Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 12 DE Agosto 2016

 

O FERROVIÁRIO de Maputo derrotou, na noite de ontem, o seu homónimo da Beira, por 71-63, no quarto embate da final do “Nacional” de Basquetebol Sénior Masculino, que se disputa num play-off a melhor de cinco jogos.

 

Com esta vitória, os “locomotivas” da capital igualaram a final (2-2) e arrastam a discussão do título para o quinto e último desafio, marcado para amanhã, às 19.00 horas, no pavilhão do Maxaquene.

 

Foi mais um jogo emotivo aquele que se viu na noite de ontem.O Ferroviário de Maputo, como era de esperar, dada a pressão que representava a derrota da véspera, entrou balançado ao ataque e bem organizado em termos defensivos. Tinha a lição bem estudada e corrigiu os erros que determinaram o desaire da quarta-feira.


Milagre Macome montou uma equipa feroz, que logo fez questão de anular o mais “selvagem” dos jogadores da sedutora equipa da Beira, Jimmy Williams (que apenas marcou cinco pontos na contenda, contra uma média de 25), e bloqueando o franco-atirador Octávio Magoliço.

 

 Com estas duas unidades em sub-rendimento, os beirenses ficaram sem muitos argumentos e era tudo fácil para a equipa de Maputo. Ermelindo Novela e Bojan Sekicki comandaram a orquestra bem afinada da turma da capital, que saiu com uma justa vantagem de 10 pontos, 17-7.

 

A tendência do jogo continuou no segundo quarto, o Ferroviário de Maputo era forte e pragmático no ataque. A turma da Beira ficava cada vez mais ansiosa e pressionada. O sector mais recuado denotava pouca lucidez e falta discernimento na finalização, com muitos pontos a serem falhados debaixo da tabela, além de inúmeras tentativas infrutíferas de lançamentos para lá da linha dos 6.25 metros.

 

Fragilidades e falhas que foram aproveitadas pelos “locomotivas” de Maputo para dilatarem a vantagem para impressionantes 18 pontos, 34-16, ao intervalo. De salientar que até então a estrela do Ferroviário da Beira, Jimmy Williams, que normalmente tem sido o melhor marcador de todos os jogos que envolvem a sua equipa, ainda não havia conseguido qualquer ponto, o  que de certa forma até espantava o próprio adversário.
No terceiro período, o Ferroviário da Beira continuava sem acertar e não conseguia ser aquela equipa solidária de quatro homens mais Williams. 

 

Augusto Matos aproveitava o adiantamento da cortina defensiva dos beirenses para transformar em pontos vários passes longos recebidos das mãos de Custódio Muchate, que esteve impecável na guarnição do último reduto da sua equipa. Mesmo assim, os “locomotivas” da Beira lograram reduzir para 11 pontos, saindo do terceiro quarto a perder por 37-48.

 

O último período prometia muita adrenalina, mas a postura da equipa de Milagre Macome nas etapas antecedentes não deixava muita margem para os comandados de Nazir Salé operarem um milagre. Os beirenses até entraram bem, encurtaram para sete pontos nos primeiros três minutos e o jogo ficou relançado.

 

Ismael Nurmamade segurou na equipa de Sofala e coordenava todas movimentações e aparecia também para finalizar. Com efeito, a desvantagem foi reduzida, mas o Ferroviário de Maputo não tremia. Ia conseguindo aquela pontuação cirúrgica que deixava adversário mais nervoso a cada segundo. Williams definitivamente não aparecia e com isso a via para o triunfo da equipa da capital abriu-se com mais facilidade, oito pontos (71-63) foi o fosso, menos um em relação aos números da vitória da formação beirense no terceiro jogo.

 

Com este triunfo, o Ferroviário de Maputo adiou a decisão para amanhã, naquela que será uma espécie de tira-teimas, depois do triunfo dos beirenses na final de 2014.


FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITROS: Artur Bandeira; Fortunato do Amaral e Frederico dos Santos.

FER. BEIRA: Fernando Manjate; Armando Baptista, David Canivete, Policardo Zambeze, Ismael Nurmamade, Octávio Magoliço, Eurice Alua, Alves Houana, Abel Mubetene, Jimmy Williams, Carlos Jr.

 

FER. MAPUTO: Manuel Uamusse; Edson Monjane, Luís de Barros, Elton Ubisse, Aurélio Jr, Cubrilo Miroslaw, Francisco Macaringue, Custódio Muchate, Bojan Sekicki, Ermelindo Novela, Augusto Matos e Samora Mucavel.

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:40
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O DESPORTIVO venceu o Ferroviário, por 2-0, em jogo da quarta jornada do Campeonato de Hóquei em Patins da Cidade de Maputo, disputado na noite de quarta-feira.

 

Como era esperado, os adeptos da modalidade assistiram a um desafio extremamente renhido, com as duas equipas a pautarem por um jogo ofensivo e pelo “fair-play”. Por isso, os árbitros Antoninho e Ubero não tiveram grandes dificuldades a dirigir este “clássico” de hóquei em patins.

