Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 12 DE Abril 2016

 

AS tenistas moçambicanas Cláudia Sumaia, Marieta Nhamitambo e Érica Nicole Dias representam o país na fase preliminar do “Fed Cup”, a versão feminina de “Davis Cup”, a decorrer desde ontem em Montenegro. O trio partiu sexta-feira e já se encontra na capital Podgórica.

 

Nesta fase preliminar, que se prolongará até domingo, Moçambique faz parte do Grupo 3, denominado Europa/África, envolvendo 17 países, distribuídos por várias séries.

 

 

O trio moçambicano integra a “poule” D composta por Marrocos – outro país africano no subgrupo – e inclui o país anfitrião, Noruega e Kosovo. As moçambicanas vão, mais uma vez, tentar a sorte entre algumas estrelas internacionais na luta pela transição para outra etapa.

 

Entretanto, Cláudia Sumaia e Marieta Nhamitambo, campeã e vice-campeã de seniores e com três e duas presenças em campeonatos africanos de juniores, respectivamente, participam pela segunda vez consecutiva no evento, enquanto Érica Nicole Dias, uma das promessas do ténis juvenil, é estreante. Esta atleta foi selecionada em virtude da sua experiência em circuitos regionais de sub-14.

 

Enquanto Cláudia Sumaia ascendeu ao escalão de seniores este ano, na categoria de sub-18, Marieta Nhamitambo está no seu último ano na de sub-16. Por seu turno, Érica Nicole Dias está no seu primeiro como sub-16.

 

 

O torneio é disputado num sistema de todos contra todos e numa única volta, ao fim da qual se apuram as primeiras duas tenistas de cada “poule” para integrarem a outra fase (fase intermediária).

 

As apuradas de cada “poule” vão fazer parte do Grupo B, a fase intermédia que catapulta as atletas para a fase final (Grupo A). Portanto, os melhores vão ascendendo de casa fase até atingirem o topo para o apuramento da melhor tenista do planeta. 

 

De salientar que o “Fed Cup” é um torneio de “grand slam”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:22
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O CHINGALE recebe amanhã, em Tete, o Ferroviário de Maputo, em partida para acerto de calendário e referente à segunda jornada do Moçambola-2016, depois do empate, no domingo, em casa, frente ao Estrela Vermelha de Maputo (2-2), cujo jogo, foi muito bem disputado, e estava inserido na quarta ronda, na qual se destaca a ascensão da Liga Desportiva de Maputo à liderança, após vitória, em Quelimane, sobre o 1º de Maio local, por 2-1.

 

O Chingale parte para o encontro de amanhã apostado em sair da cauda, enquanto os “locomotivas” da capital querem tomar de assalto o comando e só a vitória pode tornar possível o sonho de cada uma das partes.

 

DEIXAR O PÁSSARO FUGIR

 

O Chingale perdeu a oportunidade de somar os primeiros três pontos ao consentir, na tarde de domingo, um empate a duas bolas com o Estrela de Vermelha de Maputo, já ao apagar das luzes.

 

Perante o seu público, que lotou por completo o campo do Desportivo de Tete, tratando-se do primeiro jogo em casa, a formação “canarinha” era favorita no confronto.

 

A partida começou com o Chingale a esticar o seu caudal ofensivo e, logo aos cinco minutos, apareceu o primeiro sinal de perigo na baliza de António, quando Hadji, do meio da rua, atirou por cima do travessão já com o público a gritar golo.

 

Enquanto o Estrela estudava o seu adversário, o Chingale não teve meias-medidas na perspectiva de resolver o problema o mais cedo possível e marcou à passagem do primeiro quarto de hora, por Charles, na transformação de uma grande penalidade. Foi num dos cruzamentos de Henry, pelo flanco esquerdo, que Klev travou a bola com a mão e o árbitro, próximo da jogada, sancionou com o castigo máximo. Chamado a cobrar a falta, Charles fê-lo com êxito.

 

Animado pelo seu público, o Chingale pisou mais no acelerador, encostando o Estrela no seu reduto. Para se safarem, os “alaranjados” defenderam em bloco, ensaiando contra -ataques que quase resultariam no golo de empate, quando Gregório, junto à linha de entrada da grande área, chutou certeiro, obrigando Daúda a uma defesa espectacular.

 

O Chingale esteve outra vez próximo do golo, quando Zuneid, aproveitando-se da desatenção da defensiva do Estrela, e frente-a-frente com António, brincou com serviço e foi desarmado.

 

Com o Estrela ainda a jogar sem norte e perturbado pelo barulho dos adeptos da equipa da casa, o Chingale procurou dilatar o “score”, sem sucesso, até ao fim da primeira parte. 

