Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 10 DE Outubro 2014

 

 

 

 

 

O DESPORTISTAS Nacionais acreditam que só com Filipe Nyusi na presidência da República é que o país pode desenvolver. Num jantar havido quarta-feira, no Posto Administrativo da Matola-Rio, os desportistas de todos o país garantiram que o seu voto vai ser, sem dúvidas, para o candidato da Frelimo.Filipe Nyusi, em jeito de agradecimento á confiança que lhe foi depositado, disse que o desporto moçambicano pode chegar mais longe desde que haja uma discussão aberta sobre os problemas que o apoquentam e planificação de acções conjuntas para a sua solução.O objetivo do encontro, no qual participaram dirigentes desportivos das diversas modalidades, treinadores, atletas, árbitros e jornalistas, foi dialogar, trocar ideias e partilhar experiências com velhas e novas gerações de desportistas de todas as províncias do país.

 

 

De acordo com Nyusi, que convidou desportistas e jornalistas para um encontro de reflexão e ouvir deles o que se pode fazer para o desenvolvimento da área, o desporto moçambicano pode chegar mais longe uma vez confirmada a existência de talentos nas diversas modalidades. O candidato presidencial da Frelimo apontou a massificação e formação como pilares para o desenvolvimento desportivo, mas reconheceu haver outros grandes desafios pela frente, nomeadamente a construção de infra-estruturas desportivas e reparação, bem como modernização das que já existem. Aliás, esta foi a principal recomendação feita por alguns dos desportistas convidados a tecerem considerações sobre os desafios que a área tem pela frente, tendo em conta que grande parte do património desportivo está degradado ou em estado obsoleto.

 

 

Aliás, o presidente da Associação Provincial de Futebol de Sofala, Fernando Dias, advertiu que não é possível haver massificação sem infra-estruturas e sugeriu ao candidato a construir, caso vença as eleições, três estádios municipais nas três regiões do país.

 

 

Não podemos falar de massificação desportiva sem infraestruturas. Não se compreende, por exemplo, que a cidade da Beira, que tinha cinco campos relvados, esteja hoje reduzida a dois, do Ferroviário da Beira. Por exemplo, as equipas de iniciação treinam em campos pelados e muitos deles sem balizas e nem demarcações. Na minha opinião, a solução do problema seria talvez a criação de parcerias com os Municípios para a construção dos estádios municipais. Gostaríamos que, caso vença, seu governo construísse nos primeiros dois anos de mandato pelo menos três campos no norte, centro e sul”, apelou, ajuntando que o parque desportivo nacional é lastimável apontando ser imperioso preservar o pouco que existe e construir mais, pois, no seu entender, nada sobra em maior parte das regiões do país, havendo a necessidade de se começar de zero.

 

 

Fernando Dias fez o mesmo apelo quanto à necessidade de construção de centros de alto-rendimentos para a prospecção de talentos. “Temos, na zona sul, em Namaacha, a Academia Mário Esteves Coluna. Mas não pode só acolher 15 jovens, porque há muitos talentos por todo lado deste grande Moçambique”, elucidou.

 

 

José Cucheza da Associação de Atletismo em Tete alertou para o cuidado que se deve ter no capítulo de massificação para não “matar o pintainho ainda dentro do ovo”. Para Cucheza, é preciso potenciar o professor de educação física, que, segundo afirmou, obedece hoje a três comandos, nomeadamente Educação, Direcções do Desportos e de Ciências e Tecnologias. Porém, que não estão a conseguir massificar o desporto.

 

 

Aquele desportista chamou atenção sobre a urgência de se rever a Lei de Mecenato de modo a capitalizar e mobilizar os empresários, diminuindo os encargos para o Estado.

 

 

O vice-presidente do Clube de Chibuto, Juneid Lalgy, falou das dificuldades que as equipas emergentes e bem-sucedidas, ou seja, aquelas não vinculadas às empresas, como preconizava o modelo anterior, encontram para se manterem na alta-competição. Sugeriu a sua integração nos privilégios ou benefícios que outras equipas têm para a sua manutenção, alertando sobre o risco de se ter competições fragilizadas.

 

 

Ângelo Jerónimo (ex-jogador do Textáfrica) queixou-se da falta de sensibilidade das empresas em apoiar as equipas localizadas fora da capital do país. “Quando pedimos patrocínio às empresas nos remetem às sedes. Pedíamos que as empresas, nas províncias, tivessem autonomia para decidir sobre as suas responsabilidades sociais para apoiarem o desporto e outras áreas”, apelou.

 

 

A ex-atleta estrela de atletismo, Ludovina de Oliveira, pediu ao candidato que, caso ganhe o escrutínio da próxima semana, resgate ou reabilitação da pista dos Continuadores, ressalvando que é nela onde nasceram e se projectaram os grandes atletas que o país já teve, com destaque para Lurdes Mutola.

 

 

Por último, o presidente do Automóvel & Touring Clube de Moçambique, António Marques, lamentou a falta de valorização de atletas de renome que defenderam com muito afinco as cores nacionais, muitos dos quais morreram desgraçados. Por outro lado, deplorou a falta de profissionalismo dos atletas actuais, que se gabam de ganhar bem e se perdem no álcool.

 

 

Não há consideração em relação ao futuro dos nossos atletas. Está-se a brincar com o profissionalismo. Temos hoje atletas que recebem melhor, mas que acabam nas barracas. Há que igualmente investir nos nossos técnicos porque temos capacidade interna. Por exemplo, João Chissano já provou que tem capacidade, mas precisa de mais formação e experiência”, reiterou.

