Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 29 DE Setembro 2014

EFECTIVAMENTE a tarde de sábado, no Campo do Ferroviário da Manga, foi um momento de reconciliação entre o Têxtil do Púnguè e os seus adeptos depois de várias jornadas sem vitórias.Os “fabris” entraram galvanizados, mas os visitantes não tardaram a equilibrar à contenda. Aliás, passaram a aproximar-se mais vezes da baliza contrária, no entanto sem muito perigo.

 

 

Por essas alturas, os anfitriões valiam-se de contra-ataques rápidos aproveitando a velocidade dos seus dois atacantes, nomeadamente João e Kelo que criavam desequilíbrios junto a área de Sitoe.Aos 21 minutos, os donos da casa chegaram ao golo precisamente num contra-ataque concluído por Kelo a passe de Micas.

 

 

O intervalo chegou com os visitantes a tentarem chegar ao golo de igualdade, mas devido a boa organização da defensiva beirense não foi possível.

No reinício da partida, o Ferroviário de Quelimane apareceu novamente disposto a virar o resultado, mas tal como na etapa inicial, as suas iniciativas eram sempre anuladas.

 

 

Enquanto isso, o Têxtil continuava a optar pelos contra-ataques mas a não ter igualmente calma suficiente no momento da verdade.Resumidamente, as duas equipas jogaram taco-a-taco com o Ferroviário de Quelimane a vender muito cara a derrota.O trio de arbitragem apresentou-se em bom plano.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Ainade Hussene, auxiliado por Bento Chengeranau e Manuel Nelson.

TÊXTIL: Miguel; Tony, Micas, Carlos e Kadre; Tinho (Nuro), Moka (Gabito), Félix e Luís; João e Kelo (Djongue).

FER. QUELIMANE: Sitoe; Mikel, Ibrahimo, Bel e Hilário; Cosme (Júnior), Tawinha, Delcio e Quaresma; Zamo (Orlando) e Clement.

CARLOS JÚNIOR

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:41
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O ESTRELA Vermelha da Beira sabia muito bem que estava diante de um adversário muito complicado, dai que entrou apostando num jogo ofensivo, colocando o Ferroviário da Beira remetido no seu sector mais recuado, sobretudo na primeira parte, já que na segunda jogou mais a defesa.Nos minutos iniciais, o Estrela da Beira inquietou bastante o Ferroviário. Fez uma pressão, uma estratégia que funcionou já que os visitantes não tinham muito espaço de manobras.

 

 

Tchocolo, Bino e Delfino eram uma autêntica dor de cabeça e o golo surgiu com toda a naturalidade aos 33 minutos através de um lance que partiu do lado direito onde Binó passou por dois contrários, galgou terreno até fazer um passe para Tchocolo finalizar. A festa nas bancadas foi enorme.

No reatamento, o Estrela voltou mais cauteloso com um jogo mais defensivo e o Ferroviário cada vez mais ofensivo, mas pecava na finalização.

 

Mas foi numa jogada complicada, após um canto, Henry é derrubado na grande área quando se preparava para rematar à baliza e o árbitro perto da jogada apontou para a marca da grande penalidade. Chamado a cobrar o Mambucho converteu. Estava feito o empate aos 75 minutos.O resultado não mais se alterou até ao apito final.A equipa de arbitragem, apesar de Aníbal Armando ter se desentendido em algum momento com os seus auxiliares, em nada influenciou no resultado.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO: Aníbal Armando, auxiliado por João Paulo e Adão Chitache.

ESTRELA.V.BEIRA: Marcelino; Buda, Mario, Ze Rasta, Edy, Paiva, Issufu, Tchocolo(Kikito), Osias (Mercy), Bino (Buda), Delfino.

FER.BEIRA: Wilard; Mambucho, Cufa, Paito, Carlitos (Henry), Reinildo (Djei), Mfiki(Pitcho), Edson e Elísio; Maninho e Sankhane.

