Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 25 DE Agosto 2016

A UNIÃO Desportiva do Songo ficou ainda mais isolada na liderança do Moçambola-2016, depois de vencer, ontem, fora de casa, o Desportivo de Nacala, por 1-0, e beneficiar-se da derrota, pelo mesmo resultado, do Ferroviário da Beira no campo do Chingale, em jogos da 22.ª jornada.

 

A turma do Songo passou a contar com 45 pontos, contra 39 dos “locomotivas” da Beira. Com seis pontos de vantagem sobre o segundo classificado e com oito jornadas para o término da mais importante competição futebolística nacional, a turma comandada por Artur Semedo fica em posição mais folgada para fazer história, ou seja, conseguir pela primeira vez conquistar o título.

 

O Ferroviário da Beira, por sua vez, perdeu terreno e foi alcançado no segundo lugar pelo homónimo de Nampula, que recebeu e empatou com o Maxaquene sem abertura de contagem. Os beirenses e nampulenses somam 39 pontos e logo a seguir vem o Ferroviário de Maputo, que, a jogar no seu reduto, o Estádio da Machava, não foi além de um empate diante do Costa do Sol no “clássico” da ronda. Os “locomotivas” da capital, actuais detentores do título, somam 38 pontos, enquanto os “canarinhos” ocupam o 11.º lugar, com 25 pontos.

 

Diga-se em abono da verdade que em caso de vitória, o Ferroviário de Nampula passaria ao segundo lugar, visto que teria somado 41 pontos. Sublinhe-se ainda que aos 92 minutos Gildo perdeu a oportunidade de dar os três pontos ao Ferroviário da Nampula, ao desperdiçar uma grande penalidade.

 

A Liga Desportiva de Maputo, a fazer um campeonato muito abaixo das expectativas, voltou a perder, desta vez frente ao Clube do Chibuto, por 2-1. A Liga passou do quinto para o sexto posto, em troca com os “guerreiros” do Chibuto.

 

No fundo da classificação, o Chingale foi quem colheu melhores frutos, visto que ao vencer o Ferroviário da Beira, conforme já foi referido, saiu da zona de despromoção, passando do 14.º para o 12.º. 

 

A turma do 1.º de Maio de Quelimane, que empatou com o Desportivo de Maputo, a um golo, caiu para a zona de despromoção.

 

Em situação tranquila, a ENH de Vilankulo obteve a vitória mais robusta da ronda, goleando o Desportivo do Niassa por 4-1.

 

O Ferroviário de Nacala, também a fazer um campeonato sossegado, veio a Maputo vencer o Estrela Vermelha por 2-1, passando da décima para a nona posição. Já os “alaranjados” ocupam o 13.º lugar e ficarm a um degrau da zona de despromoção.

 

Eis os jogos da próxima jornada (23.ª): Ferroviário Nacala-Desportivo Maputo, 1.º Maio Quelimane-ENH, Desportivo do Niassa-Chibuto, Liga Desportiva-Desportivo de Nacala, União Desportiva-Chingale, Ferroviário da Beira-Ferroviário de Maputo, Costa do Sol-Ferroviário de Nampula e Maxaquene-Estrela Vermelha.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:11
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NO clássico da 22.ª jornada, o Ferroviário de Maputo e o Costa do Sol não foram para além de um nulo, numa partida bem disputada na qual o grande ausente foram os golos, pois confeririam mais justiça ao empate.

 

Jogando em casa, o Ferroviário entrou forte, amarrando o seu adversário aos cordões à procura daquele golo madrugador que sempre catapulta a equipa. Mastyle, Diogo, Gito ou Luís eram as unidades mais activas, numa altura em que os “canarinhos” experimentavam muitas dificuldades para assentarem o seu jogo. Um centro de Mastyle na esquerda apanha o capitão Luís nas costas da defesa da turma de Matchiki-Tchiki, mas o esférico ficou nas mãos do atento guardião Tchando. Os “locomotivas” tentavam de todas as formas marcar, mas não conseguiam desbravar a defesa do Costa do Sol, que na sua frente tinha uma dupla de trincos (Paíto e Chimango), que conseguia estancar a avalanche ofensiva dos comandados de Caló.

