Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 19 DE Setembro 2016

 

O DESPORTO nacional, em particular o atletismo adaptado, está em festa com a conquista na noite de sábado da primeira medalha da história, no caso a de bronze, nos Jogos Paralímpicos-Rio 2016. O feito inédito foi conseguido por Edmilsa Governo na final dos 400 metros-T12.

 

A moçambicana cumpriu o que havia prometido. Trazer para o país uma medalha. Falhou na especialidade dos 100 metros-T 12, mas acertou em cheio nos 400 metros, prova que dizia se sentir como um peixe na água.

 

A atleta, que se fez acompanhar pelo seu guia Filipe Chaimite, estabeleceu um novo melhor tempo pessoal ao correr a distância em 53, 89 segundos. Sublinhe-se que nas meias-finais havia estabelecido a de 54,94 segundos.

 

Na final, Edmilsa esteve melhor e ficou mesmo a décimos de arrecadar a medalha de prata, conquistada pela ucraniana Oskana Boturshuk (53,14 segundos).

 

Para conseguir a medalha de bronze, a velocista moçambicana, que partiu da pista 1, teve que vencer a espanhola Melani Berges, que correu a distância em 57,66 segundos, portanto, bem acima dos 53, 89 obtidos por Edmilsa Governo.

 

Pela evolução da atleta é de se prever que nos jogos paralímpicos de Tóquio-2022 possa mesmo conquistar a medalha de ouro.

 

Refira-se que a atleta nacional tem estado a evoluir ano após ano, tendo já cometido a proeza de conquistar a medalha de bronze no campeonato do mundo de Doha em 2015.

 

A prova dos 400 metros-T 12 foi ganha pela recordista do mundo, a cubana Omara Durand, que estabeleceu a marca de 51, 77 segundos, um novo recorde dos Jogos e do mundo.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:25
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GRAÇAS a uma segunda parte muito bem conseguida, período em que amarrou literalmente o Ferroviário, a Liga obteve uma vitória convincente por 2-0.

 

A primeira parte foi muito corrida com as duas equipas a procurarem chegar ao golo. Os “locomotivas” foram os primeiros a chegarem com perigo à baliza adversária quando, aos 17 minutos, Sassi enviou de cabeça a bola à trave. A partir desse momento, os comandados de Caló agigantaram-se e passaram a jogar mais perto da baliza a guarda de Milagre. Gito tentou a sorte do meio da rua e viu o “keeper” negar-lhe o golo com uma palmada. Ussama, o trinco da Liga, tinha dificuldades para tratar o ímpeto ofensivo de Gito que mais uma vez fugiu a marcação e centrou, valeu a reacção o corte de Gildo que tirou a possibilidade de Maurício dilatar o marcador. Quase a meio da segunda parte, a Liga equilibrou a partida, mais assertivos no meio-campo, e criaram, aos 29 minutos, a oportunidade de golo mais clara do encontro. Osvaldo rompe pela esquerda e, próximo da grande área, centra, na passada aparece Kito a rematar por cima, quando só tinha César pela frente.

 

Faltavam golos para animar ainda mais o jogo que estava a ser disputado a bom ritmo.

 

Os golos só vieram na segunda parte e logo no início. Ataque rápido da Liga pela zona central, Liberty faz um passe de ruptura na vertical para Telinho e este, perante à saída do guarda-redes, desferre um remate colocado. Festa efusiva por parte dos adeptos da Liga que lotavam por completo uma das bancadas centrais.

 

Os jogadores “locomotivas” ficaram afectados, reflexo disso foram as graves falhas de marcação. Ninguém sabia a quem marcava. Viu-se no lance que ditou o segundo golo. Jogada rápida, ao primeiro toque entre Kito e Telinho, culmina com um remate portentoso de Liberty. Antes de rematar, o médio zambiano ainda tirou um adversário da frente. Estavam jogados 62 minutos e a Liga ganhava uma vantagem que lhe dava tranquilidade para o que restava do encontro. Os comandos de Ali Hassan souberam gerir face a um Ferroviário que praticamente não existiu na segunda parte.

