Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 17 DE Novembro 2014

 

 

POR que razão chorar tanto, se nós próprios é que nos apunhalámos, num acto cobarde de suicídio? Para quem falha tantas oportunidades, incluindo penalte, o que mais espera senão cair fora duma prova do tamanho de uma fase final dum CAN?

 

Sinceramente que desta vez a culpa é toda nossa e não dos zambianos como vinha acontecendo em ocasiões anteriores em que perdemos. Pelo menos no sábado nós próprios é que tomámos a decisão de nos suicidarmos num acto em que o sociólogo Durkheim define-o como “todo o caso de morte que resulta, directa ou indirectamente, de um acto positivo ou negativo, executado pela própria vítima, e que ela sabia que deveria produzir esse resultado”.

 

 

 

O suicídio é - sublinhe-se - um acto de cobardia, seja quais forem os motivos que levem a pessoa a tomar tal decisão. Pelo que deixemos de choramingar, levantemos a cabeça e olhemos para a frente para que cenas idênticas não se repitam, sob o risco de propiciar estas atitudes a futuras gerações que em nada dignificam uma sociedade civilizada como é a nossa.

 

 

Mas deixemos de filosofar, apesar de ser necessário, e entremos para o jogo em si:

 

Quando o apito soou pela primeira vez, cá do lado da bancada, já se ouviam gritos: “Mambas”,Mambas”, “Mambas”…, numa clara intenção de que o público presente, que enchia por completo o Estádio Nacional do Zimpeto, estava disposto a apoiar do primeiro ao último minuto a sua Selecção.

 

 

Só que lá nas quatro linhas, os jogadores não correspondiam. Faziam tudo atabalhoadamente e às pressas, esquecendo-se que um jogo de futebol tem 90 minutos. Alguns rasgos individuais de Dominguez, em algumas ocasiões em tabelinhas com os colegas, iam camuflando o já crónico problema dos “Mambas”: a falta de um esquema táctico rigoroso para enfrentar selecções adultas como a Zâmbia, embora hoje não seja tão adulta como ontem.

 

 

Nos primeiros quinze minutos até se escondeu essa realidade, porque Dominguez, aos sete minutos, trabalhou um adversário pela esquerda e foi derrubado no vértice da área. Ele próprio (como sempre) encarregou-se de fazer a cobrança. O tiro foi forte. O guarda-redes zambiano defendeu e largou e ninguém esteve para a recarga, acabando por ser a defensiva a aliviar.

 

 

Era sol de pouca dura, porque os zambianos passaram a controlar o meio-campo com aquele nº14 (Sinkala, o capitão), bem coadjuvado pelo 17 (Kalaba) e pelo 10 (Mayuka), a assumir a orquestra.

 

 

Os “Mambas” desapareceram momentaneamente. Aliás, Sinkala, aos 19 e 21 minutos, quase gelava o Estádio com remates fortíssimos cá do meio da rua só a encontrarem Ricardo Campos, o grande obstáculo.

 

 

A pouco e pouco os “Mambas” iam recuperando o terreno, mas apesar de maior posse de bola que detinham, tudo faziam sem criatividade. Os passes eram, em muitas ocasiões, interceptados pelos adversários, que sempre arrancaram pelos flancos para criar o desequilíbrio e depois centrarem para o miolo da área à procura do possante e talentoso Mayuka, que esteve bem policiado ora por Dário Khan ora por Mexer (que grande maestro!).

 

 

Quase que a fechar o primeiro tempo, Moçambique teve uma flagrante oportunidade de se adiantar no marcador. A jogada é desenhada pelo flanco direito. Zainadine, em grande velocidade, como se de uma flecha se tratasse, bate um contrário, e já na área cruza rasteiro. Maninho, em situação privilegiada, só com o guarda-redes pela frente, falha incrivelmente o toque final. Que frustração! Daquelas impróprias para cardíacos.

 

 

Já no período de compensação, aos 47 minutos, Dário Khan, de livre directo, obriga Mweene a uma defesa espectacular para canto, mas que não foi cobrado porque o árbitro mandou as equipas para o descanso.

