Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 18 DE Maio 2015

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O TÉCNICO português, Victor Urbano, já não é treinador do Clube de Chibuto. A decisão foi tomada na tarde de ontem pelo técnico após o desaire frente ao Ferroviário da Nacala, por 1-0, em casa, em partida pontuável para a 10.ª jornada do Moçambola, prova na qual o Chibuto ocupa o 12.º lugar, com nove pontos.

 

Segundo o presidente daquele clube, Simão Cossa, a direcção aceitou prontamente o pedido de demissão do técnico português, até porque o seu desempenho não era dos melhores esta temporada. O fim do “casamento” terá sido forçado, por outro lado, pela pressão dos adeptos, que na tarde de ontem quase agrediam Victor Urbano, após a derrota frente aos nacalenses.

 

Houve desacatos em Chibuto, com os adeptos a amotinarem-se, pendido a cabeça do técnico.

 

Penso que já não há condições para continuar aqui. Foi bom ter trabalhado com esta equipa por um ano e meio. Foi uma boa experiência, mas neste momento não há ambiente, as coisas estão complicadas”, reconheceu Urbano.

 

Simão Cossa reagiu: “confirmo o afastamento dele (Urbano), se pediu para sair e nós aceitamos o pedido de demissão, o que iriamos fazer? É um alívio para nós porque não trazia resultados nenhuns”, atirou.

Entretanto, a direcção do Chibuto indicou interinamente Lopes Cumbana, até então adjunto, como treinador interino dos “guerreiros” até à contratação do novo timoneiro que pode ser moçambicano ou estrangeiro.

 

A careira de Victor Urbano no futebol moçambicano tem sido desastrosa, desde a sua chegada ao país em 2011 pela porta do HCB, onde não teve sucesso, tendo sido corrido no ano seguinte.

 

Em 2013 foi para o Ferroviário de Maputo, clube no qual não tem boas recordações, tendo somado uma série de derrotas que precipitaram o seu precoce afastamento. Desde ano passado treina o Chibuto e após ano e meio de altos e baixos, acabou se rendendo. Aliás, há muito que já não reunia a confiança da direcção.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:10
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ISSO mesmo! Para aquilo que o Desportivo e o Ferroviário da Beira apresentaram, na tarde de ontem, no campo do Costa do Sol, mesmo se o árbitro tivesse prolongando o jogo por mais 90 minutos, ninguém marcaria.

 

Ninguém marcaria porque os avançados estavam de férias, ao ponto de até um penalte não ser convertido em golo.

 

Mas, vale a pena começar de baixo para cima. A partida inicia-se com o Ferroviário da Beira atirado ao ataque, procurando surpreender a defensiva “alvi-negra” ainda antes de se entrosar.

 

Logo aos cinco minutos há um remate de Mário na direita que bate na malha lateral. Dois minutos volvidos, o mesmo jogador atirou forte, de cá do meio da rua, mas por cima.

 

 O Desportivo optou por fazer um jogo directo, com toda a equipa a jogar para Lalá, o homem mais adiantado. Doutro lado, o Ferroviário da Beira, mesmo com muita bola e muitos ataques, não conseguia criar um verdadeiro perigo para Wilson.

 

Aos 14 minutos, Mário voltou a estar em destaque, ao rematar para uma defesa segura do guardião do Desportivo, e pouco depois foi Elísio que tentou a sua sorte de longe, mas Wilson voltou a deter o esférico.

 

O Ferroviário carregava, mandava no jogo, pois o adversário estava um tanto ou quanto apático, com tantas perdas de bola no meio-campo. Aos 27 minutos, há uma triangulação entre Fabrice, Mário e Maninho que culmina com o remate deste último que ficou nas mãos de Wilson.

 

Aos 38 minutos, o momento do jogo. Mambucho, na tentativa de fazer um alívio, joga a bola com a mão na área e o árbitro assinala uma grande penalidade para o Desportivo, desperdiçada por Lanito, que permitiu a defesa de Willard.

 

O avançado “alvi-negro” tentou redimir-se à beira do intervalo, naquele remate em arco com selo de golo cortado por Mambucho, quando ía em direcção às redes “locomotivas”.

 

Foi-se ao intervalo, e no segundo tempo a qualidade do espectáculo deteriorou-se, com as duas formações a fazerem um jogo viril com a complacência do árbitro.

 

Aos 69 minutos há uma falta sobre Infren na área, mas o árbitro fez vista grossa, evitando assinalar o segundo penalte para o Desportivo.

 

O lance mais vistoso surgiu a sete minutos dos 90, quando Jacob apareceu isolado na área “alvi-negra” a rematar para uma enorme defesa de Wilson.

