Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 18 DE Agosto 2014

 

O MISTO de Maputo em hóquei em patins parte esta manhã para Luanda, Angola, onde participa a partir de amanhã no Torneio Zé Dú, alusivo ao 72.° aniversário do Presidente daquele país, José Eduardo dos Santos.

 

A equipa moçambicana far-se-á representar por um conjunto de 10 jogadores, divulgados sábado, pelo técnico Pedro Tivane, a saber: Arnaldo Queiróz e Lucas Cossa (Guarda-redes); Spiros Esculudes “Kiko”, Bruno Pimentel, Ivan Esculudes “Maninho”, Nelson Miquessene “Mafamba”, Kevin Pimentel, Eduardo Costa, Momed Buanar “Dino” e Samuel António “Mitó” (jogadores de campo). Ficaram de fora da lista Mercê Mungói e José Wilson Sigalette “Siga”.

 

 

A comitiva moçambicana será chefiada por Abdul Azize, vice-presidente da área da Alta Competição da Federação Moçambicana de Patinagem (FMP), que será auxiliado por Sandro dos Santos, presidente da Associação de Patinagem da Cidade de Maputo (APCM), e Justino Miguel, dirigente na FMP. Abel Manhiça será o médico/massagista da equipa.

 

 

A turma moçambicana acertou os últimos pormenores tácticos e estratégicos a aplicar na partida de amanhã diante da Selecção Sub-21 da Espanha, primeiro adversário no Grupo “B”. Além dos espanhóis, o Misto de Maputo enfrentará o Sporting de Portugal e o 1.º de Agosto, jogos agendados para quarta e quinta-feira, respectivamente.No Grupo A, estão agrupadas as formações da Juventude de Viana, Académica de Luanda e Talleres da Argentina.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:54
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O ESTRELA Vermelha de Maputo foi estrategicamente inteligente na gerência da vantagem conseguida na primeira “mão” frente ao Desportivo (2-1), mas diga-se que foi também acompanhada pela sorte, pois os “alvi-negros” chegaram a equilibrar as contas, quando o artilheiro Jojó reagiu com êxito a um cruzamento tenso perante o olhar pávido da defesa e do guarda-redes “alaranjado” Elvêncico, aos 12 minutos.

 

 

Com o 1-0, a eliminatória ficou em aberto, mas o Estrela Vermelha foi acompanhado pela sorte e voltou a repor a vantagem (1-1), ao beneficiar de uma grande penalidade na sequência de bola travada com a mão pelo lateral esquerdo Jorge, aos 19 minutos. Chamado a cobrar, o “capitão” Genito fê-lo com êxito. Porém, a crença e esperanças “alvi-negras” não ficaram esgotadas, porque havia muito tempo ainda por cumprir.

 

 

O Desportivo, que jogava abertamente ao ataque, usando o sistema universal de 4x4x2, até conseguiu impor-se, porque entrou melhor no jogo e obrigou, muito cedo, o Estrela a jogar um pouco recuado durante os primeiros dois quartos. Aliás, o Estrela optou por um jogo meramente defensivo (4x5x1), portanto com o meio campo bem povoado, com o objectivo de fechar as linhas de passe do adversário. E conseguiu até certo ponto sobressair nesta forma de jogar, dificultando a entrada à sua zona mais recuada. Mas porque o Estrela jogava muito encostado à sua zona, não pode evitar algumas faltas que levaram perigo à baliza de Elvêncio, que esteve muito atento nos postes.

 

 

Na primeira ocasião, o “central” Fanuel cobrou um livre que, mesmo um pouco desviado pela barreira, obrigou Elvêncio a afastar o esférico com uma palmada para canto, aos 27 minutos. Nessa altura, o Desportivo imprimia maior velocidade no seu jogo, com flanqueamentos para a área muito pelo seu lado direito, onde estava posicionado Lanito. O Estrela despachava as bolas para a frente sem dar sentido ao seu jogo, portanto actuando de forma desinteressada. Nesse esforço, interceptou uma jogada na zona frontal da grande área atirando um pouco por cima do travessão, aos 36 minutos.

 

 

Cinco minutos depois, o “central” Mambo, saído do Costa do Sol, travou em falta Jójó próximo da meia-lua, tendo Jorge atirado quase a roçar o poste. O Estrela reagiu a este lance e num contra-ataque rápido, o atacante Raxide galgou pela esquerda e vendo Valy do lado contrário, com apenas um defesa na manobra, centrou para a entrada inglória do ala “alaranjado”.

