Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 29 DE Abril 2014

NO final do encontro entre o Costa do Sol e Ferroviário de Nampula, Garrincha, treinador-adjunto dos “canarinhos”, era um homem feliz, acima de tudo aliviado, tendo dedicado a vitória da sua equipa ao técnico principal, Arnaldo Salvado, suspenso por um mês. Por outro lado, Rogério Gonçalves, timoneiro dos “locomotivas”, estava desolado e revoltado com a má actuação da arbitragem.

 

 

JOGADORES DERAM TUDO EM CAMPO – GARRINCHA

 

 

Queria antes de tudo dar os meus parabéns aos meus jogadores e dedicar esta vitória aomister Salvado que foi injustamente punido. Os jogadores deram tudo em campo para conseguirem os três pontos, mas penso que o resultado podia ter sido um pouco mais dilatado, mas o futebol é assim. Nem sempre todas oportunidades são concretizadas”.

 

 

PODEMOS FAZER BOM CAMPEONATO – ROGÉRIO GONÇALVES

 

 

Penso que ficou claro nesta partida que podemos fazer um bom campeonato. Mas uma coisa é certa: o nosso objectivo não é lutar pelo título. Somos campeões jogo a jogo, é essa a nossa filosofia. Sentimos muitas dificuldades ao longo do jogo, sobretudo em relação ao relvado. Os jogadores levaram muito tempo a reconhecer o piso, que na minha óptica não é dos melhores. Sofremos um golo infantil, mas reagimos e penso que houve um penálti não assinalado a nosso favor, para além de muitos erros, outros da arbitragem que nos penalizaram”.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:34
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O JOGO não parece ter sido muito violento para tantas admoestações, mas Dionísio Dongaze teve esse saldo no jogo entre o Ferroviário de Pemba e o HCB, em que a última equipa saiu vencedora graças à sua própria clarividência, ante os “locomotivas” que ainda não saborearam a vitória!

 

Já se adivinhava que haveria cartões vermelhos quando o árbitro da partida muito cedo enveredou pela punição imediata, quando ainda as equipas estavam a se conhecer, o que prenunciava a possibilidade duma possível acumulação de amarelos, quando mais a frente houvesse de facto a necessidade de mostrar as cartolinas. Foi o que aconteceu com Djuma, do Ferroviário, vítima do primeiro cartão, quanto a nós evitável e à segunda deu na sua expulsão, dois minutos depois de ter tido a mesma “sorte” o médio Tony, dos forasteiros, que recebeu vermelho directo.

 

Fora isso, o jogo começou com uma pressão considerável da HCB, principalmente nos primeiros três minutos que daria um golo madrugador, em função da confusão criada na defensiva pembense, que só não aconteceu porque o guardião local, Sozinho, não o permitiu.

 

Aos 24 minutos as coisas acabariam por se equilibrar, com perigo para cá e para lá, além de lances de belo efeito à mistura, de lado a lado. Mesmo nesta toada, podia-se ver que nas bandas “locomotivas” faltavam ideias depois de alcançar a grande área.

 

Aos 33 minutos, Sassi era o homem do momento que era responsável pela desestabilização da defensiva do Songo, do que resultou em dois cantos sucessivos, que, entretanto, acabaram em nada! Palmas para Sassi, Megas, Atanásio e Dário, do Ferroviário; e Payó, Nicholas e Mucapela, do planalto de Tete, nesta passagem do jogo, mas, mesmo assim, o intervalo viria sem abertura de contagem.

 

No reatamento, de novo Sassi ameaça com um portentoso remate à meia distância que culminou com uma defesa incompleta e na recarga acabou não acontecendo nada que se esperava: o golo, cada vez atrasado, quando as condições estavam todas criadas.

 

Eis que a HCB percebe que o jogo poderia terminar no nulo que prevalecia, nada abonatório, pelo que utiliza o primeiro quarto de hora da segunda parte inteiramente para enviar para Pemba todos os quilowatts de que dispunha na tentativa de electrocutar os anfitriões, obrigando Hilário Manjate a uma arriscada substituição: tirou dois de rajada, nomeadamente Sassi, para a entrada de Stélio e Dário, para dar lugar a Bento.

 

Não parece ter sido feliz, pelo menos no que a Sassi diz respeito, que, apesar da sua aparente indecisão nas pernas, é na verdade o cérebro do meio-campo e, como aconteceu no jogo com o Estrela Vermelha da Beira, logo depois de sair veio o único golo dos hóspedes, desta vez apontado por Félix, que substituira Mauro, isso aos 18 minutos da etapa conclusiva.

 

O resto é aquilo que se sabe quando uma equipa perde em casa, no nosso caso. Os espectadores são mais um factor contra a equipa anfitriã, infelizmente, porque se intrometem no decurso do jogo. Mais histórias não houve, na tarde deste domingo.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Dionísio Dongaze, auxiliado por Ali Raja e Raimundo Artur. Quarto árbitro foi Abdul Pinheiro.