 

A partir do minuto 15 o Costa do Sol começou a encontrar-se, e Paíto quase abria o activo num remate cruzado à entrada da área, descaído à esquerda, mas Leonel respondeu com uma defesa espectacular para canto. Os “canarinhos” passaram a jogar mais, a partir daí, no meio-campo verde-e-branco, mas o Ferroviário quase marcava contra a corrente do jogo, o que não acontece em virtude da chegada tardia de Mastyle, para responder a um cruzamento intenso de Gito, que passou da boca da baliza “canarinha” com Tchando já batido. Mesmo com o susto, o Costa do Sol não tirou o pé do acelerador, com Parkim a fazer das tripas o coração, furando a muralha defensiva “locomotiva”, mas já na área rematou muito por cima.

 

Foi-se ao intervalo com um desafio equilibrado e com o empate justo, a pecar por falta de golos.


A segunda metade inicia-se com os “canarinhos” quase a abrirem o activo, mas Lalá deslumbrou-se na área, não chegando a tempo de emendar um passe de Nelson. O Ferroviário não se fez de rogado, respondeu com um cruzamento de Gito, que culminou com remate de Mastyle ao lado. A estas alturas o jogo continuava equilibrado, com os “contendores” a encararem-se abertamente.

 

Numa jogada individual, Manucho rasgou a defesa “locomotiva” do lado esquerdo e, já na área, rematou rasteiro para uma defesa apertada de Leonel para fora.

 

Já sobre o minuto 90, Manucho quase sentenciava a contenda num lance que culmina com um cabeceamento seu, ainda fora da área, que saiu caprichosamente por cima da baliza do Ferroviário. O golo nunca mais apareceu, o empate encaixa-se, mas peca por não ser com golos, pois oportunidades para ambos não faltaram.

 

Paulo Jones fez, de uma forma geral, um trabalho aceitável.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Paulo Jones, auxiliado por Júlio Muianga e Lúcio Namarrói. O quarto foi Justino Zandamela.


FER. MAPUTO: Leonel; Jeitoso, Elísio, Mabucho, Edmilson, Mastyle (Paulo), Carlitos, Diogo, Chiza, Gito (Muandro) e Luís (Dudú).

 

C. SOL: Tchando; Pai, Aguiar, Manuelito, Dito, Chimango, Paito, Nelson (Artur) Craig (Manucho), Parkim e Lalá (Avelino).

 

DISCIPLINA: Amarelos para Diogo e Edmilson (Fer. Maputo) e para Avelino (C. Sol).

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:58
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APESAR de entrar no jogo algo tímido, num terreno que lhe é hostil, a União Desportiva do Songo fez jus ao seu estatuto de candidatado ao título na presente edição do Moçambola, vencendo o Desportivo de Nacala por uma bola a zero, numa partida que os locais venderam caro a derrota.

 

Pese embora as duas equipas tivessem entrado na partida com algum nervosismo, foi a equipa forasteira que, aos oito minutos, criou a primeira situação de golo, quando Luís rematou forte de fora de área, obrigando Brayd a uma defesa difícil, que lhe valeu uma assistência da sua equipa médica.

 

Jogando contra o forte vento que se fazia sentir no Campo da Bela Vista, o Desportivo até chegou a equilibrar o jogo, criando inúmeras ocasiões de chegar ao golo, como aconteceu à passagem do 22.º minuto, em que Tawinha, na cara de Swin, cabeceou para este defender para canto.

 

Porque os locais pecavam na finalização, os “hidroeléctricos” com muita crença chegam ao golo, apontado por Kambala, aos 35 minutos, a concluir um cruzamento de Luís, em que a defensiva “canarinha” facilitou bastante. Aliás, o mesmo Kambala poderia ter feito o 0-2, aos 41 minutos, num lance idêntico, sendo que as equipas foram para o descanso com o 0-1.

 

No reatamento, diga-se de passagem, apareceu um Desportivo de Nacala transfigurado, mais ofensivo, à procura do golo da igualdade, mas a UD Songo resguardou na sua defensiva, não dando hipóteses ao adversário de encontrar as linhas de penetração na sua área, onde as jogadas ofensivas da equipa da casa terminavam nas mãos de Swin, sem perigo.

 

Fazendo um jogo de contenção e aproveitando o desespero que se apoderava do seu adversário, a UD Songo foi privilegiando o contra-ataque e por duas ocasiões esteve na iminência de dilatar o marcador, por intermédio de Luís, aos 73 minutos, quando apareceu isolado diante de Brayd e atirou para a defesa deste para canto.

