Mais uma vez, Anabela Adriana chamou a si a responsabilidade nas manobras ofensivas, rasgando o meio-campo adversário pela direita para fazer bem o que sabe. Fez mais três triplos ampliando a sua contagem individual para 22 pontos. Nessa altura, o Ferroviário estava bem embalado no ataque e a contagem foi engordando enquanto o jogo caminhava para o fim. Portanto, encerrou o terceiro período com 32 pontos de vantagem (66-34) e não precisou de muito esforço para fazer mais 18 pontos, fixando o resultado final em 84-58. 

 

FICHA TÉCNICA

 

FERROVIÁRIO: Ingvild Mucauro, Odélia Eusébia, Rachel Mitchell, Anabela Adriana e Ornélia Pérola.

 

KPA: Mercy Ayitso, Natalie Akinyl, Indasi Luvandwa, Belinda Aluoch e Selina Adongo.

 

UNIVERSITÁRIAS” PERSISTENTES 

 

 

A Apolitécnica arrancou ontem uma vitória preciosa sobre a United States Internacional University do Quénia (53-41), deixando a impressão que não está apenas para participar, mas sim corresponder positivamente ao convite da FIBA-África para colmatar a vaga deixada em aberto pelo INSS da RDCongo.

 

Este resultado abriu espaço para uma nova abordagem desta competição pelas “universitárias”, terceiras classificadas no último “Nacional”, que estão num grupo onde está a campeã africana 1º de Agosto. A turma moçambicana teve um início fulminante pela excelente eficácia com que se exibiu durante toda a primeira parte até à entrada do terceiro período.

 

Porém, começou a afrouxar perante o despertar da equipa queniana que, até ao intervalo, perdia por 31-19. Foi nesse ritmo algo apático que se debateu com alguma crise, sobretudo no seu sector defensivo, permitindo que as quenianas lograssem os seus intentos na sequência da pressão que já exerciam no reduto das universitárias, arrancando faltas que lhes permitiram amealhar mais pontos e reduzindo desse modo a desvantagem para sete pontos ao fim do terceiro período (39-32).

 

Foi necessário paciência e muita determinação no último período, altura em que as quenianas já acreditavam numa reviravolta para o golpe já na recta final. Chegaram a reduzir a vantagem das “universitárias” para oito pontos, a dois minutos do fim da contenda, mas o triplo de Isabel Carlos, a jogadora mais ousada no ataque da Apolitécnica, relançou a confiança na turma moçambicana, que foi obrigada a rever já na etapa final e de minuto a minuto o seu estilo de jogo para fazer face às adversidades que lhes eram impostas pelas quenianas.

 

O técnico da Apolitécnica, Hélio Sousa, foi monitorando o jogo com pedido de descontos de tempo para acertar na estratégia da actuação da sua equipa. Foi assim que conseguiu estabelecer vantagem de 10 pontos (51-41) a 40 segundos do término da partida. A partir daqui, a Apolitécnica começou a fazer contenção do tempo, com mais circulação de bola e saiu-se bem neste aspecto até que Benezita Argentina furou a zona do garrafão para arrancar mais dois pontos a cinco segundos do fim da contenda, fixando o resultado final em 53-41 para o gáudio dos moçambicanos que apoiavam e aplaudiam com muita emoção a actuação da equipa da casa.

 

FICHA TÉCNICA

 

APOLITÉCNICA: Benezita Argentina, Isabel Carlos, Yolanda Cecília, Carmen Rosária e Nilza Valente.                                                                                                                                                                       

UNITED STATES UNIVERSITY DO QUÉNIA: Cynthia Irankunda, Diane Nikuze, Melissa Otieno, Georgia Otieno e Maureen Afwance.

