Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 06 DE Março 2014

 

 

 

A SELECÇÃO Nacional não foi além de um empate a uma bola frente a Angola no desafio amigável realizado na noite de ontem no Estádio Nacional do Zimpeto e que serviu de preparação dos dois combinados para a fase de qualificação para o CAN-Marrocos 2015.

Entrou melhor a selecção moçambicana.

 

Mais agressiva a defender e dinâmica no ataque. Bons pormenores técnicos de Dominguez encantavam o público, que apesar de ser um jogo a meio de semana esteve em número considerável ao Estádio Nacional do Zimpeto. Mas faltava aquele passe de ruptura que criasse realmente uma situação de golo. Aos poucos a selecção angolana foi equilibrando a balança.

 

Passou a ter mais bola e era perigosa no contra-ataque, a arma que usou face à avalancha dos “Mambas”. Vado deu o primeiro sinal de perigo aos oito minutos, valeu a pronta intervenção de Bruno Campos, que evitou o golo por duas vezes.  Este lance espicaçou os  “Mambas” , visto que reagiu prontamente através de uma bela iniciativa de Zainadine Júnior que centrou para Hélder Pelembe com este a cabecear de raspão.

 

 

Mas doutro lado, via-se uma Angola mais perigosa, a tirar proveito da falta de coordenação da defesa moçambicana. Mexer era o único que se safava naquele quarteto. Foi o defesa do Nacional da Madeira a impedir, com um corte in-extremis, que Vado inaugurasse o marcador, mas minutos depois, aos 22, não consegui evitar o golo apontado pelo mesmo jogador.

 

Vado, atento na área , tirou e bem proveito de uma bola que bate na trave, após remate de Freddy para empurrar para o fundo da baliza.

 

Foi preciso estar em desvantagem, para ver os “Mambas” criarem a primeira situação de golo com total assinatura de Hélder Pelembe. O avançado do Orlando Pirates tira um adversário do caminho e só com o guarda-redes pela frente remata à malha lateral. O público chegou a gritar golo.

 

Dai para frente pouco se viu da equipa nacional. Muitos passes falhados. Algumas iniciativas individuais em excesso. Não foi capaz de fazer circular a bola, algo que tinha feito nos primeiros minutos. Com o criativo Dominguez desaparecido, o colectivo ressentiu-se.

 

 

Já no minuto de compensação, foi  Miro a tentar de longe empatar o jogo, com uma bomba cá do meio da rua.Tal como na primeira parte, os “Mambas” surgiram mais desinibidos na procura pelo golo, no entanto, faltava nalgumas ocasiões o último passe, e noutras maior serenidade por parte dos finalizadores.

 

Diogo foi a prova disso foi a falta de discernimento de Diogo dentro da grande área quanto tinha espaço para virar e gizar com perigo a baliza contrária. Aliás, Diogo esteve uma sombra daquilo que demonstrou e acabou sendo substituído, um minuto depois de Moçambique ter feito o golo de empate, marcado por Hélder Pelembe. Um grande golo a meia volta do avançado, um prémio merecido ao jogador mais inconformado.

 

 

Os grandes problemas da formação nacional residiam na defesa e ficaram evidentes quando Vado cabeceou solto de marcação valeu mais uma vez os reflexos de Bruno Campos.

 

 

Pode-se dizer que depois desse lance seguiu-se o melhor momento da equipa nacional, pois passou a jogar melhor e a criar situações de golo. Josemar e Faizal Bangal poderiam ter colocado os “Mambas” a vencerem, mas ambos permitiram a defesa de Landu.

 

 

A partida terminou com os “Mambas” em cima dos Palancas, contudo ficou-se mesmo pelo empate, justo por aquilo que ambas as equipas fizeram em campo.

 

A equipa de arbitragem esteve bem, a altura dos acontecimentos.

 

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

ÁRBITRO: Wellington Kaoma (Zâmbia); Bruno Tembo (Zâmbia) e Moses Mwale (Zâmbia). Quarto árbitro: Stanley Hachiwa (Zâmbia).

