Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 04 DE Fevereiro 2016

 

A AUTORIDADE Tributária de Nampula (AT) inicia hoje a preparação para o Campeonato Africano de Voleibol de seniores masculinos que decorrerá no Egipto de 23 de Março a 1 de Abril próximo.

 

Os treinos estão marcados para esta noite no campo da Escola Secundária de Muatala, localizado na cidade de Nampula. A primeira fase de treino, prevista para todo o mês de Fevereiro, será basicamente focalizada na preparação física com sessões diárias.

 

Efran Solano, treinador da AT, considera que depois de conquistar, no mês passado, o Campeonato Nacional, e terem observado sensivelmente duas semanas de descanso é preciso recarregar as baterias.

 

Temos que voltar a privilegiar a componente física. É importante recuperar os jogadores do ponto de vista atlético para em seguida iniciarmos com as sessões técnica-táctica”, comentou.

 

A equipa campeã africana da Zona VI por quatro vezes consecutivas parte para este campeonato com o objectivo de melhorar o oitavo lugar alcançado no último “Africano” e para estar ao nível da dimensão exigida numa prova tão exigente, Efran desenhou um plano de estágio além- fronteiras.

 

PORTUGAL E QUÉNIA NO HORIZONTE

 

Portugal ou Quénia são destinos preferências definidos pelo técnico para a AT cumprir a segunda fase da preparação, onde deverá realizar partida diante de formações locais. Num desses dois países, é objectivo munir a equipa de um maior rigor táctico e técnico, defrontando formações de elevado gabarito. O voleibol queniano é dos melhores de África e o português tem vindo a evoluir muito nos últimos tempos. “Submetemos o plano de preparação à direcção da AT. Gostaríamos de estagiar em Portugal ou Quénia. Aguardamos pela aprovação”, sublinhou.

 

VAMOS COM AS NOSSAS “ARMAS”

 

Questionado sobre se a AT iria reforçar-se com jogadores de outras colectividades do país ou até de formações estrangeiras, o técnico disse que “vamos à luta com as armas que dispomos. Irei tentar explorar ao máximo a qualidade e potencial dos jogadores que por quatro vezes venceram o campeonato da zona. Posso dizer que houve uma tentativa de contratarmos um jogador brasileiro em Portugal, mas problemas burocráticos impediram de o fazer. Procuraremos defender a bandeira do país e o bom nome desta instituição com jogadores moçambicanos”, assegurou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:42
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O FERROVIÁRIO e o Costa do Sol, em seniores masculinos e femininos, mantiveram-se firmes na liderança do Torneio de Abertura da Cidade de Maputo de Basquetebol ao cabo de sete jornadas.

 

O Ferroviário venceu, sem grandes dificuldades, a A Politécnica, por 71-58, e continua a ser líder isolado com 10 pontos. Pode-se dizer que os “locomotivas” venceram em dois campos, visto que viram o Maxaquene, segundo classificado, perder de forma inesperada com o Costa do Sol, por 69-61.

 

Com esta derrota, os “tricolores” foram alcançados no segundo lugar pelos “canarinhos”. Ambos somam sete pontos.

 

O Desportivo, que efectuou dois jogos no fim-de-semana, teve uma prestação cem porcento vitoriosa com triunfos sobre Aeroporto, 99-38, e UP, 60-51. Os “alvi-negros” saltaram da sexta para a quarta posição em igualdade pontual que os “locomotivas” e “canarinhos”.

 

Em femininos, o Costa do Sol continua em primeiro lugar mercê de uma dupla vitória sobre a A Politécnica, por 61-56, e Desportivo, por 66-61. As “canarinhas”, treinadas pela ainda jogadora Deolinda Ngulela, soma 11 pontos, os mesmos que o Maxaquene, que no “clássico” da ronda, bateu o Desportivo, por 83-43, na sexta-feira, e no sábado derrotou A Politécnica, por 61-56.

 

De referir que os quatro primeiros classificados, em masculinos, apuram-se para as meias-finais. Neste momento, Ferroviário, Maxaquene, Costa do Sol e Desportivo são os mais sérios candidatos a qualificarem-se. Em femininos, vence a prova a equipa que tiver maior número de pontos no final das 12 jornadas.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:35
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A ASSOCIAÇÃO de Futebol da Cidade de Maputo (AFCM) reúne-se esta tarde em Assembleia-Geral Ordinária para, dentre vários assuntos, apreciar e aprovar os relatórios de actividades e contas do ano passado, bem como o plano de actividades para este ano.