 

O Desportivo, apesar de ter dominado maior parte do segundo tempo, não teve espaços para chegar ao golo da igualdade, muito por demérito dos seus avançados, que foram desastrados no capítulo da finalização, diante de um adversário que se bateu bem para quebrar a sina de não ganhar em Nacala nos últimos anos.

 

Arbitragem dirigida por Paulo Buque esteve a contento.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Paulo Buque, auxiliado por Carlos Paulino e Ernestino Cossa.

 

DESP. NACALA: Brayd; Isaías, Tawinha, Tawanda e Miter; Délcio, Daudo (Bento), Sanito e Kikito (Buramo); Adebayor e Tchitcho (Binó).

 

UD SONGO – Swin; Sataca Jr., Mano, Mucuapel e Tony; Cremildo, Kambala e Zé Luís (Tchitcho); Banda, Chereque (Jorge) e Luís (Betinho).

 

DISCIPLINA: Amarelos para Tawinha, do Desportivo de Nacala; Zé Luís, Mucuapel, Jorge e Luís, da UD Songo.

 

LUÍS NORBERTO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:47
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Desportivo Maputo-1.º Maio Quelimane (1-1)

ENH Vilankulo-Desportivo Niassa (4-1)

Clube do Chibuto-Liga Desportiva (2-1)

Desportivo Nacala-União Desportiva (0-1)

Chingale-Ferroviário da Beira (1-0)

Ferroviário de Maputo-Costa do Sol (0-0)

Ferroviário de Nampula-Maxaquene (0-0)

Estrela Vermelha-Ferroviário de Nacala (1-2)

 

                                               J          V         E          D         BM      BS        P

 

UD SONGO                                       22        13        6          3          25        8          45

Ferroviário da Beira                         22        11        6          5          27        17        39

Ferroviário de Nampula                   22        10        9          3          26        14        39

Ferroviário de Maputo                     22        10        8          4          21        10        38

Chibuto                                               22        9          10        3          22        12        37

Liga Desportiva                                 22        10        5          7          28        16        35

ENH                                                     22        8          7          7          19        19        31

Maxaquene                                         22        7          8          7          23        23        29

Ferroviário de Nacala                       22        6          11        5          16        17        29

Desportivo de Nacala                       22        6          10        6          28        25        28

Costa do Sol                                       22        6          7          9          25        28        25

Chingale                                              22        6          4          12        16        33        22

Estrela Vermelha                                22        3          12        7          23        27        21

1.° Maio de Quelimane                      22        4          9          9          22        31        21

Desportivo do Niassa                        22        2          7          13        07        31        13

Desportivo de Maputo                       22        1          9          12        12        28        12

 

PRÓXIMA JORNADA (23.ª): Ferroviário Nacala-Desportivo Maputo, 1.º Maio Quelimane-ENH, Desportivo Niassa-Chibuto, Liga Desportiva-Desportivo Nacala, União Desportiva-Chingale, Ferroviário Beira-Ferroviário Maputo, Costa do Sol-Ferroviário Nampula e Maxaquene-Estrela Vermelha.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:45
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O FERROVIÁRIO de Nampula jogou e dominou o suficiente para merecer a vitória no jogo que protagonizou com o Maxaquene, que, diga-se de passagem, esteve muito longe de praticar um futebol convincente e consistente.

 

Os locais lançaram-se logo de inicio ao ataque, e aos quatro minutos, Banda, em posição privilegiada, não consegue empurrar a bola para as malhas defendidas por Guirrugo. O “pressing” dos visitados prosseguiu e ao minuto 30 Kalanga podia ter finalizado com êxito numa combinação com Ndazione, se tivesse “cabeça fria”.

 

 O jogo continuou com os donos da casa a serem nitidamente superiores, porém, a cometerem inúmeras falhas na concretização dos golos. Do lado do Maxaquene, notava-se a falta de estratégia e atrevimento em ripostar o ímpeto das investidas dos pupilos de Arnaldo Salvado, que até ao fim da primeira parte já tinham beneficiado de um total de oito cantos.

 

A segunda parte começou com os “locomotivas” a jogarem com a mesma dinâmica da etapa inicial, e o Maxaquene esteve de novo remetido ao seu meio campo, sempre tentando responder aos ataques contrários.

 

O domínio do Ferroviário de Nampula podia ter sido traduzido em golo, se Gildo não falhasse uma grande penalidade quase ao apagar das luzes, falha que deixou os adeptos impacientes.

