Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 04 DE Agosto 2014

 

O FUTEBOL moçambicano viveu momentos de festa como há muito não se via, com a qualificação da Selecção Nacional de Futebol para a fase de grupos de acesso à fase final do CAN-Marrocos 2015, após vitória sobre a Tanzania por 2-1 em jogo da segunda “mão” da primeira eliminatória.

 

 

PRESSÃO ALTA

 

 

Foram cerca de 15 minutos com a Tanzania a “cheirar” praticamente a bola, o mesmo que dizer que os “Mambas” tiveram uma entrada fulgurante, controlando todas as operações, não permitindo que o adversário atravessasse sequer a linha do meio-campo.

 

Aos sete minutos acontece o primeiro lance de golo. Sonito ganha no duelo com um adversário e remata forte, com o guarda-redes a fazer uma defesa vistosa. A equipa moçambicana fazia pressão alta, não dando qualquer espaço de manobra aos tanzanianos, contudo pecava por não acertar na finalização. Dominguez, bem enquadrado com a baliza, rematou fraco numa situação em que poderia ter feito o passe.

 

Só dava “Mambas”! Sonito tem uma bela iniciativa individual. Faz uma boa abertura para Josimar com este a centrar para entrada de Reginaldo que falhou no desvio ante a oposição do keeper.

 

VALEU PARA O SUSTO

 

A Tanzania, que não tinha sequer atacado, marcou aos 18 minutos, mas o árbitro, muito bem, anulou por carga sobre Ricardo Campos. No entanto, ficou o aviso para a equipa nacional no sentido de não perder a concentração no sector defensivo e ser mais objectiva no ataque, algo que não estava a acontecer. O Zimpeto gelou por segundos e os corações dos cerca de 42 mil espectadores que lotaram as bancadas respirou de alívio quando percebeu que o golo não contava.

 

O jogo seguiu o rumo normal. A equipa moçambicana a atacar bem, mas só até à entrada da grande área, porque daí para a frente vinham à tona as dificuldades em furar aquela muralha que Mart Nooij havia erguido.

 

SONITO ERRA O ALVO

 

Foi num lance fortuito que Moçambique voltou a criar perigo aos 35 minutos. A bola é ganha por Reginaldo na grande área e sobra para Sonito que, à meia volta, remata por cima do travessão. Foi um lance que serviu para levantar o público que tinha perdido aquela euforia vista no primeiro quarto de hora, bem como veio dar um novo ímpeto ofensivo, na medida em que os comandados de João Chissano voltaram a aproximar-se com perigo e poderiam ter chegado ao golo caso Kito tivesse acertado na bola. 

 

 

SONITO SAI LESIONADO

 

Sonito é substituído por Clésio numa alteração forçada, já que o avançado ressentiu-se da lesão que o fez falhar o jogo da primeira “mão”, em Dar-es-Salaam. Os “Mambas” perderam a sua principal referência no ataque, um atleta de bom porte físico capaz de segurar dois ou mais defesas, no entanto, mas ganharam uma unidade mais móvel. Ficou provado com Clésio a causar desequilíbrios pelo flanco direito. 

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:36
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Foi do lado onde surgiu Clésio a romper várias vezes que surgiu o golo mais do que merecido para a equipa nacional. Josimar responde de cabeça com exactidão a um cruzamento de Reginaldo. Bonita jogada de envolvimento da equipa moçambicana a resultar numa vantagem preciosa e que veio dar maior tranquilidade mais do que merecida para a equipa nacional. O golo surgiu já ao cair do pano, 46 minutos, no primeiro minuto dos dois de compensação que o árbitro tinha dado.

 

 

SHUMARI QUASE GELOU O ZIMPETO

 

 

Os “Mambas” entraram para a segunda parte dispostos a fazerem um jogo mais contido. Mas não eram precisos na troca de bola e sem ela perderam agressividade a defender. A Tanzania foi ganhando confiança. Começou a ter mais bola e a chegar mais à área de Ricardo Campos, algo que até então não tinha acontecido. Essa disposição estratégica do combinando nacional quase tinha resultados desagradáveis quando Shumari fez o esférico passar poucos centímetros do poste. Ricardo Campos limitou-se a vê-la a passar.

 

A resposta de Moçambique foi pronta (ainda bem que assim foi). Voltou a acertar na sua forma de jogar, e quase que colhia os frutos quando Clésio, aos 73 minutos, atirou forte, mas Deogratis opôs-se com categoria.