 

 

 

MOÇAMBIQUE: Bruno Campos; Zainadine Júnior, Dário Khan, Mexer e Miro; Simão Mathe,  Diogo (Manuelito) e Dominguez; Josemar, Telinho (Reginaldo) e Hélder Pelembe (Faizal Bangal).

 

 

 

ANGOLA: Landu; Chico Caputo, Gomito, Jaime e Natael (Miguel); Adão, Pirolito (Mano), Paty (Filhão) e Vado (Guedes); Freddy (Benvindo Pontes) e Vunguidica.

 

 

 

DISCIPLINA: Amarelo para Mano e Dominguez..

 

 

 

GOLOS: Vado (22 min), Hélder Pelembe (65 min).

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:33
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MÁRIO Coluna foi mais uma vez homenageado, desta feita, no Estádio Nacional do Zimpeto, por milhares de pessoas que estiveram a assistir ao Moçambique-Angola. A figura do Monstro Sagrado foi eternizada através de um foto gigante, colocada numa área exterior do campo, onde foram deixadas mensagens, flores e outros símbolos que demonstrassem e carinho por Coluna, falecido no dia 25 de Fevereiro.

 

Coluna esteve literalmente presente no Zimpeto, tendo ficado mais uma vez evidente que era uma pessoa amada por todos do mundo do futebol e não só.

Mambas e Palancas uniram-se em torno do Monstro Sagrado, uma prova de reconhecimento por o que representou nos maiores palcos mundiais.

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 11:25
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 “NÃO podíamos dar muito mais, penso que estivemos bem, se se atender que alguns dos jogadores só se apresentaram na terça-feira e não efectuaram nenhum treino”, reagiu João Chissano, seleccionador nacional.

 

João Chissano afirmou não ter ficado satisfeito com o resultado. “Não estou satisfeito com o resultado, mas tenho que dar os parabéns pelo esforço de todos sobretudo na segunda parte. Tentamos vencer , mas por imperativos do próprio jogo, nem sempre conseguimos aquilo que queremos”, comentou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:20
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SABÍAMOS que seria um jogo do ponto de vista técnico muito forte, tentamos tapar as linhas de passe. Vimos uma equipa adversária ofensiva e com jogadores rápidos. Mas nós viemos com a licção bem estudada”, afirmou Romeu Filemon, técnico dos Palancas Negras.

 

Afirma que usou o factor surpresa como arma. “Sabíamos que iriamos surpreender o nosso adversário e foi num situação dessas que isso aconteceu. Mas quero dar os parabéns as duas selecções. Têm grande futuro”, sublinhou.

 

IVO TAVARES

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:14
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A PISCINA Olímpica do Zimpeto está a ser alvo de disputa entre a Federação Moçambicana Natação (FMN) e Associação da modalidade na cidade de Maputo (ANCM).

 

Em causa está a cedência da gestão do recinto à ANCM, depois de um aparente acordo que terá sido rubricado pela direcção do Complexo Desportivo do Zimpeto e a FMN para a utilização do recinto pela instituição que gere a modalidade a nível nacional.

 

A confusão começou quando a ANCM tornou pública, através de um comunicado divulgado semana passada, o início das actividades de formação nas piscinas do Zimpeto, com abertura das escolas de iniciação no último sábado, data que curiosamente coincidia com o início da preparação da Selecçao Nacional de natação para os compromissos que se avizinham, com destaque para os Jogos da Commonwealth, da CPLP e da África Austral (SCSA).

 

Foi nesse contexto que a FMN tomou conhecimento da cedência do uso das piscinas a ANCM, uma decisão que não apenas surpreendeu a direcção da FMN, bem como levantou suspeitas quanto ao secretismo no tratamento do assunto, depois de se ter dado como certo a entrega da gestão desportiva à federação.    

