Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 22 DE Fevereiro 2016

 

A cerca de cinco meses e meio – são exactos 165 dias – dos XXXI Jogos Olímpicos de Verão-2016, que se disputam de 5 a 21 de Agosto próximo na cidade brasileira do Rio de Janeiro, somente o corredor Kurt Couto tem os mínimos exigidos para ir à sua quarta olimpíada. 

 

Este número (um qualificado) demonstra claramente o não cumprimento do desafio lançado em Setembro de 2012 – no regresso dos Jogos Olímpicos de Verão de Londres-2012 – pelo então Presidente da República, Armando Guebuza, que alertava para a necessidade de aumento do número de atletas nas olimpíadas do Rio porque, segundo disse, era inconcebível um país com cerca de vinte e dois milhões e quinhentos mil habitantes – na altura –, na sua maioria jovens, ir aos Jogos Olímpicos com menos de 10 atletas, porque os outros não se qualificaram.  

 

Na altura saíram houve várias ideias e alguns desafios foram assumidos, com o Comité Olímpico de Moçambique (COM), por exemplo, a aumentar o leque de atletas a beneficiar de bolsas quer da Solidariedade Olímpica Internacional – saíram, por exemplo, Creve Machava, Alberto Mamba e Neuso Sigaúque – quer de outras internas (dando subsídios para transporte e lanche). Mas o facto é que cerca de três anos e cinco meses depois não se vislumbra uma participação com um número de atletas superior aos seis de Londres.

 

Aliás, o cenário mais provável é reduzir de seis para cinco atletas, sendo um com os mínimos, Kurt Couto, e quatro na “boleia”, possivelmente dois nadadores, um judoca e uma corredora, a não ser que se qualifique alguém de modalidades como vólei de praia, boxe, judo e canoagem, que ainda têm competições qualificativas. 

 

 

Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 13:35
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O SELECCIONADOR nacional de Natação, Frederico dos Santos, morreu no último sábado em Maputo, vítima do desabamento de uma parede na entrada da Piscina Olímpica do Zimpeto, na cidade de Maputo.

 

Na mesma tragédia ficaram feridas outras nove pessoas, incluindo a esposa e três filhos do malogrado e dois atletas, que se preparavam para abandonar o recinto quando a viatura em que se encontravam foi atingida por pedregulhos da parede que desabou por motivos ainda desconhecidos.

 

À excepção da esposa do malogrado, os outros cinco ocupantes da viatura, nomeadamente Ricardo dos Santos, 18 anos de idade, Rui dos Santos (13), Abdul dos Santos (7), Valentim da Costa (17) e Denilson da Costa (12) estavam todos envolvidos nas provas do campeonato de natação a nível da cidade de Maputo, cuja jornada de sábado terminara ligeiramente cedo devido a um corte no fornecimento de energia eléctrica ao recinto.

 

 

Segundo informações prestadas ao “Notícias” por Constantino Machava, chefe da equipa médica que atendeu os feridos no Serviço de Urgências do Hospital Central de Maputo, o seleccionar nacional chegou àquela unidade sanitária já sem vida. Entretanto, até cerca do meio-dia de ontem, cinco das vítimas tinham recebido alta, permanecendo quatro sob cuidados médicos.

 

Machava disse que das quatro vítimas que ainda recebiam tratamentos uma é que apresentava um quadro grave, mas não crítico, pelo que os médicos continuavam a fazer de tudo para reverter o quadro. Os outros três estavam estáveis e com tendência de melhoria.

 

Ainda ontem a nossa Reportagem deslocou-se à piscina do Zimpeto, onde ainda permaneciam as quatro viaturas esmagadas pelo muro, incluindo a do seleccionador nacional de natação, por sinal a única que na altura da ocorrência tinha pessoas a bordo.

 

Fausto Sucá, uma das testemunhas da ocorrência, recordou o episódio que ocorreu entre as 19:30 e as 20 horas, afirmando que momentos antes do desabamento da parede ele próprio esteve encostado a ela conversando com um amigo. Saiu para atender a alguma situação e, quando se virou, o companheiro já estava aos gritos debaixo do entulho.