 

 

Não marcou Clésio, marcou Nbwana aos 77 minutos. Diga-se de passagem, um grande golo. Remate colocado que deixou Ricardo Campos pregado entre os postes. Tudo começa num mau passe de Dário Khan para o meio-campo e a Selecção Nacional é apanhada em contrapé. 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:30
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Após o empate a turma moçambicana passou por momentos de alguma tremedeira, mas diga-se que não tardou a acertar nas marcações, sobretudo no meio-campo, onde tinha perdido agressividade. Passando a ter mais bola, voltou a mandar no jogo, mas falhava em momentos capitais.

 

Precisava de um lance de génio. Pedia-se que o mágico Dominguez aparecesse e foi dos pés dele que os “Mambas” passaram outra vez para a frente do marcador na sequência de um livre directo. O público chamava por Dário Khan que minutos antes tinha errado no alvo num lance semelhante, mas o número 7 disse “agora marco eu” e fê-lo como mandam as regras. Colocou a bola no canto superior esquerdo, como se diz, na “gaveta”. Antes de “beijar” as redes a bola bate caprichosamente no poste. Estavam jogados 84 minutos.

 

No entanto, era no sector onde residia o grande problema da equipa moçambicana, não se mostrava segura e em mais um ataque da Tanzania quase sofria o golo de empate. Valeu a falta de pontaria de Said. Os deuses estiveram do lado dos moçambicanos neste lance e nos restantes minutos que se seguiram até ao apito final.

 

O árbitro ugandês Dennis Batte realizou um bom trabalho.

 

FICHA TÉCNICA

 

COMISSÁRIO DA CAF:Monnyenyan Lucas Nhilap (África do Sul)

 

ÁRBITRO: Denis Batte, auxiliado por Mark Ssonko e Samuel Kayondo (todos do Uganda). O quarto árbitro chama-se Alex Muhabi Nsulumbi (África do Sul)

 

MOÇAMBIQUE: Ricardo Campos; Dário Khan, Chico, Zainadine Jr., Miro, Josimar, Momed Hagy, Kito (Jumisse), Dominguez (Isac), Reginaldo e Sonito (Clésio).

 

TANZANIA: Deogratis; Nadire, Shomari, Jonh (Simon), Bocco, Kelvin, Khams (Amri), Mwinyi, Erastu, Nbwana e Thomas (Mrisho).

 

DISCIPLINA: Reginaldo, Mwinyi (Amarelos).

 

GOLOS: Josimar (46 min.); Nbwana (77 min.) e Dominguez (84 min.).

 

IVO TAVARES

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:21
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PRESENTE no Zimpeto na qualidade de chefe da comitiva governamental que esteve em peso no Estádio Nacional, o Primeiro-Ministro, Alberto Vaquina, afirmou que com a vitória sobre a Tanzania Moçambique ultrapassou uma etapa e que vem a outra.

 

Vem a fase de grupos, temos de nos preparar. O Governo vai e como sempre fez, apoiar a Selecção Nacional para voltar a nos trazer alegrias como as de hoje (ontem). Em termos de jogo em si tenho a salientar que estivemos muito bem, mas o público também desempenhou um papel importante. Havia muita cor, o vermelho foi aliado ao talento dos nossos jogadores. A todos os meus parabéns”.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:18
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O SELECCIONADOR nacional, João Chissano, é de opinião que Moçambique entrou para o jogo com expectativas elevadas, tendo pressionado o adversário logo nos primeiros minutos.

 

 

O golo demorou a aparecer e isso nos deixou muito ansiosos. Os jogadores correram muito para conseguir o golo e, felizmente, conseguimos já no fim da primeira parte. Na segunda entrámos com um pé no CAN. A Tanzania atirou-se ao ataque para discutir a eliminatória e isso criou-nos muitas dificuldades, pois os nossos jogadores demoraram a enquadrar-se nessa nova forma de jogar do adversário.

 

Vimos que tínhamos algum défice no meio-campo, numa altura em que a Tanzania tinha mais bola, daí que metemos Jumisse e controlámos o desafio. Este adversário foi um osso duro de roer e isso dignificou a nossa qualificação”.Em relação à próxima etapa Chissano diz que a palavra de ordem é continuar a trabalhar.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:07
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O TÉCNICO holandês ao serviço da selecção tanzaniana, Mart Nooij, reconheceu no final do encontro que Moçambique teve a seu favor jogadores de grande nível e que conseguiram resolver a partida no detalhe, destacando Dominguez.

