Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 11 DE Março 2016

 

A ÉPOCA do desporto motorizado abre amanhã a nível da cidade de Maputo, com a disputa da primeira prova de karting, no autódromo do Automóvel & Touring Clube de Moçambique (ATCM).

 

Grande novidade é a reintrodução da classe DD2, que envolve pilotos dos 13 anos em diante, o que tornará o campeonato mais atractivo. A par dos DD2, evoluirão, na ordem decrescente, as classes Max Júnior (13 a 15 anos), Maxterino (7-13 anos) e Cadetes (4 a 7 anos).

 

A particularidade nas três últimas classes é a subdivisão dos Maxterino em duas categorias “A” e “B”. Integram a categoria “A” os que já competem no escalão. A categoria “B” envolve, por seu turno, pilotos que acabam de ascender de cadetes.

 

A decisão de subdividir a classe Maxterino em duas categorias visa, segundo o presidente do ATCM, António Marques, permitir maior competitividade entre os integrantes destes escalões.

 

 Tal como tem sido apanágio, o campeonato será disputado em sete provas, ao fim das quais serão conhecidos os campeões de cada classe.

 

QUATRO CAMPEONATOS E UMA TAÇA NA AGENDA

 

A Direcção do ATCM agendou quatro campeonatos para a temporada que este domingo se inicia. Para além do tradicional Karting, constam no calendário competitivo os torneios de Special Stage, Auto Cross e Drag Racing, para além da Taça Maputo, esta última que tem a particularidade de ser disputada numa única jornada em todos escalões (as classes movimentadas em Karting). A Taça Maputo será a última prova da época e com a particularidade de ser disputada à noite. Aliás, a pista do ATCM conta desde o ano antepassado com holofotes de iluminação e semáforo para assinalar a partida das provas.

 

Entretanto, mais provas constam do calendário divulgado na passada sexta-feira. Destaque vai para o “Polana Rally Clássico”, que regressa às pistas do ATCM, tendo como ponto de partida a vizinha África do Sul. Portanto, é uma prova envolvendo carros com mais de 25 anos e pilotos sul-africanos, associando a competição e diversão (turismo) ao longo do percurso, durante o qual se fazem classificativas para apurar os melhores em várias etapas do trajecto.

 

Para além do Rally, contam-se as provas de Auto-Cross, Special Stage, Drag Racing e Drift. O Auto-Cross, que envolve a mistura de categorias diferentes, designadamente carros 4x4, motas de quatro rodas e duas rodas (motocross); Special Stage – que consiste em troca de posições entre número determinado de carros no ponto de partida e durante determinadas voltas, com a finalidade de apurar aquele que terminar mais vezes em primeiro lugar.

 

Até o ano passado a prova envolvia três carros, que faziam três provas. Mas a organização este ano não vai limitar o número de carros, para além de que a prova consistirá numa grelha que será definida por via de treinos cronometrados e durará oito a 10 voltas. O Drag Racing, que é uma corrida feita numa recta de 400 metros, ao fim do qual se apura o piloto que fizer a distância em menos tempo. A prova é subdividida em seis categorias de carros de turbinados e não turbinados. Por último, o Drift, que consiste em fazer as curvas com o carro atravessado o máximo possível - as curvas são feitas de lado e o carro a deslizar (derrapar) durante duas voltas, apurando o piloto com melhor perícia. 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 12:00
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AMANHÃ

 

ESTÁDIO 27 DE NOVEMBRO, EM SONGO

 

15.00h - União Desportiva do Songo-Desp. Nacala

 

DOMINGO

 

ESTÁDIO NACIONAL DO ZIMPETO

 

15.30h - Maxaquene-Desportivo

 

ESTÁDIO 25 DE JUNHO, EM NAMPULA

 

15.30h - Fer. Nampula-Chibuto

 

CAMPO DO FER. BEIRA

 

15.30h - Fer. Beira-Desp. Niassa

 

CAMPO DO COSTA DO SOL

 

15.30h - Costa do Sol-1.º Maio

 

CAMPO DO AFRIN, NA MACHAVA

 

15.30h - Estrela Vermelha-ENH

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:50
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O FERROVIÁRIO defronta esta noite (18.30 horas) o Maxaquene em partida mais importante da sétima e última jornada da primeira volta do Campeonato de Basquetebol da Cidade de Maputo em seniores masculinos.

 

O jogo será um autêntico teste à liderança por parte dos “locomotivas”, até porque pela frente terão um dos principais candidatos ao título.

 

É o “clássico” da ronda a anteceder o dérbi entre o Desportivo e o Costa do Sol, outro jogo importante que pode mexer com a tabela classificativa. O Desportivo-Costa do Sol tem início às 20.00 horas. Ambos os desafios têm lugar no pavilhão dos “alvi-negros”.

