Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quarta-feira, 28 DE Janeiro 2015

 

OS representantes moçambicanos nas competições organizadas pela Confederação Africana de Futebol (CAF), ao nível de clubes, nomeadamente a Liga Desportiva de Maputo e o Ferroviário da Beira, deverão preencher todos requisitos de participação na Liga dos Campeões Africanos e Taça Nelson Mandela (Taça CAF), respectivamente, até esta sexta-feira. 

 

A informação foi avançada pelo presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Feizal Sidat, dando conta da existência de algumas lacunas nas exigências impostas pela CAF para questões de inscrição.

 

Segundo a fonte, um dos principais requisitos é que os seus recintos tenham a capacidade para albergar, no mínimo, cinco mil espectadores e que os respectivos clubes tenham as auditorias em dia e que haja garantia de que movimentam os escalões de formação. Feizal Sidat disse que são quatro a cinco os requisitos principais que cada um dos clubes deve responder para participar nas provas.

 

Salientar que os novos requisitos de participação nas Afrotaças foram introduzidos pela CAF em 2013. A CAF protelou a aplicação das medidas à Liga e Ferroviário da Beira no ano passado, razão pela qual realizaram as eliminatórias para a Liga dos Campeões Africanos e Taça CAF nas mesmas condições. Porém, não abrirá nenhuma excepção este ano, facto que obriga as duas equipas a encontrar soluções dentro dos prazos definidos por aquela organização que tutela o futebol continental.

 

LIGA JOGARÁ FORA DE PORTAS

 

A Liga Desportiva de Maputo vai disputar as eliminatórias para a fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos fora do seu campo por incapacidade de acomodar o limite mínimo de assistentes estabelecido pela CAF.

 

O campo da Liga tem capacidade para perto de dois mil espectadores, facto que obriga a sua direcção a encontrar outro espaço para acomodar os jogos das Afrotaças. Para já, a Liga poderá receber APR de Ruanda no campo do Afrin (ex-Atlético Muçulmano), na Machava, no Município da Matola, com capacidade para oito mil espectadores.

 

Para o efeito, a Liga deverá entrar em acordo com o proprietário do recinto de modo que este lhe passe uma carta de cedência de instalações a ser dirigida à CAF, na qual deve estar referenciada a sua titularidade e capacidade.

 

O presidente da Liga, Rafik Sidat, afirmou que o único requisito em falta é a indicação do campo onde vai receber o APR de Ruanda e garantiu que o problema será resolvido atempadamente.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:43
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Enquanto isso, o Ferroviário da Beira, que se desloca às Maurícias para defrontar o Petit Noire, não tem problemas quanto ao seu recinto, com capacidade para 15 mil espectadores e que sofreu obras de reabilitação de vulto a contar com as competições oficiais organizadas pela CAF.

 

O vice-presidente dos “locomotivas” para a área de futebol, Carlos Crespim, disse que o seu clube já reuniu toda a documentação necessária, acrescentando que o único problema tinha a ver com a não inscrição de um dos seus atletas (

 

), que havia sido garantido pela Liga, enquanto continua a pertencer ao Ferroviário da Beira. Disse que o problema poderia ser ultrapassado, porque se trata de substituição da sua inscrição pela Liga para dar lugar a dos “locomotivas”.   

 

O Ferroviário da Beira já foi inscrito e prova disso é que o nosso jogo já foi marcado, por via de um comunicado, para o dia 12 de Fevereiro. A única coisa que fomos solicitados, à posterior, pela FMF, e que é um dado novo, é a indicação do co-parceiro da auditoria e a confirmação da movimentação dos escalões de formação, bem como da apresentação da documentação que confirma a titularidade dos campos onde o nosso jogo será realizado. Já reunimos esses todos documentos e já enviamos o expediente à FMF”, assegurou. 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:48
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O COSTA do Sol acaba de anunciar a contratação das basquetebolistas que se tornaram tricampeãs nacionais e campeãs africanas pela ex-Liga Muçulmana em 2012 e actuais componentes da espinha dorsal da Selecção Nacional.

 

As atletas serão apresentadas no sábado na sede do Costa do Sol, no Matchiki-Tchiki, a partir das 9.30 horas, numa cerimónia pública que contará com a presença dos sócios, adeptos e da comunicação social.

 

As contratadas são Deolinda Ngulela, capitã da Selecção Nacional, Valerdina Manhonga, Cátia Alar, Deolinda Gimo, Ilda Chambe, Filomena Micato, Elizabeth Pereira e Eduarda dos Santos, “pedras” da Selecção Nacional e que estiveram no “Mundial” da Turquia no ano passado, à excepção das duas últimas.

 

É uma equipa de grande gabarito que os “canarinhos” pretendem formar, e segundo o presidente do clube, Amosse Chicualacuala, o objectivo é regressar à ribalta do basquetebol feminino.

 

Elas vão assinar no sábado contratos que variam de dois a cinco anos. Este é um projecto do clube a médio e longo prazo. Queremos voltar a ter expressão no basquetebol feminino e constatámos que levar estas jogadoras seria o ideal”, disse Chicualacuala.

 

Ajuntou que “doravante vamos lutar pelos lugares cimeiros, sendo que não podemos exigir o título logo na primeira época porque estamos a formar uma nova. Daqui a dois ou três anos a exigência de títulos será maior. Queremos impor-nos no país e além-fronteiras, pois estas são jogadoras de qualidade e experientes”, continuou.

 

Chicualacuala avançou ainda que o primeiro objectivo do Costa do Sol era colocar todas aquelas jogadoras em actividade, isto porque até então não tinham clube, o que era prejudicial para elas e para o nosso basquetebol, sobretudo para a Selecção Nacional.

 

Os nossos interesses são claros: ganhar e ganhar, mas também há interesses nacionais para com aquelas atletas, que já deram muito pela pátria”.

 

Refira-se que parte destas jogadoras a Liga Desportiva (ex-Liga Muçulmana) foi buscá-las ao Desportivo de Maputo, após conseguirem o bicampeonato africano (2007 e 2008), num negócio polémico.

 

Após ingressarem na Liga, a equipa muçulmana passou a dominar o basquetebol nacional, com títulos nacionais em 2010, 2011 e 2012, este último ano juntaram títulos nacionais com o de campeã africana.

 

Em 2013 a Liga Desportiva anunciou a extinção da equipa feminina de basquetebol, uma decisão que apanhou todos de surpresa, apesar de que pouco antes disso houve alguns indícios com a não participação no Afrobasket, no qual esta formação ia defender o título.

 

A falta das competições a nível interno foi o alegado móbil da extinção da equipa ex-campeã africana, segundo os dirigentes da ex-Liga Muçulmana.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:15
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