Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 27 DE Outubro 2016

 

A NADADORA Gisela Cossa, melhor entre o trio feminino que integrou a Selecção Nacional, apontou também a fraca preparação como principal motivo de fracasso no “Africano” de Bloemfontein.

 

Aliás, a especialista em 200 e 400 metros livres, agora com 17 anos de idade, aliou ainda o fraco desempenho à frequente indisponibilidade da Piscina Olímpica do Zimpeto, que, por ser de 50 metros, permitiria que os atletas tivessem os indicadores mais certos para eventos desta natureza.

 

A preparação não foi muito boa. Treinámos na piscina de 25 metros quando vínhamos para uma competição de 50. A altitude também não ajudou”, justificou-se, frisando que só com mais trabalho e competições em piscina de 50 metros serão alcançados melhores resultados.

 

Outro aspecto negativo que o atleta levantou foi a falta de uma preparação conjunta para fortalecer o espírito de equipa. Os atletas e o treinador (Sérgio Faftine) só se juntaram um dia antes da partida para África do Sul, o que não deu tempo para um trabalho prévio.

 

Quanto ao campeonato, duas vezes nadadora completa e bicampeã nacional de juniores pelo Clube Golfinhos de Maputo, disse que tinha noção do nível de atletas que iria enfrentar, destacando que ajudou, por um lado, a testar o seu nível.

 

O importante é treinar mais para melhorar o meu nível, porque só assim poderei superar o meu sonho pessoal, que é ter bolsa olímpica para lutar pelos mínimos para os próximos Jogos Olímpicos”, frisou.

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:51
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MOÇAMBIQUE ficou em 10.º lugar na classificação geral de 15 países. A África do Sul sagrou-se campeão africano pela terceira vez consecutiva. Egipto, Argélia, Marrocos, Senegal, Namíbia, Angola, Maurícias e Seychelles ficaram nas posições imediatamente a seguir.

 

A Selecção Nacional terminou em oitavo lugar, em femininos, à frente do Botswana e Senegal, numa competição que envolveu 10 países. Já em masculinos, terminou em nono, num grupo de 14 países, à frente do Zimbabwe, Sudão, Angola, Nigéria e Botswana.

 

No quadro de medalhas, a África do Sul liderou com 59, sendo 32 de ouro, 16 de prata e 11 de bronze. Em segundo classificou-se Argélia com 19, sendo sete de ouro, seis de prata e igual número de bronze. No terceiro lugar, Egipto com 39, sendo dois ouros, 19 pratas e 18 bronzes. Quarto foi Seychelles com quatro, sendo um ouro, uma prata e dois bronzes. Quinto Marrocos  com três bronzes e, por último, Senegal com um bronze.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:42
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O NADADOR olímpico Igor Mogne apontou a fraca preparação como razão que concorreu para que não lograsse medalha no Campeonato Africano de Natação, principal aposta da Selecção Nacional, cuja prestação no evento não foi das melhores.

 

O jovem atleta, que participou dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em Setembro último, esteve duas vezes próximo do pódio ao terminar em quarto lugar nas provas de 200 e 400 metros livres, suas especialidades de eleição.

 

Igor Mogne, que há três anos se encontra em Portugal a representar o Sporting de Lisboa, disse que ficou surpreendido com a realidade que encontrou no terreno, mas também confessou que, apesar de muito esforço, o seu estado de forma pouco ajudou para conseguir medalha.

 

O “Africano” de Bloemfontein foi o primeiro evento do qual participou depois dos Jogos Olímpicos, para além de que participaram os melhores nadadores africanos, alguns dos quais estiveram no Rio de Janeiro, entre eles egípcios e argelinos.

 

Sabia muito bem do que viria cá encontrar, mas não adversários tão fortes como se viu. Enfrentei os melhores nadadores africanos e numa altura em que o meu estado de forma não é dos melhores. Treinei apenas um mês e meio, por isso que não vinha com muitas expectativas de pódio e pouco esperava do melhor. Fiz o que pude e que deu dois quarto lugares, mas acredito que se estivesse a treinar há mais tempo e na minha melhor forma o resultado teria sido diferente. Mas penso que, apesar de não ter conseguido medalha, tive uma prestação positiva”, comentou.

