Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 08 DE Novembro 2016

 

 

VETERANO” Jonas Alberto tornou-se, no último sábado, novo mestre nacional depois de vencer a final do torneio do mesmo nome e que vinha decorrendo desde a passada terça-feira nos “courts” do Jardim Tunduru, na cidade de Maputo.

 

O antigo campeão nacional, que curiosamente regressou às competições oficiais este ano, superou Bruno Figueiredo, uma das jovens promessas do ténis moçambicano, pelos parciais de 2/6, 7/5 e 6/2.  

 

Jonas Alberto acabou provando, entre os tenistas mais novos, que conserva os dotes que o tornaram um dos tenistas mais célebres na década 1990-2000, com a conquista de dois títulos nacionais e vários torneios.

 

A sua reaparição aconteceu no último Campeonato Nacional, que antecedeu o torneio ora findo, tendo alcançado as meias-finais, das quais foi afastado por Josefa Simão, que conquistou a prova.

 

Josefa Simão, que arrebatou o segundo título consecutivo, não participou neste torneio, tal como o finalista vencido, Miguel Gonçalves, ambos devido a compromissos académicos.

 

Entretanto, o ténis moçambicano está de luto com o falecimento, em Cabo Delgado, do árbitro Aly Machemba, que se notabilizou na região norte.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:11
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MESMO antes de digerir o sabor da primeira conquista da mais alta competição futebolística nacional, o clube Ferroviário da Beira já sofre pressão para trazer mais títulos na próxima temporada.

 

Vários intervenientes tomaram a vitória dos “locomotivas” como passado e já exigem resultados do futuro. Isso assistiu-se em três jantares de confraternização oferecidos pela governadora Maria Helena Taipo, o edil Daviz Simango e a direcção do Ferroviário, respectivamente.

 

A governadora Maria Helena Taipo, que considerou que o plantel como era composto por “meninos de ouro”, disse de forma diplomática que espera por mais vitórias.

 

Entre muitos elogios, Taipo disse que o Ferroviário da Beira era capaz de trazer mais alegria aos sofalenses.

 

Já o edil da Beira, Daviz Simango, exigiu mesmo que o Ferroviário traga todas as taças para a urbe na próxima temporada, mas para tal deve-se fazer um investimento à altura.

 

Por seu turno, o secretário permanente de Sofala, Juvêncio Mutacate, discursando no jantar de confraternização oferecido pelos CFM, patrono do clube, disse que a satisfação manifestada pela população remete ao Clube Ferroviário mais responsabilidade para a conquista de mais títulos.

 

O presidente da Associação Provincial de Futebol de Sofala, Fernando Dias, afirmou que o título nacional futebolístico e de outras modalidades desportivas cairão sempre na Beira, justificando que esta urbe tem história.

 

Recordou aos presentes, e como forma de pressionar os campeões, que Beira foi e será terra dos campeões. Contou que o primeiro seleccionador nacional a levar os “Mambas” ao CAN foi beirense, Belmiro Manaca, e o seu conterrâneo Rui Marcos foi o primeiro capitão.

 

Mencionou Chiquinho Conde, que também é da Beira, como tendo sido o primeiro moçambicano a jogar na diáspora pós-independência.

 

Analistas desportivos sediados na cidade da Beira afirmam que os movimentos e certos discursos pretendem directamente exigir mais vitórias para a cidade da Beira.

 

Em jeito de resposta às questões apresentadas pelos dirigentes da província e do município, Boaventura Mahave, presidente do Clube Ferroviário da Beira, disse que se vai lutar nesse sentido.

 

O presidente da assembleia-geral do clube e director executivo dos Caminhos-de-Ferro de Moçambique na região centro, Cândido Jone, que ouviu tais “pressões”, disse e bem alto que o desejo manifestado colectivamente vai cumprir-se. “Traremos mais taças”, prometeu, tendo sido ovacionado pelos convivas.

 

RODRIGUES LUÍS

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:55
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A VITÓRIA da União Desportiva do Songo sobre o Maxaquene foi corolário de ofertas como consequência de fragilidades denunciadas logo de início pela sua defensiva e a qualidade técnico-táctica evidenciada pela equipa visitante, que, com muita tranquilidade, controlou a ansiedade que dominou fortemente as hostes “tricolores” à entrada para este duelo titânico.

 

Sobre forte domínio do meio-campo adversário, a equipa do Songo soube posicionar-se no terreno, dando o gosto ao pé com jogadas de tirar o chapéu, isto na primeira etapa da contenda, período durante o qual os “tricolores” estiveram totalmente irreconhecíveis e desnorteados.

