Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 14 DE Abril 2014

 

O FERROVIÁRIO de Maputo despertou da sonolência arrecadando a primeira vitória no campeonato, com a vitória convincente sobre o Desportivo (4-2), sábado, no Estádio Machava.

 

Com futebol de luxo, num jogo em que a rapaziada de ambas as equipas exibiu-se ao máximo, ganhou a equipa mais equilibrada e astuta. Os “alvi-negros” foram tão infantis, cometendo erros de palmatória, sobretudo na zona defensiva, onde Sidique e Sataca Júnior, que faziam a dupla de “centrais, revelaram-se fracos.

 

O Ferroviário, que actuou muito pelos flancos, conseguiu a vitória no jogo aéreo, com dois golos de cabeça do médio esquerdino Diogo e do “central” Gabito, mais o tento de Andro, isto ainda na primeira parte. Andro ainda bisou com um remate cruzado que confundiu o guarda-redes brasileiro Caio, já no último quarto da contenda.

Contudo, o Desportivo entrou bem no jogo e deixou a “locomotiva” tremida, com Jair a brindar aos adeptos “alvi-negros” com dois tentos num intervalo de cinco minutos. Marcou aos cinco minutos, partindo isolado do meio-campo até à zona de finalização. Cinco minutos depois, desferiu um golpe de cabeça, correspondendo ao livre batido por Mayunda, colocando o Desportivo em vantagem muito cedo.

 

Porém, a “águia” não explorou esta vantagem e acusou muita inexperiência e atitude débil nos momentos cruciais, com perdidas de bola próprias de uma equipa cujo fio de jogo deixou a desejar, actuando de forma atabalhoada, com passes denunciados e fraca persistência.

 

O especto interessante foi ver duas equipas praticamente jovens a jogar de forma aberta e desinteressada, o que proporcionou algum espectáculo ao jogo. O Ferroviário revelou-se superior pela miscelânea entre a velha guarda e a rapaziada que procura a titularidade. Com um jogo progressivo e movimentos rápidos e Barrigana a rasgar o corredor direito e a lançar belíssimos centros para o centro da grande área, o Ferroviário teve mérito no seu sistema de jogo (4x3x3) que o permitia maior desdobramento pelo miolo e saídas para o ataque, bem como recompor-se rapidamente em situações de contra-ataque.

 

Diogo, nas alturas, superou os “centrais” cabeceando de longe para encontrar Caio menos prevenido, reduzindo para 2-1. Feito isto, o artilheiro Luís, encostado à direita do ataque, centrou rasteiro para Andro encaixar o esférico nas malhas com o peito, aos 35 minutos. E quando menos se esperava que o Ferroviário saísse ao intervalo em vantagem, eis que Gabito, aos 44 minutos, desfere um golpe de cabeça vitoriosamente na sequência de um pontapé de canto. Jair ainda esteve à beira de fazer o terceiro golo com o desvio de cabeça ao pontapé de canto batido por Mayunda, em cima do minuto 45.

 

Porém, foi na segunda parte que os “locomotivas” gabaram-se com maior circulação e posse de bola, que lhe conferiu muitas oportunidades, algumas desperdiçadas por Luís, mesmo em situações de um-para-um com o guarda-redes Caio. Com esta maneira de actuar, o Ferroviário teve o domínio completo do jogo, com descidas em contra-ataque rápido. Numa delas, Luís, bem assistido por Inocent, que entrou para o lugar de Timbe, não teve medida certa, atirando contra Caio, que arrastou-se com os pés em apuros, aos 76 minutos. O Desportivo esteve neste período a correr muito atrás da bola do que a fazer o seu jogo, pois não conseguia reter a posse de bola e pouco conseguiu colocar em prática a sua filosofia, dada a falta de rigor no seu sistema táctico. Mesmo as substituições feiras por Artur Semedo surtiram o efeito desejado, pois nada saíu com perfeição.

 

Barrigana, que de lateral direito pouco tem, subiu tantas vezes em apoio ao ataque, assistindo Diogo, que, actuando pela direita, fez alguns rasgos para próximo da grande área, donde fez algumas tabelinhas com Luís e Andro, levando muito perigo para a baliza de Caio. Foi numa jogada calculista que Barrigana assistiu a Andro, que, penetrando pela direita da grande área, atirou com o pé esquerdo para o ângulo superior esquerdo, surpreendendo Caio, mal batido no lance, aos 79 minutos. Com este tento, o Ferroviário fixou o resultado em 4-2.