 

Portanto, o empate é um resultado que se afigura injusto para os visitados, pois dominaram na totalidade da partida, pelo que mereciam uma vitória que lhes desse os três pontos em disputa.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO – Mário Tembe, auxiliado por Pedro Madala e Nelson Chichongue.

FERROVIÁRIO DE NAMPULA - Pinto, Gervásio, Jemes, kalanga, Salomão, Belo, Imo (Gildo), Banda, Raul, Ndazione e Vivaldo.

MAXAQUENE - Guirrugo, Bruno, Nito, Bernardo, Butana, Whiski, Nelson, Lukman, Isac, Babatude (Manuelito) e Mayunda.   

ACÇÃO DISCIPLINAR: Amarelos para Nelson, Bernardo e Lukman.

 

MOUZINHO DE ALBUQUERQUE

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:31
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CECÍLIA Guambe, 16 anos, é uma das atletas da qual se augura um futuro risonho. A ambição revelada por ela faz antever que o país poderá ter uma atleta de referência internacional. “Quero fazer melhor que a nossa maior atleta de sempre, Lurdes Mutola. Sei que para tal tenho que me empenhar e fazer muitos sacríficos. É mesmo o que procuro fazer todos os dias e, se depender de mim, vou conseguir. Apelo o apoio das pessoas que gostam da modalidade, pois fazemos desporto no meio de muitas dificuldades”, afirmou.

 

Cecília Guambe, campeã nacional de juvenis de 100, 400 metros barreiras, salto em altura e em comprimento, conta que começou a praticar atletismo em 2013, incentivada por Stélio Craveirinha, um dos maiores treinadores nacionais. “Estou na modalidade desde 2013, altura em que fui treinar no Núcleo de Bagamoyo, incentivada pelo grande treinador Stélio Craveirinha. Com os ensinamentos dele e do técnico Lucas Fernando espero chegar aos maiores palcos do atletismo mundial”, disse.  

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:15
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QUANDO em 2010 foi criado o Núcleo de Atletismo de Bagamoyo, talvez poucas pessoas imaginariam que hoje pudesse chegar a ser uma das referências obrigatórias do atletismo nacional. A verdade é que o bairro de Bagamoyo tem sido um viveiro de muitos talentos”, disse Fernando Lucas, treinador da colectividade de juvenis, juniores e seniores.

 

Fernando Lucas afirma que trabalha com dezenas de crianças com qualidade para virem a tornar-se em grandes campeões nacionais. “Existem muitos atletas com capacidade, mas é preciso acompanhamento para que cheguem aos seniores bem preparados e representem condignamente o país em eventos internacionais”, defende, ajuntando que é necessário melhorar as condições de trabalho. “Pedimos uma maior ajuda do empresariado local e do Governo. Treinamos num campo pelado de Bagamoyo. Quando dá, vamos treinar no Parque dos Continuadores. Como deve calcular, fazer atletismo no pelado não é adequado, mas é o que temos nesta altura. Isto para dizer que o atletismo é feito com base no sacrifício de pessoas que gostam da modalidade, dos encarregados de educação dos atletas e dos treinadores”, frisa, realçando que neste momento precisam de patrocínio em equipamento para se manter vivo o projecto.

 

Apesar das dificuldades, o técnico mostra-se satisfeito com os resultados obtidos, destacando o facto de “Bagamoyo” ser tricampeão nacional de corta-mato em juvenis. “Dominámos os “Nacionais” de corta-mato em três anos consecutivos. Fomos campeões em masculinos e femininos. Conquistámos ainda o campeonato da cidade e a Taça da Independência”, concluiu.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:11
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COMECEI a praticar atletismo em 2014. Os meus amigos incentivaram-me a abraçar esta modalidade, pois diziam que tinha potencial para ser um grande atleta. Agradeço-lhes pelo apoio, já que fiz a escolha certa”, afirmou Joaquim Nhantumbo.

 

Joaquim, que se pode considerar um atleta super-polivalente, visto que corre nos 100 e 200 metros planos, 110 e 400 metros barreiras e ainda no salto em altura, conta que as dificuldades são imensas e não contribuem para um rápido desenvolvimento. “Faltam apoios à modalidade. Falando em particular do Núcleo de Bagamoyo, temos falta de todo o tipo de equipamentos. Sapatilhas, camisolas, calções. De tudo um pouco. São lacunas básicas que gostaríamos de ver resolvidas”, revela.

