Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 03 DE Outubro 2016

 

A FORMAÇÃO da União Desportiva de Songo transitou, na tarde de ontem, no seu relvado, para a final da Taça de Moçambique/mcel, ao derrotar o Costa do Sol, por três bolas sem concorrência. O primeiro golo foi marcado aos três minutos por intermédio de Aguiar (auto golo), que na tentativa de desviar o esférico no interior da grande área devido à pressão dos atacantes contrários, acabou o fazendo para o interior da baliza, traindo o seu colega Dércio.

 

Os “canarinhos” não cruzaram os braços. Organizaram o seu fio de jogo com tabelinhas por todos os extremos do rectângulo do jogo, situação que inquietou bastante o banco técnico dos hidroeléctricos e com um maior equilíbrio do jogo,  os donos da casa foram gerindo o resultado  e o Costa do Sol a não encontrar argumentos técnicos possíveis para penetrar na zona mais recuada do Songo, embora com algumas fragilidades.

 

Com esta toada de jogos de ataque por parte dos visitantes, à procura do golo de empate e os hidroeléctricos a defenderem-se bem, foi se ao intervalo com o resultado de 1-0 a prevalecer.

 

Veio a segunda parte com a União Desportiva de Songo mais cautelosa e com maior pender ofensivo e dada a pressão, Jacob recebeu a bola dos pés de Luís na zona central da meia-lua, correu pelo flanco esquerdo, passou por Manuelito e já no interior na pequena área, num cruzamento rasteiro, Pai defesa do Costa do Sol, tocou a bola com a mão e o arbitro, que esteve por ali perto, sancionou para o castigo máximo, que foi bem convertido por Luís. Estava marcado o segundo golo aos 58 minutos.

 

Por que os hidroeléctricos acreditaram no jogo, foram aumentando o caudal ofensivo, apesar do poder de controlo dos “canarinhos”, e numa jogada de entendimento entre Dito e Chimango, os “canarinhos” invadem a grande área da UD Songo e Ruben, frente-a-frente com Swin, chutou por cima do travessão. Numa jogada de contra-ataque, a UD Songo ganha a bola no meio campo, Jacob lança para Cremildo, que empurra para Luís. Este passa por dois adversários, chuta para o interior da baliza e estava marcado o terceiro golo, aos 81 minutos.

 

UD Songo ainda desperdiçou uma oportunidade soberba para dilatar o “score”, aos 85 minutos, com Luis Miquissone a falhar uma grande penalidade a castigar um derrube a Kambala que já estava a caminho da baliza.

 

A equipa de arbitragem esteve bem.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Mário Tembe, coadjuvado por Júlio Muianga e Carlos Mussane. César Colar foi quarto árbitro.

 

UD SONGO: Swin; Sataca Jr, Mano, Mucuapele, Tony, Cremildo, Kambala, Tchitcho, Banda, Luís e Jerry.

Jogaram ainda Jacob e Toni.

 

COSTA DO SOL: Dércio; Pai, Manuelito, Aguiar, Dito, Chimango, Manucho, Paito, Parkim, Ruben e Avelino.

Foram utilizados ainda Lala, Cosme e Onélio.

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Cartolinas amarelas para Jacob, Tony, Paito e Aguiar.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:23
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O MAXAQUENE teve o mérito pela postura assumida ainda na etapa inicial, durante a qual suou a camisola para colher o que tanto pretendia, que é chegar à final. Não porque o Ferroviário não o quisesse, mas foi tacticamente dominado, apesar de muito esforço durante a segunda parte e que redundou no fracasso, pois João Figueiredo, o técnico “tricolor”, foi inteligente. Montou uma estratégia defensiva  que não ofereceu muito espaço de manobra ao adversário. O Ferroviário explorou flaqueamentos, mas sem sucesso, prevalecendo o único tento apontado por Danilo, aos 35 minutos.