Disciplina: Vermelho para Edy do Estrela por acumulação de amarelos. Amarelo para Zé Rasta.

 

 

LAINTON SIFA 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:34
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NO “clássico” da 23.ª jornada que opôs vizinhos e rivais, Desportivo e Maxaquene, entretanto, ofuscado pelo duelo em Nampula, os “alvi-negros” pagaram o preço da ineficácia sobretudo no primeiro tempo, período no qual perderam a oportunidade de resolverem a contenda.O Desportivo entrou muito pressionante, talvez querendo resolver o “clássico’’ o mais cedo possível. As alas foram eleitas pela turma “alvi-negra” como “armas” do ataque, com Jorge (esquerda) e Cristóvão (direita, mais tarde a esquerda) a serem os principais solicitadores da dupla ofensiva constituída por Jojó e Yannick.

 

 

Por estas alturas, o Maxaquene sentia muitas dificuldades para sair a jogar, ou mesmo anular as investidas do Desportivo, e isso fez com que nos primeiros 20 minutos, a sua principal estrela, Isac, estivesse algo perdido em campo.

 

 

O golo anulado a Yannick nos primeiros minutos, por fora-de-jogo, o cabeceamento perigoso de Jojó que saiu por cima, eram os espelhos do domínio “alvi-negro’’. O Desportivo não encontrava caminhos para gizar com êxito a baliza contrária, sendo que a perdida mais flagrante foi protagonizada por Jojó que, depois de evitar o guardião “tricolor” já na área, viu o seu remate ser interceptado por Calima.

 

 

O Desportivo continuava na mó de cima e a dada altura reduziu o adversário a mero espectador. Mas porque quem não marca sofre, o Maxaquene foi pragmático, chegou ao 1-0 por Isac, numa jogada aparentemente inofensiva na qual a defesa “alvi-negra’’ ficou a dormir. Em plena área e perante o desamparado Wilson, Isac só precisou de um toque subtil para colocar a sua equipa em vantagem.

 

 

O golo abalou de certa forma os “alvi-negros” que tentaram dar réplica com um remate de Jorge na cobrança de um livre, mas a bola foi directamente para as mãos de Guirrugo. Entretanto, pouco depois, Isac quase bisava, quando depois de uma bela combinação com Nelson surge isolado, fazendo um remate sem força (na tentativa de um chapéu) para a figura de Wilson.

 

 

No reatamento, a tendência do jogo continuou, com o Desportivo a manietar o adversário à procura de, pelo menos golo de igualdade. Antero Cambaco mexeu no seu xadrez, lançando jogadores ofensivos como Lanito, Jair e Lalá, mas o caminho das redes de Guirrugo não era encontrado pelos seus pupilos. Chiquinho fez o inverso, meteu jogadores mais defensivos e deu-se bem.

 

 

Da zona frontal, a meio do segundo tempo, Lanito tentou um remate mais em jeito do que em força, mas saiu por cima. Agradeceu Maxaquene que respondeu, mas viu Moniz a chegar ligeiramente atrasado a um cruzamento rasteiro bem tirado por Vling.Os “alvi-negros” voltaram a carregar e Lalá não tirou devidamente as medidas da baliza “tricolor”, cabeceando por cima, em resposta a um canto.

O árbitro do encontro, José Maria Rachide, fez um bom trabalho.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO: José Maria Rachide, auxiliado por Célio Mugabe e Carlos Guambe. Quarto árbitro foi Felisberto José.

DESPORTIVO: Wilson, Cremildo, Jorge, Sidique (Lalá), Ussama, Agy, Hermínio, Cristóvão (Jair), Mastyle, Yannick (Lanito) e Jojó.

MAXAQUENE: Guirrugo, Calima, Narciso, Abílio, Micas (Vling), Zabula, Matlombe (Diló), Bernard, Nelson, Betinho (Moniz) e Isac.

