Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 02 DE Junho 2014

JÁ está!... o adversário dos “Mambas” na próxima eliminatória, portanto a primeira, de qualificação para o CAN-2015, cuja fase final terá lugar em Marrocos, chama-se Tanzania, agora treinado pelo nosso conhecido Mart Nooj.

 

Para chegarem a esta fase, os tanzanianos tiveram que se empregar a fundo, tendo empatado ontem, no jogo da segunda “mão”, no terreno alheio, a duas bolas, depois de terem vencido em casa o Zimbabwe, por 1-0.

 

Os “Mambas”, por sua vez, e como já noticiamos em edições anteriores, afastaram o Sudão do Sul com o agregado nas duas mãos de 5-0. No encontro da primeira “mão”, em Maputo, a Selecção Nacional goleou os sudaneses, por 5-0, e na segunda empataram, em Cartum, Sudão, sem abertura de contagem, isto na sexta-feira.

 

 

A Tanzania vai ser um adversário bastante difícil para Moçambique. Primeiro porque é treinada por um técnico que muito bem conhece os “Mambas”.

 

Trata-se de Mart Nooij que há bem pouco tempo esteve à frente da Selecção Nacional, tendo em algumas vezes dado alegria aos moçambicanos. Segundo porque uma selecção que afasta o poderoso Zimbabwe merece respeito por parte de qualquer um que anda neste futebol africano.

 

Porém, João Chissano terá uma palavra a dizer, até porque dispõe de todos os jogadores “estrangeiros” para preparar a eliminatória. Aliás, a Tanzania foi sempre a preferência do seleccionador nacional.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:46
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O FERROVIÁRIO da Beira revalidou o título na Liga Nacional de Basquetebol ao vencer o seu homónimo de Maputo, por 71-62, no jogo de desempate realizado na noite de ontem, no Pavilhão do Maxaquene, depois da igualdade verificada ao fim dos primeiros dois “play-offs” da final.

Os beirenses venceram o primeiro “play-off” na última quinta-feira, por 72-62. Porém, os “locomotivas” da capital redimiram-se no dia seguinte, ganhando por 74-61, forçando deste modo a decisão do título para ontem.

 

O Ferroviário da Beira foi sem dúvidas superior, pois esteve à frente do marcador do primeiro até ao último período, demonstrando maturidade e experiência competitivas, que lhes conferiram maiores possibilidades de concretização.

 

 

Os resultados registados nos primeiros dois “play-offs” revelaram o equilíbrio de forças entre as duas melhores equipas do basquetebol sénior masculino e abriram espaço para o tira-teimas. Aos beirenses, valeu-lhes a contratação dos norte-americanos Kejuan Johson - excelente armador do jogo -, e Jeffrey Fahnbuller, um poste bastante activo na prossecução do jogo ofensivo e autêntico finalizador, seja nos ressaltos e lances livres, bem como em iniciativas individuais. Com esta dupla, o Ferroviário da Beira teve maior valia na constituição de um cinco bastante forte e que tinha ainda Octávio Magoliço, Amando Baptista e Ismael Nurmamad como jogadores de excelência em termos tácticos e técnicos.

 

 

Enquanto isso, o Ferroviário de Maputo denotou certas fragilidades na organização do seu jogo, com alguma falta de concentração que contribuiu muito para que os beirenses ganhassem muitas faltas junto à zona do garrafão e que ajudaram para a conquista de mais pontos.

 

 

Foi uma noite inglória na qual nem a experiência da dupla Custódio Muchate e Edson Monjane foi suficiente para superar a motivação e confiança demonstradas pelos beirenses.

 

 

É o caso dos irmãos Ermelindo e Orlando Novela, uma dupla promissora, que pouco deu às vistas, Para além de fraca finalização, os “locomotivas” continuaram a cometer mais faltas e com este comportamento não puderam evitar a derrota por 71-62.

 

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:35
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OS “Mambas” transitaram ontem, em Cartum, no Sudão, para a primeira eliminatória da fase de qualificação para o CAN-2015, cuja fase final terá lugar no Marrocos.

 

Depois da vitória retumbante por 5-0 em Maputo, a Selecção Nacional não foi para além de um empate no encontro de ontem com o Sudão do Sul em jogo da segunda “mão”, mas um resultado suficiente para seguir em frente na competição.

