Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 21 DE Novembro 2014

ESTRELA e Académica defrontam-se esta noite, a partir das 20.00 horas, em jogo da terceira jornada da Taça Maputo em hóquei em patins.O encontro terá lugar no Pavilhão do Estrela, a conhecida catedral da modalidade, e reveste-se de grande interesse, já que frente-a-frente estarão duas formações que ainda não ganharam. Embora o favoritismo pertença aos “alaranjados” que ainda não poderão contar com o lesionado Kiko, seu melhor jogador, é um facto que os “estudantes” terão uma palavra a dizer.

 

 

 

Aliás, a equipa treinada por Pedro Pimentel já sob aviso, depois de, em finais de Julho último, ter sido surpreendida pelo aguerrido conjunto “estudantil” que tem em Zé Cláudio o seu pilar na defesa, e ainda conta com o experiente guarda-redes Afonsinho regressado aos campos após semanas de ausência.

 

 

Entretanto, o Estrela Vermelha que conquistou todas as competições esta época é composta por jogadores mais ritmado, melhor apurados tecnicamente, casos de Maninho, Mercy Mungói, Kevin Pimentel e tem oportunidade para estrear-se a vencer.

 

 

O Desportivo, que lidera com seis pontos, fica de fora nesta ronda devido ao número ímpar de equipas.O Ferroviário não participa nesta prova por motivos organizativos.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:42
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A SELECÇÃO Nacional de Futebol falhou o apuramento para o Campeonato Africano das Nações (CAN) pela terceira vez consecutiva depois ter ficado afastada das edições de 2012, organizada em conjunto pelo Gabão e Guiné-Equatorial,  e em 2013, sediada pela África do Sul.

 

 

 

Tal como nessas duas ocasiões, os “Mambas” voltaram a ficar de fora da alta roda do futebol africano a ter lugar em princípio do próximo ano na Guiné-Equatorial, depois da desistência de Marrocos devido ao surto do ébola que se faz sentir, sobretudo na África Ocidental.

 

 

A última vez que marcamos presença numa competição do género foi em 2010, cujo organizador foi Angola. Quando em Janeiro próximo a Guiné-Equatorial receber o evento terão passado cinco anos sem CAN.  

 

 

Outra vez ficamos a lamentar e a comentar pelos corredores. Afinal o que falhou? Débil gestão de quem dirige a Selecção, no caso a FMF? Má qualidade da equipa técnica? Baixo rendimento dos jogadores? Estas e outras questões se colocam, mas seja lá qual fora a razão, o facto é que voltamos a claudicar num momento capital. Como sempre. Há quem diga que perdemos o apuramento em casa, com derrota diante da Zâmbia, pois parece-me que a nossa qualificação começou a ser perdida na primeira jornada, quando cedemos um empate caseiro com o Níger (1-1).

 

Quem pretende se apurar, uma meta que todos os moçambicanos abraçaram como sendo o primeiro e único objectivo, não se pode dar ao luxo de perder cinco pontos em casa. É demasiado. Conquistamos apenas um dos três pontos na partida com os nigerinos e diante dos zambianos vimos o passáro escapar por entre os dedos, numa partida em que uma vitória nos colocaria no CAN.

 

 

Há quem diga que colocamos a fasquia muito acima. Pois, ao nosso ver, num grupo em que tinhamos a Selecção de Cabo Verde como a única bem consolidada, uma Zâmbia que nunca esteve tão ao nosso alcance por força da renovação que vai orquestrando (viu-se durante a prova!) e uma Seleção do Níger, realmente acessível, não se podia esperar outra coisa, que não fosse o apuramento. A verdade é que oscilamos mais entre o mediocre e o mau do que o bom e o muito bom. Vencemos Cabo Verde, o adversário mais forte na Machava, mas trememos em momentos aparentemente de decisão mais acessível.

 

 

Há um velho ditado que diz: “No melhor pano caiu a nódoa”, olha que caímos mesmo na partida com a Zâmbia, pois quem diria que o nosso mágico Dominguez fosse falhar uma grande penalidade. Não era um penalte qualquer, era o que poderia fazer com que hoje milhões de moçambicanos estivessem orgulhosos pelo regresso ao CAN.

 

 

No próximo ano voltaremos a ver a nossa Selecção a disputar as eliminatórias de apuramento para mais um CAN. Deus queira que não voltemos a choramingar no final.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:37
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FAZENDO um rescaldo breve da campanha da Selecção Nacional, Miro apontou os desaires em casa como sendo a razão principal do não apuramento para o CAN.Os pontos em casa são para serem ganhos e depois fora tentarmos empatar, algo que não conseguimos fazer. Perdemos cinco pontos em casa. É muito para uma selecção que pretendia passar para outra fase”, comentou.

 

 

 

O defesa esquerdo acrescenta que as prestações da equipa moçambicana foram irregulares. “De uma maneira geral não estivemos bem, estivemos bem em jogos difíceis e nos considerados acessíveis mal. Um exemplo claro foi o empate em casa com o Níger, era um jogo para ganhar, mas depois fomos empatar fora com a Zâmbia, um opositor mais difícil”, sublinhou. 

