Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 21 DE Março 2016

 

A gestão dos fundos alocados para os Jogos Africanos de Maputo, em 2011 e do Brazaville, no ano passado, foi a razão que obrigou o Ministro da Juventude e Desporto, Alberto Nkutumula, a operar mudanças no seu pelouro, estando ainda em período de alguma indefinição em relação ao destino a dar a alguns quadros.

 

Ficou definitivamente claro que a queda do muro da piscina olímpica do Zimpeto, na fatídica noite do dia 20 de Fevereiro não tem nada a ver com a exoneração dos directores e assessores do Ministério da Juventude e Desporto, incluindo os gestores do Estádio Nacional do Zimpeto. Tudo tem a ver com o dossier das últimas duas edições dos Jogos Africanos, cujas contas, para o titular da pasta de Juventude e Desporto não batem bem.

 

Aliás, este processo vem se arrastando até os dias que correm, com uma série de encontros no Ministério, visando apurar todas as causas e, eventualmente, outros implicados na gestão dolosa dos fundos públicos.

 

O problema do Parque dos Continuadores, também é chamado à colação, pois tudo começa na era da gestão de Munguambe, mais tarde refreado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, quando da sua visita relâmpago à infra-estrutura que tem o condão de ter a nova sempre campeã, Lurdes Mutola. E Inácio Bernardo terá “herdado esta batata”, que agora lhe queima as mãos.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:05
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A NÍTIDA falta de imaginação, lentidão nas transições das jogadas do meio campo ao ataque, debilidade física de algumas unidades causada pela viagem atribulada da turma de Chiquinho ao jogo caracterizaram a pobre actuação do Maxaquene que, mesmo com a magia do mestre Isac ao puxar a equipa que se arrastava nas quatro linhas, foi suficiente para disfarçar o cansaço dos “tricolores”.

 

Os primeiros dez minutos da contenda foram de total domínio dos donos da casa que muito fizeram para ganhar os três pontos em disputa, tendo o Maxaquene sobrevivido neste período graças a altura do guarda-redes Guirrugo que parava todos cruzamentos bombeados de todas alas principalmente do lado direito onde actuavam Vasil e Paulo.

 

Como corolário do bom início do jogo, os “hidrocarbonetos” se aditaram no marcador aos 15 minutos por intermédio de Abílio na conversão de uma grande penalidade castigando uma entrada violenta na área do rigor contra o sempre irrequieto Etim que, depois de varrer a área, se preparava para atirar a contar.

 

Os aficionados da turma da casa nem tiveram tempo suficiente para celebrar este golo, pois dois minutos depois, Isac, sempre ele, abriu o livro e estilhaçou a muralha defensiva mostrando mais uma vez ser um jogador de capacidade técnica impressionante. Recebeu a bola do lado esquerdo do seu ataque, trocou olhos a dois defesas, flectiu para vértice direito da grande área, levantou a cabeça, escolheu o ângulo mais distante do David e guardou a bola na “gaveta” para o gáudio dos adeptos tricolores que se levantaram para puxar pela vitória. Estavam decorridos 17 minutos.

 

Entretanto, o empate não acordou a equipa do Maxaquene, continuou a cometer graves erros de marcação. Amarash, Paulo, Mathombe e Etim eram diabos a solta que baralhavam facilmente o meio campo do Maxaquene, onde Wisk, sozinho, não chegava para as encomendas. Até ao final da primeira parte o ENH dispôs-se de seis pontapés de canto contra nenhuma do lado contrário.

 

Na segunda parte o jogo continuou sob controlo dos donos da casa, situação que obrigou o timoneiro “tricolor” a mexer o banco. Fez entrar Massaua e Eduardo, mas nem um, nem outro, fez diferença no jogo, pelo contrário o ENH continuou ser astuto, dando indicações de ser uma  equipa próximo de um conjunto que vai dar de falar nesta prova, principalmente pelas técnicas  do Amarash,  Paulo e  Chisijoke.

 

A saída forçada do Isac, com lágrimas no rosto e um dos poucos informados dos forasteiros, afastou por completo o Maxaquene na luta pela vitória e foi obrigado a fazer uma substituição por Talapa, que não evitou que o ENH chegasse a vitória num golo de belo efeito de Paulo que se exibiu a contendo neste jogo.

 

O árbitro do jogou, Paulo Buque, muito pesado, quase que comprometia a sua actuação, pois muitas vezes as suas sinaléticas beneficiavam o infractor.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Paulo Buque, João Paulo e José Mula. Quarto árbitro: Celso Alvação.

