Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 26 DE Outubro 2015

 

A SELECÇÃO Nacional de Futebol foi afastada ontem, em pleno Estádio da Machava, do CAN-Interno, cuja fase final terá lugar próximo ano no Ruanda.

 

Depois da derrota em Ndola por 3-0, os “Mambas” empataram ontem, na Machava, a uma bola, com a mesma Zâmbia, desta feita em partida da segunda “mão” e última eliminatória de apuramento ao CAN-Interno, ficando, deste modo, arredados de tomar parte na fase final desta que é uma das mais importantes provas futebolísticas de África.

 

Com uma equipa composta apenas por jogadores que actuam no Moçambola, por força do Regulamento do CAN-Interno, os “Mambas” denotaram, mais uma vez, algumas fragilidades em quase todos os sectores, uma vez que sofreram um golo de forma infantil ainda na primeira parte, complicando sobremaneira o sonho de conseguir a reviravolta na eliminatória.

 

Porém, no segundo tempo melhoraram a sua prestação e chegaram ao empate com golo de Momed Hagy, resultado de um penalte a castigar mão do defensor contrário na sequência de um pontapé de canto.

 

É caso para dizer que esta Zâmbia continua a ser o carrasco de Moçambique nas competições africanas. Recorde-se que foi esta mesma selecção que desfez o sonho dos moçambicanos de estarem na fase final do CAN-2015, com vitória (1-0) em pleno Estádio Nacional do Zimpeto.

 

Este desaire vem juntar-se a um outro do CAN normal, prova da qual os “Mambas” estão a claudicar depois de duas derrotas consecutivas em igual número de jogos, primeiro em casa diante do Ruanda e depois fora perante as Maurícias.

 

Portanto, a próxima frente com que ainda se pode sonhar é a eliminatória para o Campeonato do Mundo, na primeira quinzena de Novembro, diante do Gabão, com o primeiro jogo em Maputo.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:57
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O ESTRELA Vermelha e o Ferroviário de Gaza partem em vantagem para as partidas da segunda “mão” das meias-finais da “Poule” de Apuramento ao Moçambola-2016, depois de vencerem no sábado o Matchedje e o Incomáti por 1-0, respectivamente.

 

Mais do que simples vitórias, os “polícias” e os “locomotivas” ganharam jogos forasteiros, pelo que podem encarrar com alguma tranquilidade os encontros caseiros já no próximo fim-de-semana, pois os triunfos da tarde de sábado lhes deixam com um pé na final.

 

RACHID DESATOU O NÓ

 

NUM jogo morno e acima de tudo pobre a todos os níveis, o golo de Rachid no decurso do minuto 85 foi suficiente para o Estrela Vermelha vencer o Matchedje.

 

Depois de uma primeira parte em que as duas formações disparavam para todos os lados, mas sem nenhuma solução para visar com êxito as balizas contrárias, os “alaranjados” até pareciam um tanto ou quanto esclarecidos.

 

Os “militares” viram-se obrigados a marchar à retaguarda para pelo menos não sofrerem, pois em termos ofensivos não tinham qualquer argumento. O cruzamento vem da esquerda, Rachid cabeceia em cheio, mas não acerta no alvo, passavam cinco minutos. O Estrela ameaçava.

 

O jogo volta à estaca zero, as oportunidades de golo escasseiam, a bola é maltratada, as jogadas não têm profundidade. Os “polícias” voltaram a perigar a baliza “militar” aos 30 minutos, com Obed bem encostado à linha lateral a desferir um forte tiro por cima, o remate tinha selo de golo.

 

As duas equipas recolheram para o descanso com sinal mais para o Estrela. No reatamento os papéis invertem-se. Os “militares” assumem o protagonismo. Sem soluções no “pé-para-pé”, recorrem aos remates à distância.

 

O primeiro a tentar a sua sorte foi Romão, que num movimento de esquerda para direita flectiu para a zona da meia-lua e rematou forte, mas por cima, jogavam-se 67 minutos.

 

Instantes depois foi a vez de Jamal, que do meio da rua viu o seu tiro a roçar na trave antes de se perder para lá da linha final.