 

A prova dá continuidade amanhã, com o início da segunda volta (oitava ronda) e mais duas partidas. Às 18.00 horas o Maxaquene bate-se com a A Politécnica. Às 19.30 horas o Ferroviário terá pela frente o Desportivo, desafios a terem lugar no Pavilhão do Maxaquene.

 

Os seniores femininos só entram em acção amanhã, com mais um duelo entre o Ferroviário e o Maxaquene, marcado para as 16.30 horas no pavilhão dos “tricolores”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:43
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INICIA amanhã a disputa do Moçambola-2016, com a abertura da prova a acontecer na vila do Songo, em Tete. No terreno há uma clara diferença de forças entre as 16 equipas, com algumas a mostrarem-se bem preparadas e outras nem tanto.

 

Em Maputo o Estrela Vermelha, o Desportivo e o Costa do Sol parecem ter muito caminho por percorrer. O 1.º de Maio de Quelimane, Chingale e o Desportivo do Niassa dão mostras de estar menos preparados para as exigências de uma prova da envergadura do Moçambola.

 

No lote das equipas com possibilidades de atingir melhores resultados estão o Ferroviário de Maputo, a Liga Desportiva, o Maxaquene, o Ferroviário da Beira e de Nampula, bem como a União Desportiva do Songo. As restantes irão se bater pelo que der e vier.

 

Entretanto, baseado naquilo que foi a prestação das equipas na Taça de Honra na cidade de Maputo, bem como a organização da respectiva pré-época, a equipa mais consistente, com ideias mais claras e que joga um futebol mais alegre, com boas ligações defesa-ataque, é o Ferroviário de Maputo.

 

 Em termos de reforços a equipa foi ao mercado buscar aquilo que não tinha no ano passado, para a defesa, meio-campo e para o ataque.

 

Só para se ter uma ideia, Elísio, ido do Ferroviário de Nacala, ingressou no sector defensivo. Carlitos (ex-Desportivo) dá mais consistência ao meio-campo, ao lado de Sassi, e o camaronês Miamy reforça o ataque.

 

A equipa não deixou sair nenhum jogador importante no mercado de transferências, o que explica a coesão, pois a espinha dorsal que foi campeã nacional manteve-se. Na Taça de Honra a equipa apresentou-se em bom plano, tendo ficado em segundo lugar na classificação final. O Ferroviário mantém a velha máxima, o campeão é sempre principal candidato a revalidar o título.

 

Já a Liga Desportiva de Maputo, equipa que mais investiu nos reforços, parece não estar ainda entrosada, mas não deixa de ser uma equipa que merece o respeito de todos.

 

O técnico Dário Monteiro continua a trabalhar para encontrar a melhor equipa dentro de uma constelação de “estrelas”. Há boa matéria-prima na equipa da Matola “C” e a qualidade dos jogadores é inquestionável.

 

 Mas Dário Monteiro pode ser vítima de pressão, num plantel com bons jogadores, pois deslizes serão pouco tolerados. A Liga quer recuperar o título perdido no ano passado para os “locomotivas”.

 

Quem tem um grupo de trabalho de trazer glória é o Maxaquene. A equipa parece muito unida e entrosada, diferentemente daquilo que foram os últimos anos, em que se exigia muito ao treinador, mas sem jogadores à altura.

 

Já disse o seu treinador, Chiquinho Conde, que este ano o plantel é relativamente equilibrado. As entradas dos experientes Paíto, Dangalira e o regresso de Guirrugo para a baliza só enfatizam as palavras do técnico “tricolor”.

 

Mas nem tudo é um mar de rosas na cidade de Maputo. O Estrela Vermelha, Desportivo e Costa do Sol também preocupam. O Estrela subiu este ano e a sua Direcção aposta em consolidar a equipa definitivamente na prova, mas a matéria-prima, que é indispensável para isso, ainda não existe!

 

O Estrela apresentou jogo muito pobre na supramencionada Taça de Honra. Mostrou ser uma equipa inferior, sem jogadores de qualidade para ombrear no Moçambola.

 

O clube não investiu e deixou sair os jogadores que foram determinantes na campanha de qualificação para o Moçambola, casos de Fanuel, Danito Parruque, entre outros. Os “alaranjados’’ prescindiram ainda dos préstimos do treinador responsável pela ascensão, Manuel Casimiro.

 

Chaquir Bomat, antiga glória do clube, regressou ao comando técnico e está a começar tudo de zero. Só para se ter ideia, na Taça de Honra esta equipa marcou apenas um golo e sofreu oito.