 

 

Miro, um dos jogadores totalistas da selecção durante toda a campanha, afirmou que o ambiente vivido no Níger após a última jornada é de tristeza. “O sentimento é de dor, porque sentimos que deveríamos ter feito um pouco mais para estarmos noutra fase. E ficou a impressão que tínhamos todas as chances”, referiu.

 

 

Disse que é preciso não virar as costas à luta. “Temos tempo para preparar o nosso regresso ao CAN. É preciso manter a espinha dorsal e sempre que pode, termos jogos de controlo, se possível, com adversários mais fortes, só assim é que podemos avaliar a nossa real condição e chegar onde queremos chegar”, concluiu.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:32
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DEPOIS da desilusão da participação moçambicana nas eliminatórias para a fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos, regressam, este sábado, as emoções da bola-ao-cesto com o prosseguimento do Torneio de Abertura da Cidade de Maputo em seniores masculinos e femininos.

 

 

 

Em masculinos, Ferroviário, líder da prova, bate-se, às 17.00 horas, com A Politécnica, numa partida em que a vitória não lhe deve escapar. O desafio decorrerá no campo da A Politécnica.

 

 

No embate que se antevê ser o mais renhido da jornada, UP defronta Costa do Sol a partir das 15.00 horas no pavilhão do Desportivo.O Maxaquene devia defrontar o Aeroporto nesta ronda, no entanto, o seu opositor está suspenso enquanto não pagar a taxa de inscrição, segundo revelou a Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo (ABCM).O Desportivo fica de fora nesta ronda devido ao número ímpar de equipas.

 

 

Em femininos, nota de destaque para o despique entre Desportivo e Ferroviário marcado para o pavilhão das “alvi-negros”, às 15.20 horas. As “locomotivas” surgem para esta prova com um “team” reforçado e agora mais rodado em relação as suas adversárias já que disputaram, recentemente, a Taça dos Campeões. Será mais um aditivo suplementar para conquistarem mais um triunfo.Ainda em femininos, A Politécnica recebe, a partir das 15.00 horas, UP.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:23
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FOI na tarde de ontem oficialmente lançado, no Estádio Nacional do Zimpeto, em Maputo, o Atlas Desportivo de Moçambique, um instrumento que visa facilitar a localização, o mapeamento e dimensões das infra-estruturas, a sua qualidade, tempo de vida e estado em que se encontram e os respectivos utentes.

 

 

No acto do lançamento que contou com a presença de várias figuras da política e desporto nacionais, com destaque para o Ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana, o vice-Ministro, Carlos de Sousa, dirigentes federativos, entre outros, o Primeiro-ministro, Alberto Vaquina, vincou que o nosso país possui hoje um vasto património desportivo que precisa de ser mantido vivo.

 

 

As infra-estruturas, muitas delas recém-construídas, portanto, novas e modernas, mas também muitas outras degradadas, não tanto pela sua idade, mas pela falta de manutenção. Em face disso, o dirigente sublinhou que constitui o desafio do Governo a vários níveis, dos conselhos municipais, federações e associações desportivas e clubes, entre outros, torná-las funcionais.

 

 

O Governo está a desenvolver um programa de construção, reabilitação e manutenção das infra-estruturas, ao mesmo tempo que tem estado a incentivar as entidades privadas a abraçarem o programa. O nosso país ainda carece de infra-estruturas desportivas, no sentido de que devemos continuar a construí-las de modo a aproximá-las cada vez mais  das comunidades, nas cidades e nas zonas rurais’’, frisou, realçando que a par doutras infra-estruturas prioritárias, estas devem serem incluídas nos programas dos governos provinciais, distritais e dos municípios, pois o desporto é uma actividade rentável e investir nele é investir numa sociedade física e mentalmente sã.

 

 

 

O Primeiro-ministro disse ainda que o altas ontem lançado tem como objectivo divulgar o património desportivo nacional, pois trata-se de um instrumento que procura apresentar todas as infra-estruturas, sua localização geográfica, características e principais utilizadores.

 

 

Vai mais longe ajuntando ao afirmar que o Atlas compreende informação sobre a situação actual do uso e aproveitamento das infra-estruturas desportivas no país, sendo por isso, um importante instrumento de consulta, não só para a definição de políticas pelos sectores da Juventude e Desportos e da Educação, mas sobretudo um elemento que permite ao Governo tomar decisões sobre em que locais implantar novas infra-estruturas ou reabilitar as já existentes.

 

 

A terminar, Alberto Vaquina falou do ano desportivo 2014 prestes a findar, que na sua óptica trouxe muitas alegrias, a avaliar pela participação de Moçambique em muitas competições internacionais, que resultaram na conquista de muitas medalhas, o que consolidou o prestígio e elevando a nossa auto-estima como moçambicanos.

Reconheceu que se por um lado as conquistas nos engrandecem, por outro, aumentam a nossa responsabilidade na manutenção desses níveis de ganhos.

 

 

Em face disso, temos de trabalhar para as nossas vitórias nas próximas competições internacionais e para o efeito, apelamos o empenho de todos. Em relação aos insucessos, gostaríamos de referir que estes constituem desafios para o alcance das vitórias nas futuras competições’’, disse.

 

 

O Atlas, que visa igualmente aferir o número de atletas, técnicos e praticantes de cada modalidade, existe em versões impressa e electrónica, sendo que nesta última está mais completa, uma vez que permite que o MJD faça uma actualização permanente.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 12:14
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