Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 19 DE Agosto 2014

 

É NO palco dos jogos, Arena de Luanda, onde o Misto de Maputo de hóquei em patins efectua esta tarde o último treino antes da estreia na Taça Zé Dú, agendada para amanhã, a partir das 18:00 horas, diante da selecção sub-21 da Espanha.

 

 

Alguns hoquistas nacionais que integram o Misto de Maputo voltarão a pisar uma pista que já conhecem do Mundial de Angola-2013, quando ao serviço da Selecção disputaram os quartos-de-final diante de Portugal, e depois frente ao Brasil e França, partidas de apuramento do quinto ao oitavo lugares. São eles Kiko, Maninho, Arnaldo Queiroz e Mafamba. Não tendo experimentado o palco do jogo, Bruno Pimentel, Kevin Pimentel e Dino também já têm uma ideia de como encarar o “parquet”, pois fizeram parte da comitiva que marcou presença em Angola, tendo por isso vivido de perto tudo o que foi acontecendo.

 

 

Assim sendo, o treino, que tem como finalidade se adaptar ao piso (aberto a todas as equipas que participam na prova), servirá igualmente para Tivane limar as últimas arestas no que concerne aos processos de jogo. Mesmo tendo em conta que o núcleo de jogadores que compõe o Misto de Maputo já se conhece há muito tempo o que lhes permite jogarem, literalmente, de olhos fechados, nunca é demais consolidar cada vez mais os processos do jogo.

 

O treino no Arena de Luanda, com capacidade para cerca de 12 mil espectadores, deve durar meia hora, este é normalmente o tempo que a organização da prova concede a cada equipa participante.

 

Refira-se que a comitiva moçambicana, chefiada pelo vice-presidente para área da alta competição, Abdul Azize, encontra-se desde ontem na capital angolana, sendo que ao final da tarde fez uma corrida pela marginal, um treino de descompressão que serviu mais para soltar os músculos (relaxamento) depois de pouco mais de quatro horas de viagem.

 

O Misto de Maputo abre com os sub-21 da Espanha, conforme foi referido, um adversário difícil, à semelhança do Sporting de Portugal (21 de Agosto) e do 1° de Agosto de Angola (22 de Agosto), todos eles integrados no Grupo B.

 

O Grupo A, tal como o “B”, está apetrechado de equipas de grande nível, a saber: Académica de Luanda, campeão africano, Juventude Viana, vice-campeão, Talleres da Argentina e ACP de Pretória.

 

 

A competição abre com a Juventude de Viana a receber o Talleres da Argentina, às 16:30 horas.Os dois primeiros classificados de cada grupo se apuram para as meias-finais.

 

 

CALENDÁRIO DE JOGOS

 

AMANHÃ

 

GRUPO A: Andes Talleres-Juventude de Viana e Académica-ACP de Pretória.

GRUPO B: Sub-21 da Espanha-Misto de Maputo e 1° de Agosto-Sporting de Portugal.

 

 

IVO TAVARES, EM LUANDA

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:18
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QUANDO não se tem arrojo, aí, meus senhores, não se pode culpar a quem esteja sentado seja lá onde for. Deve-se, por assim dizer, que se culpar a si próprio. Foi o que aconteceu ontem no “caldeirão” onde os donos da casa, o Ferroviário da Beira, não tiveram inspiração para sairem vitoriosos durante os 90 minutos, ante o seu homónimo de Nampula, porquanto foi melhor em todos os aspectos.

 

 

Quando a partida se iniciou, os “pupilos” de Lucas Bararijo, ou se preferirem, Lucas II, lançaram-se abertamente ao ataque dando mostras de que queriam resolver as coisas a seu favor o mais cedo possível. Enganaram-se os que assim pensavam, pois nada disso aconteceu, uma vez que, mesmo assumindo os “cordelinhos” do jogo, tudo era finalizado de forma atabalhoada, sem nexo e muito menos objectividade. Por exemplo, logo aos sete minutos, os locais engendraram uma soberba jogada de laboratório, mas na finalização, aí, foi o “calcanhar de Aquiles”, pois o atacante Mário rematou para fora, quando Germano estava totalmente batido.

 

 

O Ferroviário de Nampula apercebeu-se de que estava perante um adversário que queria algo mais que estar perante um “irmão”, tendo conseguido equilibrar os acontecimentos em campo a ponto de anular muitas jogadas de contra-ataque dos beirenses.