 

Outra equipa que não transmite muita confiança é o Desportivo. Apesar de não estar a jogar mal, ao Desportivo parece que falta um “matador”, mas também alguma consistência defensiva. A equipa sofreu razia no fim da época passada, com a saída de quase todos os jogadores, excepto Sidique, Infren e Henriques.

 

Uzaras Momed, que iniciou a preparação da época com muitos jogadores, tem agora pouco mais de 30, mas dá sinais de ainda não ter definido a equipa-base para atacar o ano 2016, que, segundo a Direcção “alvi-negra”, o objectivo é lutar pela manutenção.

 

Do outro lado temos o Costa do Sol, vice-campeão nacional, que no mercado de transferências perdeu boa parte dos jogadores, que quase conquistavam o 10.º título no ano passado.

 

Sem muito dinheiro para boas contratações, os “canarinhos” optaram por construir um plantel barato, com um treinador nacional, Sérgio Faife, algo que não faziam desde a saída de João Chissano, em 2010.

 

O Costa do Sol terá de lutar por outros objectivos esta temporada. Seria exagero falar da manutenção, mas talvez para estar entre os cinco primeiros, pois equipa para atacar o título parece não ter.

 

Entretanto, fora de Maputo é de salientar que a União Desportiva do Songo (UDS) é que mais se apetrechou, mas o Ferroviário da Beira e de Nampula não ficam atrás. Ou seja, em 2016 teremos pelo menos seis a sete equipas a lutarem directamente pelo título.

 

O treinador da UDS, Artur Semedo, diz que o plantel está preparado para melhor competir no Moçambola, embora alguns jogadores ainda não tenham assimilado a 100 por cento a sua filosofia de jogo.

 

A UDS terá a honra de fazer o jogo inaugural do Moçambola, frente ao Desportivo de Nacala.

 

Outra equipa da província de Tete é o regressado Chingale, que faz uma parte da pré-época no vizinho Malawi. Os “canarinhos” de Tete voltam à prova máxima três anos depois, com objectivo claro de lutar pela manutenção.

Sem grande pujança financeira, os “canarinhos” recorreram a alguns jogadores dispensados de algumas equipas da capital do país para formar o grupo de trabalho às ordens de Abdul Omar, técnico experiente, com um curriculum recheado de momentos polémicos.

 

Em Sofala o Ferroviário da Beira continuará como único representante da província. Apesar de terem perdido algumas pedras basilares, casos de Mário e Reinildo, os “locomotivas” da Beira continuarão uma equipa temível em 2016, no que esperam finalmente conquistar o Moçambola. Tarefa difícil, mas não impossível dos “locomotivas”, que normalmente têm dado muita conta de si na prova que arranca amanhã.

 

Voltando para o sul, em Gaza temos o Chibuto, que este ano faz a sua quinta época consecutiva no Moçambola, sendo para já uma das equipas que ganhou o seu lugar na prova. Os gazenses perderam o fulgor das duas primeiras épocas, nas quais até chegaram a espreitar os lugares cimeiros, sendo que actualmente se limitam a evitar a descida.

 

 Em 2015 a equipa escapou por um triz da descida, mas a sua Direcção aposta que este ano é para melhorar consideravelmente a classificação, para não ter de chegar à última jornada com a máquina de calcular nas mãos. Lucas Bararijo continuará no comando técnico da equipa.

 

Em Inhambane o ENH de Vilankulo olha para 2016 como um ano de afirmação no Moçambola. Começou mal no ano passado, mas com a chegada do croata Boris Pusic a equipa melhorou significativamente, ao ponto de conseguir a permanência relativamente cedo. Este ano a aposta da Direcção dos “hidrocarbonetos” é pelo menos o quinto lugar.

 

Na Zambézia teremos o repescado 1.º de Maio de Quelimane, que sem capacidade financeira para segurar as suas “jóias” viu o seu plantel, que tanto encantou no ano passado, a ser arrasado pelos “tubarões” do futebol nacional. É neste contexto que os “operários” voltam a apostar forte na manutenção, mesmo cientes do quão será dura a missão.

 

Em Nampula o Ferroviário local é sem dúvidas um candidato ao título. Este ano a equipa trabalha sob ordens do experiente Arnaldo Salvado, que tentará levar os “locomovias” à glória de 2004, ano que conquistaram o único título nacional.

 

A equipa verde-e-branca fez uma parte do estágio na África do Sul, onde conseguiu alguns resultados animadores. O Ferroviário de Nampula tem ombreado com os grandes do futebol nacional.

 

 Em 2014 foi vice-campeão nacional. Ainda em Nampula teremos o Ferroviário e Desportivo, ambos de Nacala. Trata-se de duas equipas que bater-se-ão pela manutenção. O Ferroviário fez uma época sensacional em 2015, sendo que o Desportivo só permaneceu devido ao alargamento do número de equipa na prova, de 14 para 16. Todavia, espera-se uma cidade de Nacala onde é quase impossível sair com os três pontos no bolso, como aconteceu em 2015.