 

Aliás, as contas ficaram tão cedo feias para o Maxaquene, que em dois momentos misteriosos sofreu dois golos infantis. Primeiro, foi Bernardo a marcar na própria baliza, na tentativa de desvio ao centro de Cremildo, pela direita. O central “tricolor” projectou a bola para as alturas e o guarda-redes Guirrugo estava um pouco adiantado dos postes, portanto, sem hipóteses para alcançar o esférico, que se foi anichar no fundo das malhas. Foi balde de água fria nas hostes “tricolores” e estavam jogados apenas 12 minutos.

 

Este foi o prenúncio de um dia negro para o Maxaquene, pois, dois minutos depois, Guirrugo fez uma oferta a Luís Miquissone, como se de dia de bonança se tratasse, quando em jogo estava o segundo troféu mais valioso do futebol moçambicano. Foi na sequência de uma bola atrasada que o guarda-redes “tricolor”, ao invés de aliviar o perigo, congelou o esférico e na tentativa de contornar o astuto Luís Miquissone este desarmou-o, endossando de seguida o esférico para a baliza desguarnecida (2-0). Foi mais um golpe para o desespero dos “tricolores”, que, depois de perderem a final da Taça da Liga BNI, lutavam, à semelhança do adversário, pelo único título que lhes sobrava. E este lance aconteceu curiosamente numa altura em que o Maxaquene reagia ao primeiro golo, com Danilo a ser derrubado pelas costas por Sataca Jr. quando se preparava para testar a baliza do Songo. Na conversão do livre, o artilheiro Isac atirou contra a barreira próximo da meia-lua.

 

Portanto, os “tricolores” sofreram dois golos num momento em que procuravam assentar o seu jogo. Porém, foi a União Desportiva a protagonista do primeiro lance do jogo, com Chereque a falhar o “chapéu” a Guirrugo, após a assistência de Cremildo. Do centro do meio-campo “tricolor”, Cremildo projectou o esférico para o isolamento do avançado de Songo, que, vendo o guarda-redes “tricolor” a sair para o alívio, tentou o “chapéu”, mas Guirrugo pulou e travou o esférico com o peito e lançou o Maxaquene para o jogo, ganhando aplausos de pouca duração, pois acabaria sendo conotado como o mau da fita neste embate.

 

Foi difícil conter a velocidade com que os tetenses se desdobravam no terreno. A isto esteve ainda, para além do brio colectivo, a capacidade individual de alguns jogadores, que, com muita mestria, fizeram a diferença na produção de jogadas que conduziram a União Desportiva à almejada vitória. São eles o trinco Zê Luís, que, como comandante das operações, soube conduzir o barco a bom porto, tanto na distribuição, bem como em missões defensivas; o ala Cremildo, que, com muito calculismo, galvanizou o ataque tetense pelo corredor direito, chamando com alguma frequência a atenção da dupla do ataque constituída por Luís Miquissone e Chereque. A este dueto vão também as merecidas considerações pela capacidade de antecipação e fuga, confundindo a defensiva “tricolor”, que, já sem o controle de policiamento, teve de correr muitas vezes atrás do prejuízo e obrigada a cometer faltas.

 

Aliás, a defensiva “tricolor” estava trémula, a ceder muito a pressão e a não articular. Nito era o mais inseguro da defensiva, enquanto Wisky, na posição de trinco defensivo, não fez valer a sua experiência, facto que permitiu penetrações pelo corredor central até junto da grande área. Foi assim que foi substituído por Dangalila, aos 33 minutos, isto após o terceiro golo da União Desportiva, apontado por Kambala, numa outra assistência (centro) de Cremildo. Do primeiro poste e sem cobertura, não fez muito esforço senão colocar a bola para o ângulo mais distante da baliza de Guirrugo, para o 3-0. Aos 37 minutos, Luís Miquissone foi projectado para a entrada da grande área pela esquerda e, depois de se isolar, antecipou Guirrugo, mas o ângulo para a colocação ficou apertado, daí que a bola tenha saído a rasgar a boca da baliza e quase a roçar o segundo poste. 