 

JOGOS E RESULTADOS

 

HOJE

Grupo A

 

13:30 h – Etoile Filante Togo-KPA Quénia

18:00 h – FAP Camarões-Ferroviário

Grupo B

 

15:45 h – USIU Quénia-1º Agosto

20:15 h – GSP Argélia-First Bank Nigéria

 

SEXTA-FEIRA

 

Grupo A

 

KPA Quénia-FAP Camarões (42-57)

Ferroviário-Interclube Angola (43-57)

Sábado

 

Grupo B

 

1º de Agosto Angola-GSP Argélia (74-57)

First Bank Nigéria-Apolitécnica (65-59)

 

 Ontem

 

Grupo A

 

Etoile Filante Togo-Interclube (30-94)

KPA Quénia-Ferroviário (58-84)

Grupo B

USIU Quénia-Apolitécnica (41-53)

1º de Agosto Angola-First Bank Nigéria (76-62)

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:59
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CAIU sexta-feira o pano sobre o 1.º Seminário de Consulta das Partes Interessadas: “Anti-doping com Valor Chave no Desporto Moçambicano”, e o Ministro da Juventude e Desporto (MJD), Alberto Nkutumula, deixou como ponto essencial a implementação do documento esboçado durante os três dias de encontro (23, 24 e 25 de Novembro).

 

Paralelamente aos resultados advindos deste histórico I Seminário de Consulta de Partes Interessadas: Anti-Doping Como Valor-Chave no Desporto Moçambicano, deixamos manifesta a nossa maior recomendação de ver, a breve trecho, elaborado e implementado o plano de acção a nível nacional, evitando todo e qualquer acto de procrastinação”, afirmou.

 

Alberto Nkutumula afirmou que o balanço é positivo. “Depois de três dias de trabalho árduo, chegamos a estes derradeiros momentos do nosso seminário, reconfortados e motivados pelos resultados dos debates aqui havidos, em torno de temas de capital importância para a vida dos nossos atletas e do desporto nacional em geral”, comentou.

 

Acrescentou que a protecção do atleta, o principal objecto do desporto, ficou aqui salvaguardada. “Já no primeiro dia dos nossos trabalhos, destacávamos o facto de o nosso país estar preocupado, acima de tudo, em proteger o maior valor que o desporto possui, o atleta. É justamente nesse objectivo onde reside o nosso sentimento de reconforto, pois agora, através das ideias aqui afloradas, está aberto um caminho viável para o alcance de um ambiente desportivo são, capaz de garantir um bem-estar físico e psicológico nas competições”, frisou.

 

Refira-se que foram abordados diferentes temas sobre “doping” (Doping No Desporto E Seus Efeitos Nocivos: Definição de Doping, Substâncias Proibidas e Métodos de Controlo E Prevenção), “Anti-Doping Em Moçambique: História, Desafios e Oportunidades”, tendo cada um deles sido alvo de uma profunda reflexão.

 

O evento foi promovido pelo MJD em parceria com a Agência Nacional de Anti-Dopagem (AMOCAD) e UNESCO.

 

DEOLINDA NGULELA NOMEADA EMBAIXADORA

 

A BASQUETISTA moçambicana Deolinda Ngulela foi nomeada embaixadora no combate “anti-doping” em Moçambique. O anúncio foi feito pelo Ministro da Juventude e Desporto, Alberto Nkutumula, que argumentou a escolha da atleta por esta ser um exemplo de desportista disciplinada, competente e que muitas alegrias deu ao país a nível nacional e internacional nas suas passagens pela selecção e pelos clubes, onde foi campeã africana.

 

Deolinda Ngulela é um bom exemplo para o nosso desporto. Ela será a imagem nessa luta de combate ao “doping”. Tem qualidade para incutir valores de ética, disciplina e de empenho no desporto às crianças e capitalizar a sua influência à causa do desporto sem “doping”, disse.

 

Por sua vez, Deolinda Ngulela manifestou-se surpreendida e ao mesmo tempo honrada por tamanha nomeação. 

 

É uma grande responsabilidade ter sido nomeada embaixadora de um problema que abrange o desporto em todo o mundo. Estou ciente de que tenho de fazer um trabalho de educação dos atletas. Instrui-los para que não caiam em situações de “doping”, pois este tem sido o calcanhar de Aquiles e está na hora de inverter o cenário para termos um desporto mais saudável”, disse.

 

Refira-se que Deolinda Ngulela é actualmente treinadora e jogadora da equipa feminina do Costa do Sol e durante a sua carreira tem destaques de proa o facto de ter sido tricampeã africana de clubes pela Académica, Desportivo de Maputo e Liga Desportiva de Maputo. Na selecção foi vice-campeã no Afrobasket-2013, o que lhe valeu a participação no Mundial da Turquia-2014. 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:41
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