 

FERROVIÁRIO DE PEMBA: Sozinho; Sassi (Stélio), Djuma, Guelvas e Atanásio, Megas, Albachir, Dário (Bento) e Muerufe (Dalove); Siaca e Isaías.

 

HCB: Bruno; Payó, Caló, Tony e Jacobe (Macha); Mauro (Félix) Gervásio, Danga, Febrice; Nicholas e Mucuapele.

 

ACÇÃO DISCIPLINAR:Vermelho para Tony (HCB) e Djuma (Ferroviário de Pemba, por acumulação de amarelos) e amarelos para Payó e Jacobe (HCB) e Muerufe (Ferroviário de Pemba).

 

PEDRO NACUO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 12:21
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O CLUBE de Desportos da Costa do Sol não computarizou os nomes dos seus jogadores, equipa técnica e delegado na partida de sábado frente ao Ferroviário de Nampula, numa clara afronta à Liga Moçambicana de Futebol (LMF) que na véspera havia emitido um comunicado a obrigar a utilização de computadores para o efeito.

 

Os nomes dos “canarinhos” voltaram a ser manuscritos. Por incrível que pareça, o Ferroviário de Nampula, que jogava na condição de visitante, foi a tempo de computarizar os seus dados, facilitando, deste modo, o trabalho da Comunicação Social.

 

Aliás, foi com o intuito de simplificar o trabalho da media que a LMF obrigou os clubes a escreverem os dados do jogo à máquina, uma obrigação grosseiramente ignorada pelo Costa do Sol.

 

Não se compreende como é que um clube da dimensão do Costa do Sol (cujo patrocinador principal é uma das maiores empresas do país) não tenha computador. O Ferroviário de Maputo parece, ao que tudo indica, que já comprou o seu computador.

 

Os “locomotivas” cumpriram prontamente a deliberação da LMF, e assim redimiram-se da vergonha que passaram na segunda jornada frente à Liga Muçulmana, partida na qual a Imprensa teve dificuldades de ler os nomes dos seus elementos. Este episódio pode ter precipitado a nova decisão da LMF que obriga o uso do computador na elaboração das fichas técnicas.

 

À LMF apelamos que puna de modo exemplar o Costa do Sol, como forma de desencorajar o “deixar-andar” no nosso futebol. O ócio, o desleixo e amadorismo tomaram conta dos dirigentes dos nossos clubes, e, como consequência, estes nem sequer prestam atenção a coisas tão pequenas como dactilografar os nomes dos seus jogadores e do resto do staff.

 

Não é admissível que em pleno século XXI um clube que milita no principal campeonato de um país e com o objectivo de conquistar títulos não tenha computador, por isso escreve os nomes dos seus jogadores à mão.

 

Como disse noutra ocasião um treinador da praça, os nossos clubes funcionam em condições pré-históricas, muito atrasados no tempo e no espaço. O Costa do Sol é um exemplo disso.Merece ser campeão nacional um clube como este?

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 12:01
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O FERROVIÁRIO da Beira só pode se queixar de si próprio, olhando pelas oportunidades criadas durante o jogo, porque foi quem teve situações mais claras de golo, mas os atacantes acabaram falando mais alto, isto é, não traduziram em golo as ocasiões criadas.

Mirando aquilo que foi a produção dos dois conjuntos no rectângulo de jogos, os donos da casa mereciam outra sorte, mas no futebol diz-se que quem não marca é quem sofre.

 

Os donos da casa entraram mais agressivos com tendência de querer resolver o jogo na primeira parte e logo aos cinco minutos o caldeirão vibrou com uma jogada trabalhada com o jovem promissor Reinildo, nas M’fiki, isolado, não conseguiu bater o guardião Milagre.

 

Os “locomotivas” foram quem comandaram os primeiros 30 minutos mas de forma paulatina foram disperdiçando e esbanjando as oportunidades de golo criadas, enquanto os “muçulmanos” organizavam-se a partir do seu meio-campo partindo para o contra-ataque de forma rápida.

 

A táctica da Liga Muçulmana veio ao de cima, quando aos 34 minutos, Liberty  aproveitou-se bem duma jogada de contra-ataque que embaraçou tanto a defensa como o guardião Willard. Daí em diante assistiu-se a um jogo murcho, com jogadas que terminavam só no meio-campo e assim foi-se ao intervalo.

 

Quem julgou que a turma da casa iria entrar na etapa conclusiva do jogo mais motivada enganou-se, pois tudo não passou de algo atabalhoado o que foi bem aporoveitado pelos visitantes.

 

Numa jogada de contra-ataque rápido Hagy cruzou para o interior da área, onde surgiu Jerry a dizer sim à bola, marcando um golo bastante festejado nas hostes visitantes, enquanto o caldeirão ficava totalmente gelado, isso aos 82 minutos.