 

 

ZIMPETO “DESABOU”!

 

 

Dois momentos cruciais marcaram a segunda parte. O penalte falhado por Dominguez e o golo que matou a “Mamba”. Estes dois marcos foram sentidos no Zimpeto como se o Estádio Nacional tivesse desabado…

 

 

Porém, os “Mambas”, tal como o fizeram no primeiro tempo, mais uma vez, tentaram forçar a barra. Sabiam que cada minuto valia ouro e podia ditar a qualificação. E ditou mesmo, só que para o lado contrário, o dos zambianos.

 

 

Neste período, o n.º17, que tanto trabalho tinha dado a Miro no primeiro, passou para o lado oposto, o esquerdo do seu ataque, e ficou cara-a-cara com Zainadine. É preciso referenciar que este jogador, apesar de franzino, é bastante talentoso, não dando nas vistas, mas com potencial invejável.

 

 

Foi ele que, aos sete minutos, ia criando um curto-circuito no Zimpeto. Sem que ninguém se aperceber, apareceu em zig-zag a rematar com bastante perigo. O tiro foi tão traiçoeiro que Ricardo Campos ficou pregado no terreno, mas a bola ganhou um pouco de altura e roçou o travessão para a linha do fundo. Que alívio!

 

 

Os “Mambas” apertaram o cerco. Foram também para o jogo flanqueado com Dominguez a explorar bem as alas para os cruzamentos mortais. E foi num desses que do lado esquerdo, depois de contornar um adversário, picou para a área. A bola fez um arco e na trajectória embateu num defesa da Zâmbia. O árbitro, mais do que ninguém, perto do lance, apitou para a marca da grande penalidade. Explosão de alegria no Zimpeto e em todo o país. Era a oportunidade mais flagrante para os moçambicanos transformarem o seu sonho em realidade. Isto aos 12 minutos.

 

 

QUE MALDIÇÃO!

 

 

Dominguez foi chamado a cobrar. Pela frente estava um guarda-redes experiente e que já tinha demonstrado que é um verdadeiro “gato” entre os postes. O “Menino Maravilha” arrancou para o esférico e no meio fez uma paradinha e atirou. Que grande defesa do zambiano!Estava tudo silêncio no Zimpeto. Ninguém queria acreditar na tamanha desgraça. Afinal, que maldição nos persegue frente aos zambianos?

 

 

A equipa ressentiu-se do falhanço. Caiu psicologicamente e a Zâmbia soube tirar proveito disso. E rapidamente foi ao ataque e aos 19 minutos “matou a cobra” com um só tiro. Singuluma, depois de um cruzamento, vindo da direita estoirou e Ricardo Campos só foi buscar a “menina” lá dentro. Outra desgraça para os moçambicanos que ficaram mudos, cabisbaixos e com as mãos sobre a nunca.Os poucos zambianos presentes fizeram a festa. E que festa! Transformaram o Zimpeto no nosso próprio cemitério.

 

 

 

Daí para a frente eram só lamentações. Os “Mambas” corriam atrás do prejuízo. João Chissano já tinha cometido uma asneira de tirar Hagi no meio-campo, quanto a nós de forma indevida porque era a unidade mais esclarecida naquele sector. Os recém-entrados Reginaldo e Isac tanto lutaram, mas a história já estava escrita: Avança a Zâmbia para o CAN-2015 e fica Moçambique para a próxima oportunidade.

E, prontos, acabou-se. O árbitro esteve bem em todos os capítulos.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:06
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PENSO que não há dúvidas que jogámos melhor que a Zâmbia. Só que não marcámos e eles marcaram. O futebol é feito disto mesmo, ganha quem marca”, destacou Isac.

 

Isac, que entrou na segunda parte para o lugar de Maninho, aponta a finalização como o “calcanhar de Aquiles” da equipa. “Estivemos mal na finalização, esse foi o único ponto negativo, porque pelo número de situações de golo que criámos, pedia-se que no mínimo tivéssemos marcado um golo”.