DISCIPLINA: Amarelos para Ussama e Agy (Desportivo), Zabula e Micas (Maxaquene).

GOLO: Isac (30 minutos).

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:55
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O FERROVIÁRIO de Nampula tinha ontem tudo para no confronto com a Liga Desportiva do Maputo, actual líder do Moçambola, sair vitorioso e tornar real o sonho de comandar o campeonato nacional de futebol, e quiçá, arrecadar o título em disputa, que já ruma para as derradeiras jornadas.Com o empate sem abertura de contagem, os “locomotivas” suspenderam tal sonho e agora não só devem continuar a somar vitórias como também devem esperar pelos resultados de terceiros sobretudo uma escorregadela da Liga.

 

 

Com os nervos a flor da pele as duas equipas iniciaram a partida jogando mais com o coração do que propriamente com os pés. Se por um lado foi a Liga quem primeiro assentou o seu jogo e obrigou o adversário a recuar, por outro o Ferroviário tentava travar o rítmico do adversário ao mesmo tempo que saia em contra ataque.

 

 

Com casa cheia alguns erros precoces do árbitro Arlindo Silvano que até certo ponto prejudicavam os donos de casa, o público ia ficando irritado e não faltaram os apupos e nalguns momentos com o arremesso de objectos para dentro do campo. Lembramos aliás aos 7 minutos quando o juiz da partida teve que exibir dois cartões amarelos, o primeiro a Vasil por discutir descontroladamente uma falta não assinalada e depois a mando por entrada perigosa.

 

 

A passagem do primeiro quarto de hora o jogo ficou monótono. O sistema táctico dos donos da casa era totalmente defensivo e a Liga no meio campo não conseguia perfurações e os passes em condições permitindo intercepções da defensiva contrária.Aos 24 minutos surgiu a primeira grande perdida do jogo. Belito "roubou” a bola a Quinho, entrou para a grande área e chutou em jeito de cruzamento. De trás para frente tanto Vivaldo como Calton chegaram tarde para o toque final.

 

 

O Ferroviário acordou com este lance e passou a pressionar mais. Consequentemente a emoção voltou ao estádio pois algumas jogadas de ataque passaram a levar consigo uma dose de perigo junto a baliza da Liga Desportiva de Maputo.

 

 

Aliás depois de no último quarto de hora desta etapa ter o jogo sob seu controlo e já sobre os 45 minutos o Ferroviário voltou a ter três ocasiões de golo originado dois pontapés de canto consecutivos. Faltou mais calma e discernimento dos atacantes “locomotivas” para inaugurar o marcador.

Mais uma vez, Rogério Gonçalves começou a pensar em reforçar o seu ataque pois acreditou que afinal a Liga era uma equipa ao seu alcance e não precisava de um sistema tão defensivo quanto o que havia sido montado.

 

 

Massaua saltou do banco e nos primeiros minutos da segunda parte entrou para o lugar de Belito. A pressão atacante dos donos de casa cresceu e aos 59 minutos Calton isolou-se, galgou terreno e entrou para a grande área. Apenas com o guardião pela frente optou pelo chapéu que saiu por cima do travessão.

 

 

Os visitantes nalgum momento já se preocupavam em queimar o tempo e travar a aceleração dos contrários, a procura do empate, mas foi nesta toada que aos 68minutos numa jogada de contra ataque, Avelino correu do meio campo e solicitou Zico na ponta direita do seu ataque que atirou forte mas a figura de Germano. O ferroviário respondeu a esta jogada no minuto seguinte com Vivaldo a ensaiar uma meia volta para fora.

 

 

Dai para frente foi um autêntico festival de falhanços dos donos da casa. Calton teve pelo menos mais três jogadas que poderiam ter dado em golo mas demostrou, isso sim, um desgaste físico.