 

O combinado de Lucas Bararijo andou à procura, a todo custo, do golo do empate, mas já estava escrito que a sorte desta vez  era madrasta para os donos da casa.

 

Conformados com o resultado, os últimos minutos foram derimidos sem grandes preocupações, embora o Ferroviario da Beira tivesse tido ainda a ousadia de espreitar um pouco mais o reduto recuado do antagonista, mas sem sucessos até ao apito final.Quanto à turma de arbitragem chefiada por  Arlindo Silvano pode se dizer que esteve perfeita.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

ARBITRAGEM: Arlindo Silvano; auxiliado por Arsénio Marrengula  e Domingos Chixava. Quarto árbitro foi Afonso Xavier.

 

FERROVIÁRIO DA BEIRA: Willard; Butana, Emídio, Cufa e Edson; Reinildo, Coutinho, Paito (Mario); N’fiki (Mandava), Maninho e Nelito (Djei) .

 

LIGA MUÇULMANA: Milagre; Chico, Beu, Eusebio, Gildo; Liberty, Imo (Zico), Kito, Muadro(Nando); Sonito (Jerry) e Hagy.

 

Cartão amarelo para Emidio do Fer. Beira e Gildo da Liga.

 

 

LAITON SIFA

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:50
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O SELECCIONADOR nacional, João Chissano, assume o favoritismo frente ao Sudão do Sul na pré-eliminatória de acesso ao CAN-2015 que terá lugar em Marrocos.

 

O timoneiro dos “Mambas” antevê, porém, imensas dificuldades, sobretudo na partida da segunda “mão” que terá lugar em casa do adversário.

A primeira “mão” terá lugar entre os dias 17 e 18 de Maio, em Maputo, e para Chissano, antes que seja tarde, Moçambique deverá resolver a eliminatória nessa partida, pois no Sudão do Sul a vida não será nada fácil.

 

Calhou-nos uma equipa que é do segundo plano, teoricamente. Digo teoricamente porque sabemos como o Sudão do Sul joga. Temos de assumir que somos favoritos e devemos passar a eliminatória. O assumir deste favoritismo não deve ser só da equipa técnica, mas de todos os moçambicanos”, disse.

 

Acrescentou que “esperámos passar esta eliminatória com uma série de dificuldades, digo isso porque todos sabemos o que se passa no Sudão do Sul. Já joguei duas vezes naquele país (antes da desagregação), uma como jogador e outra como treinador e passámos muito mal. Actuar no Sudão nunca foi e jamais será fácil”, enfatizou.

 

Em relação ao jogo caseiro vincou que “jogámos primeiro em casa, por isso temos de arriscar tudo. É preciso que vençamos o jogo e resolvamos logo a eliminatória em casa, porque, como já disse, no Sudão do Sul iremos passar mal”.

 

Em relação ao plano de preparação, Chissano disse que “temos um esquema macro. Agora que conhecemos o adversário vamos começar a trabalhar para o jogo com todos os jogadores disponíveis. Não vamos poupar esforços, vamos fazer a convocatória e todos os que forem chamados vamos exigir o máximo deles”.

 

Quanto aos jogadores que actuam no estrangeiro, Chissano mostrou-se optimista: “temos conhecimento de que grande parte está a evoluir bem. Temos estado em contacto com eles todos os dias, num com este, noutro com aquele para percebermos como estão a evoluir”.

 

 

TANZANIA OU ZIMBABWE. PREFERÊNCIA?

 

João Chissano prefere defrontar a Tanzania caso passe a eliminatória com o Sudão do Sul e para fundamentar a sua escolha recorre à história.

 

A minha preferência seria a Tanzania, pois a história confere-nos alguma hegemonia, diferentemente do Zimbabwe, que nos tem causado muitos dissabores, como a Zâmbia. É claro que com um trabalho aturado podemos acabar com a desvantagem nos confrontos directos quer com o Zimbabwe, quer com a Zâmbia. Todos os adversários são difíceis, daí que nunca foi fácil chegar a um CAN”.

 

Mesmo assim “agora temos de pensar na pré-eliminatória contra o Sudão do Sul e depois pensarmos noutra. Se passarmos vamos jogar com a Tanzania ou com o Zimbabwe”.

 

 

ZÂMBIA, CABO VERDE E NÍGERNA FASE DE GRUPOS

 

Se Moçambique passar a pré e a primeira eliminatória irá integrar o Gupo “F”, onde já estão a besta Zâmbia, Cabo Verde e Níger. João Chissano defende que todos os grupos são difíceis.

 

Os grupos do CAN nunca são fáceis, e sabemos que o apuramento ao CAN nunca foi tarefa simples. Temos de trabalhar arduamente sem medo dos adversários, apenas respeitá-los”.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:52
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