 

 

 

Aos 31 minutos, os comandados de Rogério Gonçalves também chegaram com perigo junto à baliza de Willard, mas o cabeceamento de Dondo não foi directo à baliza, após um cruzamento milimétrico de Óscar para o “coração” da área, perdendo-se assim uma chance de golo para os visitantes. Minutos depois, voltou a ser o Ferroviário da Beira, através de Nelito, a criar calafrios junto à baliza dos “locomotivas” da capital do norte, mas tal não passou de intenção, pois a jogada não teve finalização adequada.

 

 

Depois do intervalo, o pendor atacante também pertenceu aos locais, mas, tal como foi na etapa inicial, a conclusão das jogadas também era deficiente, senão mesmo sem fôlego por parte dos atacantes. O momento do jogo aconteceu aos 68 minutos. Numa jogada de contra-ataque, o lateral direito dos locais, Reinildo, esgueirou-se pela ala, tendo entrado na área. Cruzou para o Mário, este driblou três adversários e sem calma chutou para as “nuvens”, perdendo-se assim a oportunidade soberana de golo.

 

 

Posto isto, o jogo ficou monótono, embora as duas equipas tenham refrescado as suas alas com substituições que em nada contribuíram para outro desfecho.O juiz da partida não teve muitos problemas na condução do jogo e foi bem auxiliado.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO: Celestino Gimo, auxiliado por Bento Tchengerenai e Manuel Nelson. Afonso Xavier

foi o quarto juiz.

FER. BEIRA: Willard; Elísio, Mambucho, Emídio, Reinildo; Pitcho (Edson), Paíto, Carlitos, Nelito (Sankani); Mário (Henry) e M’fiki.

FER. NAMPULA: Germano; Ernest (Belito), Stélio, Vasil, Dondo; Hipo, Kalanga, Óscar, Eboh (Taibo); Skaba (Massaua) e Vivaldo.

DISCIPLINA: Amarelos para Ernest, Stélio, Hipo, todos do Fer. Nampula.

 

 

LAINTON SIFA

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:05
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O TEXTÁFRICA já trabalha para a “poule” de apuramento ao Moçambola-2015, após a sua confirmação como vencedor imbatível do Campeonato Provincial de Futebol de Manica.

 

 

A equipa treinada pela dupla Mussá Osman e António Safrão inicia este fim-de-semana intercâmbios, que serão com algumas equipas que transitaram igualmente para a fase intermédia de acesso ao Campeonato Nacional, do próprio Moçambola e do vizinho Zimbabwe.

 

 

De acordo com o director do departamento desportivo dos “fabris” do planalto, Inácio Sambo, negociações nesse sentido estão em curso para conferir à equipa maior rodagem com vista ao alcance dos objectivos que persegue, nomeadamente transitar na primeira fase.

 

 

A “poule” da zona centro será disputada em duas séries, com quatro equipas cada, uma no Chimoio e outra em Quelimane. Os vencedores das séries jogarão entre si para apurar a equipa que transita para a maior prova futebolística nacional.  

 

 

Salientar que o Textáfrica conquistou o “Provincial” de Manica sem conhecer o sabor amargo da derrota, numa prova com nove equipas e disputado em duas voltas. Apenas consentiu um empate, na jornada inaugural frente ao Atlético de Gondola, curiosamente o seu acompanhante à “poule”, somando no fim 46 pontos. Em 18 jornadas, marcou 37 golos e sofreu apenas um, sendo a equipa com melhor ataque e defesa. O domínio do campeonato pelos “fabris” justifica-se ainda pela distância que lhes separou do seu mais directo perseguidor ao fim da competição. O Atlético de Gondola fez apenas 29 pontos, enquanto o terceiro classificado, Desportivo de Manica, conseguiu 21.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:33
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A FAMÍLIA do ténis reúne-se a 22 de Setembro, em Maputo, em assembleia-geral ordinária para a eleição de novos corpos gerentes da Federação Moçambicana da modalidade (FMT). 

 

 

Para além da eleição do novo presidente da FMT, a reunião magna vai debater e aprovar o relatório de actividades e de contas de 2010-2014 e, nos diversos, avaliará a participação moçambicana no Davis CUP, torneio promovido pela Federação Internacional da modalidade e no qual participam atletas dos países-membros de pleno direito (com direito à votação) daquela organização desportiva internacional.