 

O árbitro, António Munguambe, e seus pares fizeram um bom trabalho.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: António Munguambe, auxiliado por Teólfilo Mungói e Carlos Manuel. Quarto árbitro: Filimão Correia.

 

LIGA: Milagre; Bheu, Gildo, Chico e Eusébio; Ussama (Elias II), Kito, Osvaldo (Elias I) e Liberty; Telinho e Sonito.

 

FERROVIÁRIO: César; Elísio, Jeitoso, Mabucho e Edmilson; Timbe, Gito, Sassi e Diogo (Dudu); Jair (Mastyle) e Maurício (Miamy).

 

DISCIPLINA: Amarelo para Ussama e Kito.

 

IVO TAVARES

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:07
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A UNIÃO Desportiva do Songo caminha a passos largos para a conquista do seu primeiro título nacional. No sábado, a contar para a 25.ª jornada, ultrapassou mais um dos grandes obstáculos, o Ferroviário de Nampula, a quem derrotou por 1-0, com Luís a ser novamente determinante.

 

Com este desfecho é caso para questionar: será que os homens do Songo já podem encomendar as faixas? Nos outros embates, o Costa do Sol e o Maxaquene não foram para além de uma igualdade a um golo, resultado idêntico verificado no embate entre o Desportivo de Maputo e o Chibuto. O Ferroviário da Beira, por sua vez, não desiste da luta pelo canecão.

 

Na recepção ao Estrela Vermelha venceu por 1-0. O Ferroviário de Nacala derrotou também o ENH por 1-0. O Chingale foi a Lichinga bater o Desportivo local por 1-0. O 1.º de Maio de Quelimane recebeu e venceu o Desportivo de Nacala por 2-0. Mas quem está em apuros é o Ferroviário de Maputo que, na qualidade de campeão nacional, perdeu com a Liga Desportiva de Maputo por 2-0. A próxima jornada, portanto a 26.ª, contempla os encontros Chibuto-ENH, Desportivo de Nacala-Desportivo de Maputo, Chingale-1.º de Maio, Ferroviário de Maputo-Desportivo do Niassa, Ferroviário de Nampula-Liga, Estrela-UD do Songo, Maxaquene-Ferroviário da Beira e Costa do Sol-Ferroviário de Nacala.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:55
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A UNIÃO Desportiva do Songo está embalada rumo ao título, a acontecer será inédito, pois, para além do mérito da equipa técnica de Artur Semedo, é, acima de tudo, o corolário do empenho da direcção executiva pelos investimentos prestados para coroar de êxito os “hidroeléctricos” quando faltam cinco jornadas para o final do Moçambola.

 

No sábado, na Estádio 27 de Novembro, na vila do Songo, pese embora sob fogo cruzado, porque o Ferroviário de Nampula jogou de igual para igual durante os noventa minutos da peleja, a UD Songo conquistou os três pontos com golo solitário de Luís Miquissone, aos 47 minutos, de cabeça, a corresponder um cruzamento de Zé Luís pela direita. Aqui, as culpas recaíram ao “keeper” “locomotiva”, Pinto, que não se fez ao lance, permitindo o pequeno e tecnicista Luís saltar mais alto e enviar a bola para o fundo das malhas. Com este tento, Miquissone alcançou a meta dos 15 golos.

 

Com uma arbitragem excelente, as equipas mostraram tudo o que haviam planificado desde o primeiro minuto da partida, onde quer do lado da União Desportiva do Songo, quer do Ferroviário de Nampula esboçaram um bom jogo com os defesas de ambas partes bem consolidados, não deixando furos para a infiltração de avançados.

 

O equilíbrio foi a tónica do jogo e não escandalizaria ninguém se o mesmo terminasse terminado empatado.