 

 “Durante algum momento, mal sabíamos por onde começar devido ao choque. Removemos os pedregulhos, com muitas dificuldades devido à falta de equipamento, para retirarmos as pessoas”, conta.

 

Porque a viatura de Frederico dos Santos estava com o motor a funcionar na hora do sinistro, houve necessidade de, paralelamente à retirada dos ocupantes, se desconectar a bateria da viatura devido a uma ameaça de fogo, uma vez que o carro emitia faúlhas.

 

Vários dirigentes desportivos e políticos acorreram ao local desde a noite da tragédia. Entre os vários dirigentes desportivos e políticos que se fizeram ao local esteve o Ministro da Juventude e Desportos, Alberto Nkuntumula, que anunciou que uma comissão de inquérito multisectorial seria instaurada para apurar as causas da queda da infra-estrutura.

 

Entretanto, um relatório preliminar da ocorrência deverá ser concluído até ao dia 26 deste mês.

 

Uma outra comissão já está a trabalhar para cuidar das vítimas, oferecendo apoio logístico e psicológico dos visados e respectivas famílias.

 
 
 
Fonte:Jornal Noticias
 
publicado por Vaxko Zakarias às 12:55
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CONTRA todas as expectativas, Assembleia-Geral do Desportivo de Maputo, que teve lugar na manhã de sábado, não foi electiva, dado que Danilo Correia, assim como alguns sócios, recuou da decisão de se candidatar a presidente da colectividade, optando pelo cargo do presidente da Comissão de Gestão.

 

Danilo Correia justificou a sua repentina decisão pelo facto de ter constatado muitos problemas no Relatório de Contas do clube do quinquénio 2010-2015, apresentado pela Direcção encabeçada por Michel Grispos e também pela sua crítica e pouco clara em que a colectividade se encontra.
Todos os sócios concordaram com a sua decisão, tendo de seguida o votado com unanimidade para presidente da Comissão de Gestão por três meses, até à próxima Assembleia-Geral que, em princípio, terá lugar em Maio para a eleição dos novos órgãos sociais.


A referida Comissão de Gestão será constituída por cinco pessoas, Danilo Correia, como presidente, mais quatro sócios. Um deles é Edson Manhiça, um dos mais antigos do clube.


Os restantes três elementos, Correia prometeu anunciá-los oportunamente, tendo avançado com os seus perfis. “Um deve ser uma pessoa com capacidade financeira ou para buscar financiamento. Outro terá de ser um abalizado na matéria jurídica, ou seja, um jurista, sendo que o último será necessariamente de ser uma pessoa que conhece profundamente o clube”, frisou.


Neste último elemento, Michel Grispos foi proposto para fazer parte da Comissão, mas declinou.
Segundo Danilo Correia, nestes três meses da Comissão de Gestão a prioridade é recuperar financeiramente a colectividade, através de angariação de patrocínios de forma que todas as modalidades e escalões estejam em movimento. Recuperar a mística do clube, para que este fique próximo dos adeptos.


O candidato aproveitou a ocasião para agradecer a todos os membros da Comissão de Gestão pelo trabalho abnegado e desinteressado que têm vindo a realizar desde Dezembro, com vista à recuperação do clube.


Correia afiançou que quando chegou ao clube, em Dezembro, a situação era ainda mais lastimável, com os trabalhadores e atletas desalentados, sem conhecer o seu futuro, com o agravante de serem devidos três a quatro meses de salários.


Disse que a situação tem vindo a ser paulatinamente superada. Avançou que, quanto aos atletas, teve de procurar um por um, modalidade por modalidade, à excepção de hóquei que nunca parou de trabalhar.
Danilo Correia sublinhou ainda que neste momento o Desportivo não tem patrocinador, mas aguarda a resposta da mCel e de outras empresas da praça solicitadas para o efeito. A dívida para com os salários é de três milhões e quinhentos mil meticais, sendo que o orçamento ideal para suprir todo o défice seria de 52 milhões de meticais só para este ano.


