Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 14 DE Abril 2016

 

VALDO Lourenço e Gisela Cossa, todos do Clube Natação Golfinhos de Maputo, são novos nadadores completos no epílogo do 29.º Torneio Petromoc, que apura os melhores no agrupamento de três especialidades, nomeadamente livres, costas e estilos, em ambos sexos e categorias.

 

Os dois nadadores elevaram a sua contagem para três e dois títulos, respectivamente, sendo que Valdo Lourenço foi também nadador completo em 2012 e 2013, enquanto Gisela Cossa, da categoria de juniores, sagrou-se vencedora em 2014.

 

Para lograrem os feitos, no torneio ora findo, Valdo Lourenço e Gisela Cossa notabilizaram-se dominando as três especialidades e amealhando, respectivamente, 2351 e 2300, ambos com direito a 26 mil meticais de premiação monetária disponibilizada pela Petromoc.

 

Os dois nadadores acumularam ainda cinco mil e quatro mil e quinhentos meticais ao dominarem os respectivos escalões. 

 

Valdo Lourenço destacou-se à frente de Allan Bique, do Tubarões de Maputo, com 2332, pontos, competindo em juniores masculinos. Bique superou as expectativas ao relegar o sénior Elton Mangore, também do Golfinhos, ao terceiro lugar com 2273 pontos. Amealhou quatro mil e quinhentos meticais, como melhor do seu escalão, a mesma quantia conseguida por Mangore, como segundo classificado em seniores.

 

Enquanto isso, Gisela Cossa passeou a sua classe no escalão superando com tranquilidade a oposição de Jéssica Taquidir e Denise Mabasso, que acumularam 1742 e 1737 pontos, respectivamente.

 

Na classificação geral por clubes, destaque vai mesmo para o Golfinhos, que dominou o torneio em ambos sexos e com uma grande margem de vantagem em relação aos seus mais directos perseguidores, acumulando 45.714 pontos, sendo 28.302 em masculinos e 17412, em femininos.  

 

Desta vez, a rivalidade do Tubarões sobre o Golfinhos pouco se fez sentir e isto é justificado pela diferença pontual que o separa do vencedor do torneio. O Tubarões acumulou, em ambos sexos, 27.800 pontos, sendo 18.596, em masculinos, e 9.204, em femininos. Aliás, em femininos, Tubarões foi relegado ao terceiro posto, sendo que o segundo lugar pertenceu ao Ferroviário, com 9.429 pontos. Na classificação geral, os “locomotivas” terminaram em terceiro lugar, com 13.529 pontos, sendo 4.100 em masculinos, onde foi terceiro classificado.

 

Salientar que os melhores nadadores completos de sempre são Ilídio Matusse e Ermelinda Zamba, respectivamente com oito e cinco títulos.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:28
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O FERROVIÁRIO de Maputo quedou-se ontem, em Tete, diante do Chingale, ao perder por 2-0, em jogo atrasado referente à segunda jornada do Moçambola-2016. Com a derrota, os “locomotivas” da capital, que partiram para este jogo com nove pontos, perderam a oportunidade de assaltar a liderança, que é partilhada pela Liga Desportiva de Maputo e a ENH, ambos com 10. Enquanto isso, o Chingale alcançou a primeira vitória e que lhe catapultou da 14.ª posição para a oitava.    

 

CHINGALE - 2, FER. MAPUTO, 0 - “Canário” arrasador!

 

BERNARDO CARLOS

 

O CHINGALE de Tete nunca tinha antes saboreado a vitória desde que o Moçambola arrancou, senão dois empates e uma derrota. Os “canarinhos” de Tete têm o orgulho de serem a primeira equipa a travar o campeão em título e a violar as redes da baliza “locomotiva”.

 

O jogo começou com um “pressing” forte do Chingale, caracterizado por jogadas bem estruturadas desde a sua zona defensiva até ao ataque. O veterano Chana deu conta dos recados na linha da frente. Foi assim que, logo aos quatro minutos, numa desatenção do “central” Jeitoso e do médio defensivo Sassi, que Chana roubou o esférico e vendo seu colega Tobias desmarcado, à entrada da pequena área, fez o passe, mas o seu colega de equipa não teve frieza suficiente para empurrar a bola para o fundo das malhas “locomotivas”.

 

Com o campo completamente lotado e com a força dos adeptos, a equipa da casa foi crescendo e o Ferroviário explorava o contra ataque pelos flancos, mas não encontrava abertura suficiente para penetrar a área de rigor do Chingale, onde estava bem montada uma “rede tubarão” que não permitiu infiltração dos pontas-de-lança “locomotivas”.

 

Porque a pressão era demasiada por parte dos donos da casa, as oportunidades de abrir o activo eram frequentes, só que na hora da verdade os artilheiros perdiam a cabeça chutando a bola por cima do travessão ou ao lado.