 

O último a envolver-se nessas tentativas inglórias dos “militares” foi Romão, que à entrada da área viu o seu forte remate a ser detido pelo guardião Frank. E quando tudo levava a crer que o nulo fosse o resultado final, eis que intercepta um ataque “militar” para fazer um rasgo pela direita com a defesa do Matchedje descompensada.

 

Quando o veterano levantou a cabeça viu Rachid bem posicionado na área e de cabeça, mal que recebeu o centro com conta, peso e medida, matou o jogo. Estavam decorridos 85 minutos.

 

Os “militares” não tiveram tempo para reagir e perderam um jogo no qual mereciam pelo menos um empate pelo que fizeram no segundo tempo. Samuel Chirindza esteve muito bem.

 

ÁRBITRO: Samuel Chirindza, auxiliado por João Paulo e Ivo Muiambo. O quarto foi Simões Guambe.

 

MATCHEDJE: Xavito; Manhice, Kiki, Manhiwa, Bush, Yannick, Zuma, Neto (Chico); Joe, Jamal e Romão (Ivan).

 

ESTRELA: Frank; Fanuel, Obede, Hilário, Aurito (Kley), Gregório (David), Sissoko, Dino; Danito, Clone e Rachid.

Golo: Rachid, 85’

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:15
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O CLUBE do Chibuto conquistou sábado, no campo do Ferroviário de Gaza, a primeira edição da Taça dos Combatentes ao vencer o Ferroviário de Maputo por 1-0.

 

Para além do troféu e medalhas, o Clube do Chibuto arrecadou 150 mil meticais, enquanto o Ferroviário foi premiado com 50 mil.

 

O único golo do encontro foi marcado por Adebayor à passagem dos 32 minutos. Um belo golo, diga-se de passagem. O avançado foi exímio na execução do lance, fazendo a bola passar por cima de Germano, que saiu dos postes para procurar diminuir o ângulo de remate.

 

Este tento veio, diga-se em abono da verdade, premiar aquela equipa que mais tinha procurado chegar ao golo. Johane deu o primeiro sinal de perigo, com um remate que saiu pouco ao lado da baliza e por duas vezes, em ambas, na sequência de livres directos dispôs de ocasiões flagrantes para colocar o Chibuto na frente do marcador. Na primeira parte os comandados de Lucas Barrarijo mandaram praticamente no jogo e poderiam ter saído a vencer por mais de um golo.

 

Quase a fechar a etapa inicial Cristhopher desferiu um remate em jeito e fez a bola rasar a trave. Tudo isto aconteceu perante um Ferroviário apático, que, sublinhe-se, teve no primeiro minuto uma contrariedade. Belo deslocou o cotovelo quando tentava fazer um corte. Mas não foi por aí que os “locomotivas” apresentaram-se em baixo rendimento, sobretudo na primeira parte. Faltou sim garra e atitude na disputa da bola e falta de dinamismo. Todos os lances a meio-campo eram ganhos pela equipa adversária.  

 

Na segunda parte, em particular nos últimos 15 minutos, o Ferroviário finalmente acordou, no entanto, antes disso tinha sido o Chibuto a criar perigo. Dário, de livre, pôs à prova Germano.  Este teve de rechaçar a bola a soco. Após esse lance os comandados de Caló subiram no terreno e começaram a ganhar o jogo a meio-campo. Chazil, com um forte remate, protagonizou a melhor oportunidade de golo dos “locomotivas”.

 

Estavam jogados 75  minutos. Este lance galvanizou a turma “locomotiva”, já que no minuto seguinte, na sequência de um livre bem marcado por Barrigana, Manucho cabeceia solto de marcação e faz o esférico passar a milímetros do poste. Depois foi a vez de Luís, que num remate acrobático atirou colocado, mas Zacarias voou para a defesa da tarde. Neste momento o Chibuto apostava no contra-ataque e foi numa saída rápida conduzida por Adebayor que Chicualacuala ficou perto de avolumar o marcador. O seu cabeceamento saiu à malha lateral.  Até ao final os “locomotivas” procuraram chegar à igualdade, mas sem sucesso.