 

Na referida reunião magna será lida a acta da última Assembleia-Geral e o respectivo parecer do Conselho Técnico da agremiação.

 

Um dos pontos mais altos será a aprovação do orçamento para o exercício de 2016, bem como o respectivo plano de actividades.

 

A AFCM é a agremiação que congrega maior número de clubes no país, sendo igualmente a que mais equipas têm no Campeonato Nacional de Futebol, o Moçambola, nomeadamente o Ferroviário, Maxaquene, Desportivo, Costa do Sol, Liga Desportiva e Estrela Vermelha.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:17
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INÊS Chingueleza, 25 anos, teve que lutar contra tudo e todos para manter firme a sua preferência pelo futebol. Quando começou a jogar, aos 9 anos, no bairro T-3, em 1999, tudo ainda era muito novo. Falar de futebol feminino era quase proibido.

 

Tive que travar uma luta diária com amigas, amigos. Queriam que praticasse básquete ou outra modalidade, que segundo eles se adequava mais ao género feminino. A minha opção em jogar futebol foi alvo de muitas críticas de pessoas próximas de mim. Todos os dias tinha que ouvir os meus amigos a aconselharem-me para jogar básquete. Eu tinha paciência para ouvir e respeitava essas opiniões, mas nunca deixei de manter firme a minha paixão pelo futebol”, afirmou.

 

Se fora de casa, a atleta teve alguns constrangimentos, no meio familiar contou com apoio incondicional da sua mãe.

 

A minha mãe sempre me apoiou. Esteve presente em todos os momentos da minha carreira, sobretudo nos mais difíceis. Posso dizer que ela deu-me muita força para continuar a jogar

     

Inês, que tem como futebolista de referência, David Beckham (estrela do futebol inglês), conta que esteve para ir jogar na África do Sul. “Estive perto de ir jogar na África do Sul, mas esse sonho não se concretizou. Espero que num futuro próximo possa sair para jogar fora do país”, disse.

 

A camisola 7 das “canarinhas” é de opinião que deve haver mais apoios para a massificação do futebol feminino.

 

 

Faltam apoios e incentivos para que o futebol cresça ainda mais em termos competitivos. É complicado fazer desporto sem incentivos, pelo que peço a quem de direito para levar mais a sério o futebol feminino”, conta.

 

Fora das “quatro linhas”, Inês diz que realiza actividades caseiras, no entanto mostra-se pouco hábil para cozinhar.

 

Acordo cedo, sobretudo nos dias que tenho treinos, para ajudar a minha mãe na limpeza da casa e outros afazeres domésticos. Não sou muito boa na cozinha, mas faço um bom arroz”, rematou. 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:01
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TALITA é a melhor marcadora de sempre do futebol feminino. Por quatro épocas consecutivas que a avançada do Costa do Sol é a rainha do goleadoras. Com história escrita em letras garrafais na história do futebol feminino, a talentosa jogadora sonhava em marcar golos com a camisola do Barcelona, seu clube de coração.

 

Quando era mais nova sonhava em jogar no Barcelona. Cheguei a pensar que isso fosse possível e acho que ainda tenho qualidade para tal, mas já não tenho esperança que isso venha a acontecer. Sem apoio e incentivo das pessoas com algum poder no desporto foi muito difícil chegar a outros patamares”, afirmou.

 

Talita, 27 anos, fala da sua carreira com uma dose de amargura, não só pelo facto de não ter podido jogar além-fronteiras, mas também pela falta de apoios.

 

Ainda olham para o futebol feminino com algum desprezo. O tratamento que nos é dado é quase nulo. Divulga-se pouco e investe-se ainda menos. Acabei renunciado à Selecção Nacional por não haver incentivos nenhuns. O Costa do Sol, embora não pague salários, sabe premiar-nos e é o único clube dos grandes que ainda olha pelo futebol feminino”, explicou.

 

A atleta, que começou a jogar em 1998, aos 9 anos, na cidade de Xai-Xai, diz ter começado a jogar por influência dos irmãos.

 

Comecei a ganhar gosto pelo futebol vendo o meu irmão a jogar. Rapidamente percebi que tinha jeito para o futebol e com a mesma rapidez comecei a ganhar os meus primeiros títulos na equipa do Paradise em 2008 e em 2014 mudei-me para o Costa do Sol. Estou animada por ter deixado a minha marca, mas conforme disse gostaria de ter saído do país”, comentou.