 

O Ferroviário, um pouco assustado, recuou na tentativa de atrapalhar o adversário, mas como a palavra de ordem no Chingale era de correr para a frente, os “locomotivas” não conseguiram travar a velocidade dos “canarinhos”. Foi assim que, aos 25 minutos, Chana, depois de receber a bola de Tobias, já no interior da grande área “locomotiva” e com Germano pela frente, chutou por cima do travessão. Era o aviso, pois, três minutos depois, o mesmo Chana abriu o activo com a assistência de Charley.

 

O Ferroviário tentou mas sem sucesso abrir as alas para empurrar o adversário à sua zona de rigor, mas nada foi fácil porque os tetenses foram teimosos e apertaram os calos do campeão que, por sinal, sempre passou mal nas suas deslocações ao relvado do Desportivo de Tete.

 

Veio a segunda parte com o Chingale inspirado e bem galvanizado. Jogou a seu bel-prazer e o Ferroviário procurou, por outro lado, de uma igualdade. Mas, a equipa mais esclarecida no relvado era o Chingale. Não tardou aparecer o golo de tranquilidade. Foi aos 55 minutos, numa jogada de entendimento entre Chana, Henry e Osvaldo, que a bola saiu do meio campo para Charley, que, depois de passar por Jeitoso, bateu Germano. Era festa nas bancadas do Campo do Desportivo.

 

O Ferroviário de Maputo continuou sem soluções e, quando faltavam 10 minutos do final do jogo, e com algumas mexidas, começou a desbobinar um futebol mais rápido, aproveitando-se do cansaço do adversário. E por um pouco esta pressão resultaria numa reviravolta, se não fosse a boa disposição do guarda-redes Daúda, que negou dois golos certos.

 

A equipa de arbitragem, comandada por Mário Tembe, esteve à altura do jogo.

 

FICHA TÉCNICA

 

CHINGALE-Daúda; Supa, Júnior, Mahomed, Makako, Tobias, Henry, Inocente, Osvaldo, Charley e Chana. Alinhou ainda Nuro.

 

FERROVIÁRIO DE MAPUTO- Germano; Elísio, Calima, Jeitoso e Edmilson; Sassi, Diogo, Timbe e Jair; Luís e Lewis. Foram ainda utilizados os jogadores Nastail, Gito e Miamy.

 

ACÇAO DISCIPLINAR: cartões amarelos para Júnior e Timbe.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:22
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Chingale-Ferroviário de Maputo (2-0)

 

CLASSIFICAÇÃO ACTUAL

 

                                               J          V         E         D         G         P

 

LIGA DESPORTIVA           4          3          1          0          7-2       10

ENH                                       4          3          1          0          6-3       10

Fer. Maputo                           4          3          0          1          6-2       9

UD Songo                              5          2          2          1          5-2       8

Fer. Beira                               4          2          1          1          4-2       7

Maxaquene                             4          1          2          1          6-5       5

Costa do Sol                          4          1          2          1          8-8       5

Chingale                                 4          1          2          1          6-7       5

Desp. Nacala                          5          1          2          2          4-6       5

Fer. Nampula                         4          1          1          2          3-3       4

Estrela Vermelha                    4          0          4          0          2-2       4

Clube do Chibuto                  4          0          4          0          1-1       4

Desp. Maputo                        4          1          0          3          5-8       3

Fer. Nacala                             4          0          2          2          2-5       2

Desp. Niassa                          4          0          2          2          1-5       2         

1.º de Quelimane                    4          0          2          2          4-9       2

 

Próxima jornada (5.ª):Liga Desportiva-Desportivo de Maputo; UD Songo-ENH; Costa do Sol-Desportivo Nacala; Maxaquene-Chingale; Estrela Vermelha-Ferroviário Maputo; Ferroviário Beira-Chibuto; Ferroviário deNacala-Ferroviário Nampula e Desportivo; Niassa-1.º Maio de Quelimane.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:19
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A ASSOCIAÇÃO Provincial de Futebol de Nampula (APFN) decidiu não marcar os jogos que envolvem a equipa do Sporting de Nampula, referentes ao campeonato, vulgo “Nampulense”, do presente ano que já se disputa em diferentes campos daquela parcela do país, devido àprevalência de problemas de ordem organizacional originados pela contínua disputa da gestão do clube.

 

Com efeito, a Direcção da APFN deu ao Sporting um prazo de 15 dias para se organizar para participar no campeonato. A associação tem, por outro lado, estado a encetar contactos com as partes envolvidas na disputa da gestão do clube, incluindo a massa associativa, na tentativa de encontrar uma saída definitiva do problema através de um diálogo sério.

 

“Não é que o Sporting não tenha condições económicas para participar no certame, até porque o clube está filiado na APFN e dentro dos parâmetros em termos de legalização, o que deve ser resolvido é a situação da disputa de Direcção”, disse Joaquim Silva, presidente da associação.

 

O dirigente do organismo que superintende o futebol nampulense defendeu que a disputa da gestão do clube não pode ser resolvida com a intervenção do Tribunal ou da Direcção Provincial da Juventude e Desporto, mas sim do próprio Sporting.