 

Celso Alvação e sua equipa cometeram muitos erros, tendo deixado passar muitas faltas, para além de não ter admoestado alguns jogadores que violaram grosseiramente as leis de jogo.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Celso Alvação, auxiliado por Olívio Saimone e Carlos Manuel. Quarto árbitro foi Amosse Lázaro.

 

DESPORTIVO DE MAPUTO: Wilson; Sidique, Hermínio, Agy, Jorge; Infren (Mambo) , Carlitos, Henrique, Sataca (Cristóvão); Lanito (Lanito), e Lalá.

 

FERROVIÁRIO DA BEIRA: Willard; Elísio, Cufa, Mambucho, Edson; Reinildo, Paíto, Gildo, Fabrice (Ricardo); Maninho (Dayo) e Mário (Jacob).

 

DISCIPLINA: amarelos para Cufa (Ferroviário) e Agy (Desportivo).

 

Sérgio Macuácua

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:01
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PARA-A-ÉPOCA-FUTEBOLÍSTICA-2015-Desportivo-de-Na

 

ENTROU melhor o Desportivo de Nacala que jogando no seu reduto tinha tudo para fazer aquilo que lhe competia, até porque desde que a equipa local está nesta prova nunca averbou uma derrota, senão o ano passado com os “locomotivas” de Quelimane.

 

A equipa treinada por Arnaldo Ouana impôs-se desde o início da partida e, fruto desse domínio, aos quatro minutos, adiantou-se no marcador com golo a ser apontado por Faizal.

 

Apercebendo-se do prejuízo, o Ferroviário de Maputo foi atrás do rombo que já havia consentido, com Diogo mais inconformado a remar contra a maré, e aos 19 minutos a obrigar Valério a uma defesa dum remate que levava selo de golo.

 

Com o domínio da partida sob controlo dos treinados por Victor Pontes, já em tempo de compensação ainda no primeiro tempo, o Ferroviário chegaria ao golo por intermédio de Diogo, que na marcação de um livre faz o empate com algum mérito, aos 47 minutos.

 

Inconformados com o resultado e porque estava a jogar no seu terreno, o Desportivo de Nacala entrou para a segunda metade da partida mais afoito, ante um adversário que jogava mais para o empate, e não tardou que aos 74 minutos Odilo alargasse a vantagem no marcador para os donos da casa.

 

Numa partida disputada sob um signo de equilíbrio, saiu vencedora a equipa que soube aproveitar as oportunidades de golo que surgiram ao longo da partida que não teve momentos emotivos que se tem vivido na Bela Vista, onde Luís Jumisse, coadjuvado por Júlio Muianga e Carlos Cuambe, realizou um bom trabalho

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITROS: Luís Jumisse, auxiliado por Júlio Muianga e Carlos Cuambe.

 

DESPORTIVO DE NACALA:Valério; Idrissa, Caló (Gito), Joa e Kikito; Faizal (Miter), Essien, Maninho e Sanito; Odilo e Scander (Sabito).

 

FERROVIÁRIO DE MAPUTO:Leonel; Vasil, Jeitoso, Chico e Edmilson; Timbe, Diogo, Calima (Mupoga), Maurício (Luís); Jair, (Barrigana) e Manucho.

 

Acção disciplinar: Amarelo a Vasil do Ferroviário de Maputo.

 

LUÍS NORBERTO

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:52
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DOIS golos de belo efeito, mas sofridos, apontados por Júnior na segunda metade do jogo salvaram a honra do 1.º de Maio que já tinha sido posta em causa quando a turma visitante se tinha adiantado no marcador.

 

Júnior, um avançado de estatura mediana, pouco lutador mas calculista nas intenções de golo, devolveu a alegria aos espectadores que aos poucos iam abandonando as bancadas, uma vez que a equipa da casa estava a perder e com uma actuação descolorida que não dava indicações de virar o resultado.

 

Este jogo valeu pela segunda parte na qual as equipas alteraram os seus xadrezes iniciais e marcaram golos.

 

Na primeira parte, as duas colectividades estiveram completamente apagadas, transparecendo que teriam firmado "um acordo de não agressão" muito por culpa dos intérpretes dos esquemas tácticos traçados.

 

Apesar disso, a formação visitante mostrou uma ligeira capacidade de organização táctica e técnica durante os primeiros quarenta e cinco minutos. Jogou rente à relva, procurando explorar no máximo as brechas do seu adversário para canalizar o seu jogo ofensivo, pecando no entanto, na falta de pontaria dos seus ataques.

 

Aliás, os três remates que os avançados da ENH fizeram à baliza contrária foram defendidos com segurança por Dinho, o guarda-redes do 1.º de Maio

 

O primeiro sinal de perigo aconteceu aos oito minutos. Júnior falha uma soberba oportunidade de violar a baliza contrária. Recebeu um cruzamento do lado esquerdo, teve tempo para parar o esférico e encher o pé para fazer um remate certeiro, mas acabaria por disparar para as “nuvens”.