 

O Maxaquene permaneceu sem grandes revelações, enquanto a União Desportiva, muito calma e com muita frieza, foi fazendo o seu jogo com colocações certas. Do miolo, Zé Luís continuou a fazer o papel que lhe convinha como um excelente distribuidor e fazia a cintura para estancar, com apoio de Kambala, as tentativas de progressão do Maxaquene pelo corredor central, enquanto Cremildo se revelou pela positiva na transposição do ataque do Songo, pela direita, com excelentes colocações e assistências para os homens mais adiantados. Valeu também a capacidade técnica e a mobilidade que com que os seus avançados, nomeadamente Luís Miquissone e Cherreque se desdobravam, surpreendendo a defensiva tricolor com excelentes desmarcações e posterior isolamento, chamando Guirrugo para saídas em apuro.

 

A segunda parte começa com o Maxaquene a procurar redimir-se e já com o futebol assente ao chão, que lhe é característico, chegou com muito perigo ao reduto do Songo. Foi na sequência disso que, numa jogada de insistência, Tobías, que entrou a substituir ao “problemático” Nito, cabeceou para trave, dois minutos depois do reatamento.

 

Fruto do seu empenho, os “tricolores” reduziram para 3-1, aos 70 minutos, na sequência de um pontapé de canto. O guarda-redes Swin saiu para o desvio e, na disputa para o alívio, o “central”  Bernardo empurrou o esférico para o fundo das malhas, redimindo-se do erro fatal que levou a Uniao Desportiva a estar em vantagem muito cedo no marcador . Dois minutos depois, Fachy, de longe, atirou quase a surpreender Swin, desenquadrado com baliza, mas a bola saiu centímetros ao lado. A dupla de ataque constituída por Isac e Luckman estava mais activa.

 

 

Aliás, a entrada do dinâmico Tobias galvanizou o ataque “tricolor” e Swin foi chamado a algumas intervenções de risco. Aliás, na estratégia de “queimar” o tempo, o guarda-redes da equipa de Songo foi punido com cartão amarelo. Isto aconteceu numa altura que a UD Songo já fazia o jogo de contenção e estava, pelas circunstâncias, mais recuada, partindo em contra-ataques que, porém, foram pouco produtivos, porque o Maxaquene continuou a fustigar a sua defensiva com ataques consecutivos. Na sequência disso, Luckman, com um golpe de cabeça, obrigou Swin a esticar-se para, com a mão, afastar o esférico da trajectória do golo, aos 86 minutos, e na insistência Isac fez a bola passar ligeiramente ao lado. Nem os sete minutos de compensação ajudaram os “tricolores” ao almejado empate para o qual incansavelmente lutaram.

 

 A  equipa de arbitragem, liderada por Sérgio Rumbane, esteve à altura do jogo.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Sérgio Rumbane, auxiliado por Arsénio Marrengula e Osvaldo de Jesus. O quarto árbitro foi Celso Alvaçao.

 

MAXAQUENE – Guirrugo; Butana, Nito (Tobías), Bernardo e Paíto; Wisky (Dangalila), Fachy, Bruno e Danilo (Mayunda), Lukman e Isac.

 

UD SONGO– Swin; Sataca Jr., Mano, Mucuapel e Tony; Zé Luís, Cremildo, Kambala (Tchitcho) e Banda (Jacob); Chereque (Bongani) e Luís Miquissone.

 

DISCIPLINA: cartões amarelos para Nito, Lukman e Isac, todos do Maxaquene; Swin, Sataca Jr. e Luís Miquissone, da União Desportiva.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:40
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EM primeiro lugar, queria parabenizar todos nós, moçambicanos, e dizer parabéns ao desporto nacional! Hoje (sábado) ganhou Songo, mas na verdade ganhámos todos nós.

 

Daqui em diante temos de continuar a trabalhar todos em conjunto para o melhoramento do desporto moçambicano, pois o desporto é união e paz. Juntos seremos os melhores de África e do mundo”, realçou o Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:17
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ESTOU muito feliz com esta conquista, pois fechámos o ano em grande, embora tenhamos perdido o Moçambola. Estivemos bem no jogo e fomos justos vencedores.

 

Para mim, esta foi a despedida, pois no dia 16 de Novembro corrente temos uma assembleia-geral electiva no Songo, na qual não me candidatei. O clube vai ter nova direcção, e fico feliz por sair depois de dar o meu contributo para a conquista desta Taça”, disse, visivelmente emocionado, o presidente da UD Songo, Luís Canhemba.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:14
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A CONQUISTA da Taça de Moçambique pela UD Songo mostra que qualquer equipa, seja da cidade seja do distrito, pode ganhar no futebol nacional. Este ano foi todo ele da zona centro, ou seja, o Moçambola e a Taça foram para lá. É gratificante e mostra o crescimento que todos desejamos. Quanto ao ano futebolístico 2016, devo dizer que a missão foi cumprida. O Moçambola foi organizado e disputado com sucesso, a Taça da Liga também.