 

A arbitragem foi excelente, porque durante os 90 minutos nenhum dos treinadores das duas equipas levantou braços em protesto, senão bem quietinhos e a gesticular apenas para orientar os seus jogadores.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Celso Alvação, coadjuvado por Baltazar Hilário e Salomão Filipe.

 

UD Songo: Swin; Cremildo, Mano, Mucuapel, Tony; Lanito, Kambala, Zé Luís, Banda; Luís Miquissone e Rodrigues Chereque. Jogaram ainda Jacob, Jorge e Sataca Jr.

 

FER. NAMPULA: Pinto; Gervaso, Jemes, Salomão, Belo; Kalanga, Imo, Banda, Raúl; Ndazione e Vivaldo.

Suplentes usados: Gildo, Kwali e Green.

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Cartões amarelos para Cremildo, Mano, Swin e Gildo.

 

BERNARDO CARLOS

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:35
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Costa do Sol-Maxaquene (1-1)

Fer. Nacala-ENH (1-0)

Desp.Maputo-Chibuto (1-1)

1.º Maio-Desp. Nacala (2-0)

Desp. Niassa-Chingale (0-1)

Liga-Fer. Maputo (2-0)

UD Songo-Fer. Nampula (1-0)

Fer. Beira-Estrela (1-0 )

                                        J     V    E    D    BM    BS    P

 

UD SONGO                       25   15    7    3     30    10   52

Ferroviário da Beira          25   13    7    5     32    19   46

Chibuto                           25   11   11    3     27    14   44

Liga Desportiva                25   12    5     8     31    17   41

Ferroviário de Nampula    25   10   10    5     28    18   40

Ferroviário de Maputo      25   10     9    8     23    16   39

Maxaquene                     25     9     9    7     26    24   36

Desportivo de Nacala       25     8    10   7     35     21   34

ENH                               25     8      8   9     20     24   32

Costa do Sol                   25     8      8   9     29    29   32

Ferroviário de Nacala      25     6     12   7    16     20   30

Chingale                        25     8      4   13   18     32   28

1.° Maio de Quelimane    25    6      9   10   27     33    27

Estrela Vermelha            25    3     12   10   23    31     21

Desportivo de Maputo      25    1    12   12  14      30    15

Desportivo do Niassa       25    2      7   16   09     40    13

 

PRÓXIMA JORNADA (26.ª): Chibuto-ENH, Desp. Nacala-Des. Maputo, Chingale-1.º de Maio, Fer. Maputo-Desp. Niassa, Fer. Nampula-Liga, Estrela-UD do Songo, Maxaquene-Fer. Beira e Costa do Sol-Fer. Nacala.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:32
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ASSIM quis o destino no regresso de Aleixo Fumo no comando técnico de Ferroviário da Beira ser brindado com uma vitória de uma bola sem resposta diante do Estrela Vermelha de Maputo, na partida referente à 25.ª jornada do Moçambola.

 

A partida não foi toda de encher o olho e os números falam por si, visto que o Ferroviário da Beira, que entrava para este jogo com objectivos claros de vencer e continuar a alimentar a esperança de alcançar o primeiro lugar, enquanto os “alaranjados” vinham para lutar pelo empate.

 

Feito isso, os “locomotivas” da Beira, agora treinados por Aleixo Fumo, lançaram-se para cima do seu adversário com jogadas bem elaboradas, mas os seus atacantes (Maninho e Nelito) eram muito perdulário na hora de visar a baliza contrária. Foi assim que, aos sete minutos, Gildo, na área, depois de tirar dois adversários do caminho remata forte, mas a bola passa rente ao poste direito.

 

Estava assim dado o aviso à navegação da turma da casa perante um Estrela Vermelha manhoso e remetido à sua defesa a tentar sair em contra-ataque, sobretudo às custas de Gregório pelo lado esquerdo. Era pouco parar as investidas dos “locomotivas” que estavam focados ao ataque sem, no entanto, conseguir os seus intentos de introduzir a bola no fundo da baliza.