 

O árbitro da partida, Luís Jumisse, e seus auxiliares realizaram um trabalho excelente.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO: Luís Jumisse, auxiliado por Arsénio Marrengula e Baltazar Hilário. O quarto árbitro foi Zefanias Gordandes.

FERROVIÁRIO: Barrigana, Chico, Gabito e Edmilson; Tchitcho, David (Whisky) e Timbe (Inocent); Diogo, Andro e Luís.

DESPORTIVO: Caio; Cremidldo, Sidique, Sataca Júnior e Mayunda; Jair, Geraldo, Ussama e Dércio (Betinho); Lalá (Orlando) e Jójó.

DISCIPLINA: Cartolinas amarelas para Tchitcho e Wisky, ambos do Ferroviário.

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:08
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É VERDADE. Este embate só poderia ter terminado assim, pois, teve duas partes distintas dominadas por um equilíbrio: a primeira em que o Têxtil do Púnguè apresentou-se da melhor forma que o seu adversário criando muitas oportunidades de golo que, entretanto, não as conseguia converter, enquanto na etapa complementar foram os visitantes que também dispuseram de uma mão cheia de ocasiões de golo mas, tal como o seu oponente, nenhuma delas foi concretizada.

 

Saíram os ‘’fabris’’ da Manga e logo no minuto inicial produziram uma jogada de grande perigo mas a bola acabou morrendo nas mãos do guardião Bruno. Em resposta a esta ‘’provocação’’, os visitantes também empreenderam um contra-ataque que por pouco resultaria em golo mas o cabeceamento de Mauro, em resposta a um canto, saiu por cima do travessão.

 

A partir daí o jogo ganhou um aparente equilíbrio, pois, eram os locais que tinham maior avalanche ofensiva criando muitos calafrios ao reduto recuado dos hidroeléctricos de Songo mas aos nove minutos Mauro, que despontou no Têxtil, voltou a pôr em prova o guardião beirense Miguel rematando forte para uma defesa deste e alivio de um defensor.

 

Os ‘’fabris’’ tentavam ser mais lestos na abordagem do seu sistema táctico mas sempre a pecarem na finalização, enquanto a HCB optava por jogadas de contra-ataque aproveitando a velocidade dos seus homens dos flancos, nomeadamente Dani e Jacob.

 

Aos 24 minutos Djongue desperdiçou uma soberba oportunidade de inaugurar o marcador depois de ter recebido a bola já dentro da área e, apesar de ter ângulo para o remate final, escorregou e deixou a bola a mercê de um contrário para a tristeza dos locais que já gritavam golo.

 

No reatamento da partida, as duas equipas voltaram dispostas a rectificar os erros da etapa inicial mas tal desejo não passou disso, pois, tanto num como noutro conjunto, prevaleceram as improvisações e falta de discernimento sobretudo no momento da verdade embora, isso que se diga, a equipa da HCB tenha sido um pouco mais acutilante.

 

A equipa da arbitragem esteve bem embora com algumas máculas que não influenciaram o resultado.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITROS: Samuel Chirindza, auxiliado por Célio Mugabe e Osvaldo Jesus. Afonso Xavier foi o quarto.

TÊXTIL: Miguel (Edson), Tony, Kadri, Judy, Micas, Xirico (Caio), Gabito (Kofuor), Félix, João e Kelo, Djongue.

HCB: Bruno, Dani, Mucuapel (Nené), Rogério, Tony, Luís, Cambala, Fabrice (Dangalira), Jacob, Nicholas e Mauro.

Amarelos para Bruno, Mucuapel e Cambala, todos da HCB.

 

ANTÓNIO JANEIRO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:59
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AKIL Marcelino e seus jogadores terão conseguido ontem a reconciliação com os seus ferrenhos adeptos ao arrancar, em casa, um precioso empate diante da Liga Muçulmana, campeã em título, no entanto sem abertura de contagem.Aquele fervoroso público que encheu por completo o campo da Bela Vista em Nacala não queria mais uma derrota (já somavam três consecutivas) e nalgum momento a cabeça do treinador já era posta em causa.