 

Foi numa jogada rápida de contra-ataque que os “alvi-negros” chegaram ao primeiro golo. Troca rápida de bola entre David Pimentel e Pedro Pinheiro, com Bruno Pimentel a finalizar com uma “stickada” rasteira sem hipótese de defesa para Arnaldo Queiróz. O golo motivou as “águias” e abalou os “locomotivas”.

 

A balança começou a pender mais para o lado do Desportivo, que passou a jogar mais na meia pista do adversário e quando era necessário segurava a bola. Siga e Bruno Pimentel organizavam o jogo, enquanto do outro lado Mitó e Nelson Miquessene pressionavam, mas sem conseguir travar as investidas das “águias”. O intervalo chegou com o Desportivo a vencer por 1-0 e na segunda parte continuou na mó de cima. Kevin Pimentel, com uma “stickada” fulminante, colocou a turma “alvi-negra” a vencer por 2-0. Os “locomotivas” ficaram ainda mais abalados.

 

A equipa treinada por Jojó Pimentel estava mais perto de fazer o 3-0, do que a turma de Pedro Tivane reduzir a desvantagem. Só na ponta final é que os “verde-e-brancos” começaram a criar algumas situações de golo, mas o guarda-redes Juma evitou o pior. Do outro lado, o “keeper” Arnaldo Queiróz também dava espectáculo. O jogo acabou em alta rotação.  

  

A anteceder a este jogo, assistiu-se a primeira vitória do Desportivo “B” no campeonato. Com uma equipa formada por juniores e alguma experiência, bateram Dom Bosco por 7-4, enquanto o Estrela Vermelha goleou Académica por 14-4 e isolou-se no segundo, com nove pontos, menos três que o Desportivo, que lidera com 12.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:26
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MOÇAMBIQUE desceu dois lugares no “ranking” da FIFA, ao sair da 96.ª para 98.ª posição, segundo a actualização divulgada ontem.

 

A Selecção Nacional de Futebol passa agora a somar 357 pontos, contra os 362 da actualização do mês de Junho.

 

Ao nível do Continente Africano, os “Mambas” também caíram dois lugares, passando da 27.º para o 29.º, lugar com o mesmo número de pontos. Argélia continua a liderar no continente, com 781 pontos, e por isso é a melhor entre as selecções africanas. A nível mundial a Argentina continua no comando, com 1585 pontos. 

 

 EIS OS PRIMEIROS 10

  1. Argentina (1585)
  2. Bélgica (1401)
  3.  Colômbia (1331)
  4. Alemanha (1319)
  5. Chile (1316)
  6. Portugal (1265)
  7. França (1188)
  8. Espanha (1165)
  9. Brasil (1156)
  10. Itália (1155)

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:19
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O PRESIDENTE da Liga Moçambicana de Futebol (LMF), Ananias Couana, falando sobre a possível desistência do Desportivo do Niassa, mostrou-se surpreendido com a informação.

 

Ainda ontem (quarta-feira) estive com o dirigente do Desportivo do Niassa. Falamos sobre futebol e em nenhum momento me falou sobre a possibilidade de a equipa não jogar mais no Moçambola. O que posso dizer é que não tenho conhecimento sobre a desistência do Desportivo do Niassa”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:14
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A DIRECÇÃO da Liga Moçambicana de Futebol (FMF), os clubes e os jornalistas apelaram, quarta-feira, para o fim da violência no Moçambola.

 

Num encontro havido na sede da Federação Moçambicana de Futebol, que serviu para avaliar a primeira volta do Moçambola, todos os presentes foram unânimes em afirmar que a violência nos campos onde se realizam os jogos da maior prova futebolística do país deve cessar imediatamente, sob o risco de os patrocinadores abandonarem o barco.

 

A cidade de Nacala foi citada como polo de convergência da violência. Aliás, os presentes acusaram os adeptos dos representantes daquela cidade portuária como os fomentadores de actos menos dignos na prova, principalmente os do Ferroviário, cuja equipa chegou a jogar à porta fechada em consequência de medidas administrativas a que foi sujeita por parte da LMF. O exemplo mais recente é que o jogo entre os Ferroviários de Nampula e de Nacala, do último fim-de-semana, terminou a “tiros” devido ao comportamento “selvagem” dos adeptos nacalenses, que atiram objectos contundentes para as quatro linhas.

 

Independentemente das razões que possam estar por detrás dessa atitude, os presentes na reunião entendem que actos desta natureza não se devem repetir nos nossos campos.

 

A questão da calendarização das várias provas futebolísticas do país foi, por diversas vezes, chamada à discussão. Nota-se que os representantes dos clubes não comunicam as decisões saídas das assembleias-gerais da Liga Moçambicana de Futebol, ou não fazem chegar os comunicados desta instituição aos seus treinadores, razão pela qual estes queixam-se constantemente dos jogos marcados para o meio de semana para justificarem os seus fracassos.