 

 

O actual presidente da FMT, Valige Tauabo, destacou o facto de a assembleia acontecer num momento em que o ténis está a registar um ponto de viragem em quase todas vertentes, nomeadamente na componente organizacional, infra-estrutural e competitiva, situação que projecta a modalidade para um futuro promissor. De acordo com Valige Tauabo, o passo que se segue é de consolidação do movimento tenístico ao nível nacional, com a transformação dos núcleos existentes em associações provinciais, processo que será acompanhado pela implantação de infra-estruturas desportivas, designadamente campos (courts) e sedes provinciais.

 

Para já, Nampula e Cabo Delgado (Pemba) são os pontos de partida nesse longo processo. A FMT espera a formalização das associações provinciais em princípios do próximo ano, que funcionarão junto aos já concluídos “courts” da Universidade Unilúrio e do Complexo Desportivo de Pemba, respectivamente.

 

 

Actualmente, para além dos núcleos provinciais de Nampula e Cabo Delgado, a FMT conta com os de Maputo província, Sofala, Manica, Tete (aqui estão os “courts” de terra batida de Songo) e Niassa. Estes estarão representados na assembleia-geral que se aproxima.

A estratégia de FMT é de que a existência de associações só se justifica onde há infra-estruturas.

 

 

Só vamos legalizar associações onde há infra-estruturas. A associação de Nampula será a primeira a ser legalizada com a inauguração, brevemente, de dois “courts” na Universidade de Unilúrio e depois faremos em Cabo Delgado, quando forem inaugurados os “courts” do Complexo Desportivo de Pemba”, assegurou.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:27
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O FERROVIÁRIO da Beira, actual detentor da Taça de Moçambique/mcel, continua em prova depois de afastar domingo o seu homónimo de Nampula com um agregado de 1-1, (1-1, na primeira “mão” e 0-0 na segunda), valendo-lhe o golo marcado fora para seguir em frente.

 

 

Os “locomotivas” do Chiveve podem chegar à final da competição, uma vez que evitam na próxima eliminatória um dos “colossos” -Ferroviário de Maputo e Costa do Sol -, cruzando-se com o Estrela Vermelha de Maputo, que apesar de ter afastado gigantes como Liga Desportiva de Maputo (ex-Liga Muçulmana) e Desportivo, estão muito bem ao seu alcance.

 

 

Porém, caso passem para a final, vão ter que encontrar ou o Costa do Sol ou o Ferroviário de Maputo. E aí certamente que vão ter que se empregar a fundo se quiserem revalidar o título.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:24
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A DIRECÇÃO do Clube Desportivo e Recreativo da Hidroeléctrica de Cahora-Bassa (HCB), no Songo, em Tete, está a levar a cabo um plano de acção concernente à preparação condigna da sua colectividade para os desafios almejados para o Moçambola da próxima edição, uma vez goradas as hipóteses de conquista do título da presente edição.

 

 

Os actuais gestores do clube, por sinal uma direcção nova e que caminha no seu primeiro mandato, contrataram recentemente Artur Faria, um cidadão de nacionalidade portuguesa que em tempos passados trabalhou no Maxaquene, para a gestão desportiva da colectividade.

O novo director desportivo do HCB vai ocupar o lugar deixado por José Geneto.

 

 

Luís Canhemba, porta-voz do clube, referiu que Artur Faria chegou de Portugal no último sábado e tem a responsabilidade de reorganizar melhor a equipa principal de futebol para atacar o título da próxima época.

 

 

Estamos a trabalhar no máximo para o sucesso na próxima temporada e sentimos que para tal é necessário uma organização a partir da base de modo a atacarmos o título com toda a segurança e tranquilidade”, disse Canhemba.

 

 

A nossa fonte acredita que para a conquista do Moçambola-2015 é necessário o empenho de todos e a direcção já tem esboçado um plano ambicioso, que abrange a contratação de novos jogadores. Contactos para o efeito já estão em curso.

 

 

Vamos purificar a equipa em mais de 80 por cento. Queremos um conjunto constituído por jogadores jovens e talentosos e apostamos mais no mercado nacional. É por isso que a nossa pesquisa está virada para todo o país”, disse Luís Canhemba.

 

 

 Entretanto, algumas vozes ligadas ao clube disseram à nossa Reportagem que os maus resultados que a equipa está a registar nos últimos jogos estão relacionados com questões técnicas, fundamentalmente as opções do treinador zambiano Wetson Nyerenda.

 

 

“Alguns jogadores que fazem parte do onze básico já não rendem, mas são sempre alinhados, em prejuízo de outros bons jogadores. A zona defensiva praticamente não existe e apesar de o treinador notar isso não altera nada”, disseram as nossas fontes.