 

Ao contrário de muitas meninas que optam pelo futebol, Talita teve apoio do seu pai.

 

Meu pai apoiou-me bastante. Não me colocou nenhuma barreira, deixou-me fazer aquilo que mais gostava e estou grata por isso. Quanto aos amigos a reacção já não foi a mesma. Alguns amigos meus  perguntavam por que não optava por praticar outro desporto. Para eles o futebol era só para os rapazes. A verdade é que nunca liguei muito a essas críticas, sabia que o mais importante era fazer o que gostava”, conta.

 

De acordo com a avançada, o futebol feminino atravessa hoje melhores momentos. “Felizmente, as críticas às meninas por jogarem futebol tendem a diminuir. O número de praticantes cresceu muito em todo o país. Penso que nós, que começámos a jogar na década 90, criámos condições para que hoje o futebol seja falado sem muitos tabus”, opinou. Contudo, Talita defende que é necessário se fazer mais publicidade na Imprensa para que seja mais conhecida.

 

Falando da sua vida pessoal, Talita diz ser estudante na Universidade Eduardo Mondlane e que em casa cozinha e ajuda nas limpezas.

 

Sou estudante. Estou a formar-me na UEM. Quando estou em casa faço as tarefas normais de toda mulher. Cozinho, faço limpeza. Sigo uma vida normal e procuro conciliar com a minha vida desportiva”, atirou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:51
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O INÍCIO de carreira de Sarita, jogadora do Costa do Sol, não esteve longe de ser um conto de fadas. A jogadora conta que chegou a apanhar umas “palmadas” dos pais que não queriam que ela jogasse futebol.

 

No início foi muito difícil para os meus pais aceitarem que eu jogasse futebol. Cheguei a levar porrada por causa da minha escolha, mas com o tempo eles e os outros familiares foram-se habituando a esta realidade”, conta Sarita.

 

A atleta, de 31 anos, acrescenta que nos dias de hoje a família acompanha-a de perto.

 

Hoje em dia toda a minha família vai ver os meus jogos. Apoiam-me, acompanham-me e aconselham-me. Com muita persistência consegui superar os momentos mais difíceis e devo dizer que não me arrependo. Quando olho para o meu percurso até aqui vejo que a minha escolha foi acertada. Ganhei títulos nacionais, da cidade de Maputo e ainda tive o privilégio de jogar fora do país. Na África do Sul representei a equipa do Luso África e ainda joguei no 1.° de Dezembro em Portugal. Foram duas experiências muito boas”, afirmou.

 

A “estrela canarinha” começou a dar os primeiros pontapés na bola na formação do bairro 25 de Junho, aos oito anos. Ela é de opinião que o preconceito existente numa menina jogar futebol será quebrado de forma gradual.

 

Nota-se que aos poucos as barreiras se vão quebrando. Quando iniciei em 1997 era tudo muito novo. Era um escândalo ver uma menina jogar futebol, mas vê-se cada vez mais praticantes e já não é algo do outro mundo. As pessoas começam a perceber que o futebol não é só para os homens, motivo pelo qual já se nota um maior investimento da parte dos clubes e do próprio Governo”, explicou.

 

Sarita acrescenta que é importante incentivar as mulheres a jogarem futebol ou até a praticarem uma outra modalidade.

 

Enquanto te ocupas com o desporto, falo do futebol em particular, minimizas o risco de te sujeitares a uma gravidez prematura, ficas menos propensa ao álcool e às drogas, além de que exercitando o teu corpo preservas a tua saúde. Incentivo a todas as meninas a jogarem futebol, pois não estarão a fazer mal nenhum, estarão sim a contribuir para o desenvolvimento do desporto no país”, frisou.

 

Questionada sobre o que deve ser feito para acabar com o “obstáculo”, a atleta respondeu que “Eu tenho o meu exemplo de persistência como o segredo para se lutar contra este preconceito. Não há melhor forma de combater do que jogar e não dar ouvidos aos que dizem que o futebol não é para as mulheres”, anotou.

 

Fora das quatro linhas, Sarita diz levar uma vida normal, igual a de toda mulher.

 

Não vivo de futebol, trabalho na Fundação de Lurdes Mutola e é de lá onde tiro o meu sustento. Faço trabalhos domésticos como cozinhar, fazer limpeza, coisas normais do dia-a-dia”, frisou.