Desportivo é um clube que está na sala de reanimação”, atirou Correia, que foi aposta unânime dos sócios num acto que descreve como de “coragem”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:38
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O RELATÓRIO de Contas do elenco cessante, encabeçado por Michel Grispos, foi reprovado pelo sócios, sendo que vai a uma auditoria independente dentro em breve.


Dos 76 sócios com direito ao voto, 33 votaram contra, 28 a favor e os restantes optaram por se abster.
Do relatório consta que a actividade financeira do clube nestes cinco anos, 2010-2015, foi de 225 milhões. Desde montante das receitas, 174 milhões foram para encargos e despesas correntes, 50 milhões para salários e combustíveis.


Mesmo assim, o clube não deixa de ter uma dívida de 23 milhões de meticais para com os bancos, salários e “luvas” dos atletas, para além do arrendamento dos campos para jogos de Moçambola e para com o fisco. O clube tem, por outro lado, a receber um milhão e 929 da Liga Moçambicana de Futebol referente às transmissões televisivas.


No relatório, os sócios constataram fortes lacunas nas parcerias com a Prosport nas vendas dos jogadores Mexer e Zainadine. De Mexer, o clube encaixou quatro milhões e quatrocentos mil meticais e de Zainadine não há nenhum registo dado que o atleta saiu no fim do contrato, para além de que não foi formado pelos “alvi-negros”.


Ainda segundo o relatório, o campo foi vendido por dois milhões de dólares, mas a aplicação desse valor não convence os sócios.


Grispos frisou que durante o seu reinado pode ter havido erros de gestão, mas não houve roubos, até porque “ninguém é ladrão no meu elenco”, frisou.


A Assembleia-Geral dos “alvi-negros” só foi consensual na nomeada Comissão de Gestão, mas os relatórios de actividades e contas foram motivos de alaridos.


Grispos foi por várias vezes vaiado. Por outro lado, sugeriu que a auditoria fosse das contas desde 1990 a esta parte, não apenas do seu reinado, que como se sabe começou em 2001, tendo terminado no ano passado.

 

Feizal “corrido”!

 

 

O ANTIGO presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Feizal Sidat, um dos sócios mais antigos do Desportivo foi retido da sala da Assembleia-Geral (AG) em virtude de não ter quotas em dia, ou seja, não pagou as referentes ao mês de Janeiro.


Sidat alega que não pagou porque esteve no Ruanda, onde fazia parte da Comissão Organizadora do CAN-Interno.


O antigo “homem-forte” da FMF até se predispôs a regularizar as suas quotas em plena AG para poder participar na reunião, mas não lhe foi permitido, embora alguns sócios o fizeram instantes antes do início do encontro.


A situação embaraçou a reunião magna dos “alvi-negros”, tendo deixado Feizal Sidat chocado, que acusou a Direcção cessante de ter orquestrado o cenário.


Sidat lamentou, dizendo que não merecia ser tratado daquele jeito, sendo um sócio que ajuda o clube em tudo o que pode.


Sem alternativa, o antigo dirigente da FMF foi se embora e mesmo assim jurava a pés juntos que o Desportivo nunca irá sair do seu coração.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:09
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NUM jogo aparentemente equilibrado e perante duas equipas supostamente do mesmo nível, isto avaliando a exibição e produção do jogo de ambas as partes, o Estrela Vermelha acabou travando o Desportivo com uma grande penalidade que pode ter sido forçada. Mas a verdade é que Rachid foi estorvado por Ivo, aos 65 minutos, tendo Dino convertido com êxito.

 

O Desportivo marcou primeiro e muito cedo (aos quatro minutos), também através de um lance de bola parada. O veterano Dário Khan (ex-Costa do Sol) fez o que melhor sabe, colocando o esférico no ângulo inferior esquerdo da baliza defendida por Frank.

 

Foi um jogo um pouco frouxo, mas com as duas equipas a tentarem exprimir o seu jogo. Privilegiando jogadas de pé para pé, as duas equipas comportaram-se de igual modo, só que o Estrela era mais preciso nos passes, mas menos objectivo, pois as suas jogadas morriam junto à grande área. Aliás, teve que experimentar a sorte de longe, quando Anselmo atirou, a meio do meio campo adversário, pouco por cima do travessão, aos 8 minutos.