 

 

O melhor marcador do Moçambola acredita que o grupo vai recuperar desta derrota e vai, na quarta-feira, vencer o Níger. “Fomos superiores neste jogo, sofremos um golo contra a corrente do jogo e acredito que vamos vencer no campo do Níger”, disse.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 13:01
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NÃO foi desta que vencemos a Zâmbia. A equipa preparou-se bem durante a semana para este jogo. E hoje (sábado) os que estiveram aqui viram que fomos superiores”, afirmou Momed Hagi, acrescentando que é difícil explicar a derrota com os “Chipolopolo”.

 

 

São daquelas derrotas difíceis de digerir e até de explicar porque tivemos tudo para ganhar e acabamos deitando tudo a perder numa jogada de desconcentração da nossa parte”.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:56
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INFELIZMENTE, há jogos assim. Tivemos o pássaro na mão. Podíamos ter inaugurado o marcador. O futebol é assim. Quem não marca sofre”, disse Ricardo Campos.Salientou que as portas do CAN ainda estão abertas e promete que o grupo lutará até ao fim.

 

 

Podemos ser ainda melhores terceiros. Então não podemos deixar de acreditar que é possível, para tal temos que levantar já a cabeça e ganharmos no Níger”, frisou.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:50
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EU acho que foi um bom jogo, o resultado é que não foi dos melhores, assumimos que queríamos ganhar, abrimos a nossa frente de ataque, falhámos aquela grande penalidade, algo que acontece aos grandes jogadores, e quando se falha uma ocasião dessas obviamente que a equipa adversária ganha força anímica para o resto do jogo.

 

 

 

E foi o que aconteceu, o penalte abalou-nos. Tivemos uma baixa de rendimento e num lance triste acabamos por ser infelizes. Temos a possibilidade de sermos repescados como melhores terceiros classificados, mas nós não queríamos esperar por esta possibilidade, por isso arriscámos, assumindo que queríamos ganhar o jogo”, comentou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:45
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FALHÁMOS um penalte entre outras oportunidades de golo. Jogámos bem, mas acabámos por sofrer um golo e depois foi o que se viu. Tivemos oportunidades para marcar e não fomos capazes”, disse Miro.

 

 

Acrescentou que o jogo não correu como pretendiam. “Todos viram que a equipa se portou bem e só não teve sorte. Acho que merecíamos ter ganho, mas por vezes o futebol é injusto”.

 

 

O defesa esquerdo defende que agora não há nada a fazer e que apenas é preciso levantar a cabeça e ir vencer o Níger na última jornada. “Temos que cumprir com o calendário da melhor maneira, vencendo o Níger”.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO: Eric Otogo castane, auxiliado por Theophile Vinga e Sylvain Alain Mouala. Quarto árbitro foi Beranger Woungui (todos do Suão).

MOÇAMBIQUE: Ricardo; Zainadine Jr., Dário Khan, Mexer e Miro; Kito, Simão, Hagi (Reginaldo) e Josimar; Dominguez e Maninho (Isac).

ZÂMBIA: Mweene; Sinkala, Kampamba, Mboa, Mulenga, Muthali (Nkalisu), Singuluma, Musakanya (Musonda), Malama, Mayuka (kangwa) e Kalaba.

Amarelos para Malama e Dário Khan.

 

 

 

CLASSIFICAÇÃO ACTUAL

 

 

GRUPO “F”

                                    J           V         E          D         B         P

CABO VERDE          5          4          0          1          9-5       12

Zâmbia                        5          2          1          1          5-2       8

Moçambique              5          1          2          2          3-3       5

Níger                           5          0          2          3          3-10     2

 

 

 

GIL CARVALHO

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:31
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TRISTEZA, desilusão, decepção e semblantes carregados caracterizavam os dirigentes políticos e não só que se fizeram em massa ao Estádio Nacional do Zimpeto para assistir a mais uma derrota de Moçambique frente à Zâmbia, e que ditou a desqualificação dos “Mambas” do CAN-2015.

 

Entretanto, todos gostaram da prestação da Seleção Nacional, ressalvando que o único senão foi o resultado negativo que nos afasta da festa do futebol africano.