 

 

Foi-se ao intervalo e, no regresso, o Estrela decidiu muito cedo fazer uma cortina à entrada do seu meio-campo, com a intenção de dificultar o avanço “alvi-negro”, e conseguiu de certa forma impedir a marcha do seu oponente. Antero Cambaco, técnico do Desportivo, fez mutações. A entrada do médio ofensivo Lalá espevitou ainda mais o ataque “alvi-negro”’, mas sem conseguir visar a baliza “alaranjada”.

 

 

Na sua primeira intervenção, com um centro bem colocado para Chana, este cabeceou poucos centímetros por cima do travessão, aos 52 minutos. De seguida assistiu-se a uma brincadeira do guarda-redes “alvi-negro” Victor, que, com espaço para pontapear o esférico lá para a frente atirou contra Daínho e a bola projectou-se para as suas costas, mas valeu a manobra defensiva, que impediu ao atacante “alaranjado” de chegar ao esférico. Daínho ainda deu chance ao Desportivo de anular a desvantagem, ao travar a bola com a mão numa disputa com Lanito na grande área “alaranjada”. Chamado a cobrar, Fanuel viu o seu remate a ser devolvido pelos pés de Elvêncio, que se esticou para evitar o golo.

 

 

Com este desperdício, ficou tudo complicado, pois o jogo caminhava para o fim. Mas houve mais oportunidades, com destaque para o tiro de Lalá à meia-volta para a figura de Elvêncio, na sequência de um pontapé de canto. A última chance “alvi-negra” pertenceu ao guarda-redes Víctor, que saiu dos postes para desviar de cabeça o pontapé de canto batido por Lalá. A bola foi morrer nas mãos de Elvêncio, que foi o principal autor do insucesso “alvi-negro”.O árbitro da partida, Anad Ussene, fez bom trabalho.

 

 

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Ainad Ussene, auxiliado por José Mula e Carlos Alberto. O quarto árbitro foi Arão Júnior.

ESTRELA VERMELHA – Elvêncio; Pedrito, Anselmo, Mambo e Edmundo; Valy (Novidade), Xiza, Dino, Genito e Balak (Daínho); Raxide (Nelsinho).

DESPORTIVO – Victor; Sadique, Fanuel, Fredy e Jorge (Geraldo); Lanito, Cremildo, Ussama e Jair (Papaíto); Jojó e Chana (Lalá).

 

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:27
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O DESPORTIVO foi eliminado da Taça de Moçambique/Mcel ao empatar, na tarde sábado, com o Estrela Vermelha, a uma bola, em jogo da segunda “mão” dos quartos-de-final. A eliminação dos “alvi-negros” foi a única surpresa de uma ronda, em que o Ferroviário de Maputo, Ferroviário da Beira e o Costa do Sol conseguiram conservar a vantagem trazida da primeira “mão” e confirmarem o apuramento para as “meias”. O jogo de abertura da ronda, entre Estrela e Desportivo foi disputado sob uma forte chuva, o que dificultou a tarefa dos jogadores.

 

 

Mesmo assim houve espaço para dois golos, um para cada lado. O resultado beneficiou os alaranjados, visto tinham ganho fora, por 2-1, no primeiro encontro. A equipa de Shakir, ex-jogador da colectividade, deixa para trás um gigante do futebol nacional, depois de ter afastado a poderosa equipa da Liga Desportiva de Maputo (na altura ainda chamava-se Liga Muçulmana).

 

 

Conforme foi o referido, o Ferroviário de Maputo, a fazer uma péssima prestação no Moçambola, vai mostrando que na Taça a história é outra. Foi bater em Quelimane, o Ferroviário local, por 1-0, depois de ter vencido na Machava por 2-1 na primeira “mão”. Mais apertada foi a qualificação do Ferroviário da Beira. A jogar em casa diante do seu homónimo de Nampula ficou-se por um empate a zero bolas, resultado que lhe serviu perfeitamente, na medida em que gozava do privilégio de ter empatado a um golo fora de portas.

 

 

O Costa do Sol, mesmo jogando sem o caloroso apoio do seu público (por estar a cumprir o primeiro dos três jogos de castigo por comportamento violento dos seus adeptos), garantiu o apuramento ao empatar a zero bolas com a HCB. No Songo, há cerca de três semanas, os “canarinhos” tinham ido vencer, por 1-0. O Costa do Sol, a fazer um campeonato muito abaixo das expectativas, marca no duelo com o Ferroviário de Maputo, em situação semelhante, nas meias-finais. O outro embate das “meias” será entre o Ferroviário da Beira e o Estrela Vermelha de Maputo. Os jogos devem acontecer no dia 17 de Setembro, uma quarta-feira. 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:15
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O PÚBLICO não esteve presente no dia em que o Costa do Sol festejou a passagem às meias-finais da Taça de Moçambique/mcel depois de um empate a zero golos em casa diante da HCB.