 

Na primeira parte a equipa não correspondeu, viu Moçambique a espalhar o seu futebol e nessa altura cometemos alguns erros. Na segunda mostrámos um bom futebol, fomos mais fortes, mas porque Moçambique tem jogadores capazes de fazer a diferença, ganhou. Dominguez, autor do segundo golo, é um dos exemplos. Gostei do jogo, não posso ficar desapontado com esta partida, embora haja frustração por não termos passado”, comentou Mart.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 11:04
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MOÇAMBIQUE terminou em quarto lugar na classificação por países nos IX Jogos da CPLP que sábado findaram em Luanda, Angola. Este resultado constitui revés, pois Moçambique não conseguiu defender a terceira posição conseguida nos Jogos de Mafra, Portugal em 2012, portanto quedando-se para fora dos lugares do pódio no medalheiro.

 

 

Nem as 20 medalhas conquistadas neste evento, nomeadamente seis de ouro, cinco de prata e as restantes de bronze foram suficientes para colocar Moçambique num dos lugares de pódio. Angola acabou conseguindo um dos seus principais objectivos, que é alcançar o terceiro lugar (melhorou a sua prestação em um degrau), portanto relegando Moçambique para o lugar que ocupara nos Jogos de Mafra. Entretanto, Brasil conquistou os IX Jogos com 25 ouros, 10 pratas e 12 bronzes, destronando e relegando Portugal ao segundo posto.

 

 

Os portugueses foram vencedores da anterior edição, na qual Brasil ficou em segundo. Amealharam em Luanda 11 ouros, 19 pratas e 12 bronzes, seguidos de Angola, em terceiro, com seis medalhas de ouro, nove de prata e 17 de bronze. Moçambique ficou em quarto com seis ouros, cinco pratas e nove bronzes, vindo depois Cabo Verde com três de prata e quatro de bronze. Portanto, Moçambique foi superado pelos angolanos por via das medalhas de prata, tendo em conta que tiveram o mesmo número de ouros que os moçambicanos e que são as que contam mais na classificação. São Tomé e Príncipe ficou em sexto com uma de prata e duas de bronze.

 

 

Timor-Leste não conquistou qualquer medalha. Aliás, os timorenses se fizeram representar apenas no torneio de futebol, curiosamente na série de Moçambique. O encerramento dos IX Jogos da CPLP, que inicialmente estava agendado para o pavilhão multiuso e coberto em Kilamba, acabou acontecendo no Estádio dos Coqueiros, onde teve lugar a final do torneio de futebol, ganho por Portugal, que derrotou Angola por 2-1. Perante milhares de pessoas que acorreram ao recinto, a organização declarou encerrados os Jogos, perante a presença de figuras do Estado e do Governo angolano, e a Comissão Desportiva da CPLP anunciou a realização do próximo evento em Cabo Verde em 2016.

 

 

Os IX Jogos foram, de acordo com a organização, os mais abrangentes de sempre, tendo juntado perto de 800 pessoas, das quais 468 foram atletas e 268 técnicos (sendo 118 do sexo feminino), e contemplado mais três modalidades que as habituais. O regulamento dos Jogos estabelece como modalidades fixas futebol, basquetebol, atletismo convencional e adaptado, andebol, vólei de praia, ténis de campo. Sob a proposta de Angola, a IX edição contou com natação em águas abertas, judo e ténis de mesa, portanto inovações dos Jogos da CPLP.

 

 

Falando no encerramento do evento, o Ministro angolano da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba, enalteceu o espírito de “fair-play” que norteou os Jogos, fazendo votos que até à edição de 2016, em Cabo Verde, haja melhoria competitiva e que os laços de amizade, irmandade e fraternidade sejam consolidados entre os países da comunidade lusófona. “Até breve e boa viagem”, elucidou Muandumba, num acto que culminou com a entrega do testemunho a Cabo Verde.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 10:57
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Apesar de não ter conseguido manter-se no pódio, Moçambique superou em termos quantitativos e qualitativos os Jogos de Mafra (Portugal), pois destacou-se em mais modalidades comparativamente a VIII edição. Obteve cinco ouros e cinco pratas no atletismo para a pessoa portadora de deficiência (adaptado ou paralímpico), ouro e cinco bronzes no atletismo convencional, dois bronzes no judo, bronze no vólei de praia e ténis.

 

Aqui ressalta, como se pode depreender, a prestação da selecção do atletismo adaptado, que foi a mais dourada e deu um salto significativo. De duas medalhas de ouro, das 16 trazidas de Mafra, portanto as únicas que Moçambique amealhou, subiu para cinco, sendo ainda a selecção que mais contribuiu em medalhas e por sinal as que têm maior peso (10).