 

Durante a primeira parte os “Mambas” foram mais perigosos, mesmo atendendo a larga vantagem que traziam. Trataram de assumir as rédeas do jogo, controlando o meio-campo, onde se destacavam Momed Hagi e Diogo. E com alguma naturalidade foram os primeiros a criar um lance de ataque digno de registo com assinatura de Sonito. O avançado, autor de dois golos na primeira “mão”, viu o seu remate de cabeça passar a alguns centímetros acima do travessão.  

 

Dário Khan, que jogava numa “casa” que bem conhece, visto que durante quatro temporadas esteve no Sudão, subiu bem na marcação de um pontapé de canto para cabecear também por cima. Ficou perto de abrir o marcador numa altura em que a equipa moçambicana já merecia passar para a frente no marcador.

 

Apesar da altas temperaturas, com os termómetros a rondarem os 40 graus, os comandados de João Chissano mantiveram sempre um bom ritmo e na oportunidade mais flagrante Mário atirou ao poste. Os poucos adeptos moçambicanos, na sua maioria estudantes bolseiros no Sudão, levaram as mãos à cabeça, pois não queriam acreditar que o esférico tinha embatido caprichosamente no ferro.

 

O facto de atacar e não marcar terá desgastado psicologicamente a equipa nacional, que baixou momentaneamente de ritmo e se viu o Sudão do Sul a aproximar-se com perigo, sobretudo na etapa complementar, período em que estiveram bem próximos de fazer o seu tento de honra. 

 

Contudo, foi Maninho (entrou para o lugar de Mário) a protagonizar a grande perdida. Sozinho e só com a baliza pela frente, errou no alvo. Seja como for, o 0-0 bastou para os “Mambas” continuarem firmes na luta pela presença no CAN-2015.

 

Entretanto, na próxima eliminatória Moçambique terá pela frente o Zimbabwe ou a Tanzania. Neste momento os tanzanianos estão em vantagem por terem ganho em casa, na primeira “mão”, por 1-0. Mas os zimbabweanos tudo farão para não decepcionar no seu reduto. Pelo que tudo poderá acontecer.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:13
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O DESPORTIVO afundou ainda mais o seu vizinho e arqui-rival Maxaquene ao vencê-lo, por 1-0, em partida mais aliciante da décima jornada do Moçambola-2014 realizado na noite de sábado no Estádio Nacional do Zimpeto.

 

 

Esta é a quarta derrota consecutiva dos “tricolores”, sendo três no Moçambola e uma na Taça de Moçambique, por sinal frente a este mesmo adversário de sábado, pelo que os “alvi-negros” têm motivos para se vangloriarem por se superiorizarem por duas ocasiões num espaço bastante curto de aproximadamente 15 dias. O Ferroviário de Maputo também trilha maus caminhos nesta prova. Ontem, em pleno Estádio da Machava, perdeu diante da HCB, por 2-3, depois de ter estado a vencer ao intervalo, por 2-1.

 

O Ferroviário de Quelimane, por seu turno, foi derrotado em casa pelo Têxtil do Púnguè, por 1-0, enquanto o Desportivo de Nacala parece ter acordado daquele sono profundo do início da temporada, batendo o Ferroviário de Pemba, por 1-0. Mesmo com alguns jogos adiados em virtude da participação da Selecção Nacional nas eliminatórias para o CAN-2015, a Liga Muçulmana continua líder destacado com 20 pontos contra 18 da HCB, com vantagem para os “muçulmanos” que têm menos dois jogos que o seu corrente mais directo.

 

O Maxaquene continua com 17, os mesmos do Ferroviário de Nampula, mas com este última a ter ainda dois jogos por realizar. Na zona da despromoção, mas com jogos a menos, estão o Ferroviário da Beira, Estrela Vermelha com nove pontos cada e o Ferroviário de Pemba com oito. Na próxima jornada teremos o sensacional Ferroviário-Costa do Sol.

 

MAXAQUENE, 0-DESPORTIVO DE MAPUTO, 1 - GOLO… CLÁSSICO!

 

UM golaço de Geraldo (Desportivo) no decurso do minuto 22 arrumou com as contas de um “clássico” bem disputado na noite de sábado no Zimpeto entre os vizinhos e arquirivais da baixa da capital do país.

 

Jogo grande da 10.ª jornada e que não enganou aos que por ele tanto esperaram. A partida começa com as duas formações a atirarem-se para frente sem qualquer timidez, até porque a palavra de ordem para ambos os lados era vencer, para continuar a acalentar os objectivos traçados para a temporada.