 

 

Outros referiram que de maneira nenhuma se justificam os actuais resultados, tendo em conta as condições criadas pelo clube, desde técnicas, alojamento, salário e campos de treino.

 

 

Os nossos jogadores têm os melhores salários da praça futebolística e não só. Dispõem de um dos melhores campos para treinos e jogos, para além de um lar apetrechado com todas as condições para um profissional de futebol, relativamente a outros clubes que militam neste Moçambola, pelo que algo deve estar a passar-se, e que está a influenciar para estes maus resultados”, ajuntou.

 

 

De referir que o jogo contra o Têxtil de Púnguè, da décima sétima jornada do Moçambola, onde o HCB perdeu em casa por 0-1, Wetson Nyerenda teve de permanecer cerca de uma hora no interior do recinto desportivo porque os adeptos, furiosos, barraram o portão de saída exigindo a cabeça do treinador. Foi graças à intervenção da segurança da empresa HCB que se evitou o pior.

 

 

 

BERNARDO CARLOS

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:11
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OS resultados desportivos das modalidades colectivas nos eventos desportivos internacionais, nos quais as delegações nacionais participam sob comando da Missão Moçambique, órgão também responsável pela preparação das respectivas selecções, não têm sido das melhores.

 

 

Apesar dos esforços para inverter o cenário que permanece inalterável durante muitos anos, o desempenho continua longe das expectativas, facto que obrigou a apostar muito nas modalidades individuais, que têm sido a bóia de salvação de Moçambique além-fronteiras. Esta realidade preocupa o Governo que, através do Instituto Nacional do Desporto (INADE), reconhece a tendente viragem da pirâmide que conferiu às principais modalidades colectivas o estatuto de prioritárias, tanto ao nível de investimento, como em termos de resultados.

 

 

A última experiência foi nos IX Jogos da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) recentemente realizados em, Luanda, Angola, onde Moçambique foi honrado pelo atletismo para a pessoa portadora de deficiência (paralímpico ou adaptado), que conquistou cinco das seis medalhas de ouro que Moçambique amealhou no evento e igual número de prata. A outra medalha de ouro foi amealhada pelo atletismo convencional. As restantes medalhas, de um total de 21 conquistadas no cômputo geral, são de bronze.O facto de as modalidades colectivas não terem conseguido ouro ou prata relegou Moçambique da terceira posição conseguida em Mafra-2012, em Portugal, para a quarta.

 

 

Chamado a tecer considerações sobre esta situação, o director-geral do INADE, António Munguambe, explicou que, apesar de Moçambique ter adoptado a política de modalidades prioritárias, ficou sempre claro que se referia, de modo geral, à massificação do desporto no país. Porque, segundo elucidou, o que normalmente se impõe quando se fala de alta competição são os resultados. E isso significa, de acordo com a fonte, que os que se imporem exigirão maior intervenção e concentração do Governo em relação a outras.

 

 

Portanto, não há aqui um outro barómetro que possa medir aquilo que deve ser o apoio a merecer na alta competição se não forem os próprios resultados desportivos. E as individuais continuarão a merecer especial atenção e apoio se continuarem a responder a este desafio como acontece agora”, sublinhou.

 

 

Porém, negou que isso queira significar a perda de apoio que as modalidades colectivas sempre mereceram enquanto modalidades com maior expressão ou prioritárias.

 

 

Eu não gostaria de ir nesse diapasão. É que na alta competição propriamente dita os resultados desportivos é que ditam as performances. Por exemplo, se nós temos atletas que se qualificam para o Mundial, naturalmente que conquistaram o lugar por mérito próprio e serão apoiados por essa capacidade, independentemente se são de uma equipa colectiva ou individual.E não há dúvidas de que se forem também muitos a registar êxito, ao nível de modalidades individuais, por mérito próprio, terão maior patrocínio do Governo quando falamos do investimento total”, anotou.

 

 

 

Chamado a comentar sobre o que tem sido o desempenho das selecções nacionais das modalidades colectivas, relativamente às individuais, no âmbito da Missão Moçambique, em particular para os Jogos da CPLP, António Munguambe afirmou o seguinte: “pela sua particularidade, as modalidades colectivas concorrem, numa competição pluridesportiva como esta, para uma medalha, enquanto as individuais disputam várias. Portanto, há atletas que ganharam medalhas nas suas especialidades, mas existem outras que nem uma amealharam. Portanto, não há uma comparação directa que se possa fazer em relação a esta situação”, justificou. 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:58
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O DESPORTO paralímpico voltou a conferir ao país as honras que outras modalidades, sobretudo as colectivas, não conseguiram outorgar nos IX Jogos da CPLP. Estamos a falar de quatro atletas, alguns dos quais, para além de ouro, ainda colocaram na vitrina do país medalhas de prata e bronze.