 

Mesmo entre muitas dificuldades, o jovem corredor guarda o sonho de representar o país em grandes eventos internacionais. “Gostaria de representar o país ao mais alto nível em provas internacionais. Estou a trabalhar diariamente para que tal seja possível”, disse, apontando Usain Bolt, campeão mundial e olímpico dos 100 e 200 metros, como a sua principal referência.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:07
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O MEU desejo é participar nos Jogos Olímpicos. Treino todos os dias com esse sonho na mente. Se os meus colegas participaram recentemente nos Jogos do Rio, sei que também posso. Quem sabe nos próximos Jogos”, palavras de Denise Siquice, uma das jovens talentos nacionais.

 

Medalha de bronze na prova dos 100 metros barreiras, no “Nacional” de Juvenis, que decorreu no Parque dos Continuadores, a atleta queixa-se das dificuldades que enfrentam nos treinos e nas competições. “Infelizmente, ainda temos dificuldades básicas. Nem todos têm camisolas para correr. A mesma camisola serve para o nosso colega depois de uma prova. É uma situação que temos que conviver com ela. Deixa-nos muito tristes, porque fica difícil alimentar os nossos sonhos e fazer desporto com problemas do género”, desabafou.

 

Denise Siquice afirma ter começado a correr nos Jogos Escolares-2009, tendo já ganho por seis vezes a prova dos 200 metros. “Foi nos Jogos Escolares em 2009, onde comecei a dar os meus primeiros passos no atletismo. Já fui por seis vezes campeã dos 200 metros. Sempre gostei dessa modalidade, o facto de viver no bairro do Bagamoyo, onde existe um núcleo de atletismo, incentivou-me a praticar a modalidade ainda com mais força”, sublinhou. 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:03
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SONHAVA ser futebolista, mas o futebol desgastava-me muito, sentia-me muito cansada e optei por praticar atletismo, na especialidade de salto em altura. Os resultados têm sido animadores. Tenho ganho várias provas do salto em altura e pretendo continuar a trabalhar para melhorar cada vez mais a minha prestação”, afirmou Albertina Alfinete.

 

Albertina, 17 anos, conta estar no desporto também para manter uma boa saúde e os bons resultados são a prova do seu esforço. “Quando comecei a praticar atletismo, foi para manter sempre a minha saúde em dia. Esse é o meu primeiro objectivo, mas é claro que se surgir a oportunidade de correr em grandes competições internacionais não irei desperdiçar a oportunidade”, comentou.

 

Sobre o projecto do Núcleo de Bagamoyo considera ser um dos mais bem-sucedidos. “O Núcleo tem formado atletas de muito valor. Consegue enfrentar clubes de maior dimensão, algo que nos faz acreditar que podemos, um dia, chegar ao topo do atletismo nacional”, realçou. 

 

Albertina diz ter como referências Usain Bolt (jamaicano) e Caster Semenya (sul-africana). 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:00
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DESDE 2010 a produzir talentos”. Este podia ser muito bem o lema do Núcleo de Atletismo de Bagamoyo, uma agremiação que tem escrito, desde a sua criação, uma história replecta de êxitos.

 

Ano após ano despontam atletas de enorme qualidade: Denise das Dívidas, Cecília Guambe, Albertina Alfinete e Samuel Manjate são alguns nomes a fixar, pois são alguns dos talentos que vêem dando provas, em competições nacionais e internacionais, de terem “pernas” para brilhar nos mais emblemáticos “meetings”.

 

Samuel Manjate foi o último, destes atletas, a ser galardoado extra-muros, mais concretamente nos Jogos da CPLP, realizados na Ilha do Sal, em Cabo Verde, onde conquistou uma medalha de prata na prova dos 100 metros. No mesmo evento, Cecília Guambe foi três vezes medalha de bronze. Há ainda o caso de Nélia Mangui, medalha de bronze nos Jogos do SCSA em 2014 e Denise das Dívidas, medalha de prata num Torneio da Zona VI na Zâmbia em 2012. Pode dizer-se que a partir do campo “pelado” de Bagamoyo têm sido projectados atletas além-fronteiras. 

 

Todavia, os êxitos têm surgido no meio de muitas dificuldades. Segundo conta o treinador e os atletas, a falta de equipamento e transporte constituem grandes obstáculos. Duas questões que esperam ver melhoradas, de modo a conseguirem resultados ainda mais brilhantes.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:25
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