 

Veio a segunda parte e, tal como aconteceu na primeira parte, o Chingale pressionou e não tardou a acontecer o segundo golo dos “canarinhos”, aos 50 minutos, por Inocêncio, que, à entrada da grande área, atirou com força e direcção. 

 

Minutos depois, estava o terceiro à vista, se não fosse a atenção e flexibilidade de António, que fez uma defesa apertada.

 

Quando faltavam 15 minutos, o Chingale baixou as linhas e efectuou algumas alterações no seu xadrez. A produção da equipa baixou consideravelmente, o que permitiu a abertura de brechas no seu meio-campo, deixando espaços para o adversário explorar o seu jogo. O Estrela tratou de tirar do banco alguns dos seus jogadores talentosos e foi assim que entrou o experiente David, que veio dinamizar o meio-campo. A equipa começou a produzir um pouco mais, empurrando o Chingale para a sua zona de rigor.

 

Foi assim que aos 75 minutos, o recém-entrado David, do meio-campo, rematou rasteiro traindo Daúda, que não conseguiu segurar o esférico.

 

Depois de reduzir a desvantagem, e apercebendo-se de que o seu adversário já não tinha gás, o Estrela acreditou que poderia, pelo menos, igualar a partida. E foi assim que, cinco minutos depois, aos 80 minutos, David agiu novamente e, vendo o guarda-redes de Chingale um pouco deslocado da baliza, rematou em arco e o esférico bateu no poste direito antes de ultrapassar a linha do golo. Estava feita a igualdade. Depois deste tento, o Estrela começou a controlar o tempo e o Chingale a rumar seriamente atrás do prejuízo, mas o Estrela Vermelha defendeu-se bem até ao apito final.

 

A arbitragem, liderava por Paiva Dias, fez um excelente trabalho.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Paiva Dias, auxiliado por José Mhula e Cláudio Macamo. O quarto árbitro é César Colar.

 

CHINGALE – Daúda; Supa, Júnior, Mohamed, Ernesto, Hadji, Henry, Inocêncio, Osvaldo, Zuneid e Charles. Alinharam ainda Chana, Nuro e Nuno.

 

ESTRELA VERMELHA- António; Anselmo, Gabito, Obede, Kley, Mandinho, Debrah,

Lóló, Gregório, Dany e Rachide. Jogaram ainda Allane e David.

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartão amarelo para Gabito por antijogo.

 

BERNARDO CARLOS

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:34
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ADEPTOS do Ferroviário de Maputo e não só têm estado a afluir desde a manhã de hoje à sede dos “locomotivas” da capital para assinar o livro de condolências e depositar flores, em homenagem a Joaquim João, falecido na noite da sexta-feira, em Inhambane, vítima de doença.

 

O livro está disponível na fachada principal da sede do Ferroviário de Maputo, no qual podem ser registadas mensagens de pesar, em memória de Joaquim João, o “ Grande Capitão” do Ferroviário e da Selecção Nacional. Para além do livro de condolências, no local estão acesas velas e colocadas algumas fotos de Joaquim João ou simplesmente JJ, em tela gigante, à entrada da sede do clube, localizada no entroncamento entre avenidas 25 de Setembro e Albert Lithuli. Os restos mortais de JJ, vão a enterrar amanhã, terça-feira (12 de Abril), no Cemitério de Lhanguene, acto que será antecedido de velório nos Paços do Conselho Municipal de Maputo, a partir das 9:00 horas.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:09
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ESTAMOS certos de que não vão decepcionar”. Foi com estas palavras que o Ministro da Juventude e Desporto, Alberto Nkutumula, deu por encerrada a sua mensagem de incentivo à Selecção Nacional de futsal que hoje parte para a cidade sul-africana de Joanesburgo, onde, a partir de sexta-feira, disputa o “Africano”.

 

Alberto Nkutumula, que falava na despedida da equipa nacional durante uma cerimónia havida na manhã de ontem no anfiteatro do MJD, não poupou elogios aos atletas pela forma como têm honrado as cores da camisola nacional além-fronteiras. “Estamos a acompanhar e vemos que vocês têm tido sucesso. Nos jogos realizados diante de Angola (partidas de preparação) tiveram um desempenho espectacular e esperamos que na África do Sul mantenham o mesmo ritmo”, afirmou.

 

O titular da pasta do MJD assegurou o apoio total do Governo à Selecção Nacional de Futsal, bem como às outras modalidades. “O Governo tem dado o apoio que pode ao desporto. No caso do futsal fez de tudo para este representar o país e vocês (atletas) devem estar à altura de darem uma resposta positiva”, frisou.