 

Nuns primeiros minutos de equilíbrio e muito jogo no meio-campo (os dois treinadores optaram por povoar esta zona do terreno, ambos utilizando 4X5X1 alternado com 4X4X1X1) parecia que o Maxaquene era a equipa mais adulta, quando Burramo desferiu um remate na zona frontal para uma enorme defesa de Wilson, para pouco depois Maurício ver o seu tiro sair caprichosamente ao lado.

 

A estas alturas o Desportivo pecava no sector defensivo onde os centrais amiúde atrapalhavam-se, mesmo em situações de bola aparentemente controlada. Não se pode considerar contra a corrente do jogo, mas foi numa altura em que o Maxaquene mantinha um ligeiro ascendente que se registou o momento da noite.

 

O ataque “alvi-negro” é encetado da esquerda com Lalá a deixar o esférico na zona frontal onde Geraldo, depois de galgar alguns metros, desfere um portentoso remate que só foi parar no ângulo superior da baliza à guarda de Simplex que não teve quaisquer hipóteses para suster o tiro, era o 1-0, um grande golo, um momento mágico no “clássico”.

 

 

Depois do golo, o Desportivo passou a ser “senhor” do jogo e obrigou os “tricolores” a baixarem as linhas e a cometerem muitas faltas. Entretanto, contra a corrente do desafio, o empate quase surgia nos instantes finais do primeiro tempo, quando Sidique “ofereceu” (entenda-se, fez mau alívio) a bola a Burramo que se deslumbrou, permitindo a intervenção do atento Wilson que ficou dono do esférico.À beira do intervalo, fica a sensação de ter havido um penálti de Fanuel sobre Maurício, mas Dionísio Dongaze deixou passar.

 

No reatamento entrou melhor o Desportivo que quase dilatava por intermédio de Jojó, mas Simplex descobriu a intenção do avançado “alvi-negro”, detendo o remate. Daí em diante os dois técnicos optaram por fazer substituições que não surtiram os efeitos desejados.Houve um ligeiro ascendente do Maxaquene que procurava o empate, mas sem incomodar a baliza “alvi-negra”, que se manteve inviolável, mesmo naquele lance (última jogada do encontro) em que Vling deixou-se antecipar por Wilson.

 

Dionísio Dongaze podia ter feito melhor, mas não é dele que Chiquinho Conde pode se queixar da quarta derrota consecutiva (terceira no “Moçambola”) e segunda perante o Desportivo num intervalo de duas semanas.

 

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:05
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Como se previa, o Ferroviário entrou mais atrevido na busca do golo. A avaliar pelo factor casa e sobretudo por ser um crónico candidato ao título não esperava outra atitude. Por isso foi com alguma naturalidade que dispôs da primeira oportunidade de golo desperdiçada infantilmente por Graven. Depois foi a vez de Barrigana dispor de mais uma para a equipa da casa. Mas gradualmente os visitantes foram assentando o seu jogo e construíram uma boa situação para finalizar com sucesso. Lewis de cabeça testou os reflexos de Mpoya e na recarga Luís viu o seu remate ser desviado.

 

Foi no melhor momento da HCB que o Ferroviário chegou ao golo, aos 32 minutos, na sequência de um livre apontado por Andro e finalizado com um tiro de cabeça de Chico. A vantagem deu confiança aos comandados de Victor Pontes e foi preciso esperar apenas oito minutos para dilatarem o marcador através de uma grande jogada individual do capitão Luís que tirou dois opositores do caminho antes de  desferir o remate vitorioso, curiosamente com o seu pior pé, o esquerdo.

 

A resposta da turma do Songo não tardou, aproveitando, quiçá, algum adormecimento da equipa contrária, Lewis surgir solto de marcação e perante a saída do guarda-redes e com toda a serenidade do mundo chutou colocado. A HCB reduzia aos 44 minutos e de certa forma relançava o interesse ao jogo para a segunda parte, período em que os pupilos de Wetson Nyerenda apareceram mais soltos, mais atrevidos, atitude que poderia ter sido materializada em golo se Lewis não tivesse tanta falta de pontaria.

 

Era visível a vontade dos “locomotivas” em gerirem a curta vantagem ao invés de procurarem o tento da tranquilidade. Pagaram caro a factura.

 

Numa jogada rápida de contra-ataque bem conduzido por Jacob pela direita e concluído por Fabrice aos 67 minutos. O Ferroviário reagiu bem e por duas vezes ficou perto de passar outra vez para a frente do marcador. Primeiro por Andro e depois por Barrigana. Todavia, foi a turma da HCB a chegar ao terceiro golo desta feita por Jacob aos 71 minutos. Mais uma vez a defesa “locomotiva” ficou a ver jogar e já na ponta final poderia ter sofrido o quarto.O árbitro, Sérgio Lopes, esteve em bom plano.   