 

O Desportivo do Niassa é a equipa que se apresenta pior preparada das 16 que tomarão parte do Moçambola. A equipa de Lichinga só na semana passada é que contratou um treinador, Luís Mayamba, que foi adjunto de Chiquinho Conde no Vilankulo FC. Respescado depois da desqualificação dos Ferroviários de Pemba e de Lichinga por combinação de resultados, o Desportivo do Niassa terá de aguentar o Moçambola com os mesmos jogadores que utilizou na época passada, embora com alguns emprestados por alguns clubes do norte do país.

 

O Desportivo ainda não tem campo para os seus jogos, o Estádio Municipal de Lichinga ainda está em obras, para além de os atletas estarem pouco rodados. Não se sabe ao certo o que traz o representante do Niassa, mas as possibilidades de sucesso são escassas.

 

São estas as 16 equipas que a partir de sábado irão ombrear, numa prova que ganha cada vez mais prestígio. Seis destas equipas irão bater-se directamente pelo título.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:31
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O FERROVIÁRIO e Liga Desportiva, ambos de Maputo, representantes moçambicanos nas Afrotaças, entram em acção neste fim-de-semana, ambos com o privilégio de iniciarem a corrida fora de portas.

 

O Ferroviário de Maputo, campeão nacional, joga amanhã em Kinshasa, na República Democrática de Congo, frente ao AS Vitta, a partir das 15.30 horas locais (16.30 horas de Maputo). Os “locomotivas” viajaram ontem para a capital congolesa, onde farão esta tarde o treino de adaptação ao recinto do jogo.

 

Enquanto isso a Liga Desportiva, vencedora da Taça de Moçambique, segue esta manhã para Angola, onde domingo medirá forças, a partir das 15.00 horas (16.00 horas de Maputo), com Sagrada Esperança, na província de Lunda Norte.

 

Nas vésperas da partida os técnicos das duas equipas prometeram discutir a eliminatória até às últimas circunstâncias, o que passa por evitar a derrota nos jogos deste fim-de-semana para discutir a eliminatória em casa.

 

O adversário do Ferroviário de Maputo é um participante assíduo nas Afrotaças, tendo ano passado afastado o Ferroviário da Beira na primeira eliminatória. Carlos Manuel (Caló) gaba-se do plantel de que dispõe, muito bem reforçado, para além de que teve a rodagem necessária com a deslocação para a Suazilândia, tendo posteriormente organizado um torneio quadrangular e participado na recente finda Taça de Honra, que serve de rodagem das equipas da cidade de Maputo que vão participar a partir deste fim-de-semana no Moçambola. O desempenho dos “locomotivas” foi positivo, tendo em conta que terminaram a prova empatados em pontos com o vencedor Maxaquene e Costa do Sol.

 

Não acontece o mesmo com Dário Monteiro, cuja rodagem foi apenas intramuros, o que se reflectiu negativamente em termos de projecção da sua equipa nesta fase da pré-epoca. Numa avaliação preliminar do seu desempenho nesta fase, a Liga, que também teve um afastamento precoce na Liga dos Campeões do ano passado, na qualidade de campeão em título, ao perder na primeira eliminatória com APR do Ruanda, foi derrotado no seu primeiro jogo oficial curiosamente pelo Ferroviário, na Supertaça.

 

E ficou na quarta posição (antepenúltima) na Taça de Honra, à frente do Desportivo Estrela Vermelha. Mas o técnico da Liga vai ao encontro de uma equipa sem história a nível das Afrotaças, mas que não pode ser menosprezada. Até que já deu um passo nesta corrida para a fase de grupos da também conhecida por Taça Nelson Mandela, ao afastar na pré-eliminatória o Ajax Cape Town, da África do Sul, na pré-eliminatória disputada mês passado.

 

Entretanto, o Ferroviário levou para Kinshasa 19 jogadores. Na baliza: os guarda-redes Lionel e Germano; defesas: Jeitoso, Edmilson, Calima, Chiza e Elísio; médios: Timbe, Diogo, Jair, Sassi, Carlitos, Mambucho e Gito; avançados: Luís, Lewis, Maurício, Manucho e Miamy.

 

A Liga Desportiva viaja esta manhã com 18 jogadores na comitiva, nomeadamente o guarda-redes Joaquim e Milagre; os defesas Chico, Eusébio, Norberto, Osvaldo, Bhéu e Elías I; os médios Momed Hagi, Kito, Liberty, Andro, Ussama, Geraldo e Daínho; os avançados Sonito, Zicco e Mário Sinamunda.  

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:20
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publicado por Vaxko Zakarias às 10:37
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