 

 

Deste grupo de atletas que, por si só, deram o suficiente que pudesse catapultar Moçambique para os lugares de pódio, contribuindo com cinco medalhas de ouro prata e igual número de prata, estão os que também deram seu contributo para que o país chegasse à terceira posição nos Jogos de Mafra-2012, em Portugal.

 

 

Edmilsa Governo foi a mais notável dos atletas que participaram no evento, com três medalhas de ouro conquistadas nas provas de 100, 200 e 400 metros. Esta foi a segunda sua aparição nos Jogos, depois de Mafra-2012. A jovem velocista disse que partiu decidida, preparada e confiante para as vitórias. Na sua primeira aparição, em Mafra, conquistou as únicas duas medalhas de ouro que Moçambique trouxe de Portugal e uma de prata.

 

 

Deixa a promessa de muito trabalho e conquistas nos próximos compromissos internacionais.Prometo uma ou duas medalhas de ouro nos Mundias do próximo ano, na Coreia do Sul, e vou trabalhar para tal”, assegurou.

 

 

Por seu turno, Hilário Xavier entrou pela segunda vez consecutiva para os Jogos da CPLP e sua aposta era conquistar muitas medalhas de ouro. Porém, não foi mais do que um ouro nos 100 metros. Este resultado não satisfez as suas expectativas e uma das razões que levantou foi o facto de desta vez não ter havido a preparação na pista.

 

 

Conhecia praticamente alguns dos adversários com os quais competi em 2012. Porém, quedei-me por não ter conseguido melhorar os meus tempos e as duas medalhas de prata acrescidas ao ouro não eram as desejáveis, porque estou em alto estado de forma. Treinei muito e merecia mais do que a prata”, disse.

 

 

Quanto ao futuro, Hilário Xavier afirmou que o importante é continuar a treinar e esperar por outros eventos. “Portanto, precisava de mais que uma medalha de ouro para melhorar o meu “ranking”. Isso seria bom, uma vez que consegui mínimos para o Mundial da Coreia do Sul”, frisou.

Enquanto isto, Denise das Dívidas,medalha de ouro no salto em comprimentonesta que era a suaprimeira presença nos Jogos, disse que a vitória foi fruto de muito treino.

 

 

Foi com muito esforço que consegui. Batalhei muito e foi com muito orgulho que obtive ouro”. Relativamente aos próximos compromissos, Denise das Dívidas prometeu melhorar a sua marca e representar condignamente o país fora de portas. Das Dívidas também obteve mínimos para o Mundial da Coreia do Sul e deixou a promessa de trazer mais medalhas.

 

 

 

Teresa Gabriel foi a autora do sexto ouro para Moçambique, o único no atletismo convencional e último. A jovem atleta não esperava pelo primeiro lugar e sente-se honrada por ter conseguido o precioso prémio. Afirmou que, apesar de ser a primeira vez que participava numa competição de cariz internacional, tinha muita crença no sucesso devido aosresultados que vinha registando em provas internas.

 

 

 

 

Os meus resultados eram encorajadores dai que mereci a aposta da equipa técnica. Em princípio, não pensava no ouro, mas pelos lugares de pódio. E, chegar à meta, em primeiro, foi um grande desafio e Deus ajudou-me muito para que isso acontecesse. Vi os adversários, não tive medo, tive um espírito vencedor e assim consegui alcançar os meus objectivos”, comentou. Salientar que Teresa Gabriel fazia o tempo de 62 segundos, nos 400 metros, antes de competir nos Jogos da CPLP.   

 

 

Entretanto, Denise das Dívidas e Hilário Xavier foram os autores das cinco medalhas de prata com as quais Moçambique regressou de Angola, sendo que ela conquistou três, ao ficar em segundo lugar nos 100, 200 e 400 metros, enquanto Hilário Chavela amealhou duas nos 200 e 400 metros. O bronze que honrou o atletismo convencional foi, por seu turno, amealhado por Jéssica Manhique, também nos 400 metros.