 

A equipa de arbitragem, dirigida por Zacarias Chongo, fez um trabalho excelente.

 

 FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO:Zacarias Chongo, auxiliado por Ainad Ussene e Eduardo Chissano. Quarto árbitro: Gilia Matavele.

 

CHIBUTO: Zacarias; Narciso, Omar (Maninho), Changuale e Oben; Dário, Palatão (Luís), Cristopher e Chicualacuala (Big); Johane (Duda) e Adebayor.

 

FER.MAPUTO:Germano; Vasil (Gabito), Chico, Calima e Belo (Chazil); David (Mupoga), Muandro (Xadreque), Timbe (Dangalira) e Jair; (Barrigana) Manucho e Luís.

 

DISCIPLINA: Amarelo para Johane.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:05
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JOAQUIM Chissano, antigo Presidente da República, deu o pontapé de saída para o início da primeira edição da Taça dos Combatentes. O ex-estadista marcou presença no evento na qualidade de patrono desta iniciativa, que partiu do esposo da governadora da província de Gaza, Alberto Zeca, também presente na cerimónia, juntamente com o seu cônjuge Stella Zeca.

 

Joaquim Chissano mostrou aos milhares de presentes, que lotaram por completo o campo do Ferroviário de Gaza, que está em grande forma. Convidado a dar o pontapé de saída, Chissano entrou a correr e deixou o campo da mesma forma, levando ao delírio os adeptos do Chibuto e Ferroviário, que por breves momentos aplaudiram ao mesmo tempo e de pé. Antes desse momento inusitado vários grupos culturais brindaram os presentes com típica dança da província de Gaza.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:00
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A REAL Sociedade deslocou-se ontem ao terreno do Levante, do moçambicano Simão Mathe, em jogo da 9.ª jornada da Liga BBVA, de onde saiu com uma goleada por 4-0.

 

A goleada começou a ser construída logo ao minuto oito, por intermédio de Carlos Vela que viria a bisar na partida. Imanol Agirretxe ampliou a vantagem aos 35 minutos, levando os visitantes para intervalo a vencer por 2-0.


Já no segundo tempo, Illarramendi fez o terceiro à passagem do minuto 82 e a seis minutos dos 90 Carlos Vela bisa, fixando o resultado final em 4-0.


O Levante encontra-se agora na penúltima posição da tabela classificativa, com apenas seis pontos, enquanto a Real Sociedade está no 14.º lugar, com nove pontos.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:49
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A SELECÇÃO Nacional de Futebol não teve tarimba para superar a Zâmbia em partida da segunda “mão” da derradeira eliminatória de acesso ao CAN-Interno, cuja fase final terá lugar próximo ano no Ruanda. Mesmo jogando no seu próprio reduto os “Mambas” ressentiram-se do peso da goleada sofrida no terreno alheio (0-3) e o empate (1-1) ontem no Estádio da Machava colocou-os definitivamente fora da prova, na qual participariam pela segunda vez consecutiva, depois da presença na última edição na vizinha África do Sul.

 

Aos “Mambas” faltaram acima de tudo os argumentos suficientes e capacidade de impor-se perante uma equipa que, jogando de forma destemida, ainda se deu ao luxo de chegar com alguma facilidade próximo do último reduto moçambicano, criando alguns calafrios à defensiva caseira. E foi numa jogada quase morta que conseguiu o primeiro golo, por infantilidade dos “centrais”.  

 

Houve um cruzamento do lado esquerdo do ataque zambiano, tendo Festus Mbewe saltado mais que os “centrais”, fazendo o 1-0 aos 18 minutos. Guirrugo saiu igualmente mal na fotografia, visto que estava muito adiantado dos postes. Esticou-se, mas a tentativa de desviar a bola da trajectória da baliza foi inglória.

