Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 11 DE Maio 2015

NYIRENDA.png

 

FOI confirmado na tarde de ontem o zambiano Wedson Nyirenda como treinador principal do Ferroviário, depois de tantas especulações. Nyirenda, que vem substituir Lucas Bararrijo, que pediu demissão há duas semanas devido aos maus resultados que a equipa amealhava no Campeonato Nacional de Futebol.

 

O novo timoneiro do Ferroviário da Beira foi confirmado pelo presidente do clube, Valdemar Oliveira, que revelou que o treinador assinou o contrato até final desta época, devendo a sua renovação em função dos resultados que ira obter ao longo da presente temporada.

 

Oliveira explicou que o novo timoneiro dos “locomotivas” do Chiveve tem a dura missão de cumprir com os objectivos que a Direcção previamente traçou, que é de conquistar o Moçambola e a Taça de Moçambique esta temporada.

 

Falámos que a devido momento iremos anunciar o novo treinador de dimensão do Ferroviário da Beira e encontramos o mister Nyirenda e a sua contratação foi consensual por que reúne os requisitos que nós como direcção exigimos. Ele é a pessoa certa que pode levar o Ferroviário para o destino que nós pretendemos’’disse o presidente do clube.

 

Por seu turno o novo treinador da turma beirense, Wedson Nyirenda, disse ter pela frente um grande desafio de orientar um clube como Ferroviário da Beira que se encontra a atravessar maus momentos.

 

Sublinhou que algo deve ser feito para ultrapassar esta crise de resultados visto que a equipa troca bem a bola mas o que falta é a finalização, aliás era a única equipa que lhe impressionava aquando da sua estadia em Moçambique treinado o HCB do Songo.

 

’Prometemos injectar aos jogadores o nosso saber para que o público de Sofala volta a ter glórias, o Ferroviário tem grande equipa e é capaz de chegar mais longe. Vamos ver o que devemos fazer para virarmos esta página para o melhor de forma a voltar a conquistar o seu bom nome no panorama futebolística do país, disse Nyirenda.

 

LAINTON SIFA

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:54
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ISAC.png

 

JOGO morno na primeira parte, com o Maxaquene a dar a iniciativa ao adversário, valeu pelo golo de Isac no segundo tempo, que foi a etapa mais emotiva.

 

O Chibuto entrou direccionado à baliza contrária, com Johane, Cedric e e Chicualacuala a serem as principais ameaças à defesa “tricolor”.

 

Mas o caudal ofensivo dos “guerreiros” não era acompanhado de oportunidades claras de golo. A partir do minuto 20, o Maxaquene tomou às rédeas, o que fez com que o Chibuto se limitasse aos contra-ataques.

 

Isac, Moniz e Luckman eram a dor de cabeça para a defesa do Chibuto e por várias vezes ameaçaram a baliza de Zacarias.

 

Entretanto, a primeira oportunidade clara de golo pertenceu à equipa da província de Gaza, aos 30 minutos. Simplex, fora dos postes, perde no duelo com Johane na área e este fez um passe atrasado para Cedric, que de imediato endossa o esférico para Chicualacuala, que rematou de cabeça para fora.

Foi a melhor oportunidade dos “guerreiros” no primerio tempo.

 

O Maxaquene respondeu instantes depois, com Mayunda a fazer um centro para Isac, que se deslumbra, cabeceando para a defesa de Zacarias. Aos 35 minutos, Michael desfere um remate do meio da “rua” directamnte para as mãos de Zacarias. Três minutos volvidos, Nito tentou a sua sorte à distância, mas Zacarias voltou a ficar com o esférico.

 

A melhor oportunidade do primeiro tempo para os “tricolores” surgiu aos 44 minutos, com Luckman a respodner de cabeça a um centro vindo da esquerda na sequência de um livre, mas, uma vez mais, Zacarias brilhou, defendendo para canto.

 

Foi-se em branco ao intervalo. Na segunda parte, o jogo tornar-se mais aberto e emotivo. Mais uma vez o Chibuto entrou com força e logo aos três minutos falhou um golo certo por intermédio de Johane. O avançado burundês foi perdulário, num lance em que Simplex já estava completamente batido, rematando ao lado, quando os adeptos já gritavam golo.

