Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 11 DE Setembro 2014

 

A PLENÁRIA de Justiça Desportiva chumbou o recurso de pedido impugnação dos resultados das últimas eleições de novos corpos gerentes da Federação Moçambicana de Natação (FMN) realizadas a 10 de Julho último e que culminaram com a vitória de Fernando Miguel, que concorreu pela lista A.

 

 

O recurso foi submetido à plenária pela lista B, liderada por Deolinda Mabote, logo após a mesa da assembleia-geral, na qualidade de comissão eleitoral, ter igualmente considerado o pedido de impugnação improcedente.Contactado pela nossa Reportagem, o presidente da mesa da assembleia-geral, Carlos Comé, confirmou o facto, anunciando que será brevemente tornada pública a data para a tomada de posse da nova direcção.

 

 

Um dos pontos que concorreu para a reprovação do pedido de impugnação tem a ver com aquilo que a plenária chamou de formalidades que devem ser observadas em matérias de género, nomeadamente o facto de a lista B ter ignorado outros órgãos deliberativos ao nível da própria FMN, nomeadamente o conselho jurisdicional, antes de recorrer à Plenária da Justiça Desportiva.

 

 

Recordar que a lista B apresentou, na altura, como pontos de discórdia a alegada presença do nome de Carlos Comé nalgumas das listas concorrentes propostas para o cargo que actualmente ocupa, bem como o facto de o Conselho Nacional do Desporto, órgão que exerceu o voto de qualidade e que ditou a vitória de Fernando Miguel, estar a funcionar ilegalmente, ou seja fora do seu mandato. Alegando princípios éticos, depois de se verificar empate entre as listas A (de Fernando Miguel) e B (de Deolinda Mabote), a mesa da assembleia-geral delegou o voto de qualidade (o qual tem o direito de exercer em casos como estes) ao CND com o objectivo de conferir ao processo maior neutralidade e transparênciaMesmo assim, a lista de Deolinda Mabote não se conformou.

 

 

 

Salientar que esta decisão surge depois de os órgãos associativos, nomeadamente as associações da cidade de Maputo e Sofala terem aprovado por unanimidade os relatórios de actividades e do mandato da direcção liderada por Gilberto Mendes. Neste encontro, havido há dias, foi consensual a necessidade da união da família da natação e “flair-play”, facto que abre possibilidades de integração dos membros das diversas listas concorrentes na actual direcção, isso para o bem da modalidade. 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:00
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A SELECÇÃO Nacional de ténis teve mau começo na sua primeira aparição no Davis Cup, um dos prestigiados torneios promovidos pela federação internacional da modalidade (ITF) ao qual Moçambique tem direito de participar depois que foi eleito, ano passado, membro de pleno direito daquela organização desportiva mundial em assembleia-geral realizada em Paris, na França.

 

 

Na estreia, segunda-feira, o combinado nacional perdeu por 2-1 diante do Benin. A principal aposta moçambicana, Franco Mata, radicado nos Estados Unidos da América, até conseguiu se impor no frente-a-frente com Theofile Segodo, vencendo o primeiro e último “set” dum máximo de três, ou seja pelos parciais de 6/4, 5/7 e 6/2. Porém, o seu companheiro de equipa, Ataíde Mussagy, a estudar e a competir nos Estados Unidos, caiu aos pés de Alexis Klegou na disputa do último “set”, depois da igualdade nos primeiros dois. Quedou-se no primeiro (1/6), vencendo o segundo (6/1), mas voltou a claudicar no último pela diferença mínima (5/7).

 

 

Já em pares, a dupla moçambicana quedou-se diante do par composto por Alexis Klegou e Loic Didavi, perdendo deste a modo a partida, por 2-1. Nesta ronda inaugural, Feliciano dos Santos e Josefa Simão, respectivamente campeão nacional em título e vice-campeão, ficaram na reserva.  