 

 

Outro interveniente pediu ao candidato Nyusi para que, em caso de vitória, alocasse um valor ou incentivo para os clubes que competem ao nível da alta-competição.

Nyusi sentiu-sesensibilizado sobre o futuro dos atletas, mas duvidou que fosse exequível um modelo de gestão no qual o Governo tivesse que criar incentivos aos clubes.

 

 

Temos que encontrar maneiras para tornar o desporto sustentável. Quanto alegada falta de sensibilidade das empresas, acho que não é pela falta de vontade, mas sim porque trabalham com os orçamentos que são aprovados atempadamente e devem ser justificados”, considerou. No que respeita à Lei de Mecenato, assegurou que vai sair e para beneficiar o desporto.No capítulo de infra-estruturas, o candidato anotou que há que encontrar soluções.

 

 

Vamos ver o que fazer, temos hoje o Estádio Nacional do Zimpeto e o Parque dos Continuadores e não sabemos atéquando vão resistir. É uma boa base para pensar termos encontros especializados como Governo para discutir e delinear estratégias para a solução do problema. Estou comprometido com o desporto e penso que as coisas vão fluir de modo a ter competições com visibilidade. Mas o atletismo poderá ser a prioridade, pois não há motivos para não o fazer. Haverá espaço para a troca de ideias porque temos que tirar o nosso desporto do anonimato para o mapa africano e do mundo”, prometeu.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:33
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A SELECÇÃO cabo verdiana encontra-se, desde a noite da quarta-feira, em Maputo, tendo em vista o jogo de amanhã à tarde na Machava frente aos “Mambas” pontuável para a terceira jornada do Grupo F de acesso ao CAN-2015.

 

 

Os cabo verdianos chegam a Maputo com algumas baixas de peso, casos de Ryan Mendes o jogador de maior cotação daquela selecção, que alinha no Lille da França, Djaniny que representa o Laguna Santos do México, depois de na época passada ter sido colega de Mexer, Zainadine Jr. e Reginaldo no Nacional da Madeira, onde apontou sete golos.

 

Outro avançado que não está em Maputo, é Platini que actua no Marítimo. Além dos dois goleadores, o defesa Kay, actualmente ao serviço do Clubul Sportiv Universitatea Craiova da Roménia, depois de na temporada transacta ter representado o Belenenses de Lisboa tendo marcado cinco golos, é também uma baixa confirmada.

 

 

EIS A LISTA DOS CONVOCADOS

 

 

Guarda-redes: Vozinha (Progresso de Sambizanga, Angola), Kevin Sousa (Nacional, Portugal) e Thierry Graça (Benfica “B”, Portugal).

Defesas: Carlitos (Limassol, Chipre), Jeffrey Fortes (Dordretch, Holanda), Fernando Varela (Steaua Bucarest (Roménia), Péck's (Gil Vicente, Portugal), Gégé (Marítimo, Portugal), Stopira (Videoton, Hungria) e Nivaldo (Teplice, República Checa).

Médios: Calú (Progresso de Sambizanga, Angola), Babanco (Estoril, Portugal), Sita (Recreativo de Libolo, Angola), Nuno Rocha (Univ. Craiova, Roménia) e Kuca (Estoril, Portugal).

Avançados: Garry Rodrigues (Elche, Espanha), Ryan Mendes (Lille, França), Heldon (Sporting, Portugal), Djaniny Semedo (Santos Laguna, México), Zé Luís (Sp. Braga, Portugal) e Odair Fortes (Stade Reims, França).

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 10:25
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A SELECÇÃO Nacional de Futebol está pronta para o jogo de amanhã frente à sua congénere de Cabo Verde, em partida pontuável para a terceira jornada do Grupo “F” de acesso ao CAN-2015, que terá lugar em Marrocos.

 

 

Dos 24 jogadores pré-convocados, apenas dois foram dispensados por problemas físicos. Trata-se de Jojó, do Desportivo de Maputo, e Mário, do Ferroviário da Beira, que não melhoraram das mazelas contraídas ao serviço das respectivas equipas.De acordo com o seleccionador-adjunto, Mano-Mano, o departamento médico do combinado nacional debateu-se igualmente com problemas físicos de Kito (Liga Muçulmana) e Hélder Pelembe, ambos os casos foram debelados com sucesso.

 

 

Os dois vinham a treinar condicionados, mas felizmente já estão aptos para o jogo, pelo que podem ser convocados se a equipa técnica assim o entender”, frisou.Na tarde de ontem, os “Mambas” cumpriram mais uma sessão de treinos no relvado sintético do Estádio da Machava, onde foram aprimorados os aspectos técnicos e tácticos.

 

 

 Hoje, os trabalhos serão feitos no período da manhã, sendo que depois do treino o seleccionador nacional irá divulgar os 18 jogadores eleitos para defrontar o Cabo Verde.

 

 

Moçambique entra para esta partida na segunda posição do grupo com dois pontos, menos quatro que Cabo Verde que lidera isolado. Ou seja, os “Mambas” estão sem margem de erro depois do empate comprometedor na segunda ronda frente ao Níger no Zimpeto.

 

 

Para além de Moçambique e Cabo Verde, fazem também parte do grupo a Zâmbia (terceiro lugar, um ponto) e Níger (último, um ponto).Moçambique e Cabo Verde jogam pela primeira vez na história em partida oficial. Moçambique, que já participou em quatro CANs, não se qualifica para uma fase final desde 2010, enquanto o Cabo Verde fez a sua estreia na última edição que teve lugar na África do Sul, em 2013, procurando neste momento o seu segundo CAN.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:18
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