Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 14 DE Julho 2015

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A PRIMEIRA jornada da segunda volta do Moçambola, ou seja, a 14.ª, ficou manchada por muita polémica devido às actuações controvérsias dos árbitros nalguns jogos, com o destaque para Ferroviário de Nacala-Maxaquene, no qual os “tricolores” foram claramente penalizados pelos homens do apito, tendo sofrido um golo irregular, o que lhes custou três pontos.

 

Mais do que isso, um jogador “tricolor” perdeu a cabeça e agrediu o árbitro, o que lhe valeu expulsão. Ademais, o técnico do Maxaquene também foi expulso, o que agravou ainda mais o cenário de um jogo que nem sequer chegou ao fim. No Songo, Artur Semedo queixou-se também dos árbitros no jogo frente ao Desportivo de Nacala.

 

Os juízos terão igualmente tentado prejudicar o Costa do Sol no confronto com a Liga Desportiva de Maputo. Esta ronda teve polémica também fora das quatro linhas com os adeptos do Desportivo de Maputo a exigir a cabeça do presidente do clube, Michel Grispos, e o resto de uma direcção que deve dois salários aos jogadores, segundo o técnico Dário Monteiro. Voltando para Songo, a equipa técnica do HCB teve de sair escoltada após o nulo frente ao Desportivo de Nacala.

 

Tudo isto mancha o início da etapa conclusiva de um campeonato que tem vindo a melhorar a cada jornada. Entretanto, a ronda serviu de reafirmação do Costa do Sol como candidato ao título depois da vitória sobre a Liga e o consequente segundo lugar isolado na tabela, bem como o agravamento da vida do Ferroviário de Quelimane goleada no Infulene, por 3-0, permanecendo no último lugar.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:29
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FOI um jogo bem e muito disputado e agradável de assistir, de princípio até ao fim, período durante o qual se notou claramente a actuação equilibrada dos intervenientes na contenda, e a chegar ao fim empatado com ou sem golos não escandalizaria ninguém que tenha marcado presença no novo Estádio Municipal da cidade de Nampula. Diga-se de passagem que os dois contendores bateram-se a valer e na sequência disso as oportunidades de golos desperdiçadas em ambas partes foram várias.

 

Porém, os treinados por Rogério Gonçalves entraram para este prélio a dominar na tentativa de surpreender o seu adversário. Tal foi a perdida flagrante de golo de Daudo, que aos 3 minutos, mesmo estando em posição privilegiada não consegue deferir um remate com êxito, numa altura em que se gritava o golo nas bancadas.


Na resposta e numa jogada de rápido contra-ataque, Maninho, que foi um autêntico quebra-cabeças para a defensiva dos “locomotivas” de Nampula, chutou sem muita convicção à baliza de Pinto, permitindo que este defendesse a bola sem sobressaltos. O bonito jogo foi ganhando mais dinâmica parte a parte.
Mas, eram os visitados que revelavam mais perigosos. Aos 20 minutos, depois de um trabalho de mestria de Dondo, pela ala esquerda, Óscar desperdiça uma grande oportunidade de inaugurar o marcador. Apercebendo-se do perigo que eventualmente podia ou corria, os “locomotivas” do Chiveve apertaram o cerco. No entanto, o equilíbrio veio à tona até que o árbitro apitou para o término da primeira parte.


 A exemplo do que sucedera no tempo inicial, a segunda parte do jogo começou praticamente com um lance de grande perigo junto da baliza de Willard. Aliás, eram decorridos apenas 2 minutos quando Dondo ganha a bola em disputa e remata com êxito. Embora em desvantagem no marcador, o Ferroviário da Beira continuava a ser muito perigoso no contra-ataque, muitas vezes faltando lhe a sorte.
O inconfundível Maninho incomodava sempre, embora em algum momento sem boa coordenação com os seus colegas. Aos 30 minutos o guarda-redes Pinto foi chamado a mostrar as suas capacidades defensivas num forte remate de Maninho.


