Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 16 DE Junho 2014

O JOGO era tão aguardado entre as duas partes, bem como pelo público amante da “modalidade-rainha” da cidade da Beira e não só, como, igualmente, de outros quadrantes do país aficionado pelas cores dos dois clubes.

 

Saiu o Têxtil, mas foi o Ferroviário da Beira que, mesmo jogando em sua própria casa na condição de visitante “arrumou as carruagens” e montou a “locomotiva”, passando dai a acelerar para junto da baliza do seu adversário, cujo sufoco foi até pelo menos 10 minutos, faltando apenas a concretização das oportunidades de golo eram criadas.

 

O Têxtil teve a primeira contrariedade logo nos minutos iniciais com a saída do seu “capitão” e lateral direito, Tony, e, já na segunda parte, quando o resultado estava em 1-1, teve a segunda adversidade com a saída do central nigeriano Judy, também por lesão numa altura em que as substituições nos “fabris” haviam esgotado.

 

Aos 16 minutos Reinildo, em grande forma, arrancou uma jogada em tabelinha com o ‘’capitão’’ Maninho e já dentro da área do guardião Miguel, que já estava batido, rematou forte para o poste quando já se gritava golo no ’caldeirão’’.

 

Com esta avalanche atacante, adivinhava-se que o Ferroviário seria primeiro a marcar. E mais: o capitão dos “fabris” e lateral direito Tony foi forçado a sair devido à lesão ainda muito cedo. Aos 26 minutos e numa jogada de contra-ataque rápido do Ferroviário, o sul-africano Mfiki rematou forte, tendo Mário desviado a bola com um toque magistral para o primeiro golo dos “locomotivas”.Depois do golo, o Têxtil, ao invés de reagir e correr atrás do prejuízo, continuou a não ser clarividente nas suas incursões, faltando ideias para o efeito até ao intervalo.

 

No reatamento, os “fabris” de José Augusto entraram dispostos a contrariar o pendor atacante adversário, rectificando os erros da etapa inicial, e aos 47 minutos João fez o 1-0 depois de uma bela jogada de Tinho.

 

Acusando o golo, os pupilos de Lucas Bararijo refrearam, mas depois da segunda contrariedade do Têxtil, que ficou reduzido a 10 unidades devido à lesão do central nigeriano Judy, e porque as substituições já estavam no limite, o Ferroviário passou a jogar a seu bel-prazer e, como fruto disso, Mário ampliou a vantagem para 1-2, isto aos 76 minutos resultado com que terminou a contenda.A equipa de arbitragem esteve perfeita.

 

FICHA TÉCNICA

 

Árbitros: Afonso Xavier, auxiliado por Amisse Juma e Dias Sigaúque. Gimo Patrício

foi o quarto. 

TÊXTIL: Miguel, Kadri, Judy, Tony (Kufur), Micas, Xirico, Carlos, Tinho (Djongue), João, Hassane (Mouka) e Tó.

FER. BEIRA: Willard, Elísio, Emídio, Mambucho, Edson, Reinildo, Paíto, Carlitos, Maninho (Gildo), Mário (Sankanie) e Mfiki (Nelito).

 

ANTÓNIO JANEIRO

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:33
 O que é? |  O que é? | favorito

COSTUMA-SE dizer que os grandes jogadores aparecem nos grandes jogos e ficou, uma vez mais, patente com o ressurgimento de Ruben (andava apagado).

 

O pequeno/grande jogador fez duas assistências primorosas para os dois golos da vitória do Costa do Sol sobre o Ferroviário, por 2-1, colorindo uma partida que, no cômputo geral, foi descolorida, sobretudo na primeira parte, período em que deu para ver por que razão Ferroviário e Costa do Sol ocupam posições muito abaixo do esperado.

 

Viu-se duas equipas a pautarem por um futebol monótono, sem harmonia, ritmo, em alguns momentos chegou a dar sono, sobretudo na primeira parte. Duas equipas cansadas que até dava a impressão que estão em final de época.