 

Igor Mogne, que alcançou o mínimo olímpico poucos dias depois da data-limite da fase de apuramento, isto nos 400 metros limites (3.57.17), levava curiosamente o melhor tempo que o detentor da medalha de bronze nesta especialidade. Mas apontou outros motivos que concorreram para o insucesso.

 

Do meu tempo não poderia fazer o melhor com o tempo de treino que tive. A altitude tem sempre influência para quem treina ao nível do mar e vai competir a uma altitude de 1500 metros. É muito complicado, porque a quantidade de oxigénio que passa pelo nosso sangue e músculos é muito menor e isso influencia negativamente no desempenho. Mas temos de saber superar isso, por mais difícil que seja. Não foram provas fáceis, mas dei o meu melhor e estou feliz com a minha prestação, apesar de não ter feito o que se esperava de mim”, salientou.

 

Quanto ao desempenho da Selecção Nacional, no geral, observou que muitos sabiam de que não era a melhor equipa.

 

Por vários motivos e outros que não os conheço, os nossos melhores nadadores não estiveram cá. Não sei qual é a situação de Denilson da Costa, meu principal adversário ao nível nacional, depois de ter partido a clavícula no incidente que aconteceu no Estádio Nacional do Zimpeto. Yannah Sonnenschein, que voltou dos Jogos Olímpicos para Holanda, e Jéssica Cossa, na Rússia, não sei porque motivo não estiveram cá. No que diz respeito aos nadadores que estiveram na RAS, dizer que são os melhores que tínhamos fora dos que mencionei. Penso que não foram uma má escolha e estão na mesma situação que a minha. Pelo que sei, a época abriu há pouco tempo em Moçambique e também não treinam há muito tempo, comparativamente aos atletas que aqui encontramos”, explicou.

 

Para a melhoria do performance dos nadadores moçambicanos, de modo geral, Igor Mogne recomenda a muito treino e realçou que um dos maiores desafios é abdicar de algumas práticas que prejudicam o desempenho desportivo. Reiterou que se exige muito trabalho e isso depende de cada um”, comentou.

 

Relativamente ao estágio da natação moçambicana, disse que a melhoria da qualidade requer muita vontade dos treinadores e atletas.

 

Deve haver crença e capacidade de distinguir o tempo de trabalho e abdicar de coisas que são prejudiciais para a prática desportiva”, disse.

 

Sobre o seu futuro desportivo, referiu que depois de ter concretizado o seu maior sonho, que foi participar dos Jogos Olímpicos, o desafio é melhorar cada vez mais os seus tempos para fazer face aos grandes eventos internacionais.

 

Muita coisa pode acontecer daqui para a frente. Depois dos Jogos Olímpicos, o objectivo é melhorar cada vez mais o meu nível”, anotou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:37
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A FALTA de preparação esteve na origem do fracasso da Selecção Nacional de Natação no Campeonato Africano da modalidade que, de 16 a 23 do mês em curso, juntou perto de 150 atletas em Bloemfontein, Free State, na vizinha África do Sul, em representação de 20 países do continente.

 

Apesar de a justificação da Federação Moçambicana de Natação incidir na falta de fundos e a consequente incerteza da concretização do desejo de retomar a este evento, depois da ausência em três edições consecutivas (2010, 2012 e 2014), o certo é que a Selecção Nacional não teve sequer uma sessão de preparação conjunta.

 

Para além disso, a convocatória dos atletas que integraram a selecção foi feita à última hora, depois de gorada a possibilidade de trazer alguns dos melhores nadadores no estrangeiro, casos de Érico Cuna e Jalik Tavares, na Inglaterra, Jéssica Cossa e Yannah Sonnenschein, na Rússia e Holanda, respectivamente, e que faziam parte da lista inicial composta também por Igor Mogne (em Portugal), Ahllan Bique, Gisela Cossa e Layla Taquidir.

 

O nadador olímpico Igor Mogne, por sinal o único atleta de eleição com que Moçambique contou no “Africano”, saiu directamente de Portugal para a África do Sul, depois de perto de um mês e meio de preparação. Enquanto isso, Ahllan Bique, Gisela Cossa, Layla Taquidir, Junaide Cane e Sumeia Damão, estes dois últimos chamados para preencher as vagas dos “estrangeiros”, viajaram via terrestre para Bloemfontein.