 

Com um início relativamente equilibrado, o Maxaquene teve o mérito de ser mais ousado e construtivo, daí que tenha aparecido no último reduto dos “locomotivas” com mais frequência, mas Lukman não teve espaço suficiente de manobra perante a vigilância dos “centrais” e, nalgumas ocasiões, apanhado em situação irregular. Os primeiros dois quartos foram caracterizados por uma forte luta pela posse de bola com ambas as partes a procurarem espaço, muito escasso, para chegarem ao reduto contrário. O Ferroviário tomou a iniciativa, mas o aperto defensivo “tricolor” não permitiu que tais iniciativas lograssem sucesso. E com o “capitão” Paíto a comandar as operações, a partir do flanco esquerdo, o Maxaquene ganhou espaço de manobra e as bolas começaram a chegar com muita frequência ao último terço dos “locomotivas”, a partir do último quarto da etapa inicial, criando susto à defensiva, que foi chamada a grandes intervenções. E foi forçada a cometer algumas faltas, algumas ignoradas pelo juiz de partida, que resultaram em lances de bola parada, mas que não surtiram o efeito desejado. Aliás, Aníbal Armando priorizou muito a lei de vantagem e ignorou pequenos choques para permitir que o jogo fluísse e o espectáculo tivesse lugar, com as equipas a desdobrarem-se e a exibirem o seu máximo, o que tornou o jogo mais interessante.

 

Portanto, o Maxaquene acabou ganhando o golo que lhe levou ao intervalo em vantagem, fruto do seu esforço abnegado e permanente vontade de chegar ao último reduto do adversário. Foi aos 35 minutos que Danilo fez 1-0 para os “tricolores”. Lukman, encostado à direita da grande área, projectou a bola para a baliza “locomotiva”. O guarda-redes César Machava estava um pouco adiantado e, em desequilíbrio, tentou sacudir o esférico com uma palmada, mas a bola foi devolvida pelo travessão. Próximo, Danilo não fez mais nada que empurrá-la para o fundo das malhas provocando uma explosão nas bancadas “tricolores”.   

 

Como era de esperar, o Ferroviário entrou para a segunda parte à busca de soluções e o Maxaquene a reagir às investidas “locomotivas”. Fruto disso, Miamy, aos 23 minutos, provocou susto às hostes “tricolores” com uma biqueira para uma defesa incompleta de Guirrugo e posterior recuperação. 

 

O Maxaquene tornou-se mais defensivo e, por consequência disso, sujeitou-se a sofrer, pois o seu contra-ataque foi menos produtivo. Numa nova incursão “locomotiva”, Jeitoso, encheu o pé c]a do meio da rua, tendo o esférico saído pouco ao lado, aos 32 minutos.

 

O Maxaquene ficou reduzido a 10 unidades já nos minutos finais do tempo com a expulsão de Butana, por acumulação de amarelos. Mesmo assim, manteve a cintura até ao apito final.  Até porque teria conseguido o segundo golo naquele livre batido pelo “capitão” Paíto, próximo da meia-lua, a castigar falta sobre Fachy, já no tempo de compensação. Mas César Machava defendeu.

 

O árbitro da partida, Aníbal Armando, esteve em cima dos acontecimentos. Controlou os ânimos dos jogadores e puniu quando fosse necessário. A dimensão do jogo exigiu de si muita responsabilidade e, neste aspecto, foi excelente. Aliás, esteve técnica e disciplinarmente bem.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO:Aníbal Armando, auxiliado por Zacarías Baloi e Cláudio Macamo. O quarto árbitro foi Felisberto José.

 

MAXAQUENE:Guirrugo; Butana, Bernardo, Nito e Paíto; Talapa (Nelson), Fachy, Dangalila (Whisky) e Danilo; Isac (Bruno) e Lukman.

 

FERROVIÁRIO MAPUTO:César Machava; Elísio, Chico, Jeitoso e Edmilson; Timbe (Muandro), Mastail (Miamy), Sassi, Diogo e Pauluana (Gito); Dudú.