 

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Sérgio Lopes, auxiliado por Célio Mugabe e Elina Marques. Quarto árbitro: Amosse Lazaro.

FER. MAPUTO: Mpoya; Barrigana, Chico, Gabito e Edmilson (Belo); Whisky, Tchitcho (David), Andro e Timbe; Luís e Graven (Edson).

HCB: Samito; Antoninho, Mucuapel, Rogério e Gervásio; Cambala, Dangalira (Payó), Luís e Babo (Jacob); Fabrice e Lewis.

DISCIPLINA: Amarelo para Barrigana, Whisky e Chico.

GOLO: Chico (32 min), Luís (40 min), Lewis (44), Fabrice (69 min) e Jacob (74 min).

 

IVO TAVARES

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:52
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O DESPORTIVO de Nacala entrou para o jogo com a disposição de resolver o resultado a seu favor logo nos primeiros momentos, tendo para o efeito perdido a sua primeira oportunidade de abrir o activo no primeiro minuto, por intermédio de Mário, que cara-a-cara com guarda-redes Sozinho atirou frouxo ao lado, numa partida em que o desperdício dos locais foi mais que evidente nos noventa minutos.

 

No decorrer da partida, o pendor ofensivo dos locais era mais que evidente, pese embora o Ferroviário de Pemba desbobinasse um fio de jogo mais tecnicista e calculista, mas que não fazia tremer o guardião contrário, daí que aos oito minutos, o Desportivo falha mais uma oportunidade de inaugurar o marcador, desta vez por intermédio de Carvalho.

 

Acto contínuo, aos 14 minutos o esquerdino Sundy, na marcação de um livre bem colocado, obriga Sozinho a esgrimir todas suas capacidades e qualidades para evitar aquele que seria o primeiro golo no sintético da Bela Vista em Nacala.

 

Na resposta, o Ferroviário teve a sua primeira oportunidade de incomodar David, quando Stëlio, encostado do lado direito do seu ataque, cruza com perfeição para o interior da grande área e aparece Bebeto a cabecear a roçar o poste da baliza.

 

O intervalo do jogo foi por duas vezes precedido por duas grandes oportunidade perdidas de marcar por parte do Desportivo de Nacala, nomeadamente aos 28 minutos num remate de Mário que Sozinho foi buscar nas alturas e, na segunda, Carvalho depois de tirar todos adversários que tinha pela frente atirar para o lugar errado.

 

No reatamento, a história continuou a ser a mesma, o Desportivo mais acutilante, mas falhando no capítulo da concretização em golos as oportunidades criadas e com os “locomotivas”da capital de Cabo Delgado mais tecnicistas, mas sem criarem alaridos à baliza defendida por David.

 

Mas quando decorriam os 56 minutos do jogo, por aquilo que muitos espectadores não acreditavam acontecer, Carvalho, o dianteiro mais perdulário do Desportivo de Nacala, marca o seu primeiro golo na prova e que deu a vitória escassa a sua turma.

 

Com este golo, a toada de jogo prevaleceu sempre pendendo para o Desportivo de Nacala que mais vezes se acercou à baliza “locomotiva” que somente respondeu com alguma perigosidade, aos 81 minutos quando Santos, acabado de entrar, quase empatava a partida se o seu cabeceamento não tivesse ganho altura para além da barra transversal da baliza defendida por David.

 

A partida termina mesmo assim com duas flagrantes perdidas do Desportivo de Nacala de dilatar o marcador, a primeira com o regressado Daudo a falhar escandalosamente diante de Sozinho e como não bastasse, Carvalho veio a imitar o seu colega, em jogadas bem elaboradas aos 89 e 92 minutos da contenda.O árbitro José Maria Rachide teve uma boa actuação.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITROS: José Maria Rachide, auxiliado por Baltazar Nhacumbe e Domingos Machava.

DESPORTIVO DE NACALA: David; Osvaldo, Idrissa, Cândido (Daudo) e Rodjas; Essien, Betão, Zé e Sundy (Nené); Mário (Miter) e Carvalho.

FERROVIÁRIO DE PEMBA: Sozinho; Sassy, Juma, Atanásio e Stélio; Megas (Santos), Albachir e Cachimo (Cristiano); Bebeto, Bila e Ramuda.

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartões amarelos para Sassy e Bebeto, ambos do Ferroviário de Pemba, e vermelho para Betão, do Desportivo de Nacala.

 

LUÍS NORBERTO

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:23
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