 

Chamado a comentar sobre o assunto, do director-adjunto do Complexo Desportivo do Zimpeto, que abrange o estádio e a piscina, José Pereira, que foi um dos que acompanhou de perto o processo, tendo afirmado que desde 2011 que o Fundo de Promoção Desportiva tem vindo a trabalhar com a FMN, e que esta não tem correspondido às expectativas visando a exploração das piscinas, facto que concorreu para a cedência da gestão à ANCM. Pereira revelou que nunca foi celebrado contrato formal com a FMN para a gestão, por parte desta, do recinto, mas sim uma abertura para a formalização do processo com vista ao uso da infra-estrutura.

 

 

 

Nunca cedemos a gestão à FMN, houve sim manifestação dessa vontade e não tendo dado passos para a gestão das piscinas nós entrámos em contacto com a ANCM, e apresentadas as nossas propostas e eles as suas contraposições, sendo que neste momento decorre a troca de correspondência para a assinatura de um contrato com a associação para a gestão desportiva da infra-estrutura. Caberá ao Fundo de Promoção Desportiva a gestão administrativa da infra-estrutura”, esclareceu Pereira.

 

 

 

A fonte foi mais distante ao afirmar que o diálogo com a FMN foi sempre de surdos. Disse que desde a inauguração do Estádio Nacional do Zimpeto, ou seja um pouco depois dos Jogos Africanos, o Fundo trabalhou com a FMN para a formalização da gestão da piscina, com vista a tornar o recinto no centro de formação e projecção de talentos para alimentar aos clubes e posteriormente às selecções nacionais.

 

 

O mais surpreendente é que entrámos recentemente em negociação com a ANCM e esta, em menos de 15 dias, pôs as piscinas a funcionarem e no sábado foram inauguradas as escolas de natação no Zimpeto. Portanto, fez o que a FMN não conseguiu em três anos”, elucidou, recordando que o Governo construiu a piscina olímpica do Zimpeto para competição, formação de talentos e laser.

 

Depois dos Jogos Africanos nós dissemos a FMN, como entidade competente para lidar com os praticantes e interessados pela modalidade, que podia desenhar um projecto para a gestão desportiva da piscina. De lá para cá não houve passos concretos. Perante isto, o FPD acabou convidando a ANCM para realizar essa actividade, tendo em conta que as piscinas estão na zona de jurisdição da cidade de Maputo e a ANCM é, em termos territoriais, também abrangida. E deu sinais de crédito em pouco tempo”, ressaltou.

 

 

Desporto não pode desenvolver com agendas obscuras

 

 

 

 

O presidente da FMN, Gilberto Mendes, disse que a notícia de cedência da gestão das piscinas do Zimpeto à ANCM colheu-lhe de surpresa e só demonstra que há pessoas com agendas obscuras e que alimentam interesses pessoais em detrimento do desporto.

 

 

O facto desta decisão surgir nas vésperas da sua saída, uma vez ter manifestado o desejo de não se recandidatar para o escrutínio de Abril próximo, é mais um sinal de que há gente que quer se aproveitar do recinto para benefícios pessoais e que viam nele uma barreira.

 

 

É no mínimo uma fuga para a frente e é colocar a caroça à frente dos bois, querendo usurpar tudo em nome de uma agenda obscura. No mínimo, a haver vontade da ANCM, que fosse em coordenação com a FMN.

 

Isto significa que já uma apetência pelo património da piscina olímpica. Nós fomos entregues a piscina das mãos do actual director do Instituto Nacional do Desporto, António Munguambe, quando ainda era PCA do FPD, nos meados do ano passado e nessa altura a piscina tinha friscos e havia, desse modo, a necessidade da sua recuperação técnica.

 

 

Foi-nos entregue a gestão desportiva e o FPD ficou com a gestão administrativa, no sentido de gestão interna, ou seja o pagamento da água, luz, cloro e trabalhadores ficaria a cargo do INADE porque a FMN não tinha meios. Ficou claro que a responsabilidade que tinham antes manter-se-ia e nós tínhamos que apenas atender a componente competitiva, ou seja desportiva.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:23
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