 

Os visitantes não baixaram os braços, continuaram a pressionar o adversário, mas sem sucesso na hora da verdade. O Maxaquene já apareceu aos 61 minutos, quando Isac aparece na cara de Zacarias para responder a um centro de Mayunda, o capitão “tricolor” chutou ao lado.

 

Afinal era o aviso à navegação, o golo que fez a diferença na partida não tardou, e foi Isac a facturar. A combinação com Luckman é perfeita e confunde a defesa de Chibuto, que de repente viu Isac na cara de Zacarias, mas desta vez a não desperdiçar, era o 1-0. Com o golo, o Maxaquene cresceu bastante, sendo que aos 87 minutos Isac quase bisava, mas Zacarias fez uma defesa de recurso.

 

Pouco tempo depois de entrar, Chaua incomodou por duas vezes a baliza de Simplex, já ao cair do pano. No primeiro lance fez um portentoso remate que saiu milimetricamente ao lado. Já sobre o último minuto dos quatro de compensação surge isolado na área, mas o seu remate ficou nas mãos de Simplex, que desta forma evitou o empate.

 

A arbitragem de Inácio Sitoe não teve mácula.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Inácio Sitoe, auxiliado por Célio Mugabe e Mário Albino. O quarto árbitro foi Aníbal Armado.

 

MAXAQUENE: Simplex; Moniz (Butana), Nito, Zabula, Bernardo, Wisky, Rachid (Nelsinho), Michael (Jacinto), Mayunda, Isac e Luckman.

 

CHIBUTO: Zacarias; Christopher (Adebayor), Chicualacuala, Maninho, Jossias, Johane, Obel, Leo (Luís), Duda, Cedric (Chaua) e Omar.

 

DISCIPLINA: amarelo para Zacarias (Chibuto)

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 
 
Fonte:Jornal Noticias
 
publicado por Vaxko Zakarias às 12:48
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A NONA jornada do Moçambola fica marcada pelas cenas de violência que aconteceram no campo do Ferroviário de Quelimane, com os adeptos da formação da casa a protestarem veementemente contra a equipa de arbitragem comandada por Estêvão Matsinhe, que assinalou um penálti a favor da Liga. Esse lance, que gerou um autêntico caos, viria a resultar na derrota dos “locomotivas” de Quelimane.

 

Após a marcação da grande penalidade, o jogo não reatou. Adeptos enfurecidos arremessaram pedras, latas e outros objectos contundentes para o interior do relvado pondo em causa a integridade física dos que se encontravam no rectângulo do jogo. Face a este cenário, Estêvão Matsinhe foi obrigado a interromper o desafio, quando faltavam ainda jogar cinco minutos de compensação, e dar a vitória à Liga. Segundo o regulamento, um jogo interrompido só se repete em caso de impedimento por questões climatéricas.

 

Cenas destas vão-se repetindo nos vários relvados nacionais, com os árbitros a serem alvo de fortes críticas, por causa de actuações (rezam as crónicas) que deixam muito a desejar.

 

Se em Quelimane viveu-se uma autêntica batalha campal, com o autocarro da Liga a ser vandalizado, no Campo do Costa do Sol houve festa com uma vitória selada já no final, por 2-0, sobre o 1.º de Maio de Quelimane. Com esta vitória, os “canarinhos” sobem ao quarto lugar.

 

Um momento igualmente festivo vivem os vizinhos Maxaquene e Desportivo que venceram, respectivamente, o Chibuto e o Ferroviário, por 1-0. O golo dos “tricolores” foi marcado pelo “salvador” Isac, enquanto Lala apontou o tento dos “alvi-negros”.

 

O Desportivo somou a segunda vitória consecutiva. Um começo glorioso para o técnico Dário Monteiro que tira as “águias” dos lugares de despromoção para o oitavo lugar.

 

No “derby” de Nacala, o Ferroviário venceu o Desportivo, por 2-0, enquanto a ENH não foi além de um empate com o Ferroviário de Nampula, por 1-0, e caiu para o último lugar.

 

O Ferroviário da Beira bateu, em casa, a HCB, por 1-0, e deixou os lugares de despromoção.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:18
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NUMA partida que em princípio o resultado era imprevisível, tratando-se de um dérbi local, onde cada uma das equipas queria vencer, o Ferroviário de Nacala, mostrou-se mais eficaz na concretização das oportunidades de golo que teve para sentenciar o resultado final, ante o desespero dos adeptos do Desportivo, também da mesma cidade.