 

 

Já no segundo dia de competições, na terça-feira, a turma moçambicana sofreu pesada derrota frente à Argélia (3-0). Desta vez, Franco Mata não teve os mesmos argumentos perante Mohamed Makhlouf, apesar de ter tentado resistir no segundo “set”, que foi decidido no desempate. Perdeu pelos parciais de 6/3 e 7/6 (9). Enquanto isso, Ataíde Mussagy caiu aos pés de Mohamed Hassan, com os parciais de 6/1 6/3. Para completar a partida, Feliciano dos Santos e Josefa Simão, que integram o quarteto moçambicano no torneio, estrearam-se ontem, em pares, mas não se escaparam frente à dupla Mohamed Kerroum/Hichem Yasri, perdendo pelo duplo 6/1.A Selecção Nacional poderá ter pontuado ontem frente ao Botswana, seu adversário da terceira jornada.

 

 

Salientar que Moçambique integra o Grupo A com Benin, Argélia, Boswana e Namíbia. Cada país leva uma selecção composta por quatro jogadores e um técnico. A outra série é composta por Zimbabwe, Madagáscar, Nigéria, Ruanda e Congo. Cada série apura dois países para a disputa das meias-finais.

 

 

O facto de o torneio ser disputado em terra batida constitui o maior revés para os moçambicanos, que tiveram apenas dois dias de adaptação, tendo em conta que a secção nacional chegou partiu na última sexta-feira e o torneio arrancou segunda-feira.

 

 


ProfileTeam Win/LossPlayer Win/LossTeam Stats

PlayerTotal
Win/Loss
Singles
Win/Loss
Doubles
Win/Loss
No. of tiesFirst year playedYears played
Feliciano DOS SANTOS GUILANDE 0-2 0-0 0-2 2 2014 1
Jossefa ELIAS 0-1 0-0 0-1 1 2014 1
Franco MATA 1-2 1-1 0-1 2 2014 1
Ataide Mussagy SUCA 0-2 0-2 0-0 2 2014 1

 

 

All-time records

Champions 0
First year played 2014
Years played 1
Ties played 2 (0 - 2)
Years in World Group 0
Most total wins Franco MATA (1 - 2)
Most singles wins Franco MATA (1 - 1 )
Most doubles wins Franco MATA (0 - 1) Jossefa ELIAS (0 - 1) Feliciano DOS SANTOS GUILANDE (0 - 2)
Best doubles team  
Most ties played Franco MATA (2)
Most years played Franco MATA (1) Ataide Mussagy SUCA (1) Feliciano DOS SANTOS GUILANDE (1) Jossefa ELIAS (1)

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:30
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O JOGO devia iniciar-se às 18:00 horas, só que instantes antes se registaram cortes de energia que por pouco deitavam tudo abaixo. Ninguém sabia o que efectivamente estava a acontecer. Eram correrias de um lado para o outro. Até se chegou a aventar o pior, a não realização do jogo.

 

 

Só que, três minutos depois das 18:00, o problema foi solucionado. Contudo, fica um aviso: da próxima é preciso que alguém de direito tome as devidas precauções.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:21
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É CERTO que não jogámos bem, mas merecíamos ter ganhado pelo que fizemos. Criámos oportunidades para marcar, mas não fomos capazes de materializar em golos”, João Chissano, seleccionador dos “Mambas”. Acrescenta que estava à espera de ver a sua equipa fazer golos.

 

 

Tínhamos na frente três jogadores que finalizam bem, e por isso estava à espera de golos”, disse. O técnico afirma que esperava um adversário determinado. “Espera um Níger forte. Sabíamos que ia ser um jogo.

 

 

O Níger vinha de um resultado negativo, e entrou bem. Creio que nos acomodámos um pouco e só aos 35 minutos conseguimos assentar o nosso jogo”, sublinhou. Questionado sobre se o empate comprometia de alguma forma as aspirações da Selecção Nacional. “É um resultado que não estávamos à espera, mas penso que podemos ir buscar em algum campo os pontos que perdemos aqui”, arrematou.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:15
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OS “Mambas” voltaram a empatar nesta fase de apuramento para o CAN Marrocos-2015. Ontem, em pelo Estádio Nacional do Zimpeto, não foram para além do 1-1 frente ao Níger, uma igualdade caseira que pode comprometer as suas aspirações de estarem presentes próximo ano em Marrocos, depois do nulo na Zâmbia no passado sábado.