 

Nkutumula disse ainda que estará, embora não presente no pavilhão Ellis Park, palco da prova, sempre perto e atento ao desenrolar dos jogos do combinado nacional.

 

A Selecção estreia-se na sexta-feira, às 18:00 horas, tendo como adversário a África do Sul, formação anfitriã.

 

A comitiva nacional, que tem como chefe da delegação Inamoto Chipande, parte às 15:00 horas num voo da SA directo para Joanesburgo. Amanhã e quinta-feira deve realizar dois treinos, um dos quais no palco dos jogos.

 

Compõem a delegação 21 elementos, sendo 14 jogadores, quatro técnicos, um massagista, o coordenador técnico e o chefe da delegação.

 
 
Fonte:Jornal Noticias
 
publicado por Vaxko Zakarias às 11:01
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VÁRIAS instituições e personalidades ligadas ao desporto, e não só, têm vindo a enviar mensagens de pesar à família de Joaquim João, considerando que o futebol nacional ficou mais pobre com o desaparecimento daquele que foi um capitão exemplar do Ferroviário de Maputo e da Selecção Nacional.

 

O Ministro da Juventude e Desporto, Alberto Nkutumula, foi o primeiro ainda na noite da sexta-feira a apresentar as suas “mais sentidas condolências” à família enlutada. No dia seguinte, sábado, o Ministro dos Transportes e Comunicações, a Empresa Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM), o Clube Ferroviário de Maputo, o governador de Inhambane, a Casa de Moçambique em Portugal, o Presidente da República, e o movimento juvenil Aro Moçambique também prestaram a sua homenagem à família enlutada, através de mensagens de reconhecimento dos feitos daquele ícone do futebol nacional, apelando à preservação do seu legado.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:25
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OS restos mortais do antigo futebolista Joaquim João (“JJ”), falecido na noite da sexta-feira na cidade de Inhambane, vítima de doença, vão esta tarde (14:00 horas) a enterrar no Cemitério de Lhanguene, na capital do país.

 

As cerimónias fúnebres daquele ícone do futebol nacional serão antecedidas de velório nos Paços do Município de Maputo, nos quais o corpo do antigo “capitão” do Ferroviário de Maputo e da Selecção Nacional será colocado em câmara ardente.

 

 “Jota-Jota”, como era conhecido nos meandros desportivos, marcou uma geração no futebol nacional, tendo participado no primeiro Campeonato Africano das Nações (CAN) que decorreu no Egipto, em 1986, para além de ter feito parte da primeira Selecção pós-Independência.

 

A humildade dentro e fora do campo fez do finado um homem respeitado no desporto nacional e não só. Homem comunicativo e sempre disponível a transmitir as suas experiências aos mais novos foi dos poucos desportistas agraciados com a Medalha de Nachingweya, uma das mais prestigiadas condecorações do nosso país.

 

João Joaquim foi Deputado da Assembleia Popular, actual Assembleia da República, e membro-fundador do Conselho Nacional do Desporto (CND). Constituiu sempre um exemplo quando o tema fosse futebol, o que levou a que a sua vida e obra fossem reflectidas também em livros de ensino primário dos anos 1990. Esteve presente no Acordo de Nkomáti, em 1984, assinado pelos Governos moçambicano e sul-africano.

 

Joaquim João Fernandes, de seu nome completo, nasceu em 1952 no distrito de Mopeia, na província da Zambézia, tendo-se iniciado nas lides desportivas jogando no Ferroviário local. Em 1969 radicou-se na então cidade de Lourenço Marques, onde representou durante largos anos o Ferroviário de Maputo, e mais tarde o Maxaquene.

 

Foi 62 vezes internacional pela Selecção Nacional e esteve ligado ao futebol 42 anos ininterruptos, especificamente ao Clube Ferroviário de Moçambique, como treinador, secretário técnico ou membro das respectivas direcções.

 

O antigo capitão dos “locomotivas” de Maputo e da Selecção Nacional abraçou a carreira de técnico de futebol, tendo orientado o Ferroviário de Maputo (1986), o Ferroviário da Beira (1994-1996), a Selecção de Sub-20 (2000-2002), a Selecção de Sub-17 (2002-2004) e o Ferroviário de Inhambane (2008-2011), para além de ter sido adjunto de Viktor Bondarenko, nos “Mambas” em 2003.

 

Nos últimos tempos, “JJ” residia na cidade de Inhambane onde continuava ligado ao Ferroviário local

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:22
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