 

O Estrela ainda beneficiou de um livre junto ao vértice direito da grande área. Zequito (ex-Ferroviário de Nacala) atirou para a defesa incompleta de Elton, tendo o “capitão” Kley falhado a baliza na emenda. Depois Yannik cruzou rasteiro para Mauro atirar contra um defesa junto à baliza “alvi-negra”, aos 35 minutos. Neste período, as duas equipas jogavam com boa intenção e com ritmo elevado. Mas, as oportunidades continuaram do lado do Estrela Vermelha. Desta vez foi Dani, que isolado no interior da grande área, atirou para as nuvens.

 

A primeira parte terminou com as duas equipas mais preocupadas em explorar o seu fio de jogo. Na segunda, o Estrela foi mais objectivo e atrevido, mas as oportunidades de golo escassearam. Depois do lance do penálti que ditou o empate, o Estrela teve mais uma oportunidade, mas Rachid, mesmo sem opositor dentro da grande área, atirou para fora.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Paulo Jonas, coadjuvado por Ivo Muiambo e Eugénio António. O quarto árbitro foi Dércio Kefas.

 

DESPORTIVO: Elton; Sidique, Alexandre, Dário Khan e Lucky; Jossias, Malate, Henriques e Quaresma; Joca e Bartolomeu. Jogaram ainda Cândido, Ivo, Milton e Kivas.

 

ESTRELA VERMELHA: Frenk; Kley, Obed, Anselmo e Sissoko; David Debrah, Zequito, Loló e Yannik; Dani e Mauro. Jogaram ainda Allan, Gregório, David Shoko, Dino, Rachid e Mandinho.

 

DISCIPLINA: Cartões amarelos para Loló e Allan, ambos do Estrela. 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:53
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O MAXAQUENE consolidou a liderança na Taça de Honra com a vitória, sábado, sobre o Costa do Sol por 2-0, em partida da 3.ª jornada e que teve como palco o campo dos “canarinhos”. É a terceira vitória dos “tricolores”, que ainda não sentiram o sabor da derrota desde que a prova arrancou no pretérito sábado.

 

No mesmo dia e recinto, o Desportivo foi travado pelo Estrela Vermelha com empate (1-1), em jogo adiado da primeira ronda.

 

A prova prossegue quarta-feira com a realização de jogos complementares da 3.ª jornada. As atenções estarão viradas ao duelo entre o Desportivo e o Ferroviário, a partir das 16.00 horas, no campo do Costa do Sol. Duas horas antes, o Estrela defrontará, no mesmo campo, a Liga Desportiva.

 

Com este desfecho, o Maxaquene lidera com nove pontos, seguido pelo Costa do Sol (quatro), Liga Desportiva (três), Desportivo, Estrela Vermelha e Ferroviário somam apenas um ponto. 

 

“TRICOLORES” PASSEIAM CLASSE 

 

O Maxaquene voltou a passear classe, desta vez frente ao Costa do Sol, depois de derrotar a Liga Desportiva (2-1) e Estrela Vermelha (2-0). O artilheiro Luckman esteve novamente em evidência abrindo o marcador aos 20 minutos. O ponta-de-lança Isac, que curiosamente fez a dupla de ataque com o nigeriano, fechou a conta aos 52 minutos, para o gáudio dos “tricolores”, que de jogo em jogo vão demonstrando uma certa coesão e entrosamento no seu sistema de jogo.

 

As duas equipas acabaram por satisfazer as expectativas em termos de qualidade de jogos e demonstraram, no terreno, que têm conjunto, o que poderá ser comprovado nos próximos tempos. Pautando por um jogo aberto, explorando, no entanto, toda a largura do terreno. As duas equipas exibiram-se a um nível aceitável e à sua altura, aliás, foi pela boa disposição que encararam o jogo com alguma seriedade, com a luta permanente pela posse de bola, o que resultou em constante alternância ofensiva e excelente circulação de bola de ambas as partes. 