 

DISCIPLINA: Vermelho para o “tricolor” Butana, por acumulação de amarelos. Cartões amarelos para Talapa, Lukman e Whisky, todos do Maxaquene; Jeitoso e Edmilson, do Ferroviário.

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:12
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O MAXAQUENE e União Desportiva do Songo vão disputar a final da Taça de Moçambique/mcel, edição 2016, depois de terem afastado. Ontem, o Ferroviário de Maputo e o Costa do Sol, respectivamente, por 1-0 e 3-1, no agregado das duas “mãos”.

 

Os “tricolores”, que tinham assegurado o nulo na primeira “mão”, ontem, no Estádio Nacional do Zimpeto, venceram os “locomotivas” da capital, por 1-0. Já a UD Songo teve um desempenho surpreendente ao golear o Costa do Sol, por 3-0, depois de ter perdido em Maputo, na primeira “mão”, por 1-0. Assim, o Maxaquene vai á procura do seu nono título, enquanto a União Desportiva do Songo o primeiro. Aliás, os “tricolores” venceram esta, que é a segunda maior prova futebolística do país por oito vezes: em 1978 (primeira edição), 1982, 1986, 1987, 1994, 1996, 1998 e 2001.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:08
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O TIMONEIRO da União Desportiva do Songo, Artur Semedo, assume, mesmo com a desvantagem no “score”, o favoritismo frente ao Costa do Sol. Contudo, reconhece que a missão não será facilitada pelos “canarinhos”, que lutarão para prolongar a vantagem conseguida em Maputo.

 

Sabemos que será difícil, mas, jogando em casa, faremos o máximo para chegar à final. Porventura, o Costa do Sol virá para prolongar a vantagem que detém, por isso cabe a nós contornar a situação. Estamos a prever um Costa do Sol que pautará por um jogo defensivo e com linhas baixas como tem sido habitual”, comentou.

 

Questionado se os últimos resultados no Moçambola poderiam ou não influenciar negativamente o desempenho da equipa no jogo de amanhã, Artur Semedo afirmou que os jogos da taça são de cariz diferente do Moçambola, porque são a eliminar.

 

Apesar de jogarmos em casa e sermos favoritos, não retira as adversidades e dificuldades que vamos encontrar. Teremos de provar esse favoritismo em campo”, frisou, acrescentando que apesar de percalços que a UD Songo foi imposta nas últimas jornadas do Moçambola, a equipa e jogadores mantêm os níveis de confiança e vontade de vencer.

 

Sabemos, porque perdemos em Maputo, mas, mesmo assim, estamos firmes nos nossos objectivos. Apesar de nos terem atrasado, continuamos a ser os maiores favoritos à conquista das principais competições. Aliás, não tiramos nenhuma vírgula sobre o que assumimos desde o início da época, quando definimos como premissa a conquista do Moçambola e da Taça de Moçambique/mCel. Chegados aqui, não há dúvidas de que somos favoritos, sobretudo no Moçambola”, vincou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:00
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O TREINADOR do Costa do Sol, Rui Évora, disse que está mais do que claro que a equipa vai enfrentar uma grande batalha em Songo. Mas frisou que está também claro que os “canarinhos” querem ganhar e conquistar a taça.

 

Rui Évora minimizou a vantagem conseguida no jogo da primeira “mão”. “Não existe vantagem quando se trata de um jogo em duas “mãos”. O jogo está num intervalo e isso não significa vantagem. Por isso, estamos cientes das dificuldades que vamos enfrentar no terreno alheio. A União Desportiva do Songo é forte, daí que estamos a preparar a equipa com especial carinho e ao pormenor por ser um jogo decisivo fora de portas e perante um adversário difícil”, anotou.

 

O técnico frisou que o Costa do Sol não vai à Songo defender o resultado, mas sim jogar para ganhar, sobretudo nesta altura que nada lhe resta senão lutar pela conquista da taça.