LegendaTal como os dirigentes, o público também saiu triste do Zimpeto

 

(F. Laice).

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 11:19
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FILIPE Nyusi, futuro Presidente da República, foi um dos vários dirigentes presentes no Estádio Nacional do Zimpeto. No final do encontro, não escondia a desilusão pela derrota de uns “Mambas” que cumpriram com o seu dever, segundo ele, embora não com a missão, pois o objectivo era vencer e chegar ao CAN.

 

 

 

Foi um bom jogo. Gostei da prestação das duas equipas, sobretudo da nossa Selecção. Porém, peca pelo resultado que foi negativo. O resultado deste jogo reflecte aquilo que somos como país. Os jogadores deram o seu máximo, mas é preciso se investir mais no futebol nacional para saírem os melhores resultados no futuro. Com mais investimentos penso que nas próximas ocasiões os jogadores estarão em condições de representar condignamente o país”, observou.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:08
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O MINISTRO da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana, não conseguia disfarçar a decepção pela derrota dos “Mambas”, e no final do encontro foi parco em palavras, considerando o resultado de triste.

 

 

O resultado é bastante triste para nós, é doloroso. O jogo em si foi muito bonito. A Selecção Nacional jogou bem, deu o seu melhor, mas não concretizou. Falhámos muitos golos e quando é assim o adversário aproveita, como fez a Zâmbia que em poucas oportunidades conseguiu marcar o golo da vitória”, analisou.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:02
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O FUTEBOL é assim mesmo, há sucessos e insucessos. Hoje esperávamos ganhar, mas a Zâmbia é que conseguiu essa proeza. Houve muito esforço da nossa parte para sairmos vitoriosos, mas quem não marca arrisca-se a sofrer, foi o que aconteceu connosco. Mas de um modo geral, foi um bom jogo.

 

 

Houve muita entrega, tivemos uma verdadeira Selecção a jogar. Sente-se o crescimento do nosso futebol”, finalizou.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:53
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EU sou de opinião que tivemos muito azar neste jogo. A equipa nacional portou-se muito bem, o que faltou foram os golos”, disse a directora nacional do Desporto, Amélia Cahavana, no final do encontro.

 

 

 

 “O penalte que falhámos nos penalizou bastante. A Selecção Nacional está a crescer jogo-a-jogo, pena que tenha acabado assim, mas durante toda a companha teve uma boa prestação”, enfatizou.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:43
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JULGO que merecíamos outra sorte neste jogo pelo que fizemos, quer na primeira, quer na segunda parte. Na primeira parte estivemos bem, dominámos a Zâmbia, mas não marcámos. Os “Mambas” fizeram um bom jogo e criaram tantas oportunidades, mas porque não concretizámos, acabámos pagando por isso. A Zâmbia teve poucas oportunidades e conseguiu marcar e ganhar o jogo, são coisas do futebol. Em relação ao penalte, devo realçar que o que aconteceu com Dominguez acontece com qualquer jogador. Não o podemos crucificar, pois já nos safou várias vezes”, defende.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:38
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PENSO que estivemos muito bem na partida, pena que não ganhámos. Tivemos três oportunidades claras de golo e um penalte desperdiçado. O nosso melhor jogador teve a infelicidade de falhar, mas acontece. A Zâmbia foi pragmática, marcou nas escassas oportunidades que criou. Estamos de parabéns, doravante é levantarmos a cabeça, pois temos que iniciar um novo ciclo, para que daqui a algum tempo possamos ter outra sorte”, enfatizou.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:33
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PERDEMOS um jogo que em termos de futebol jogado nos correu bem, mas a partir do momento em que falhámos o penalte tudo se complicou. O penalte em si descoordenou a equipa, deixou-a com baixos índices de confiança. A Zâmbia foi tranquila e acima de tudo muito fria nos momentos em que Moçambique estava em cima, daí que o seu guarda-redes conseguiu com toda calma nos tirar o penalte. Não aproveitámos as nossas chances de golo, e isso paga-se caro no futebol”, rematou.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:27
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