Nos últimos minutos viu-se um Ferroviário de Nampula a aumentar a pressão sobre o seu oponente, na tentativa, sobretudo de defender o resultado que lhe era favorável, enquanto que o seu adversário tentava a todo o custo chegar ao golo de empate. Em suma, foi um bom jogo de futebol, onde entre os dois “irmãos” se bateram de igual para igual e acabou ganhado o mais sorteado.


FICHA TECNICA


Arbitro: Estêvão Matsinhe auxiliado por Olívio Adriano e Baltazar Hilário.


Ferroviário de Nampula- Pinto, Samito, Foster, Dondo, Óscar, Ernest, Vivaldo (Calton), Daudo, Carvalho (Massaua), Taíbo (Buramo) e Kalanga.


Ferroviário da Beira- Willard,Elísio, Emídio, Mambucho, Edson, Reinildo, Paíto, Fabrice (Henry), Gildo, Maninho e Nelito(Mário).


Acção Disciplinar: Amarelos para Foster, Ernest e Paíto.


Mouzinho de Albuquerque

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:16
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UM auto-golo de Chaguala aos 60 minutos do prélio permitiu o empate a um tento entre as formações do 1º de Maio de Quelimane e do Chibuto.

 

 Se não fosse esse auto-golo, diga-se de misercórdia, porque os deuses no rio dos Bons Sinais se tinham zangado, o Chibuto pela maneira clarividente e astuta de jogar teria saido do confronto com os três preciosos pontos.

 

Num jogo aguardado com enorme expectativa por parte dos dois contendores e adeptos, o 1.º de Maio pretende reiniciar a prova com uma vitória. A jogar em casa perante o seu público, os “operários” tinham motivação suficiente para produzir a vitória e consequentemente os três pontos em disputa e encarar os próximos jogos com bastante optimismo.

 

A equipa visitante estava a pisar o solo de Quelimane pela primeirissma vez e todo o cuidado era pouco mas precisava da vitória para também começar a segunda volta com o pé direito. Os adeptos, esses tambem já apostavam que as suas equipas iriam conseguir bons resultados.

 

Quando as duas colectividades desceram ao relvado, notou-se claramente que se pretendia disputar a posse dos três pontos. Todavia, o Chibuto foi mais astuto logo de início, pregando susto constante ao seu adversario através de jogadas de belo efeito que culminavam com remates à baliza, entretanto, sem produzirem os resultados desejados. Como corolário dessa actuação, Chiris abriu o activo aos dez minutos na sequência de uma jogada de contra ataque rápido que encontrou o guarda-redes contrário desprevenido. Estava feito o primeiro golo que silenciou por completo o insurdecedor barulho dos adeptos da casa.

 

O 1.º de Maio viu-se à nora e teve que se aplicar para equilibar o jogo. Aos 38 minutos, Mário recebeu o esférico na extrema esquerda, galgou terreno, cruzou para o “coração” da área, mas Banducho não conseguiu fazer o cabeceamento final quando o todo o “mundo” já estava de pé para gritar golo.

 

Até ao final da primeira parte o equilíbrio se impôs, mas com ligeira ascensão para a equipa visitante.

 

Na segunda, a equipa da casa fez a sua primeira alteração no xadrez inicial. Zulo fez descansar Banducho para lançar no jogo Onélio, que veio dar mais vida à manobra ofensiva dos donos da casa. E na sequência desta sufocante pressão que na tentativa de desviar um forte remate de Mário, Chaguala fez o auto-golo. O público agradeceu a misericordiosa falha do jogador do Chibuto. Depois da obtenção deste tento, o 1.º de Maio tentou impor alguma agressividade atacante, fazendo perfurações na área de rigor pecando, no entanto, por não marcar os golos.

 

Aníbal Armando realizou um bom trabalho.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Aníbal Armando, coadjuvado por José Mula e Pedro Madala. O quarto árbitro foi Isac Armando.