 

 

Quanto ao jogo, Moçambique entrou pressionante. Não deixou que o adversário respirasse e num espaço de três minutos já tinha beneficiado de três pontapés de canto, no último dos quais Dominguez cobrou curto para uma tabelinha com Josimar, para depois entrar na área pelo vértice. No momento da progressão foi derrubado. O árbitro não hesitou e apontou para a marca da grande penalidade. O mesmo Dominguez, chamado a cobrar, fê-lo com precisão, atirando para o fundo das redes. Tudo parecia fácil para os “Mambas”.

 

 

O Estádio entrou em ebulição. Explodiu de alegria com os milhares de espectadores a ovacionarem a Selecção em pé. Era o momento mais alto da exibição da equipa de todos nós. Só que, à entrada do segundo quarto de hora, o Níger acreditou que podia chegar ao empate. Povoou o meio-campo e passou a levar ligeiramente vantagem nas jogadas de um para um.

 

 

Os “Mambas” perdiam a bola de forma infantil. Queriam fazer tudo às pressas. E, logicamente, os lances saíam transviados. E num abrir e fechar de olhos, o Níger já tinha engatado. Estavam transcorridos 26 minutos, quando a bola é cruzada do lado esquerdo, a defensiva moçambicana ficou pregada no terreno e Mohamane apareceu do lado contrário, portanto direito, a rematar para o desamparado Ricardo Campos ainda tocar no esférico, mas incapaz de o parar. Autêntico balde de água fria.

 

 

O estádio ficou mudo. Toda a gente levou as mãos à cabeça. Era total desespero. Daí em diante, até ao final do primeiro tempo, viu-se um Moçambique preocupado em chegar rapidamente ao segundo golo, mas que não aconteceu. No reatamento, Sonito, logo no primeiro minuto, disparou fortíssimo do meio da rua, mas a bola saiu ao lado. Na jogada seguinte, Dominguez estoirou. O guarda-redes defendeu com os punhos para a zona frontal. Na recarga, Reginaldo bateu para as “nuvens”.

 

 

Perdida flagrante dos “Mambas”. A pressão de Moçambique era à toda largura do terreno. O Níger começou a sentir a presença do público, mas mesmo assim não se incomodava. Continuava a fazer o seu jogo. Defendia em bloco e fazia-o da mesma maneira ao atacar. Aos 13 minutos, numa jogada bem orquestrada por Miro, do lado esquerdo, que cruzou para a área depois de uma tabelinha, Kito, com o pé esquerdo, atirou mais em jeito do que em força, mas a bola ganhou altura e perdeu-se pela linha de fundo.

 

 

Já era visível a preocupação dos “Mambas” em reverter a situação. Apertavam o cerco e, numa das jogadas de contra-ataque rápido, Domingez picou para a entrada de Sonito, que ainda introduziu o esférico na baliza, mas em posição irregular. Golo justamente anulado. Minutos depois, Sonito subiu até ao primeiro andar e cabeceou muito chegado à trave. Finalmente, João Chissano mexe na equipa. Faz sair Zainadine Júnior, que entrou condicionado para este jogo, e entrou para o seu lugar Hélder Pelembe, numa clara intenção de dar maior consistência ao ataque.

 

 

E, aos 27 minutos, por um triz os “Mambas” não picam. Sonito, sempre ele, desvia o esférico inteligentemente, só que, com uma defesa de recurso, o guarda-redes do Níger desvia com uma palmada para canto. Inconformado com o resultada, a equipa moçambicana reforça a linha atacante com o jovem veloz Clésio para o lugar de Josimar, que já acusava alguma fadiga. Depois foi Sonito que deu lugar a Isac.

 

 

O Níger começa a jogar na contenção. Simula lesões para ganhar tempo. O empate interessava-lhe depois da derrota caseira com Cabo Verde. E conseguiu os seus intentos, uma vez que nem os cinco minutos de compensação foram suficientes para os “Mambas” darem a volta ao marcador. O árbitro da partida esteve bem em todos os capítulos.

 

 

 

GIL CARVALHO

 

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:42
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