 

O jogo arrancou, como era de esperar, com o público a fazer a diferença, pois enquanto as equipas não se encontravam dentro das quatro linhas, os donos da casa beneficiavam de um apoio ensurdecedor enquanto a Liga também sentia o calor de fora do rectângulo de um grupo, até numeroso de adeptos, trajados de verde.Foi assim que a primeira perdida pelos visitantes aconteceu quando eram jogados cerca de cinco minutos quando Daudo atira de cabeça para cima do travessão a concluir um cruzamento da esquerda do seu ataque.

 

A Liga começou a crescer e a desbobinar o futebol que lhe é característico. Em termos de posse de bola a Liga ia dando o seu show mas, contra a corrente do jogo, a passagem dos 20 minutos o Desportivo partiu em contra ataque isolando Carvalho que, no entanto, foi perdulário com o público a exigir grande penalidade que no entanto não existiu.

 

Aos 30 minutos surgiu a primeira jogada dos donos da casa propriamente produzida. Carvalho foi até a linha final e cruzou atrasado para a pequena área onde Zinho a chutou torto e para fora.A superioridade da Liga era inquestionável. Jogava a toda largura do terreno e aos 34 minutos valeu mais uma intervenção de Castro para evitar o pior, socando a bola para canto.

 

Jogando em casa e sob pressão do público, Akil Marcelino insistia num sistema táctico mais defensivo que ofensivo, obviamente respeitando o adversário. Jogava apenas com um ponta de lança e sempre que a equipa partia em contra ataque este era surpreendida com o fora-de-jogo o que irritava o público.

 

Foi assim até ao intervalo e no reatamento da partida o primeiro quarto de hora foi totalmente apático. Se por um lado a Liga continuava a desbobinar um bom futebol por outro os donos da casa apareceram com mais atitude e isso fazia com que o esférico girasse longe das duas balizas.

 

Mas aos 16 minutos Liberty acordou o estádio, pois só com guardião pela frente atirou para a uma espectacular defesa de Castro, ontem em dia sim e a negar o golo do adversário.

 

Quatro minutos depois foi a vez de Zinho falhar dentro da pequena área. Carvalho rematou ante a defesa insegura de Milagre mas Zinho na recarga atirou contra um contrário.

 

No seu momento de ascensão o Desportivo começou a falhar nos passes permitindo sempre a intercepção do adversário ou chutando sem a devida precisão.

 

Com as substituições esgotadas para ambos, nos momentos finais da partida vimos a Liga ainda que sem precipitação, a procura do golo. Basta lembrar que Sonito sobre o minuto 90 a escassos centímetros da linha do golo cabeceou para cima. Já o Desportivo se preocupava em queimar o tempo porque o resultado lhe era favorável. Até o publico começou a gritar, nos minutos de compensação o habitual “está na hora’’, característico de quem quer acabar para o alívio.

A arbitragem de Aníbal Armando e seus auxiliares esteve a altura do jogo.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO:Aníbal Armando, auxiliado por Teófilo Mungói e Pedro Madala tendo como quarto árbitro Júlio Gonçalves.

DESPORTIVO DE NACALA: Castro; Norberto, Idrisse, Candido e Momxxx: Sissoko (Edson), Zé (Cesar Bento), Samito (Rodrigues), Sande e Zinho; Carvalho.

LIGA MUCULMANA: Milagre; Chico, Nando, Liberty e Daudo (Jerry); Eusebio (Zico), Kito e Gildo; Sonito, Momed e Mustafa.

 

CARLOS COELHO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:36
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O FERROVIÁRIO de Nampula está mesmo endiabrado neste Moçambola-2014. Comanda com 12 pontos e continua a ser a única equipa que ainda não perdeu sequer um ponto na prova.

 

Na tarde de ontem, foi a Chibuto bater a formação de Gaza, por 1-0, resultado com o Maxaquene derrotou o Costa do Sol num dos clássicos da ronda quatro. O Estrela Vermelha da Beira surpreendeu em Pemba, vencendo o representante de Cabo Delgado, por 1-0.

 

O Ferroviário de Quelimane bateu o seu homónimo da Beira, por 1-0. Os encontros Têxtil-HCB e Desportivo de Nacala-Liga Muçulmana terminaram sem golos.

 

Porém, o jogo mais emotivo da ronda aconteceu na tarde de sábado na Machava. Verdadeiro jogo de loucos. O Desportivo depois de ter estado a ganhar por 2-0, acabou derrotado, por 4-2. Talvez tenha sido um dos melhores jogos dos últimos tempos entre as duas formações.  