 

Contudo, neste mar de falta de ideias, os “locomotivas” eram os que conseguiam, por vezes, espevitar a partida muita graças à boa actuação do experiente avançado Luís, o mais inconformado em campo, que viu o seu esforço compensado aos 14 minutos, com um golo apontado na sequência de um pontapé de canto. Fica a impressão que terá havido falta sobre o guarda-redes Gervásio. O certo é que os donos da casa se puseram em vantagem e poderiam ter dilatado a vantagem por Andro e Diogo. Mas como no futebol não há lógica, foi o Costa do Sol a marcar por intermédio de Manuelito I. Os “canarinhos”, que não tinham feito nada para merecerem, poderiam até terem saído para o intervalo em vantagem, se Rodrigues tivesse dado melhor seguimento a uma assistência primorosa de João Mazive.

 

O regresso à segunda parte foi bem mais enérgico. As equipas entraram com outra disposição e coube a Chimango, médio do Costa do Sol, dar o primeiro sinal de perigo. Foi sol de pouca dura para os comandados de Nelson Santos, já que os minutos que se seguiram foram dominados pelos treinados de Victor Pontes. Luís poderia ter bisado, mas o seu remate com o pé esquerdo, por sinal o pior, saiu desastroso. Era um Ferroviário com os olhos postos na baliza, mas que falhava na finalização conforme ficou reflectido no falhanço de Andro. Só com o “keeper” pela frente não teve arte nem engenho para fazer um desvio vitorioso. Graven, que tinha entrado para o lugar de Luís, viu o seu remate ser desviado para canto. O Ferroviário viu a sua vida ficar facilitada com a expulsão de Campira por acumulação de amarelos.

 

O jogador impediu com a mão que a bola fosse para a baliza e originou um livre perigoso dentro da meia-lua e na marcação Diogo encontrou a barreira do inspirado Gervásio e minutos depois o mesmo jogador mostrou que o seu forte não é o jogo de cabeça com um remate desastroso quando tinha tudo para fazer a bola “beijar” as redes. Não marcou a turma “locomotiva”, marcou a equipa “canarinha”, já na ponta final, e numa altura que o adversário jogava também reduzido devido à expulsão de Chico por acumulação de cartões amarelos. Ruben, o senhor das assistências, voltou a estar em foco com um centro milimétrico a que João Mazive só teve que encostar para o fundo da baliza.

 

Mais uma derrota que penaliza os graves problemas de finalização que têm apoquentado o Ferroviário ao longo de 11 jornadas.     O árbitro, Mário Tembe, esteve bem, num jogo de decisões complicadas, tal como na mão de Campira. Pareceu ser em cima da entrada da grande área, embora os “locomotivas” tenham ficado a pedir grande penalidade.

 

ÁRBITRO: Mário Tembe, auxiliado por Nelsa Jeque e Carlos Mussane. Quarto é Virgílio Macune.  

FER. MAPUTO: Pinto; Barrigana, Gabito, Chico e Edmilson; David, Tchitcho e Timbe (Danito Parruque); Andro, Diogo e Luís (Graven).

C.SOL: Gervásio; João Mazive, Dário Khan, Campira e Dito; Manuelito I, Chimango, Manuelito II (Tchaka) e Rúben; Paulo e Rodrigues (Parkim).

DISCIPLINA: Amarelos para Parkim e Gabito, Campira. Vermelhos para Campira e Chico por acumulação de amarelos.

GOLOS: Luís (14 min); Manuelito II (38 min) e João Mazive (90+3min)

 

IVO TAVARES

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 13:25
 O que é? |  O que é? | favorito

O MAXAQUENE de Chiquinho Conde vai de mal a pior esta temporada. Depois de um início retumbante, aos poucos vai caindo vertiginosamente. Ontem, por exemplo, consentiu a quinta derrota consecutiva da época. Quatro no Moçambola e uma na Taça de Moçambique.

 

A contar para a décima primeira jornada da prova máxima do futebol nacional, os “tricolores” perderam com o Ferroviário de Nampula, por 1-0, e já estão em quarto lugar com 17 pontos contra 21 dos “locomotivas” da capital do norte, que ocupam a segunda posição de parceria com a HCB, que no sábado, bateu o Desportivo de Maputo, por 1-0. O Costa do Sol, por sua vez, está a subir de rendimento, depois de derrotar o Clube do Chibuto, na quarta-feira, por 2-1, em partida em atraso da décima ronda, ontem venceu o Ferroviário de Maputo, seu rival, no Estádio da Machava, pelo “score”.