 

Entretanto, perante o favoritismo já confirmado de Portugal e Brasil, que voltaram a ficar nos primeiros dois lugares no medalheiro, Moçambique disputou a terceiro posição com Angola, que, como anfitrião, preparou-se com afinco para chegar ao pódio. Moçambique ficou em quarto lugar em futebol, basquetebol e ténis masculino, andebol feminino, vólei masculino e em natação de águas abertas. Portanto, terá sido por aqui onde tudo falhou, tendo em conta que os angolanos estiveram em segundo em futebol e andebol, terceiro em basquetebol, vólei masculino e no torneio de águas abertas, desempenho que pesou muito na contagem final.

 

Moçambique perdeu a medalha de bronze no torneio de futebol na disputa com Cabo Verde. Os “Mambinhas” desistiram do jogo aos 10 minutos quando perdiam por 2-0 para concentrar-se na partida da segunda “mão” de eliminatória de acesso ao CAN-2015 com Angola no mesmo dia do encerramento dos Jogos, portanto oferecendo de bandeja o bronze aos cabo-verdianos. Em basquetebol a selecção nacional perdeu a disputa do bronze com Angola por 47-36, enquanto em andebol quedou-se diante do Brasil por 34-17. Já em vólei a dupla Osvaldo/João perdeu com o par angolano por 2-1, enquanto em ténis masculino caiu aos pés dos angolanos por 3-0.

 

 

SALVADOR NHANTUMBO, em Luanda

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:40
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OS “MAMBAS” já estão na fase de grupos de apuramento para o Campeonato Africano das Nações (CAN-2015), cuja fase final terá lugar em Marrocos, depois de ontem terem derrotado de forma convincente a Tanzania por 2-1, resultado que propiciou um ambiente de verdadeira festa no Estádio Nacional do Zimpeto e em toda cidade-capital e porque não dizer em todo o país e na noite de ontem.

 

Com o Estádio Nacional do Zimpeto a arrebentar pelas costuras, os “Mambas” deram uma lição de como se joga um futebol estruturado e apoiado em todos os sectores, onde Josimar e Dominguez, por sinal as duas melhores unidades em campo, encarregaram-se de dar o “ko” aos tanzanianos, depois do empate a duas bolas há sensivelmente 15 dias em Dar-es-Salaam.

 

Como que a dizer “em casa mandámos nós”, a Selecção Nacional foi superior em todos os aspectos, desde o primeiro ao último minuto e, aos 46, Josimar, de cabeça, a concluir um excelente cruzamento de Reginaldo, do lado direito, abriu o “placard” e consequentemente o caminho para a fase de grupos.

 

Os tanzanianos não se fizeram de rogados, mesmo dominados, e chegaram ao empate aos 77 minutos, com a bola a entrar no último ângulo, em arco, sem hipóteses de defesa para Ricardo Campos.

 

 

Mesmo assim os “Mambas” continuaram a passear a sua classe e o público nem sequer já se sentava. Como corolário dessa exibição de luxo, Dominguez atirou uma “bomba”. Há um livre longe da área. Miro vai para dar a cobertura. Dominguez arranca um portentoso remate. O esférico descreve um arco para a parte interior do poste. Só se ouviu uma explosão de alegria colectiva no Zimpeto. Era a sentença final: o 2-1.

 

  

Nada mais havia a fazer senão a festa. Uma festa de arromba que contagiou todo o mundo e que se prolongou pelas artérias da capital do país pela noite dentro, com buzinas e “vuvuzelas” a soarem a tom bastante alto e as bandeiras a subirem bem alto nas viaturas que circulavam, em algum momento, sem obedecer às regras de trânsito. Era visível a emoção de todos os moçambicanos e a tristeza dos tanzanianos que em número muito reduzido se fizeram à nossa “sala de visitas”, o majestoso Estádio Nacional do Zimpeto.

 

 

Este resultado coloca, sem dúvidas, os “Mambas” num patamar muito acima dos outros países da região que ficaram em terra ainda nesta etapa do “mata-mata”. Quer dizer, estamos na fase de grupos de apuramento para o CAN-2015, onde encontraremos a Zâmbia, Cabo Verde e o Níger.

É caso para dizer, em tom bastante alto, que estes “Mambas” têm um veneno mortal.

 

 

GIL CARVALHO

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:25
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