Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 04 DE Agosto 2016

 

Apesar do esforço da Liga Moçambicana de Futebol (LMF) em persuadir a equipa em manter-se no Moçambola e a tentar ajudá-la em encontrar um patrocinador para o clube, os jogadores e equipa técnica do Desportivo do Niassa desesperam-se e, como consequência, onze elementos já bateram com a porta, viajando para as suas zonas de origem, sem os salários.

 

Depois do jogo com a UD Songo onze jogadores decidiram não regressar ao Niassa, onde deviam preparar o jogo da sua equipa, que na passada quarta-feira defrontou a Liga Desportiva de Maputo. O guarda-redes Minguinho rumou a Nampula, enquanto Balaka, Mauro, Aurio, Ernesto, Elton, Viegas, Dércio, Preizes, Martinho e Duda, que durante as últimas jornadas da prova eram titulares, sob comando do técnico Victor Mayamba, decidiram ficar em Maputo à espera que a Direcção do Desportivo do Niassa resolva o problema dos seus honorários, que não são pagos há cinco meses.

 

O técnico Victor Mayamba esteve reunido com a Liga Moçambicana de Futebol (LMF) para tentar encontrar uma solução para a sua equipa, mas não foram avançados grandes passos.

 

 

Por aquilo que eu percebi não se vislumbra nenhuma luz no fundo do túnel. Existe uma vontade da parte da LMF em ajudar-nos, mas não é uma solução garantida. Vamos continuar a acreditar nas pessoas. É preciso que esta situação se defina, sublinhou o técnico do Desportivo do Niassa.

 

Por seu turno, Ananias Couana, presidente da LMF, disse ao desafio que desde o início da temporada o órgão que dirige tem estado a envidar esforços no sentido de ajudar a encontrar uma solução para o Desportivo do Niassa.

 

O clube não tem patrocinador. A única fonte de receita é a bilheteira, mas os valores dela provenientes não são suficientes para fazer face a todas as despesas, uma vez que é preciso pagar pela organização do jogo, designadamente a manutenção do campo, a segurança e o pessoal de apoio. A LMF está a trabalhar no sentido de encontrar uma solução, ou seja, um parceiro que possa patrocinar o clube, revelou Couana.

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 11:07
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Foi em Fevereiro deste ano que o nadador Denilson da Costa, dos tubarões, sofreu uma grave lesão, como consequência da queda de uma das paredes do muro do Estádio Nacional do Zimpeto. Volvidos cerca de cinco meses, a recuperação do nadador prossegue, agora com sinais vistosos de que a breve trecho poderá voltar a nadar.

 

Falando da dramas da lesão, Denilson da Costa referiu-se a momentos difíceis e da superação que teve através do apoio dos pais amigos e familiares

 

Por seu turno, o pai e mentor do nadador, Jeremias da Costa, mesmo sem desejar, não se esquece das dificuldades pelas quais a família passou durante o período de tratamento de Denilson. No entanto, a fase mais complicada passou, mas há cuidados ainda por obedecer para que o nadador volte a 100%.

 

Denilson da Costa é um dos melhores nadadores nacionais e na altura em que o incidente aconteceu lutava por alcançar os mínimos olímpicos para participar dos jogos olímpicos que arrancam próxima sexta-feira, no Rio de Janeiro,

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 10:17
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Decorre desde terça-feira, em Maputo, o primeiro seminário desportivo que tem como objectivo encontrar novos desafios e diferentes soluções. No primeiro dia foram discutidos, entre vários temas, Gestão Desportivo; Organização do Desporto Mundial; Gestão Estratégica nas Federações Desportivas.

 

Entretanto, Muhamad Sidat, durante a sua explanação, explicou que o desporto e a área do Direito estão interligados, visto que pode ajudar a ultrapassar casos de violação nos campos e julgá-los à luz do direito moçambicano.

 

Sidat disse também que “em Moçambique há uma grande carência dos recursos humanos nas áreas de gestão desportiva, apesar de termos pessoas formadas em diferentes instituições de ensino superior no país”, para mais adiante afirmar que a gestão desportiva deve ter em frente pessoas que, entre várias competências, tenham conhecimento sobre a área, habilidade de negociar e poder de decisão.

 

Estas colocações provocaram diferentes reacções dos presentes, sendo uma delas a de que devia existir uma interligação entre a formação na área de gestão desportiva e os clubes.

 

Crimildo Gonçalves, antigo jogador de futebol e formado em gestão desportiva, na França, referiu que um gestor desportivo também deve ter conhecimento na gestão empresarial.