 

Porém, o Maxaquene foi mais objectivo e certeiro na sua estratégia ofensiva, servindo-se também pela capacidade individual de alguns dos seus jogadores, com destaque para Luckman, que deu muito trabalho aos defesas. Manuelito, que actuava pelo flanco esquerdo, assistiu com medida e classe à dupla de ataque. Aliás, os dois golos nasceram dos seus pés. Foi ele que serviu Luckman, com um centro colocado para a grande área, tendo o nigeriano atirado de primeira sem hipóteses de defesa para Jonas.

 

Manuelito, sempre encostado à esquerda do ataque “tricolor”, teve uma excelente visão na prossecução da jogada iniciada no meio campo, colocando a bola em posição privilegiada para Isac dominar, galgar alguns passos e atirar a visar. Jonas tentou defender, mas embateu nele e anichou-se no fundo das malhas.

 

Enquanto isso, o Costa do Sol tinha em Lalá o homem mais adiantado. O médio ofensivo Josimar, que regressou à casa depois do desfecho inglório do Davos de Maquis (a equipa angolana a qual representou nos últimos dois anos caiu para a II Divisão), demonstrou bom estado de forma e galvanizou o ataque “canarinho”, perfurando a zona e abrindo espaços para Lalá (ex-Desportivo) finalizar.

 

Mas, o avançado “canarinho” não teve visão com a baliza. Aliás, não se limitou a apenas isso. Foi ele que chamou atenção a Guirrugo, com um remate para a uma defesa espectacular do guarda-redes, aos 27 minutos da primeira parte. Antes, Lalá atirou cruzado pela direita. Guirrugo fez uma defesa incompleta, tendo Parkim chegado tarde para a emenda. Anulou mais um cruzamento com um salto em voo e bloqueio do esférico antes de deitar-se ao chão.

 

O Maxaquene entrou para a segunda parte mais enérgico, com jogadas progressivas direccionadas ao ataque. Luckman voltou a chamar à atenção de Jonas, mas o tiro frontal saiu pouco por cima do travessão e desviado ligeiramente pela mão do “keeper”, aos 62 minutos. Neste período, o Maxaquene já contava com o extremo Massaua (ex-Ferroviário de Nampula), que fez excelentes subidas pela direita, explorando a sua velocidade. Numa delas, convidou Luckman para a linha de fundo cruzar para Mauro atirar contra a figura de Jonas, aos 68 minutos.

 

A reacção do Costa do Sol encontrou barreiras enquanto a luta no meio campo era mais renhida e as saídas apertadas. Assim, a entrada do lateral direito Mustafá (ex-Liga Desportiva) foi, não só, para estancar o avanço “tricolor” pela esquerda, mas para alimentar o jogo flanqueado. Num dos seus cruzamentos levou a bola para a cabeça de Lalá, que atirou defeituosamente da boca da baliza e desperdiçou outra oportunidade quando, na sequência da atrapalhice defensiva, o esférico chegou aos seus pés. Mas não acertou com a baliza, com Jonas pela frente, aos 89 minutos. A anteceder este lance, Rúben obrigou Guirrugo a uma palmada para canto na transformação de um livre.

 

E, com este desfecho, o jogo terminou para a felicidade dos “tricolores”.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Simões Guambe, auxiliado por Carlos Guambe e Joaquim Sambo. O quarto árbitro foi Raúl Langa.

 

MAXAQUENE: Guirrugo; Butana, Bernardo, Nito e Bruno; Whisky, Manuelito, Dangalira e Mayunda; Luckman e Isac. Jogaram ainda Massaua, Talapa, Mauro, Nelson, Eduardo e Fachy.

 

COSTA DO SOL: Jonas; Manucho, Aguiar, Manuelito e Dito; Chimango; Parkim, Josimar, Rúben e Nelson; Lalá. Jogaram ainda Mustafá, Rodrigues, Onélio e Pai.

 

DISCIPLINA: Cartões amarelos para Butana e Manuelito (Maxaquene); Manucho e Manuelito (Costa do Sol).

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:23
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