 

Entretanto, Zuhairo Mussagy (Zito), que ainda assume a presidência do clube, mesmo depois da eleição de Victor Sousa para o cargo, afirmou não haver razões para APFN não marcar os jogos que envolvem o seu clube, visto que a equipa continua a treinar regularmente.

 

Aliás, Mussagy disse que a Direcção da APFN sabe o que está a acontecer efectivamente naquele clube desde o ano passado, daí que espera que pondere a sua decisão e marque os jogos do Sporting que, neste momento, dispõe de condições para participar no “Nampulense-2016.”

 

O campeonato, que vai na segunda jornada, conta com as equipas do Benfica de Nampula, Sporting de Murrupula, Academia Militar, Clube Desportivo de Nacala-à-Velha, Monte Parapato, Sporting de Nampula, Sporting de Angoche, Clube Desportivo de Angoche, Liga Desportiva de Monapo e Associação Desportiva de Mucata. A Academia Militar e o Benfica de Nampula partilham a liderança do campeonato com seis pontos cada.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:09
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O MOÇAMBOLA-2017 corre o risco de não se efectivar e Moçambique pode não participar das Afrotaças a partir do próximo ano, caso os clubes do primeiro e segundo escalões do futebol nacional não se licenciarem até Outubro do ano em curso.

 

O facto foi anunciado ontem pelo secretário-geral da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Filipe Johane, que revelou que surge na sequência das recomendações emanadas pela FIFA que preconizam o licenciamento obrigatório dos clubes que participam das provas profissionais.

 

A FMF, segundo Johane, participou de 22 a 23 de Março passado de um seminário da FIFA, no qual foi dada a moratória a todos os clubes do Continente Africano ainda não licenciados até Outubro.

 

No nosso país, apenas três clubes é que estão avançados no que respeita à matéria de licenciamento, nomeadamente a Liga Desportiva de Maputo, Ferroviário de Maputo e o Ferroviário da Beira.

 

Segundo Filipe Johane, o licenciamento dos clubes passou a ser obrigatório ao abrigo do novo Regulamento da FIFA aprovado em 2008, mas a implementação começou em 2012. De todos os continentes, África é que está mais atrasado, daí que a FIFA tenha dado uma moratória até Outubro deste ano, enquanto outros já concluíram com o processo.

 

Ademais, os critérios para o licenciamento de clubes diferem-se de continente para continente, sendo que a exigência em áfrica não é a mesma da Europa. Com efeito, o licenciamento dos clubes africanos obedece a um padrão da CAF, que preconiza cinco critérios a saber Desportivo, Administrativo, Financeiro, Legal e Infra-estruturas.

 

No critério desportivo, preconiza-se que cada clube deve ter jogadores do escalão sénior e das camadas de formação inscritos em competições oficiais, com um local de treinos devidamente identificado.

 

No critério administrativo, o clube deve ter estrutura directiva, organograma, secretaria, e trabalhadores assalariados, para além de organizar assembleias-gerais regularmente.

 

O critério financeiro preconiza que se preste contas aos associados, bem como a efectivação de auditorias regularmente. No critério legal, o regulamento do licenciamento requer que estes sejam devidamente registados nas entidades competentes, tenham personalidade jurídica e estatutos.

 

Por último, temos o critério das infra-estruturas que preconiza que cada clube deve ter sede própria, campo ou estádio com padrões mínimos exigidos pela CAF. Os que não tiverem campo ou estádio próprio devem apresentar um contrato válido, com uma terceira entidade ou clube, de uso do seu estádio ou campo. O campo ou estádio deve ter no mínimo capacidade para cinco mil espectadores.

 

Após o licenciamento, os clubes são distribuídos em três categorias, nomeadamente A, B e C. Oclube de categoria A é aquele que observa ou satisfaz todos os requisitos do licenciamento, sendo que pode participar de todas competições nacionais e internacionais.

 

O de categoria B não satisfaz todos os requisitos, mas pode competir nas provas nacionais e internacionais, devendo cumprir algumas recomendações. O de categoria C não satisfaz muito dos requisitos, devendo participar apenas nas competições nacionais.

 

O pedido de licenciamento é feito à Direcção Executiva da FMF que deverá dar o seu parecer àCAF se um determinado clube deve ou não ser licenciado. A ser licenciado, sugere a sua categoria. Se a FMF recomendar o não licenciamento deverá fundamentar a sua decisão. Existe, por outro lado, um órgão de apelo, onde os clubes podem recorrer das decisões desfavoráveis nesta matéria. No nosso país, é o Conselho Jurisdicional da FMF.

 

No contexto do licenciamento, a FMF já realizou três seminários com os clubes e o Governo, em Maputo, com vista àsensibilização de todos os actores a moverema “palha”.

 

A taxa de licenciamento é de 70 mil meticais. O clube que ascender ao Moçambola sem que se tenha licenciado não terá direito de participar na prova máxima do futebol nacional.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:28
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