 

ENH:David; Vasil, Filipe, Barnaba e Sergito; Abílio, Amarash, Matlombe, (Manuel) Paulo; Etim (Chisijoke) e Eurico (Goncalves).

 

MAXAQUENE:Guirrugo; Paíto (Eduardo), Manuelito, Dangalira, Mayunda; Bernardo, Butana, Wisk, Nito (Massaua); Lukmen e Isac (Talapa).

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Cartões amarelos para Etim e Mayunda.

 

 

VICTORINO XAVIER

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:50
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O COSTA do Sol venceu o clássico com o Desportivo (3-2) no decurso da 2.ª jornada do Moçambola-2016 disputada no pretérito fim-de-semana, ao fim da qual o quarteto constituído pelos “canarinhos”, ENH, Ferroviário da Beira e União Desportiva do Songo faz parte do pelotão da frente com quatro pontos.

 

A ronda ora finda movimentou apenas seis jogos, sendo que os restantes dois, designadamente Liga Desportiva de Maputo-Ferroviário de Nacala e Chingale-Ferroviário de Maputo foram adiados devido a participação no fim-de-semana da Liga e dos “locomotivas” da capital nas Afrotaças. Estes encontros foram agendados para 6 de Abril próximo.

 

Dos seis jogos registaram três vitórias e igual número de empates, todos sem abertura de contagem. O Maxaquene, que se estreou vencendo categoricamente o Desportivo de Maputo, baqueou em Vilankulo diante da ENH por 2-1. Desportivo de Nacala venceu, por seu turno, o Ferroviário de Nampula por 2-0.

 

Enquanto isso, o Ferroviário da Beira foi travado com empate pelo 1.º de Maio de Quelimane (0-0), o mesmo resultado registado nos confrontos entre Chibuto-Estrela Vermelha de Maputo e Desportivo do Niassa-União Desportiva do Songo.  

 

A próxima jornada tem como destaque o embate entre o Ferroviário da Beira e Desportivo de Maputo, no “caldeirão” do Chiveve.

 

DESPORTIVO, 2-COSTA DO SOL, 3 - Reviravolta fascinante!

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

SIMPLESMENTE extraordinário! É desta forma que se pode descrever a reviravolta feita pelo Costa do Sol no “clássico” diante do Desportivo na tarde de sábado na Matola, com os “canarinhos” a darem volta ao texto de 0-2 para 3-2 nos últimos 22 minutos.

 

Fascinante aquele livro, cujas páginas foram escritas em linhas tortas até à página 68 (entenda-se 68 minutos) para os “canarinhos”. No sábado viveu-se um “clássico” que só nos faz lembrar o passado ou outras paragens, pois na história recente do nosso futebol difícil seria encontrar algo parecido. Mas vamos em partes.

 

O jogo teve uma primeira parte morna e com falta de jogadas dignas de realce, numa autêntica antítese do que veio a acontecer na etapa complementar.

 

No primeiro tempo, o Costa do Sol entrou um tanto ou quanto atirado ao ataque, mas fez um jogo apático e sem coordenação entre os sectores, o que foi aproveitado pelos “alvi-negros” para se adiantarem no marcador aos 17 minutos, por intermédio de Infren, a corresponder de cabeça a um centro bem tirado por Chris, numa jogada que começa com um passe de rotura, emitido por Danito.

 

Era o 1-0, ainda com muito tempo de jogo pela frente, resultado com que se foi ao intervalo, pois doravante jogada vistosa não houve.

 

No reatamento, o Costa do Sol entrou decidido em conseguir o empate se não houver melhor mercadoria na montra, mas o Desportivo dificultava, o que enervava os “canarinhos”. Terá sido isso que aconteceu aos 65 minutos quando, numa situação aparentemente bem controlada, Dito jogou a bola com a mão e o árbitro, sem contemplações, assinalou penálti, superiormente convertido por Joca, fazendo desta forma o 2-0.

 

Sérgio Faife, técnico do Costa do Sol, percebeu que algo não estava bem na sua equipa e lançou, quase que em rajada os jogadores João, Avelino e o sul-africano Craig, que foram determinantes para a cambalhota no marcador. Três minutos depois de o Desportivo ter feito o 2-0, Avelino, acabado de entrar, correspondeu da melhor forma a um cruzamento do também recém-entrado Craig para fazer o 2-1. O golo catalisou a equipa de Matchiki-Tchiki que, sete minutos depois, empatava o desafio.

 

Os “alvi-negros”, desnorteados, entregaram a iniciativa de jogo ao adversário. Aí a arte e técnica do sul-africano Craig vieram ao de cima, assim como as qualidades do veterano e experiente Rúben, que colocaram os sectores intermediário e defensivo do Desportivo completamente desorientados. Até porque a frente Avelino mexia com tudo, diferentemente do seu “antecessor” Lalá.