 

 

Jéssica Manhique nunca antes tinha participado em competições internacionais e classificou a experiência de excepcional. “Senti-me bem, apesar de a minha especialidade ser de 1500 metros”, comentou a atleta, que olha para o futuro com muita expectativa e deixa a promessa de trabalhar mais para trazer mais medalhas.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:53
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O TÉCNICO das selecções do atletismo adaptado, Narciso Faquir, não ficou surpreendido pelos feitos conseguidos pelas selecções masculina e feminina em Angola. Faquir revelou que as conquistas resultam de um compromisso assumido pelos atletas depois dos sucessos registados no Africano de Tunes, na Tunísia, e que serviu de apuramento para o Mundial da Coreia do Sul. De acordo com o treinador, Moçambique conseguiu apurar sete atletas para o Mundial, facto que elevou a motivação para os Jogos da CPLP.

 

 

Saímos de Maputo apostados em bater o recorde registado nos Jogos de Mafra, que foi de duas medalhas de ouro, duas de prata e igual número de bronze, e é isso o que aconteceu. Conseguimos em Angola cinco medalhas de ouro e cinco de prata. Pelo que pode ver, não estamos aqui a falar de bronze. Então, superámos e é com muito orgulho, porque foram as primeiras medalhas de ouro a caírem para Moçambique”, realçou.

 

 

Faquir destacou o facto de, apesar do tempo de preparação ter sido escaço, a equipa ter conseguido bons resultados, tendo, segundo contou, contribuído para o efeito a disponibilidade atempada das condições de trabalho, isso graças à flexibilidade da federação que tutela a modalidade junto ao Fundo de Promoção Desportiva (FPD) e ao Instituto Nacional do Desporto (INADE). 

 

 

Não tenho nada a lamentar, o Governo moçambicano nos ajudou bastante. Tivemos o ginásio e tudo quanto precisamos. Aliás, há que realçar a flexibilidade da nossa federação que permitiu que tivéssemos as condições a tempo e hora e isso foi benéfico, porque há federações que não foram flexíveis e que, por essa razão, viram os seus planos de preparação comprometidos”, referiu.

 

 

Narciso Faquir carrega consigo forte optimismo em relação aos próximos compromissos e pede a Deus que acompanhe o grupo de trabalho que dirige para a conquista de mais medalhas. “Conseguimos qualificar sete atletas para o Campeonato do Mundo e o apelo é de que o Governo e a sociedade civil apoiem estes adaptados que têm levantado a bandeira de Moçambique mais em cima além-fronteiras”, elucidou.

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:49
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PERANTE esta realidade apresentada em factos e números, as explicações ou argumentos dos técnicos apontam sobretudo para a inexperiência competitiva e pouco tempo de preparação. Porém, pelo regulamento dos Jogos, que são realizados de dois em dois anos e destinados aos atletas até aos 16 anos, dificilmente se poderia ter, de modo geral, os mesmos atletas ou equipas a competirem em duas edições, pelo que os argumentos avançados são pouco válidos.

 

Ao que tudo indica, a preparação das equipas tem sido fraca. Ou seja, não tem havido um valor acrescentado nos esforços feitos pela Missão Moçambique, responsável pela preparação das delegações nacionais aos eventos desportivos internacionais. Isso porque as federações não têm assumido este tipo de eventos como uma das prioridades na sua planificação ou programação, dependendo absolutamente dos incentivos disponibilizados pelo Governo nas vésperas dos Jogos.   

 

 

Por exemplo, o técnico de basquetebol masculino, Ernesto Matlombe, acusou a inexperiência aliada à primeira aparição do grosso modo (90 porcento dos atletas) em competições internacionais, bem como a fraca condição física relativamente ao seu mais directo adversário, Angola, uma vez confirmado o favoritismo de Portugal e Brasil. Mesmo vincando qualidade na equipa, os resultados mostraram que a equipa estava longe dos pergaminhos dos angolanos que, em edições anteriores estiveram sempre no pódio com portugueses e brasileiros. Aliás, à entrada para estes IX Jogos, estava claro que Angola, entanto que anfitrião iria disputar, de modo geral, o terceiro lugar com Angola, que reivindicava o facto de ter sido relegado ao quarto lugar na classificação geral, em Mafra, Portugal. 

 

 

A mesma justificação foi avançada pelo técnico da selecção de andebol feminino, Otélio Matusse, que relacionou o insucesso das meninas com a inexperiência competitiva por parte do grosso modo do conjunto e o facto de Moçambique se ter cruzado com as equipas relativamente mais fortes logo no arranque, designadamente Portugal e Brasil.

 

 

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:42
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