 

Outro aspecto negativo é que à excepção de Igor Mogne, que, tal como outros “estrangeiros” inicialmente convocados, juntar-se-ia aos restantes integrantes da selecção, em Bloemfontein, dias antes do arranque do campeonato, o combinado nacional só começou a ter contacto com o treinador Sérgio Faftine no dia da viagem para a África do Sul, no dia 14 de Outubro.

 

Aliás, Sérgio Faftine, que por sinal é treinador do Ferroviário de Nampula, apenas lhe foi confirmada a viagem para Maputo na terça-feira (11 de Outubro), portanto, a sensivelmente três dias da partida para Bloemfontein, situação que não lhe ofereceu espaço de tempo para preparar a equipa. Ainda assim, Faftine tentou juntar os atletas à sua chegada a Maputo, mas as condições não o permitiram.

 

A preparação da selecção concentrou-se apenas no pouco trabalho feito pelos atletas ao nível dos respectivos clubes e que se resumiu praticamente no apuramento da condição física, tendo em conta que a época só abriu há sensivelmente um mês. E nesse período, apenas dois torneios tiveram lugar em Maputo, nomeadamente “Seis-Horas-De-Maputo”, que marca a abertura da temporada, e “Longas Distâncias”. Estes torneios visam essencialmente o apuramento físico dos atletas da cidade de Maputo e por isso nem serviram a todos seleccionados, caso de Junaide Cane, que é nadador do Ferroviário da Beira, portanto o único de fora da cidade de Maputo. Na Beira, a época abriu também a um mês e nenhuma prova se realizou depois do Campeonato Nacional do Inverno, realizado na piscina dos “locomotivas” em Maio último.

 

A viagem longa (perto de mil quilómetros correspondentes a cerca de 18 horas) veio a agravar as fragilidades que a selecção já apresentava, aliado à alta altitude (perto de 1500 metros acima do nível do mar).

 

O técnico da Selecção Nacional disse à nossa Reportagem que, enquanto continuar a existir problemas de ordem organizacional e administrativo, que são recorrentes na natação, Moçambique não devia participar neste tipo de competições para evitar a vergonha e assegurar protecção da dignidade dos atletas que, no seu ponto de vista, são os que mais levam na tabela.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:29
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OS irmãos Sidat, nomeadamente Shafee e Rafik, já moveram os processos-crime contra Artur Semedo, treinador da União Desportiva do Songo, que os acusou de terem determinado o insucesso da sua equipa na luta pelo título do Moçambola-2016, entretanto, ganho pelo Ferroviário da Beira.

 

Artur Semedo disse que os irmãos Sidat é que decidem quem deve ser campeão, quem desce de divisão e quem ascende ao Moçambola, deixando transparecer que estes estiveram por detrás da derrocada da sua equipa nas últimas quatro rondas da competição.

 

As palavras do técnico caíram como que de uma bomba se tratasse no mundo futebolístico nacional e não só.

 

Rafik Sidat foi o primeiro a reagir formalmente, com uma missiva dirigida para a Liga Moçambicana de Futebol (LMF), Federação Moçambicana de Futebol (FMF), com o conhecimento do Ministério da Juventude e Desportos (MJD) e da União Desportiva do Songo, ao mesmo tempo que os respectivos advogados avançam com processo-crime junto das instâncias judiciais, acusando Semedo de difamação e calúnia.

 

Na LMF e FMF, Rafik pediu que Semedo fundamente as suas acusações factualmente, outrossim, solicita uma punição exemplar ao técnico.

 

Num processo separado, Shafee Sidat, na qualidade de presidente da Federação Moçambicana de Atletismo (FMA), pediu a comprovação das acusações e avançou com o processo-crime por calúnia e difamação, com o conhecimento da LMF, FMF, UD Songo e MJD.

 

Neste momento os meus advogados estão a preparar o processo, que a qualquer momento irá dar entrada ao tribunal. Semedo terá de provar o meu envolvimento no seu fracasso. Já fui atacado por este senhor, agora basta, há que se fazer a justiça”, disse Shafee.

 

Refira-se que Semedo acusou a família Sidat, na tarde de domingo, após derrota da sua equipa frente ao Ferroviário da Beira, que culminou com o título de campeão para os “locomotivas”.

publicado por Vaxko Zakarias às 11:17
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