 

O Costa do Sol procurava a vitória, até porque depois de ter feito o empate em poucos minutos, acreditou numa cambalhota. Mas o tão almejado golo da vitória teimava em aparecer. Já com todos conformados com o 2-2, eis um canto nos descontos em que a bola é bombeada para área, onde há muita confusão, com uns a tentar o alívio e outros a marcar, Gerson aproveitou uma sobra para fazer o 3-2 final. Era festa dos “canarinhos” no campo e nas bancadas. Do outro lado era desalento total, pois acabava de acontecer algo inacreditável na nossa realidade.

 

A arbitragem esteve bem e o seu trabalho não teve influência no resultado.

 

FICHA TÉCNICA

 

DESPORTIVO: Helvêncio; Sidique, Emídio, Laque, Infren, Danito, Jossias, Chris, Rachid, Orlando (Jojó) e Joca (Henrique).

 

COSTA DO SOL: Jonas; Gerson, Manuelito, Dito, Manucho (João), Chimango, Nelson, Josimar (Craig), Rúben, Parkim e Lalá (Avelino).

 

DISCIPLINA: Amarelos para Jossias, Laque e Orlando (Desportivo); João, Dito e Rúben (Costa do Sol).

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:28
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Desportivo-Costa do Sol (2-3)

ENH-Maxaquene (2-1)

Desportivo de Nacala-Ferroviário de Nampula (2-0)

Chibuto-Estrela Vermelha (0-0)

1.º Maio de Quelimane-Ferroviário da Beira (0-0)

Desportivo do Niassa-UD Songo (0-0)

 

                                   J          V         E         D         G         P

 

Costa do Sol              2          1          1          0          6-5       4

ENH                           2          1          1          0          2-1       4

Fer. Beira                    2          1          1          0          1-0       4

UD Songo                  2          1          1          0          1-0       4

Maxaquene                 2          1          0          1          4-3       3

Desp. Nacala              2          1          0          1          2-1       3

1.° de Quelimane        2          0          2          0          3-3       2

Estrela Vermelha        2          0          2          0          0-0       2

Clube do Chibuto       2          0          2          0          0-0       2

Fer. Nacala                 1          0          1          0          2-2       1

Chingale                     1          0          1          0          2-2       1

Desp. Niassa               2          0          1          1          0-1       1         

Fer. Nampula              2          0          1          1          0-2       1

Desp. Maputo             2          0          0          2          3-5       0

Fer. Maputo                0          0          0          0          0-0       0

Liga Desportiva          0          0          0          0          0-0       0

 

Próxima jornada (3.ª): Ferroviário da Beira-Desportivo de Maputo, Maxaquene-Chibuto, Costa do Sol-ENH, Ferroviário de Nacala-Ferroviário de Maputo, UD Songo-1.º Maio de Quelimane, Liga Desportiva-Desportivo do Niassa, Ferroviário de Nampula-Chingale e Estrela Vermelha-Desportivo de Nacala.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:54
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OS representantes moçambicanos nas Afrotaças, nomeadamente o Ferroviário e Liga Desportiva, ambos de Maputo, foram este fim-de-semana afastados das Afrotaças, logo na primeira eliminatória.

 

O campeão Ferroviário foi ontem eliminado na Liga dos Campeões Africanos pelo AS Vitta da República do Congo, ao empatar por 1-1 em pleno Estádio da Machava, depois de perder fim-de-semana passado, em Kinshasa, por 1-0.

 

Mesma sorte teve a Liga Desportiva, afastada da Taça CAF pelo Sagrada Esperança de Angola, também ao empatar por 1-1, no sábado, no Estádio Nacional do Zimpeto, depois de perder pelo mesmo resultado fora de casa.

 

Mais uma vez as equipas moçambicanas acusaram o complexo de inferioridade perante equipas que não demonstraram nada de especial em termos de exibição. A falta de segurança e ousadia foram evidentes e, por consequência, sofreram golos nos derradeiros minutos das partidas, deitando água a baixo toda expectativa e esperança dos seus adeptos e dos moçambicanos, no geral.

 

É caso para dizer que ainda há muito por fazer para inverter o histórico negativo das equipas nacionais nas competições internacionais, com destaque para as Afrotaças.

 

Feito isto, não há nada mais senão o regresso às competições domésticas, onde as equipas moçambicanas estão habituadas a jogar.

 
 
 
Fonte:Jornal Noticias
 
publicado por Vaxko Zakarias às 10:18
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