 

O Clube do Chibuto deve ter feito também ontem as pazes com os seus adeptos ao receber e golear o Desportivo de Nacala, por 4-1. A Liga Muçulmana, actual líder destacado da prova, empatou na Beira com o Estrela Vermelha local a zero golo. O Ferroviário de Pemba bateu em casa o seu homónimo de Quelimane, por 2-0. O Têxtil do Púnguè perdeu com o Ferroviário da Beira, por 2-1. Na próxima jornada teremos como destaque o HCB-Costa do Sol e Desportivo de Maputo-Ferroviário de Nampula.

 

Fer. Nampula, 1 – maxaquene, 0: Um penalte que decidiu o jogo

 

O JOGO iniciou com as duas equipas balanceadas ao ataque, mas foi o Ferroviário quem aos poucos se foi assenhorando. Jogavam os donos da casa a toda a largura do terreno, e produziam jogadas que levavam muito perigo. Foram várias as perdidas dos “locomotivas” tanto em jogadas construídas a partir do seu meio campo, como em contra-ataques e também de bola parada.

 

Aliás, os últimos quinze minutos desta etapa inicial, o domínio territorial dos donos de casa foi uma constante, o que obrigou toda a equipa do Maxaquene a recuar para o seu meio campo e sacudir de qualquer maneira a pressão contrária.

 

Já se jogava o tempo de compensação quando Vivaldo, dentro da grande área dos “tricolores”, remata em direcção à baliza. A bola foi embater na mão de um contrário e o fiscal de linha Arsénio Marrengula, levanta a bandeirola a assinalar grande penalidade contra o Maxaquene, confirmada pelo árbitro. Um penalte quanto a nós muito forçado que, chamado a cobrar Dondo, atirou a contar ante a reclamação dos jogadores e do banco dos visitantes.

 

Se por um lado o Ferroviário de Nampula tinha maior posse de bola e pressionava forte o seu adversário, como dissemos com um domínio territorial inquestionável, por outro o penalte que lhe levou a vantagem no marcador foi duvidoso. Até porque o árbitro estava próximo da jogada e não assinalou, mas o seu fiscal, esse viu o que muitos não viram… “mão à bola”.

 

Este golo decidiu a história do jogo, pois na segunda parte foi o Maxaquene quem andou a pressionar o seu adversário à procura do golo da igualdade. Aliás, o Ferroviário preocupou-se muito cedo em defender a vantagem, dando azo para que os visitantes povoassem o seu meio campo.

 

Mas essa toada de jogo apenas não resultou em golo porque os jogadores comandados por Chiquinho Conde jogavam mais com a alma do que com a cabeça. Espevitados os atacantes não tinham a calma necessária para ultrapassar os defesas contrário.

 

O trio de arbitragem para além do lance mal ajuizado do penalte teve muitos erros. Na primeira parte permitiu alguma violência ao não assinalar algumas faltas e já na segunda tentou compensar apitando às vezes em benefício do infractor. Mostrou um total de oito cartões amarelos a maioria dos quais justificados.

 

FICHA TÉCNICA

 

ARBITRO:Amosse Lázaro assistido por Arsénio Marrengula e Isac Domingos, tendo como quarto árbitro Júlio Gonçalves.

FER. NAMPULA:Germano; Ernest (Foster), Stélio, Vazil e Dando; Kalanga, Hipo, Scaba (Betinho) e Massaua; Vivaldo (Óscar) e Calton.

MAXAQUENE:Simplex; Zabula, Narciso, Moniz (Rachide) e Calima; Vling, Matlombe (Buramo), Isac e Maurício; Macamito e Madeira (Ronaldo).

 

CARLOS COELHO

 

 

 


Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 13:18
 O que é? |  O que é? | favorito
Junho 2014
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
13
14
15
17
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
subscrever feeds
tags

todas as tags

mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
últ. comentários
Joga se hoje em Lichinga ataça de Moçambiqui as fo...
Eu acho que já é o momento para a Federação Moçamb...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
Para auxiliar no treino nada melhor do que receita...
Entao e em 2016 nao havera????
Gostaria de salientar que a tentativa de mínimo nã...
blogs SAPO