 

Agora foi a Taça de Moçambique. A Selecção Nacional está a competir e a melhorar cada vez mais. Terminámos em segundo na qualificação para o CAN, e penso que há sinais de crescimento e melhores dias virão”, sublinhou Simango.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:10
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QUERIA, em primeiro, lugar felicitar a UD Songo pela conquista, e o Maxaquene por ter chegado à final. Glória aos vencedores e honra aos vencidos. O nosso apelo é que haja mais competições e muito futebol em particular. Nós, como Governo, MJD, sempre iremos apoiar este tipo de iniciativas, pois só ajudam o nosso desporto a crescer na constante luta pela busca dos melhores resultados desportivos internacionalmente”, vincou o ministro da Juventude e Desportos, Alberto Nkutumula.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:06
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Moçambique na noite de sábado, no Estádio Nacional do Zimpeto, entre o Maxaquene e a UD Songo, que terminou com o triunfo da segunda equipa por 3-1, já se sabia que era inédita, mas o que surpreendeu muito é que havia uma afluência massiva do público, o que não é normal num jogo entre dois clubes nacionais em Maputo.

 

Quando eram 18.00 horas, ou seja, quando a partida estava a trinta minutos do início, não sobravam dúvidas quanto aos bons níveis de assistência. Muitos carros nas imediações e no interior do pátio do estádio. Muitas buzinas às pessoas que caminhavam a pé. Na porta principal havia muita pressão sobre os agentes (polícias e verificadores dos ingresso), pois o público - adeptos do Maxaquene na maioria - estava ávido em entrar. O esquema de venda paralelo de bilhetes não se fez de rogado. Negociantes flexíveis e com força para correr às malucas vendiam os bilhetes. Está a 50, sim 50 meticais. Recarga de 50? Quero dinheiro!

 

Era desta forma como o esquema funcionava. Ninguém conseguia parar aqueles senhores. O jogo estava quase, quase a iniciar. Havia muitos adeptos por entrar. Muitos queriam entar com os seus meios circulantes no recinto do estádio. Resultado? Muito congestionamento na única entrada reservada a veículos, com o agravante de muitos não reunirem condições para estar na referida fila, pois nem bilhetes ou convites para assistirem ao espectáculo tinham. Discussões com arrumadores e agentes da Polícia. Eram soltas algumas palavras menos bonitas; enfim, era um calvário...

 

O jogo iniciou com muita gente por entrar e, no interior, o coração ferve. Quase metade do estádio preenchido. Dezasseis a 17 mil pessoas nas bancadas. O Maxaquene, a tal equipa com mais adeptos, não só na contenda mas no país em geral, entra mal, mal mesmo. Numa assentada há uma sucessão de erros defensivos. Consequências? UD Songo faz três golos e cala até os “tricolores” mais optimistas. Os adeptos do Songo fazem festa rija, contra a natural desolação doutro lado.

 

 

Conhecidos pela sua devoção e amor ao clube, os “maxacas” ficam abalados, feridos no seu orgulho. A equipa deixa de ser apoiada, os jogadores insultados, o guarda-redes Guirrugo era o principal alvo. Quando chegou o intervalo, a confusão (já previsível) instalou-se no túnel de acesso aos balneários, entre a Polícia e os adeptos do Maxaquene, que insultaram que se fartaram. Na segunda parte, o ambiente melhorou, até porque o Maxaquene subiu de rendimento e até conseguiu o golo da consolação. No final foi festa para o Songo, muita cor e luz. O fogo-de-artifício coloriu ainda mais a festa. Mucuapel recebeu das mãos do Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, a taça, a primeira para o Songo na sua história.

 

Além do troféu, os “hidroeléctricos” encaixaram 550 mil meticais pela conquista, contra 350 mil dos “maxacas”. No Zimpeto, entenda-se relvado, a festa prolongou-se por mais de uma hora. No pátio e nas redondezas do estádio foi muito além. Enfim, é a força do futebol. Para o ano esperamos mais espectáculo nos nossos campos e mais “fair-play”.

 

No final do jogo, todos os entrevistados foram unânimes em afirmar que ganhou a melhor equipa em campo e, mais do que isso, quem ficou a ganhar foi o futebol moçambicano.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:55
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