 

Tratando-se de um jogo “histórico”, em que estas duas equipas rivais se defrontavam pela primeira vez na prova máxima do futebol moçambicano, arrastou para o sintético da Bela Vista pouco mais de dez mil espectadores, naquela que se pode até considerar a primeira maior enchente dos jogos do Moçambola disputados na presente temporada.

 

Num jogo aberto, com as duas equipas sem se preocuparem com o habitual estudo mútuo nos primeiro minutos da partida, o avançado Elias, do Ferroviário de Nacala, deu o primeiro aviso, a atirar forte quando ainda estavam jogados dois minutos da partida, mas o esférico ganhou altura para cima da trave da baliza defendida por David.

 

No minuto seguinte, na cobrança de um livre, Sanito, no seu jeito peculiar, obriga Jonas a uma defesa de recurso para canto, naquele que seria o primeiro lance de perigo para o golo do Desportivo de Nacala, quando estavam jogados quatro minutos.

 

Abertas as hostilidades em ambas as partes, passou-se a assistir a uma partida bastante equilibrada, com as duas equipas a “desbobinarem” um futebol para o agrado dos espectadores, o perigo de golo rondando nas duas balizas antagónicas, até que quando se pensava que se iria ao intervalo com um nulo no marcador, o experiente Marufo faz o primeiro golo da partida aos 42 minutos, respondendo de cabeça ao cruzamento de Micas.

 

No reatamento, o Desportivo, inconformado, entrou e deu tudo para dar volta ao resultado, que lhe era desfavorável, pecando apenas no aspecto da concretização, porque aos 55 minutos Maninho defronte da baliza de Jonas preferiu usar a força do seu pé, ao invés do jeito, atirando o esférico para as nuvens.

 

O Desportivo de Nacala voltou à carga aos 65 minutos, com Joa a atirar forte e bem colocado, mas que o seu remate encontrou pela frente uma defesa em grande de Jonas, que na tarde de ontem esteve acima do seu nível, a defender numa situação acrobática para canto.

 

Mas do que isso e, porque o Ferroviário de Nacala se havia remetido à defesa para resguardar o magro um a zero que lhe era favorável, deu espaços para que a turma adversária se agigantasse no terreno e ganhasse muitas manobras de invadir o reduto mais recuado do seu adversário e, neste período de domínio, Sanito teve tudo para empatar o jogo, quando isolado atira fraco e à figura de Jonas, aos 76 minutos, para o desespero dos seus adeptos.

 

Quando tudo apontava que o Desportivo a qualquer momento chegaria ao golo de empate, já em tempo de compensação, o Ferroviário de Nacala sentencia o jogo ao marcar o segundo tento, por intermédio de Djimo, que acabava de entrar, num lance em que a equipa treinada por Arnaldo Ouana foi colhida em contrataque, matando por completo as expectativas dos rivais.

 

Arlindo Nuvunga, que dirigiu o encontro, auxiliado pró Ivo Muiambo e Salomão Filipe, realizaram o trabalho impecável e sem espinhos, numa partida, a principio, de alto risco.

 

FICHA TÉCNICA:

 

Árbitros– Arlindo Nuvunga, auxiliado por Ivo Muiambo e Salomão Filipe.

 

Ferroviário de Nacala– Jonas; Norberto, Silva, Bheu, Micas e Megas (Djimo); Ozias, Abú e Chelito; Marufo (Zainal) e Elias (Valter).

 

Desportivo de Nacala– David; Idrissa, Isaías, Joa, Kikito e Miter (Zé); Essien (Tony), Maninho e Sanito; Gito (Odilo) e Faizal.

 

Acção disciplinar: Amarelos a Kikito e Joa, ambos do Desportivo de Nacala

  Luís Norberto

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:01
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Desportivo-Vs-Ferrov_-J.png

 

O Desportivo teve ontem uma exibição que, sem dúvida, lhe confere o estatuto de vencedor merecido pela atitude e convicção demonstradas durante a contenda na qual acabou impondo-se sobre o seu adversário também pela determinação e alguma ousadia na prossecução do seu jogo.

