Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quarta-feira, 27 DE Abril 2016

 

O BCI ainda não tem DUAT (Direito de Uso e Aproveitamento de Terra) para se sentir dono dos terrenos do Clube de Desportos da Costa do Sol. Porém, a oficialização da hipoteca já foi feita por meio de um acordo entre o Costa do Sol e o BCI, em que os “canarinhos” se comprometeram a entregar parte das suas terras e dinheiro.

 

Na nossa edição anterior levantámos a situação de uma dívida de seis milhões de dólares do Costa do Sol ao BCI, na sequência de um investimento feito com finalidade de construir um complexo desportivo, que fazia parte de um projecto de construção de duzentas e trinta moradias avaliado em cerca de setenta milhões de dólares. Este projecto previa catapultar o Costa do Sol para uma auto-sustentabilidade financeira e tornar-se numa colectividade com possibilidades de dar voos que ultrapassam o universo intramuros, ao nível de futebol, e nas outras modalidades conseguir um patamar ainda maior.

 

Na sequência do nosso trabalho, a nossa reportagem deu conta de que o Costa do Sol, na tentativa de amortização da dívida, hipotecou terrenos. Entretanto, apesar de essa tentativa de redução da dívida ter iniciado em anos anterior, ainda não foi possível regularizar a entrega dos referidos terrenos à instituição bancária, ou seja, até ao momento a hipoteca ainda não foi formalizada, uma vez que o BCI ainda não tem em sua posse o DUAT (documento que deve ser passado pelo município da cidade de Maputo), prevalecendo, deste modo, a dívida inicial de seis milhões de dólares do Costa do Sol.

 

Mesmo sem o DUAT, o documento passado a favor do BCI impede que os “canarinhos” negoceiem os referidos terrenos (a desanexação já foi feita) sem o conhecimento da instituição bancária envolvida no assunto.

 

Uma fonte do desafio disse que, pela não negociação a terceiros do tal espaço para pagar a referida dívida “canarinha”, a próxima Assembleia-geral Ordinária, agendada para a primeira quinzena de Junho próximo, vai discutir sobre o ponto e decidir se poderá tratar do DUAT a favor do BCI ou se vai continuar à procura de um comprador que possa garantir o pagamento de cerca de quatro milhões e meio de dólares (segundo a avaliação feita pelaReal Estate Consulting, empresa especializada de Imobiliária, contratada pelo BCI) ou um valor muito superior.

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 10:14
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O ministro da Juventude e Desportos, Alberto Nkutumula, exigiu aos chefes de departamento do Desporto para pararem com a recorrente destruição de infra-estruturas desportivas que ocorre um pouco por todo o país, sempre com intuito de implantar outro tipo de empreendimentos.

 

Para o titular da pasta da Juventude e Desportos, os responsáveis pelo Departamento do Desporto nas Direcções Provinciais não podem permitir que se continue assistindo à destruição de infra-estruturas desportivas por troca com outras estranhas ao desporto, nomeadamente para comércio e habitação, prejudicando a actividade desportiva, que para Alberto Nkutumula “é indispensável para a saúde”.

 

- Estamos a ter muitos problemas de saúde devido à falta de prática do desporto, sendo uma das razões para isso a falta de espaços para o efeito, disse Nkutumula, antes de uma chamada de atenção: Colegas chefes de departamento do Desporto, saibam que a destruição de infra-estruturas é proibida por lei e deve ser combatida nas vossas províncias e cidades.

 

Explicando depois ao desafio como pensa intervir neste fenómeno, que se assiste de há alguns anos a esta parte, Nkutumula lembrou que há normas existentes que indicam que para o desaparecimento duma infra-estrutura desportiva é necessário parecer do sector do Desporto e, porque os chefes de departamento são os responsáveis, estamos a trabalhar com eles de modo a que saibam que isso é ilegal, não podendo dar pareceres favoráveis sem melhor esclarecimento, disse.

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 10:06
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Dino, atacante da selecção nacional e jogador do Grupo Iquebal, vice-campeão nacional de futsal, conquistou a bota de ouro da quarta edição do Campeonato Africano de futsal por ter sido o melhor marcador do certame com um total de dez golos.

 

Para além de ter ficado em terceiro a equipa moçambicana ficou com o prémio de equipa fair-playdo Campeonato.

 

A indicação de Dino como bota de ouro não deixou nenhuma margem de duvidas ao júri da Confederação Africana de Futebol (CAF) que ficou rendido ao encanto e a magia da letalidade deste marcador. No final da partida Dino era um homem feliz e não conteve a sua emoção referindo que o prémio conquistado era fruto de um trabalho árduo do seu grupo e referiu igualmente que a qualificação de Moçambique foi um objectivo concretizado com êxito.

 

Para além de Dino estavam na corrida os jogadores Adrian Chama da Zâmbia com cinco golos e o egípcio Ahmed que terminou a prova com sete golos.

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 09:55
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