 

Como disse, o jogo está no meio e isso implica mais empenho para alcançar o nosso objectivo, que é chegar à final, e a equipa está bem preparada para este embate”, disse.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:57
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AS atenções no desporto-rei estão viradas para a disputa, amanhã, do acesso à final da Taça de Moçambique/mCel, evolvendo quatro das melhores equipas do futebol nacional.

 

Trata-se de jogos referentes à segunda “mão” das meias-finais, ambos marcados para as 15.00 horas. No Estádio Nacional do Zimpeto, o Maxaquene recebe o Ferroviário de Maputo, enquanto o Costa do Sol desloca-se à Songo ao encontro da União Desportiva.

 

Em igualdade circunstancial estão os “tricolores” e “locomotivas” que saíram empatados do jogo da primeira “mão”. Em vantagem está o Costa do Sol, que venceu a União Desportiva por 1-0.

 

Nas vésperas destes grandes embates, os técnicos aguardam pela reacção positiva das suas equipas e não pensam outra coisa senão chegar à final. São os casos dos treinadores da UD Songo e Costa do Sol, respectivamente Artur Semedo e Rui Évora.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:53
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A UNIÃO Desportiva do Songo está a trabalhar para conquistar a “dobradinha” este ano (Campeonato e Taça de Moçambique/mCel), segundo o desejo expresso pelo presidente da Comissão Executiva do clube, Luís Canhemba.

 

Canhemba expressou essa vontade numa conferência de imprensa havida na quarta-feira, que tinha como principal ponto de agenda a mudança de estatutos do clube que dirige, bem como de denominação, assim como a adesão de novos parceiros.

 

Em relação ao jogo de amanhã frente ao Costa do Sol referente às meias-finais da Taça de Moçambique/mCel, Luís Canhemba apontou que a colectividade vai jogar para ganhar e passar a eliminatória, apesar da desvantagem (0-1) que leva do embate da primeira “mão”. “Sabemos que vamos entrar em campo com uma desvantagem, mas isso não nos impede de alcançar os nossos objectivos, pois estamos inspirados e bem convictos na vitória”, disse Canhemba.

 

 

A par da “dobradinha”, o presidente da Comissão Executiva da UD Songo acrescentou que toda a Direcção da Liga Moçambicana de Futebol (LMF) e a Comissão Nacional de Árbitros estão encorajar a colectividade para o alcance dos objectivos já definidos.

 

Já estamos a reunir e empenhados nas obras no nosso campo, que possui o melhor relvado no país, de forma a atender as exigências da CAF para acolhimento de jogos de afrotaças após a nossa qualificação”, ajuntou Canhemba.

 

De acordo com aquele dirigente, tudo está traçado para que a formação da União Desportiva do Songo alcance lugares de topo nas competições africanas, onde destacou que após a qualificação vai recrutar mais jogadores de gabarito nos mercados nacional e internacional.

 

Para já, segundo Luís Canhemba, a União Desportiva do Songo encomendou do exterior as respectivas faixas de campeão nacional, que dentro dos próximos dias estarão em poder do clube. O presidente da Comissão Executiva, que fez estas declarações na presença do presidente da LMF, Ananias Couana, membros da Direcção do clube, durante a cerimónia de assinatura de memorando com a companhia StarTimes Moçambique de adesão à marca da UD Songo, apontou que com este acordo as aspirações do clube vão para mais além.

 

Hoje estamos aqui a celebrar este acordo com a StarTimes Moçambique, uma empresa nacional que pretende parceria com a nossa marca, e temos ainda em carteira outras manifestações de interesse de várias individualidades e empresas nacionais, o que vai impulsionar o nosso desenvolvimento não só da vila do Songo”, referiu Canhemba.

 

Elsa Matula, directora do Marketing da StartTimes Moçambique, disse, por sua vez, que o memorando visa prestar uma parceria com a União Desportiva do Songo que consistirá em vários domínios, desde financeira, equipamentos, entre outro material para catapultar as intenções da colectividade na massificação do desporto nacional.

 

BERNARDO CARLOS

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:42
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