Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 06 DE Outubro 2014

 

NUMA partida, diga-se, em que a justiça chegou no fim, ou seja, os ‘locomotivas’, que mandaram durante todo o jogo, só resolveram a contenda nos derradeiros minutos com dois golos que desequilibraram a meia-final disputada em duas “mãos”.

 

 

Numa grande partida de futebol (e com muito público e vibração nas bancadas), o que já há muito não se via num jogo entre estes dois colossos, o Ferroviário arrogou-se, logo nos primeiros minutos, o dono dos acontecimentos. Manietou o adversário, forçando o golo logo nos minutos iniciais. Jogadores criativos como Diogo, Luís, Manucho ou Andro eram as principais dores-de-cabeça para a defesa de um Costa do Sol que acordou tarde para a partida.

 

 

Aliás, foi com toda a naturalidade que os ‘locomotivas’ se adiantaram no marcador aos 15 minutos por intermédio de Diogo. O esquerdino ganhou a bola na quina da área “canarinha” e antes de fazer o tiro certeiro tirou do caminho dois defesas contrários para fazer um arco que não deu hipóteses a Binó. Era o 1-0, num grande golo, diga-se de passagem, que colocava a justiça no marcador. O Costa do Sol demorou reagir, ou seja, as suas jogadas ofensivas eram esboçadas de forma atabalhoada, o que automaticamente afastava o perigo junto à baliza de Leonel.

 

 

O Ferroviário, por seu lado, era uma equipa lúcida e com jogadas bem construídas, sendo que os seus atacantes pecavam no capítulo da finalização.Nelson Santos foi obrigado a fazer uma alteração forçada em virtude da lesão de James, fazendo entrar no seu lugar Manuelito II, que veio dinamizar o ataque ‘canarinho’. Com efeito, foi na sequência de um livre cobrado por este médio criativo que o Costa do Sol chegou ao empate, também num grande golo do capitão Dário Khan, que cabeceou com classe à entrada da área, batendo, sem qualquer capacidade de reacção, o desamparado Leonel.

 

 

Estava restabelecida a igualdade aos 39 minutos, golo que de certa forma castigava o Ferroviário de Maputo, que teve várias chances de dilatar o ‘score’.Entretanto, nos instantes finais do primeiro tempo os ‘locomotivas’ forçaram o 2-1, mas foi-se ao intervalo com o 1-1 a prevalecer.

 

 

MATAR NO FIM

 

 

No reatamento dois remates de Andro (logo no início), um para a defesa de Binó e outro ao lado, mostravam o inconformismo ‘locomotiva’ com o resultado que em nada favorecia nos seus objectivos, dado o nulo da primeira ‘mão’.Nesta fase o domínio do Ferroviário acentuou-se, mas o golo tardava em aparecer. Tanto de longe como de perto as coisas não saíam para a equipa de Vítor Pontes, que desesperava no banco técnico.

 

 

Andro, Luís e Diogo eram os jogadores mais inconformados do lado ‘locomotiva’ e foi do primeiro que se deu o aviso à navegação com aquele remate tirado da zona frontal que saiu ligeiramente ao lado do alvo aos 64 minutos. Aos 80 minutos Diogo surge isolado na área “canarinha” descaído à esquerda mas viu o seu tiro a parar nas mãos de Binó. No minuto seguinte foi de vez. É o esquerdino que inicia a jogada com um centro que é desviado por Andro para a trave, e na recarga Luís foi oportunista, arrumando o esférico na “gaveta”, de cabeça.

 

 

Era o 2-1, invertiam-se os papéis. A eliminatória voltava a favorecer os ‘locomotivas’ que dois minutos volvidos mataram o jogo com um cabeceamento rasteiro de Diogo em resposta a um centro bem tirado por Manucho. O 3-1 a sete minutos dos 90 deixava o Ferroviário na final da Taça e pelo caminho ficava o arqui-rival Costa do Sol, que pouco fez para merecer outra sorte.

Mário Tembe e a sua equipa realizaram um bom trabalho. 

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO: Mário Tembe, auxiliado por Célio Mugabe e Domingos Machava. O quarto foi Aníbal Armando.

FERROVIÁRIO DE MAPUTO: Leonel, Chico, Solomon (Barrigana), Andro, Timbe (Graven), Jeitoso, Belo, Diogo, Danito (Tchitcho), Manucho e Luís.

COSTA DO SOL: Binó, Dário, Campira, Dito, Manuelito I, João, James (Manuelito II), Paulo, Mauro (David), Alvarito e Parkim.

DISCIPLINA: amarelos para Manuelito I e Binó (C. Sol).

GOLOS: Diogo, 15 e 83 minutos, e Luís, 81 (Fer. Maputo), Dário Khan, 39 minutos (C. Sol).