 

A direcção da Liga Moçambicana de Futebol “sacudiu o capote”, afirmando que os clubes têm informação de como a época está programada. O facto de o Ferroviário de Nampula ter sido afastado da Taça de Moçambique, por falta de comparência, é exemplo da falta de comunicação entre a cadeia que superintende o futebol na província.

 

Ananias Couane foi peremptório em afirmar que os regulamentos são para serem cumpridos. Do mesmo jeito que a CAF, por exemplo, exige que os representantes dos países às competições sob a sua égide sejam entregues até a uma determinada data, a federação, as associações e os clubes têm de fazer a sua parte para que estes sejam apurados a tempo e horas.

 

A qualidade dos campos também foi colocada à mesa de discussão. Alguns clubes entendem que a Liga Moçambicana de Futebol tem de ser mais rigorosa na vistoria dos recintos que acolhem o Moçambola. Na sua óptica, os dirigentes deviam não só inspecionar o rectângulo de jogos, mas toda a infra-estrutura, com incidência para os balneários, já que alguns clubes são acusados de colocar objectos estranhos nos locais onde os seus adversários se equipam como forma de os afectar psicologicamente.

 

Os clubes, em algum momento, reclamam a falta de transparência dos delegados da Liga Moçambicana de Futebol aos jogos. Para eles, os delegados não têm sido transparentes na elaboração dos seus relatórios e são acusados de, muitas vezes, ocultarem, nos seus relatórios, casos cadentes do jogo, como, por exemplo, as actuações menos conseguidas dos árbitros.

 

Na ocasião, a Liga Moçambicana de Futebol apelou aos clubes para se licenciarem, sob o risco de serem banidos do futebol, uma vez que o prazo para o efeito termina este mês.

 

Alguns jornalistas, por sua vez, queixam-se do facto de os delegados dos clubes não facultarem as constituições a tempo e horas, com agravante de alguns deles as entregarem manuscritos o que dificulta a leitura.

 

Mais do que isso, os “escribas” apelam para que os clubes apresentem equipamentos com números visíveis para facilitar o seu trabalho.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:07
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O DESPORTIVO do Niassa poderá ter efectuado, domingo passado, diante do 1.º de Maio de Quelimane, o seu último jogo no Moçambola.

 

A posição tomada pelo chefe do Departamento de Futebol da turma do Niassa, Saúde André, faz antever um cenário de desistência, que poderá ser anunciado nos próximos dias, caso se mantenha o atraso de pagamento de salário dos jogadores, que, de acordo com o dirigente, já vai em seis meses.

 

Os jogadores estão há seis meses sem receber. Alguns já foram despejados das casas onde viviam, outros viram os seus casamentos acabados e há pelo menos 13 que ficaram na cidade de Maputo e ainda não voltaram. O facto é que estas e outras situações levaram a que os jogadores informassem à direcção que o jogo com o 1.º de Maio de Quelimane seria o último caso não se resolvesse na totalidade, ou pelo menos uma parte, dos salários em atraso”, contou Saúde André, muito agastado com esta situação, acrescentado que ele mesmo acolheu num complexo que é sua propriedade alguns jogadores que ali passaram a viver.

 

O chefe do Departamento de Futebol afirma que a situação é deverás lamentável e preocupante, visto que a direcção já não tem como convencer os jogadores a manterem a esperança de que os salários serão pagos.

 

São apenas promessas atrás de promessas e nada se resolve. A situação já se arrasta há muito tempo e neste momento é quase impossível gerir. No jogo que nos foi averbada uma falta de comparência diante do Ferroviário de Maputo, recusaram jogar porque não tinham almoçado e nem estagiado. Eu tentei falar com eles e por pouco fui agredido. Senti que os jogadores estão desesperados e não havia como pedir para que jogassem. De lá para cá nada mudou. Foi prometido um apoio por um patrocinador que ninguém conhece, mas até aqui ainda não foi dito nada. Os jogadores começam a perceber que não haverá apoio. Trata-se de uma estratégia para eles “arrastarem” o campeonato até ao fim e evitar-se uma grande “mancha” na prova. Mas a verdade é que estes jogadores são verdadeiros heróis, pois já jogaram sem almoçar e às vezes, por estarem esfomeados, já foram obrigados no intervalo dos jogos a irem ao autocarro para comerem”, comentou.

 

O dirigente refere que face a actual situação, a equipa está debilitada e neste momento apenas 16 jogadores estão a treinar. “Neste momento o nosso plantel está reduzido. Como disse, há 13 jogadores que são da cidade de Maputo e que decidiram ficar em suas casas quando a equipa escalou a capital do país numa das viagens que fizemos. Mas é possível que eles voltem a Niassa, mas tudo depende da resolução dos seus problemas financeiros”, arrematou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:02
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