 

Hoje há uma tendência para profissionalizar o desporto, mas os qualificadores não abarcam os gestores desportivos, sendo por isso é necessário e urgente que estes qualificadores os abarquem. Não posso ir ao futebol e quando chegar o intervalo não ter por onde urinar, pois isso é prova de que as nossas infra-estruturas não tem conforto”, explicou Crimildo Gonçalves.

 

Para Crimildo Gonçalves, o gestor deve estar atento a tudo o que acontece e aquele que não domina as Tecnologias de Informação e Comunicação tem poucas chances de singrar.

 

O seminário entra hoje (quarta-feira) no seu segundo e último dia e terá como vários pontos por discutir as receitas nos clubes, gestão dos sócios, regulamento FIFA, formato competitivo e legislação desportiva nacional.

 

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 10:10
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Moçambique é campeão mundial de salto a corda pela segunda vez desde a independência nacional. Além do título mundial, Moçambique trouxe na sua bagagem quatro medalhas de ouro conquistadas na especialidade de DD4, e três medalhas de bronze em DD3, num evento que decorreu em Braga, Portugal.
 

Seis jovens, nomeadamente, Aristides Nandza, Zefanias, Edilson Sitoe, Felix Tomás, José e Elvis Tembe, cometeram a proeza. Eles competiram nas provas de double dutch três, double dutch quatro, double dutch cinco e freestyle. Esta modalidade desportiva é conhecida como “Role Skipping” e conjuga a arte de saltar à corda com acrobacias e música. DD5 é uma coreografia de salto acrobático com cinco atletas manobrando duas cordas. Mas a tarefa não foi fácil, muitas adversidades pelo caminho apenas superadas pela vontade de vencer.

Depois de em Julho do ano passado, os atletas terem feito história ao conquistar, na França, o mundial de Salto à Corda, na especialidade de Criatividade, parecia escrito que este ano, arrecadaria mais um título no World Jump Rope Championship 2016. No começo muitas dúvidas no ar quanto a revalidação do título, porque a selecção perdeu três elementos, devido a lesões e motivos académicos. Mesmo assim a equipa moçambicana, Moz Tigers, continuou a elevar o ego dos moçambicanos pelo seu notável esforço. Durante o campeonato mundial realizado de 19 a 26 de Julho em Braga, Portugal, os saltadores estiveram diante de outras 25 equipas muito fortes tais como a França, Portugal e Estados Unidos da América, porém isso nunca os intimidou. Em competições individuais a selecção nacional ocupou o quarto lugar, numa especialidade que foi a sua primeira participação. 

 

Porém nem tudo foram flores para os campões Mundiais. A Viagem para Portugal, foi sofrida, segundo fontes os atletas saíram de Maputo num domingo e só chegaram ao destino três dias depois isto é, na terça-feira, e no dia seguinte iniciavam as competições. O cansaço ainda tomava conta deles e já tinham que competir, alguns atletas chegaram a dormir no ginásio devido a fadiga. Mas o pior estava por vir para os bicampeões do mundo. Depois de terminado o Mundial, a equipa nacional ainda continuou três dias hospedada no hotel, porém convidada a abandonar o local porque os pagamentos da hospedagem tinham vencido.

 

A solução encontrada foi solicitar abrigo na universidade do Minho, em Braga que lhes colocou a disposição quartos, alimentação e outros pequenos serviços, enquanto se esperava resposta de Maputo sobre as passagens para o regresso a casa. Após várias diligências as referidas passagens foram adquiridas. Os atletas foram informados do roteio a seguir, que seria um voo directo Lisboa – Maputo, entretanto á última hora foram surpreendidos com um voo que fez escala em Joanesburgo, onde na mesma noite isto é segunda – feira viriam a cumprir o resto da viagem de autocarro até Maputo. Das estruturas de tutela do desporto nacional e da própria Federação Moçambicana de Ginástica ainda não há reacção oficial. 

 

Na recepção a equipa moçambicana estiveram presentes o Presidente do INADE, para além de estudantes e docentes da Faculdade de Ciências Desportivas da Universidade Pedagógica. Prevê-se para os próximos dias que os bicampeões do mundo de salto a corda sejam recebidos pela vice - ministra da Juventude Desportos, Ana Flávia Azinheira, para felicita-los pelo feito alcançado em Braga, Portugal. 

 

 

Fonte:Opais

publicado por Vaxko Zakarias às 09:52
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