 

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:00
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NADA se podia esperar do embate entre o Estrela Vermelha de Maputo e o Ferroviário da Beira senão a confirmação da transição dos “locomotivas” para a final, pois ficou tão claro que os “alaranjados” teriam poucos senão nenhuns argumentos para contrariar o favoritismo da equipa treinada por Lucas Barrarijo, já que vinha de uma vantagem de 4-1.

 

 

Consciente disso, o Estrela Vermelha atirou-se ao jogo, esperando que talvez um milagre acontecesse. Aliás, não poupou esforços. Desdobrou-se por toda largura do terreno procurando os caminhos que lhe levassem à baliza defendida por Zé, mas com poucas alternativas de atravessar o último reduto dos “locomotivas” beirenses. Sem dar conta de si, o Estrela aventurou-se com a esperança de poder conseguir o golo mais cedo. Exerceu uma certa pressão sobre o adversário, sobretudo na primeira parte, na expectativa de uma possível saída para dar volta ao resultado. Até que teve um rendimento positivo do ponto de vista técnico e táctico, pois exibiu-se a um nível aceitável. Não baixou os braços perante uma equipa com créditos e nível bastante elevados. Mas foi puro engano pensar que pudesse alterar o destino que já lhe havia sido desenhado.

 

 

O Ferroviário da Beira olhou, esperou e depois reagiu. E a primeira investida nasceu dos pés do esquerdino Edson, que foi à linha de fundo centrar para Nelito atirar sobre o corpo do guarda-redes Gugumaio aos 11 minutos. Era o aviso à navegação, pois o Ferroviário viu-se obrigado a dar resposta às “provocações” dos “alaranjados”, que, de certo do modo, tiveram uma postura e atitude positivas.

 

 

Mas os “locomotivas” revelaram-se mais experientes, daí que chegaram com alguma facilidade próximo da baliza “alaranjada”. Poucos minutos depois o “capitão” Maninho foi à linha de fundo cruzar para Nelito, que amorteceu o esférico para Paíto atirar de primeira quase a roçar o poste. Maninho, que fazia a dupla de ataque com Nelito, voltou à carga.

 

 

Desta vez o cruzamento foi tenso e colocado ao segundo poste, donde apareceu Edson a cabecear para o poste, tendo na recarga Nelito atirou para as “nuvens” na boca da baliza. Com esta sequência de lances com cheiro à golo deu-se a viragem e a tendência do jogo para o lado do Ferroviário, que acabou acertando aos 22 minutos. Henry apareceu na confusão junto à grande área para dar seguimento a uma joga de insistência, atirando de primeira e encontrado desprevenido Gugumaio, que só viu a bola a anichar-se nas malhas.

 

 

E porque o Ferroviário estava na mó de cima, eis que Nelito redime-se dos falhanços, atirando a visar aos 39 minutos. Maninho esteve novamente na assistência. Com o 2-0 foi-se ao intervalo mas os “alaranjados” reagiram sete minutos depois do arranque da etapa complementar. Rachid reduziu para 2-1 de cabeça, numa jogada de insistência.

 

 

A “locomotiva” não estremeceu, mas sim encaixou-se nos carris e, numa jogada individual, Maninho falhou por pouco o alvo com um remate arrancado no interior da grande área. Este foi o prenúncio do golo de Mfiki. O sul-africano recebeu junto à grande área uma bola projectada da esquerda do meio-campo “alaranjado” e, sem deixar a bola tocar no chão, encheu o pé para o 3-1 aos 65 minutos. Daí para a frente manietou o adversário até ao apito final. 

O árbitro da partida, Mateus Infante, fez um bom trabalho.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Mateus Infante, auxiliado por Júlio Muianga e Zacarias Balói. O quarto árbitro foi Sérgio Lopes.

ESTRELA VERMELHA – Gugumaio; Keny, Pedrito, Anselmo e Edmundo; Gimo (Genito), Eládio, Freitas (Valy), Nelsinho e Novidade; Rachid.

FERROVIÁRIO DA BEIRA – Zé; Elísio, Mambucho, Cufa e Edson; Mfiki, Paíto (Carlitos), Henry e Reinildo (Gildo); Maninho e Nelito (Sankhanie).

DISCIPLINA: cartolinas amarelas para Anselmo e Pedrito, ambos do Estrela.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:34
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OS Ferroviários de Maputo e da Beira vão disputar a final da Taça de Moçambique/mCel edição 2015, depois de afastarem respectivamente o Costa do Sol e o Estrela Vermelha da capital do país no último fim-de-semana com o agregado nas duas “mãos” de 3-1 (0-0, na primeira “mão” e 3-1, na segunda) e 7-2 (4-1, na primeira “mão” e 3-1, na segunda), respectivamente.

 

 

 

O Ferroviário da Beira parte para esta final como detentor do título conquistado o ano passado no Estádio Nacional do Zimpeto diante do Chibuto, enquanto o de Maputo vai à procura de salvar uma época negra no Moçambola, onde luta pela permanência depois de ter começado como um dos candidatos ao título.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:13
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