 

 

A primeira parte bem disputada sobretudo a meio campo com pouquíssimas oportunidades de golo de parte a parte. As duas equipas estão demasiadamente encaixadas num sistema de jogo semelhante 4x4x2 e demonstravam muito respeito uma pela outra. Sem Rúben, lesionado, foi Paulo a assumir o papel de condutor do jogo ofensivo do Costa do Sol e foi dos seus pés que surgiu o passe para Chimango por a prova os reflexos de Bruno na primeira jogada de perigo.

 

 

Sem perder nunca a concentração e a vontade de ter a bola para atacar, até porque estava em desvantagem na eliminatória, a HCB poderia ter gelado o despido campo do Costa do Sol (que se apresentou sem público em virtude da equipa da casa jogar à porta fechada), quando num pontapé de livre directo Jacob rematou forte para uma defesa arrojada de Gervásio para canto.

Se até à meia hora, o jogo esteve repartido, os últimos 15, 10 minutos pertenceram aos “canarinhos”. Assenhoraram-se do meio reduto adversário e já na ponta final Chimango, na melhor oportunidade de golo, demora a rematar e permite que Bruno faça a mancha evitando aquilo que parecia um golo certo.

 

 

Motivados pela boa ponta final, o Costa do Sol voltou mais solto, a praticar um futebol agradável e oportunidades para abrir o marcador não faltaram. Por duas vezes, Parkim quis tirar tão bem as medidas da baliza que acertou no travessão. A equipa de Nelson Santos foi sem dúvida a mais personalizada e ficou a faltar mesmo o golo que poderia ter acontecido já sob os 90 minutos se Manuelito I não tivesse sido tão desastrado no remate e quase pagavam caro a factura, mas ficou a valer a atenção de Gervásio entre os postes a um cabeceamento de Jacob.

Sérgio Lopes, árbitro do encontro, realizou um trabalho de bom nível.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO: Sérgio Lopes auxiliado por Júlio Muianga e Osvaldo Jesus. Quarto árbitro: Mateus Infante.

COSTA DO SOL:Gervásio; João Mazive, Campira, Dário Khan e Dito; Manuelito I, Chimango (Tchaka), Manuelito II (James) e Alvarito; Paulo e Parkim.

HCB:Bruno, Tony, Mucuapele, Caló e Gervásio; Cambala, Babo (Joca), Luís e Fabrice (Nicolas); Lewis (Kigongo) e Jacob.

 DISCIPLINA: Amarelo para Manuelito II, Lewis

 

 

IVO TAVARES

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:51
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O PRESIDENTE da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, tem vindo nos últimos tempos a mostrar claramente que quer continuar na cadeira que ocupa, mesmo sabendo que a Lei não lhe permite cumprir o terceiro mandato naquele posto.

 

 

Primeiro apareceu em público a dizer que estava à procura do seu sucessor, e muito recentemente, evocando a FIFA, numa tentativa clara de querer mudar algo na Federação Moçambicana de Futebol, Feizal disse algo como isto:

 

Bem, Deus é que sabe do futuro e será feita a sua vontade. Falta exactamente um ano para as eleições – terão lugar, em princípio, em finais de Julho de 2015 – e até lá muita coisa poderá acontecer. Para já, posso dizer que em Janeiro ou Fevereiro a minha decisão será pública. Deixo a decisão para esse período porque, primeiro, é preciso que haja interesse antes de tudo dos meus colegas do elenco e, depois, da parte dos meus parceiros internacionais”.

 

E vai mais longe ao afirmar que “há parceiros envolvidos nisso, daí que não posso dizer nada agora. Aliás, o Governo e o país no seu todo, ou seja, os que nos apoiam em todos os momentos. Cabe a estes dizer que ainda precisam dos meus préstimos ou não para que eu diga se me recandidato ou não. Se nessa altura acharem que já dei tudo o que tinha a dar – e já não precisam de mim – tudo bem, vou sair tranquilamente com o sentimento de que fiz o meu máximo e daí irei cuidar da minha vida privada”.

 

 

Ora, o actual presidente da Federação Moçambicana de Futebol não tem que deixar a Deus, nem ao Governo, e muito menos aos parceiros a decisão da sua recandidatura para o terceiro mandato na FMF, porque legalmente já nem há espaço para isso.

 

 

O que deve fazer é respeitar a Lei que rege o desporto neste país, porque ninguém está acima dela, e deixar de se refugiar na FIFA, porque quem escolhe o presidente da Federação Moçambicana de Futebol são as associações provinciais e não os membros da FIFA.

 

 

Aliás, o Governo moçambicano é que traça o seu plano para o desenvolvimento desportivo e nunca a FIFA. E no dia que entender que não quer participar nas competições da FIFA é soberano, bastando para isso comunicar à instância que gere o futebol planetário.