 

Em relação aos títulos conquistados, o último dos quais pelo Costa do Sol, disse ser motivante. “Estou satisfeita por ter conquistado muitos títulos. Os nossos adversários foram dignos vencidos. Ao contrário do que muitos pensam, temos que trabalhar no duro para vencer jogos”, rematou.  

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:27
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O FUTEBOL feminino vai ganhado cada vez mais relevo a nível nacional e, em paralelo, os tabus e preconceitos sobre a relação mulher-futebol vão-se desvanecendo.

 

O surgimento da Liga Nacional de Futebol Feminino (LNFF), em 2014, abriu espaço para uma maior divulgação e massificação do Desporto-rei no seio das raparigas.

 

Esta é a percepção compartilhada por algumas das jogadoras que venceram o último campeonato nacional pelo Clube de Desportos da Costa do Sol. Em declarações ao “Notícias”, elas falam da evolução do futebol feminino, das dificuldades que enfrentaram no início da carreira e da forma como encaram algumas críticas pelo facto de o “mundo” do futebol ser ainda considerado, por alguns círculos da sociedade, como exclusivo para homens. Sara Simone (Sarita), Inês Chingueleza e Atália Mazuze (Talita) partilham a sua visão sobre o assunto.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:56
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O CIRCUITO de Manutenção Física António Repinga virou um autêntico parque de estacionamento de viaturas de trabalhadores de várias instituições que funcionam na baixa da cidade de Maputo.

 

Aquele lugar que é de referência a nível nacional no capítulo de manutenção física está, penosamente, a desaparecer, para o desespero dos desportistas e outras pessoas que no fim do dia normalmente demandam o espaço para exercícios físicos.

 

 

Ali, logo nas traseiras do Ministério da Juventude e Desportos e nas proximidades do Gabinete do Primeiro-Ministro, Agostinho de Rosário, um desportista por excelência, proliferam viaturas de todas as marcas e modelos, escasseia incluindo o espaço para os transeuntes.

 

O espaço já há anos que anda abandonado. Nele já foram organizados eventos que em nada tem a ver com o desporto, casos de espectáculos musicais e outras actividades afins.

 

 

O estacionamento de carros no Repinga, para além de ofuscar a beleza do espaço, assim como perturbar aos utentes, degrada o relvado e contribui para a diminuição de espaços verdes naquele recinto.

 

 

O Conselho Municipal de Maputo, proprietário do espaço, já apareceu em várias ocasiões a prometer obras de melhoramento ao local, o que até agora ainda não se efectivou.

 

Várias vozes surgiram criticando o estado de abandono a que Repinga está votado, mas ninguém moveu palha. Repinga continua numa situação lastimável. O lugar não dignifica a António Repinga, um dos melhores corredores que o país viu nascer.

 

A invasão de Repinga pelos carros resulta, de certa forma, de alguma ingenuidade do Município de Maputo, que ao atribuir licenças para a construção de edifícios (Repinga está numa zona nova da capital) não exige aos seus proprietários para que ergam parques de estacionamento para as viaturas dos respectivos trabalhadores.

 

 

Isso faz com que os que têm viaturas particulares estacionem em qualquer lugar, incluindo nos espaços reservados ao desporto, como Repinga, para além, claro, dos passeios, que também são autênticos parques de estacionamento.

 

O “desaparecimento” de Repinga acontece numa altura em que o país, sobretudo a cidade de Maputo, debate-se com os problemas das chamadas “doenças de desenvolvimento”, ou seja, as enfermidades provocadas pelos novos hábitos alimentares e a não prática de exercícios físicos. São os casos de diabetes, doenças cardiovasculares, cancro, tensão arterial, entre outras.

 

Muitos que sofrem destas doenças hoje na cidade de Maputo no passado tinham como evitá-las através de exercícios físicos, pois tinham vários recintos para a prática do desporto, locais que hoje estão a desaparecer.

 

Falámos dos campos da Marinha de Guerra, hoje Maputo Shopping Center/Hotel Afrin, do campo do Desportivo onde hoje ergue-se um imponente edifício, bem como pela incerteza reinante quanto à continuidade do campo do Maxaquene. Nos bairros sub-urbanos já nem se fala, boa pate dos memoráveis campos são hoje mercados, armazéns, igrejas ou bombas de combustível.

 

Mas a questão que fica no meio de todo este cenário sombrio é a seguinte: quem autorizou estas viaturas que vemos na imagem a serem estacionadas no Repinga? A que troco?

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:45
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