 

Com o nulo no marcador, os três conjuntos recolheram aos balneários. Na etapa complementar, a ENH apareceu mais afoita e destemida para se adiantar no marcado. Aos doze minutos, Kingongo gelou o campo dos “locomotivas”, ao abrir o activo. Este golo veio numa altura como um prémio para justificar a melhor equipa em campo.

 

Perante o seu público, os jogadores do 1.º de Maio sentiram o peso na consciência. O treinador Zulu fez três substituições rápidas para potenciar o sector atacante. Tirou Onélio, Eurico e Whea, e para os seus lugares entraram Danilo, Muassano e Mário, respectivamente.

 

A equipa acordou e tentou incomodar muitas vezes a defensiva contrária com ataques persistentes. Como fruto dessa actuação, Júnior restabeleceu a igualdade aos trinta e quatro minutos numa jogada de insistência.

 

Os locais acreditaram que podiam fazer mais, o público pressionou os jogadores. Já sobre o minuto quarenta e cinco, Júnior voltar a marcar na sequência de um pontapé de canto. Este golo representou uma machadada final de uma vitória efusivamente festejada no meio de um aparato policial bem reforçado na sequência dos incidentes da semana passada entre o Ferroviário local e Liga Desportiva.

 

O trabalho da equipa de arbitragem chefiada por Filimão Filipe é incontestável. Acção disciplinar: Vermelho para Eurico da ENH já no banco, por ter contestado a decisão do árbitro com palavras injuriosas. Amarelo para Sergito.

 

1.º DE MAIO: Dinho; Agenor, Friday, Marcos, Beto; Rodrigues, Eurico (Muassano), Nelson, Onélio (Danilo); Júnior e Whea (Mário).

 

ENH: Abdul; Sergito (Paninga), Moses, Gonçalves (Jorge), Filipe; Kingongo, Eurico (Paulo), Cândido, Kadri; Abílio e Matlombe.

 

JOCAS ACHAR

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:40
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O DUELO entre a Liga Desportiva e o Maxaquene traduziu-se em dois momentos a assinalar: uma primeira parte um tanto ou quanto apático, isto porque as duas equipas estiveram amaradas aos sistemas tácticos, portanto com os movimentos limitados, porque pouco criaram espaços para que o seu jogo fluísse, o que proporcionaria reacções de parte-a-parte.

 

O segundo momento da partida é caracterizado pelo recuo premeditado do Maxaquene logo à entrada para a segunda parte. E esta decisão facilitou a Liga, que exerceu forte pressão logo de início e com Andro à procura do golo a todo custo, assistindo aos companheiros de ataque e experimentando remates que levaram muito perigo à baliza de Simplex.

 

Com um meio-campo povoado e compacto, a Liga apostou no 4x5x1, montou uma estratégia que exigiu do Maxaquene maior criatividade. Sem recursos para o fazer, optou pelo clássico 4x4x2 face à fraca mobilidade dos seus homens posicionados no miolo, nomeadamente Whisky e Okhan, teve muitas vezes de recuar à busca de saídas que não encontrava face ao receio e fraco atrevimento nas iniciativas que tentou empreender a partir do seu meio-campo. Enquanto isso, a Liga, mesmo com o meio-campo concorrido, teve dificuldades de penetrar pelo corredor central e as tentativas de flanqueamento ora por Kito ora por Manuelito encontraram a resposta dos “centrais” e do próprio guardião Simplex, que esteve muito seguro nos postes.

 

Perante esse cenário de crise de ideias e falta de ousadia de parte-a-parte, o Maxaquene teve algum protagonismo pela flexibilidade e capacidade individual dos seus homens mais avançados, nomeadamente Isac e Lukman. E foi através de colocações a partir da sua zona que o Maxaquene conseguiu levar as bolas a estes dois malabaristas que, aproveitando a sua capacidade técnica e táctica, ensaiaram alguns arranques que baralharam a defensiva da equipa da casa. Foi assim que Isac, depois de tirar Chico pela frente, convidou Rachide para a primeira intervenção “tricolor” de vulto, mas o seu remate saiu desenquadrado com a baliza, aos 22 minutos. Antes, Lukman tinha empurrado a defensiva até à pequena área, mas foi travado pela muralha quando tentava rematar.

 

Perante um jogo de muitas cautelas defensivas e em que pequenos erros seriam fatais, a Liga continuou a fechar os caminhos do Maxaquene e só reagiu com muita força no último quarto da primeira parte, quando o técnico português Litos trocou o ala Manuelito pelo avançado Telinho para galvanizar mais o ataque. Foi a partir desta altura que a Liga cresceu e Telinho foi de imediato chamado a testar as capacidades de Simplex. Mas a bola não levou força suficiente para transpor a linha de golo, permitindo que Butana chegasse a tempo do alívio, aos 40 minutos.  