 

Com um futebol construtivo e progressivo, privilegiando a circulação de bola e movimento ascendente das suas pedras para o reduto mais recuado dos “locomotivas”, os “alvi-negros” acabaram assumindo o controlo do jogo à entrada do segundo quarto da partida, dando indicação de que estavam determinados a sair deste encontro com um resultado encantador.

 

O jogo acabou ganhando algum equilíbrio, por um lado, devido à mesma disposição táctica com que se apresentaram as duas equipas de início (4x4x2), também pela característica quase comum na sua forma de actuação: jogo aberto e progressivo, assente na circulação de bola e exploração dos corredores com o objectivo de colocar a bola para o jogador mais solto na zona de finalização.

 

A diferença na actuação das duas equipas residiu na eficácia e firmeza por parte dos “alvi-negros”, enquanto os “locomotivas” denunciaram algumas falhas no acerto do passe e controlo do esférico, perdendo com alguma frequência a posse de bola e ou colocando o esférico em lugares errados, beneficiando o adversário, ora recuando desnecessariamente na posse de bola. Isso não só embaraçava o seu jogo, como também permitia que o Desportivo se organizasse melhor na retaguarda. O “capitão” e artilheiro Luís foi a pedra mais desarticulada, e matou várias vezes algumas iniciativas notáveis para o ataque.

 

A primeira parte acabou resumindo-se a três lances notáveis, começando pela antecipação de Ifren a Edmilson na sequência do centro de Lanito, mas o remate de primeira saiu desenquadrado com a baliza, aos 16 minutos.

 

O Ferroviário reagiu de seguida com Timbe a atirar para as alturas à entrada da grande área. A assistência foi de Jair. Feito isto, o Desportivo voltou à carga, com uma “bicicleta” mal feita de Lalá na tentativa de desviar para o centro de Mastyle, aos 34 minutos. A falta de discernimento e direcção com a baliza prevaleceu em ambas as partes. Manucho foi quem fechou o ciclo vicioso desviando igualmente para as alturas o centro de Diogo.

 

O Desportivo regressou do intervalo mais lúcido, enquanto Ferroviário continuava a não ter uma boa visão na explanação do seu jogo, apesar de ter melhorado com as substituições feitas, com destaque para a entrada do ala Barrigana e do artilheiro Maurício, que, com o seu vigor, galvanizou o ataque em luta constante com os “centrais”.

 

E por pouco não marcou, porque Agy tirou o esférico quase a atravessar a linha de golo, aos 69 minutos. Mas antes foi o “central” Chico que, numa das suas subidas, teve uma sobra atirando para a defesa do guarda-redes Helvêncio para canto. E, finalmente, apareceu o golo do Desportivo, que, também com as mexidas feitas por Dário Monteiro, teve um crescente ofensivo que culminou com o tento bem marcado por Lalá, aos 78 minutos. O Ferroviário tentou mais não conseguiu evitar a derrota.

 

FICHA TÉCNICA

Árbitro: Zefanias Chijamela, auxiliado por Teófilo Mungoi e Osvaldo de Jesus. O quarto árbitro foi Samuel Chirindza.

FER. MAPUTO – Germano; Chiza (Maurício), Jeitoso, Chico e Edmilson; Diogo, Calima, Timbe e Jair; Manucho (Barrigana) e Luís (Chadreque). 

DESPORTIVO – Helvêncio; Sidique, Agy, Hermínio e Jorge; Ifren (Betinho), Carlitos, Henrique e Mastayle (Tchaka); Lanito (Sataca Jr.) e Lalá.

DISCIPLINA: cartões amarelos para Chico e Calima.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:26
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  Equipas J V E D P
1 Liga Desportiva 9 5 4 0 19
2 Maxquene 9 6 1 2 19
3 F. de Maputo 9 4 3 2 15
4 Costa do Sol 9 4 3 2 15
5 F. de Nacala 9 4 1 4 13
6 D. Nacala 9 3 3 3 12
7 F. de Nampula 9 3 2 4 11
8 D. Maputo 9 3 2 4 11
9 HCB Songo 9 3 1 5 10
10 1º de  Maio 9 2 4 3 10
11 F. de Beira 9 3 1 5 10
12 Clube de Chibuto 9 2 3 4 9
13 F. de Quelimane 9 2 3 4 9
14 ENH de Vilankulo 9 2 3 4 9

 

publicado por Vaxko Zakarias às 11:03
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