 

Contudo, foi Moçambique a desenhar a primeira jogada notável, com Isac a cabecear com precisão junto do primeiro poste, mas para a atenção do guarda-redes zambiano, Jacob Banda, aos quatro minutos. O lance surgiu na sequência de um pontapé de canto batido por Gildo, este que foi um dos poucos jogadores mais notáveis da turma moçambicana. A Zâmbia, por seu turno, já havia arrancado um livre mal aproveitado e descia com regularidade ao reduto moçambicano, com um futebol articulado e objectivo, tentando acima de tudo explorar os flancos.

 

Com dificuldades de penetrar na grande área zambiana, os “Mambas” ensaiaram alguns remates à meia distância, mas sem acertar o alvo. Não tiveram a flexibilidade necessária para fazer as transposições e baralharem o esquema defensivo zambiano, muito bem apoiado, enquanto lhes faltasse um homem com maior mobilidade para alimentar o ataque a partir do miolo. Diogo, colocado próximo do trinco Momed Hagy, não se desdobrou o suficiente para projectar jogadas que permitissem aos avançados penetrar na defensiva compacta dos zambianos. Fez as aberturas para as alas, mas estes pouco puderam fazer face ao aperto do cerco, daí que os flanqueamentos fossem quase nulos perante a possante defensiva zambiana. Aliás, os zambianos pouco se esforçavam, pautando por controlar os movimentos do adversário.

 

Maninho estremeceu as hostes zambianas com o tiro que saiu pouco desenquadrado com a baliza. A sua entrada para o lugar de Isac, logo no arranque da etapa complementar, foi exactamente para explorar o seu remate e altura. Mesmo com as alterações feitas o xadrez moçambicano continuou sem estratégia para penetrar no último zambiano, sobretudo pela zona frontal da grande área. Mas já tinham melhorado a sua actuação comparativamente à primeira etapa.

 

Mas foi a Zâmbia a chamar atenção à defensiva caseira. E quase surpreendia, com Charles Zulu a rematar cruzado depois de uma tabelinha no interior da grande área, tendo valido a atenção de Guirrugo.

 

Os “Mambas” aceleraram o passo a partir do segundo quarto da etapa complementar e já tinham mobilidade suficiente, mas foi necessário que o atacante Luís Miquissone, outro jogador mais saliente da turma moçambicana, usasse da sua técnica individual e fosse buscar as bolas no meio-campo, puxando a equipa para a ofensiva. Na sequência disso os “Mambas” acabaram beneficiando de uma grande penalidade, a castigar mão à bola do defensor zambiano Donasahamo Malama, na sequência de mais um pontapé de canto aos 82 minutos. Chamado a cobrar, o “capitão” Momed Hagy fê-lo com êxito. Foi o tento de honra para os moçambicanos, que mais uma vez acusaram o complexo de inferioridade diante da potência zambiana.

 

Já no último minuto de compensação Maninho foi à linha de fundo cruzar, para Nelito desviar o esférico quase a roçar o poste. E foi o fim de uma luta inglória do combinado nacional.

 

A equipa de arbitragem, toda ela do Zimbabwe, portou-se muito bem.

 

 FICHA TÉCNICA

 

COMISSÁRIO DA CAF: Doda Andrimiasasoa, do Madagáscar.

 

ÁRBITRO: Norman Matemera, auxiliado por Nsalani Ncube e Brigthon Nyika. O quarto árbitro foi Thabani Bamala, todos do Zimbabwe.

 

MOÇAMBIQUE – Guirrugo; Cremildo, Chico, João Mussica e Edmilson; Momed Hagy, Gildo (Nelson), Diogo (Nelito) e Reinildo; Luís Miquissone e Isac (Maninho).

 

ZÂMBIA – Jacob Banda; Daut Musekwa, Christopher Munthali, Buchizya Mfune e Boyd Mkandawire; Donashamo Malema, Winstion Kalengo, Paul Katema e Mwape Mwelwa (Spencer); Charles Zulu e Festus Mbewe (Conlyde Chepetsi).

 

DISCIPLINA: cartões amarelos para o moçambicano Momed Hagy e os zambianos Jacob Banda, Donashamo Malama e Buchizya Mfune.

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:22
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