 

Entretanto, a próxima jornada terá os seguintes embates: Têxtil-Fer. Pemba, Estrela da Beira-Chibuto, Fer. Nampula-Fer. Maputo, Desportivo-Costa do Sol, Maxaquene-Desportivo de Nacala, Liga Muçulmana-Fer. Quelimane e HCB-Fer. Beira.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:29
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RIVAIS da longa data marcaram encontro para a tarde de ontem no Matchiki-tchiki. Enorme expectativa, e muito público nas bancadas do campo dos “canarinhos”, que quase atingia a lotação esgotada. Público quanto a nós que merecia muito mais, mas o jogo foi grande demais para a qualidade dos jogadores.

 

O embate começa muito corrido, com o Costa do Sol a arrogar-se “dono” dos acontecimentos. Logo nos primeiros minutos a baliza de Simplex já era fortemente ameaçada pelo ataque da equipa de Arnaldo Salvado, mas não passou disso.

 

O Maxaquene procurou ter a bola, e diga-se, logrou com muito sucesso o seu intento. Pouco depois equilibrou a partida e passou a ser a equipa mais adulta em campo. Perigava mais a baliza contrária, e neste capítulo beneficiou-se de um meio-campo defensivo muito fraco do Costa do Sol (Manuelito I, trinco, estava desemparado) e a dupla Campira-Dário Khan não se entendia no centro da defesa, com o agravante deste último preocupar-se mais em “jogar” os adversários do que propriamente a bola.

Era este Costa do Sol sem raça, nem garra de que dispunha Salvado na primeira parte e que muito cedo defraudou a sua massa associativa e viu o Maxaquene a agigantar-se, Maurício (cinco minutos) obriga Soarito a uma defesa de recurso, num ressalto que resultou de um pontapé de canto.

 

Pouco depois foi Betinho, tinha tudo para abrir o activo, mas desviou o esférico milimetricamente para fora, em reposta a um canto.Os “tricolores” mandavam, o Costa do Sol andava cada vez mais desnorteado, o que empobreceu o espectáculo marcado por muitos falhanços dos defesas de ambos os lados.

 

O exemplo mais evidente é aquela perdida, diga-se, infantil de Nelson para Maunelito II que centra para Chiukepo dar um toque subtil que sai por cima. As jogadas de golo iminente escasseavam, a qualidade do jogo era uma “burla” ao público, e assim as duas equipas recolheram ao intervalo.

 

No reatamento a qualidade de jogo melhorou ligeiramente, com o Maxaquene em cima do adversário à procura do golo, Calima deu aviso à navegação naquele cabeceamento que saiu por cima. Mas foi Betinho que lançado em contra-ataque galga terreno e na zona frontal da área desferiu um remate ao lado.

 

 A estas alturas, o “canário” tinha mais bola, mas todas as jogadas ofensivas desta formação eram inconsequentes. A equipa acusava a falta de um pautador de jogo.

A única jogada digna de realce que os “canarinhos” criaram foi aquele cabeceamento de Chiukepo que passou muito perto do alvo, mas na resposta o Maxaquene foi avassalador.

 

Primeiro foi Isac, que à entrada da área descaído à direta, atira ao lado e instantes depois, 65 minutos, Maurício fez o único golo da contenda, na sequência de um cabeceamento a responder um centro com conta, peso e medida do recém-entrado Rachid.

 

O Costa do Sol foi atrás do prejuízo, mas sem clarividência e sobretudo sem incomodar Simplex que se manteve a sua baliza inviolável.o árbitro Estêvão Matshinhe exigia-se mais, sobretudo na marcação de faltas.

 

FICHA TÉCNICA

 

ÁRBITRO:Estevão Matsinhe, auxiliado por José Mhula e Carlos Guambe. O quarto árbitro foi António Munguambe.

COSTA DO SOL:Soarito; João Mazive (James), Dário Khan, Campira, Dito, Manuelito I, Manuelito II, David Chimango, Rúben, Chiukepo (Parkim).

MAXAQUENE:Simplex; Moniz, Calima, Narciso, Vlinga, Betinho (Rachid), Nelson, Abílio, Isac, Macamito (Mathombe), e Maurício (Micas).

DISCIPLINA:Amarelos para Isac, Maurício e Simplex, todos do Maxaquene.

Golo: Maurício (65 minutos)

 

SÉRGIO MACUÁCUA

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 

 

publicado por Vaxko Zakarias às 11:07
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