 

E a seguir à esta perdida veio o golo do Maxaquene. Rachide foi bem visto por Lukman, que, após a cobrança de um livre e insistência “tricolor”, vê o baixinho em posição privilegiada e faz a colocação perfeita para o desvio certeiro, aos 42 minutos. Com este resultado foi-se ao intervalo.

 

Porém, quem esteve mais próximo do golo foi o Maxaquene, mas Isac não soube evitar Milagre após assistência de Okhan para o seu isolamento, aos 48 minutos.

 

A Liga continuou na mó de cima e a entrada do médio ofensivo Nando e do “artilheiro” Jerry galvanizaram mais o ataque. Porém, Simplex continuou seguro nos postes e fez o público vibrar com duas excelentes defesas de tiros à “queima-roupa” desferidos junto da pequena área já nos minutos finais da contenda.

 

O árbitro da partida Samuel Chirindza esteve à altura do embate.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO:Samuel Chirindza, auxiliado por Ivo Muiambo e Pedro Madala. O quarto árbitro foi Sérgio Rumbana.

 

LIGA DESPORTIVA:Milagre; Kito, Gildo, Chico e Eusébio; Manuelito (Telinho), Liberty, Momed Agy, Andro e Neymar (Nando); Washington (Jerry).

 

MAXAQUENE:Simplex; Moniz, Butana, Nito e Zabula; Rachide (Fochy), Whisky, Okhan e Mayunda; Isac (Loló) e Lukman (Michel).

 

DISCIPLINA:cartões amarelos para Gildo e Telinho, da Liga; Moniz e Isac, do Maxaquene.

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:28
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O Desportivo de Maputo sagrou-se campeão da Cidade de Maputo em Basquetebol sénior masculino da época 2014/15, após derrotar o Ferroviário de Maputo por 2-0, com os parciais de 48 - 39 e 70 - 63, na final dos “play-off’s”. Os dois jogos foram caracterizados por demasiada agressividade dos “locomotivas”, que forçaram que três jogadores “alvi-negros” terminassem o segundo jogo a sangrar.

 

Foi, sem dúvida, um dos melhores campeonatos da cidade que se assistiu nos últimos anos.

 

A rivalidade demonstrada em campo, principalmente na fase final, foi disso exemplo. A equipa do Desportivo estaria teoricamente mais desgastada psicológica e fisicamente, uma vez que fez os três jogos dos “play-off”s” nas meias-finais diante d’A Politécnica, facto que foi evitado pelo seu adversário que despachou a UP por 2-0, beneficiando-se, assim, de mais uma semana de descanso. Todavia, foram os “alvi-negros” que demonstraram mais frescura física e sabendo gerir as situações de pressão que iam surgindo no(s) jogo(s).

 

FINAL DE NÍVEL INTERNACIONAL

 

O primeiro jogo da final teve lugar no pavilhão do Desportivo e contou com a presença do músico angolano Matias Damásio, que veio à convite da Vice-ministra da Juventude e Desportos, também presente, bem como do novo seleccionador nacional, Iñaki Garcia, ladeado pelo presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB), Francisco Mabjaia. Outras figuras estiveram no local, como foi o caso do treinador dos actuais campeões nacionais, Luiz Hernandez (Ferroviário da Beira) entre outros veteranos da modalidade e dirigentes desportivos.

 

O pavilhão das “águias” não esteve lotado, mas observou um recorde no que, ao campeonato da cidade diz respeito. Foram mais de 650 pessoas que adquiriram o bilhete a fim de assistir clássico da capital, senão nacional.

 

O Desportivo assumiu o papel de anfitrião e comandou o jogo nos quatro períodos. No primeiro período, os “locomotivas” perdiam por nove pontos (11 - 20), tendo saído ao intervalo a perder por 10 pontos (19 – 29), num jogo em que o lesionado Snoop, foi bastante sacrificado pelos seus adversários, enquanto Pio Matos fazia o que já nos havia habituado, carregar a equipa e marcar vários lançamentos triplos, mesmo em elevados graus de dificuldade e pressão.

 

O terceiro período o Ferroviário teve o seu melhor momento de ponto de vista de concretização, assinalou 11 pontos contra nove do Desportivo, ainda assim, não evitou uma desvantagem de sete pontos (30 – 37) aos donos da casa, que foram avassaladores no momento decisivo, estabelecendo o resultado final em 48 – 39. Os comandados de Bernardo Matsimbe apenas deviam vencer no sábado para festejar o título. E foi que aconteceu.

 

Deanof Potompuanha

 
 
Fonte:Desafio
 
publicado por Vaxko Zakarias às 09:33
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