 

 

A Liga Desportiva de Maputo que ontem apresentou Sergio Faife como treinador adjunto e Abude Razake (Daude) como o principal numa aparente chicotada silenciosa (?) conformou-se com o empate até certo ponto valioso.

 

 

Aliás Sérgio Faife que esteve todo o tempo sentado e sem intervir no jogo foi expulso do banco na única vez que dele se levantou para reclamar uma falta não assinalada pelo árbitro Arlindo Silvano, que quanto a nos não esteve a altura do jogo pois não só demostrou falta de autoridade (para um jogo deste calibre) como ajuizou mal alguns lances.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO: Arlindo Silvano auxiliado por Ivo Muiambo e Teófilo Mungoi tendo como quarto árbitro Júlio Gonçalves

FER. NAMPULA:Germano; Ernest, Stélio Pedro, Vasil e Hipo; Oscar, Kalanga e Belito (Massaua); Vivaldo (Tony) e Calton (Elboh).

LIGA:Quino; Chico, Telinho, Nando (Avelino) e Liberty; Imo (Muando), Eusébio (Mustafá), Quito e Zico; Gildo e Hagy.

ACÇÃO DISCIPLINAR:Cartões amarelos para Vasil (Ferroviário), Nando e Mustafá (Liga)

 

 

CARLOS COELHO

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:21
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LIGA Desportiva de Maputo e Ferroviário de Nampula empataram, na tarde de ontem, sem abertura de contagem, no desafio mais aliciante da 23ª jornada do Moçambola.

 

Face a esta igualdade tudo continua como estava antes, ou seja, a Liga Desportiva de Maputo com 44 pontos mantêm-se na liderança com um de vantagem sobre o Ferroviário de Nampula, segundo classificado.

 

 

A jogarem em casa, os “locomotivas” tudo fizeram para vencerem, mas no final teve que se conformar com um empate. Os comandados de Rogério Gonçalves foram claramente melhores, mas não encontraram a fórmula correcta para violarem as redes contrárias e agora terão que depender de terceiros para chegarem ao segundo título (o primeiro foi em 2004).

 

 

Já a Liga depende única e exclusivamente de si mesma para revalidar o título, embora não atravesse um bom momento de forma.A ronda ficou igualmente marcada pela vitória do Maxaquene no “clássico” com o vizinho, o Desportivo, por 1-0, e dos deslizes, mais um, do Ferroviário de Maputo em Songo, por 1-0, e do Costa do Sol em Chibuto, por 2-0.

 

 

Na abertura da jornada, o Têxtil de Púnguè venceu o Ferroviário de Quelimane, por 1-0. O Estrela e Ferroviário, ambos da Beira, empataram a um golo, enquanto o Ferroviário de Pemba venceu o Desportivo de Nacala, por 1-0, e finalmente deixou o último lugar.

 

 

Na próxima jornada, o destaque vai para o “clássico” Costa do Sol-Ferroviário de Maputo. Eis os outros jogos: Desp.Maputo-HCB, Têxtil-Fer.Beira, Liga-Estrela.V. Beira, Fer.Quelimane-Fer.Pemba, Desp. Nacala-Chibuto e Maxaquene-Ferroviário de Nampula.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:15
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  Grupo A J V E D P
1 L. Muçulmana 19 12 6 1 42
2 F. de Nampula 20 11 5 4 38
3 F. da Beira 20 10 5 5 35
4 D. Maputo 20 9 5 6 32
5 Clube de Chibuto 20 8 6 6 30
6 Maxaquene 20 8 5 7 29
7 HCB Songo 19 8 4 7 28
8 Costa do Sol 19 7 4 8 25
9 D. Nacala 20 6 6 8 24
10 F. de Quelimane 20 6 4 10 22
11 F. de Maputo 20 5 6 9 21
12 Têxtil de Púnguè 20 4 5 11 17
13 E. Vermelha 19 3 8 8 17
14 F. de Pemba 20 4 5 11 17

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:07
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