 

1.º DE MAIO: Aguinaldo, Friday, Agenor, Beto, Marcos, Rodrigues (Txi-txo), Muassano, Mário (Joaquim), Marcos, Banducho (Onélio) e Júnior.

 

CHIBUTO:Zacarias; Narciso, Chiris, Obrey, Chaguala, Chawa (Lelo), Maninho, Luís (Chicualacuala), Jossias, Dário Chissano e Cedric.

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Cartões amarelos para Narciso e Jossias do Chibuto e Mário do 1.º de Maio por antijogo.

 

JOCAS ACHAR

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:47
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A PARTIDA entre o Ferroviário de Nacala e o Maxaquene ficou marcada pela péssima actuação da equipa de arbitragem, que entrou para o campo decidido a encontrar o vencedor que não fosse a equipa treinada por Chiquinho Conde. António Muguambe e seus pares Alberto Muiambo e Abene Jussa foram as grandes figuras desta partida.

 

Esta tripla de juízes fez tudo para que os “tricolores” saíssem derrotados do campo da Bela Vista, o que viria a concretizar-se aos 87 minutos com golo irregular apontado por Marufo, depois de ter ajeitado o esférico nitidamente com a mão para se antecipar dum defesa contrário e do guarda-redes Simplex.

 

Foram diversas vezes que o trio de arbitragem cortou lances de ataque dos “tricolores”. Marcou faltas inexistentes em prejuízo dos visitantes, que, ainda no primeiro tempo, viram o seu treinador e massagista a serem expulsos do banco técnico.

 

Ciente de que estava num terreno difícil e com a equipa da arbitragem a favorecer os locais, o Maxaquene optou por pautar por um jogo calculista, para não ser surpreendido, mas debalde, porque os juízes fizeram questão de sentenciar o resultado da partida.

 

O jogo foi em si emotivo, com ambas as equipas a procurarem chegar ao golo. Foi nesse estilo que Simplex foi chamado a algumas intervenções e com algum brilho. O Maxaquene respondeu com um remate de Isac e que Jonas defendeu para canto, aos 36 minutos. As equipas recolheram para o intervalo sem abertura do marcador.

 

A segunda parte inicia-se com a farsa da equipa de arbitragem. O Maxaquene estava proibido de se aproximar à baliza contrária, somente com remates à meia distância como aquele de Okhani, aos 59 minutos, que obrigou Jonas a uma defesa apertada.

 

Com a partida a apontar para um fim com uma igualdade no marcador, eis que acontece o caso do jogo, aos 87 minutos, quando o Ferroviário de Nacala aponta o golo, depois de uma nítida mão à bola de Marufo. Os ânimos dos jogadores “tricolores” vieram ao de cima e de forma descontrolada, tendo Simplex e Zabula agredido o juiz da partida que acabava de validar o golo irregular.

 

A partida ficou interrompida por quase 10 minutos, que não foram compensados pelo juiz do encontro, facto que, para nós, deixou clara a sua intenção de prejudicar o Maxaquene. Reafirmamos que a arbitragem foi deveras tendenciosa e influenciou no resultado que penaliza a equipa “tricolor”, que ficou reduzida a nove unidades em campo, com a expulsão dos jogadores Simplex e Zabula.

 

FICHA TÉCNICA

 

FER. NACALA - Jonas; Norberto, Silva, Bheu e Micas; Ozias (Joca), Abu, Megas e Arnaldo (Da Silva); Marufo e Elias (Valter).

 

MAXAQUENE - Simplex; Zabula, Nito, Butana e Bernardo; Okhan, Rachide (Facky) e Mayunda; Isac, Imo (Luckman) e Michael.

 

ACÇÃO DISCIPLINAR:Cartões amarelos para Butana e Isac e vermelhos directos a Simplex e Zabula.

 

LUÍS NORBERTO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:35
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