 

O capitão Maninho era dos poucos jogadores inconformados com o nulo e, aos 27 minutos, numa jogada individual, consegue driblar três contrário e assiste Nelito, este com o guarda-redes pela frente remata para a figura do “keeper”. Novamente, Maninho entra em acção aos 32 minutos. Ganha em disputa com adversário, remata colocado, mas a bola é parada pela trave.

 

De tanta insistência, o Ferroviário da Beira chega ao golo, aos 36 minutos, por intermédio de Fabrice, que levou a melhor na disputa com o guarda-redes Frank, ao saltar mais alto e de cabeça a enviar a bola para o fundo das malhas. Estava assim feito o golo com o qual as duas equipas foram ao intervalo.

 

Na etapa complementar as coisas mudaram de figura. O Ferroviário da Beira cedeu terreno ao Estrela Vermelha que se agigantou e acreditou que podia sair do caldeirão com outro resultado.

 

Neste período viu-se mais Estrela Vermelha e pouco Ferroviário da Beira que jogava em função do resultado que trazia da primeira parte. Nem as mexidas operadas por Aleixo Fumo foram suficientes para minimizar o crescimento do seu adversário.

 

Aliás, o Estrela Vermelha, nesta etapa, teve mais posse de bola, mas foi o Ferroviário da Beira que teve claras oportunidades de golo desperdiçadas por Nelito, Maninho e depois Tsepo.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Paulo Buque, assistido por Manuel Nelson e Hilário Vilanculos, sendo Nilton Sabino o quarto.

 

FERROVIÁRIO DA BEIRA: Soarito; Hagy, Cufa, Amorim e Edson; Gildo (Dayo), Thomas (Ricardo), Nfiki (Tsepo) e Fabrice; Nelito e Maninho.

 

ESTRELA VERMELHA: Frank; Alan, Óscar, Hilário e Kikito; Kley (Mandinho), Adebayor (David), Loló e Gregório; Chorão e Rachid (Yanick).

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Amarelo para Hagy e Thomas (Ferroviário da Beira).

 

PETROCE JÚNIOR (colaboração)

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:25
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A SELECÇÃO Nacional de Futsal teve uma despedida para esquecer no Campeonato do Mundo ao perder, na noite de sábado, por 15-3, na terceira e última jornada do Grupo “D”.

 

Dado a superioridade do Brasil, actual detentor do título e pentacampeão, esperava-se que a equipa nacional não tivesse muitas hipóteses de jogar o jogo pelo jogo, contudo, não era de prever que fosse derrotada por números tão expressivos.

 

A turma moçambicana até foi a primeira a criar oportunidade de golo. Caló errou o alvo, mesmo a frente do guarda-redes. Na resposta, ainda não estava jogado o primeiro minuto, os brasileiros inauguraram o marcador. Começavam a construir uma vitória “colossal”. Ao intervalo registava-se uma goleada de 8-1. O tento de honra de Moçambique, na primeira parte, tinha sido apontado por Mário na marcação de uma grande penalidade.

 

Os comandados de Naymo Abdul entraram bem na segunda parte, tendo ficado três minutos sem sofrer golos e a criar algumas situações claras para finalizar. Aliás, o velho problema de não converter as oportunidades voltou a fazer-se sentir. Quem não esteve para meias medidas, mesmo apurado para os oitavos-de-final, foi o Brasil que foi dilatando o marcador. Da Silva marcou o segundo golo da selecção e Dino (marcou em todos os jogos) o terceiro.

 

Com esta pesada derrota, a equipa nacional despede-se com um saldo de três derrotas (Austrália, 3-2, Ucrânia, 4-2, e Brasil, 15-3), tendo marcado sete golos e sofrido 22.

 

Sublinhe-se que foi a primeira vez que Moçambique participou no Mundial de Futsal e apesar dos “desaires”, sobretudo contra Austrália e Ucrânia, exibiu-se de feição. Mostrou que está a crescer e futuramente poderá se apresentar melhor a nível das provas continentais e mundiais.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:18
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