 

 

Aliás, para que o leitor fique esclarecido sobre este assunto (julgo que ainda vai fazer correr muita tinta), o Regulamento da Lei do Desporto n° 11/2002, de 2002, 12 de Março, no seu artigo 48 do Regulamento do Desporto aprovado pelo Conselho de Ministros estipula que “o mandato dos titulares dos corpos gerentes das associações desportivas é de quatro anos, em regra coincidentes com o ciclo olímpico”.

 

 

O número 2 do mesmo artigo é claro e explícito: “Os titulares dos órgãos sociais das federações e associações desportivas provinciais e distritais só podem recandidatar-se uma vez”.

 

 

Logo, o actual presidente da Federação Moçambicana de Futebol não se pode recandidatar, pois já cumpriu o segundo mandato. E ponto final!

 

 

MAS SERÁ A FMF UMA MONARQUIA?

 

 

No Jornal Desafio de 7 de Julho, Feizal Sidat dissera: “Estou magoado e triste porque a pessoa que eu pensava que podia ser meu sucessor acabou por morrer num acidente de viação, na África do Sul. Estou a falar concretamente do meu grande amigo, o empresário Zubaida. De lá até aqui, não mais pensei no assunto, mas ainda me resta tempo para reflectir melhor e escolher quem é a pessoa ideal para me substituir, para prosseguir com os projectos que temos”.

 

 

Só que fiquei um tanto ou quanto transtornado ao ler esta afirmação, uma vez que, até ao momento, pelo que eu saiba, as sucessões dos presidentes da FMF são feitas por via de eleições democráticas e não por indicação da pessoa que termina o mandato como quer dar a entender Feizal Sidat, a não ser que a FMF de algum tempo a esta parte se tenha transformado numa monarquia ou casta.

 

 

O que pretendia insinuar o presidente da FMF quando afirmou, por exemplo, que “…ainda me resta tempo para reflectir melhor quem é a pessoa ideal para me substituir, para prosseguir com os projectos que temos”?

 

 

Com as suas recentes declarações, no mesmo jornal Desafio, agora entendo o que o presidente da FMF na altura pretendia insinuar. Talvez estivesse à procura de um caminho certo para sair do labirinto onde se encontra. E agora vem com esta de que a FIFA admite que os presidentes das Federações podem cumprir mais do que dois mandatos.

 

 

Mas, quem disse ao actual presidente da FMF que o próximo presidente da FMF tem que ser por si indicado? Será que daqui em diante os presidentes da FMF serão por indicação ou por eleições?

 

 

Terá havido, em algum momento, uma assembleia-geral para alterar os estatutos da FMF que alguém não tenha tido conhecimento?Até porque, pelo que eu saiba, Zubaida, que tanto admiro os seus feitos e rendo singela homenagem, até à data da sua morte não pertencia ao actual elenco da FMF, mas sim á LMF, exercendo o cargo de vice-presidente para a área de marketing.

 

 

Acho que, em algum momento, antes de nos pronunciarmos sobre pessoas que já não estão entre nós devíamos reflectir para não ofendermos os respectivos familiares.

 

 

E mais, quem disse ao actual presidente da FMF que o trabalho por si realizado é tão bom que pode servir de modelo para ser seguido pelo seu sucessor?

 

 

O que o actual presidente da FMF devia fazer (este é meu conselho), devia revisitar o manifesto eleitoral que o levou ao “Prédio Fonte Azul” para verificar se ainda lhe sobra tempo suficiente para cumprir com o que prometeu, como por exemplo a nova sede e as relvas sintéticas nas províncias, para não citar tantas outras coisas que não foram feitas até ao momento, quando falta cerca de um ano para abandonar o cargo.

E… para “sair pela porta grande”, como diz devia cumprir com o que prometeu ao invés de se preocupar em montar um esquema de monarquia e casta na FMF.

 

 

GIL CARVALHO

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:34
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O MOÇAMBICANO Mexer, defesa central ex-Nacional, ajudou o Rennes com dois golos na goleada, por 6-2, numa partida da segunda jornada da Ligue 1, alcançada na recepção ao Evian. O central moçambicano marcou o segundo golo numa altura em que a partida estava empatada a uma bola e depois fez o terceiro.

 

 

Grande partida de Mexer pelo Rennes que assim somou os seus primeiros três pontos, depois da derrota em casa do Lyon, por 2-0 na primeira jornada.

 

 

Nesta ronda, o Lyon deslocou-se e perdeu em casa do Toulouse, por 2-1, numa jornada marcada também pela lesão de Ibrahimovic, avançado do PSG, obrigado a abandonar o jogo que os bicampeões acabariam por vencer (2-0) diante do Bastia. O Lorient empatou a zero com o Nice.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:17
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