Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 17 DE Fevereiro 2014

 

 

O FERROVIÁRIO da Beira qualificou-se ontem à tarde no seu campo para a fase de eliminatórias da Taça CAF ao vencer o AZAM da Tanzania, por 2-0, rectificando assim o resultado negativo que havia conseguido há uma semana, em Dar Es Salaam, por 0-1. Ontem, jogando num campo completamente alagado os “locomotivas”, que não tiveram tarefa fácil, diga-se, conseguiram, em cada uma das metades, marcar dois golos por intermédio de Mário que foram o suficiente para ultrapassarem a pré-eliminatória.

 

Perante a intensa chuva que caia na Beira e arredores muitas pessoas chegaram a duvidar da realização do encontro mas o mesmo aconteceu só que num campo impróprio para a prática de bom futebol com muitas poças e com as algumas das linhas de marcação quase invisíveis.

 

Este facto, terá, de alguma forma, retraído algum público porque não se chegou a registar a verdadeira enchente que se esperava.Antes do embate, diga-se, foi observado um minuto de silêncio em homenagem a Mano, antigo jogador do Ferroviário, que este ano se tinha transferido do Têxtil do Púngue para o Desportivo de Nacala.

 

Voltando ao Ferroviário-AZAM, o jogo começou praticamente com o primeiro golo do Ferroviário apontado aos cinco minutos por intermédio de Mário que recebera um passe oportuno de Reinildo à entrada da pequena área.

 

Mas momentos antes o AZAM tinha dado um o primeiro sinal que ao chegar com perigo à área contrária onde surgiu um remate que passou por cima da baliza.

 

Depois do golo Ferroviário endiabrou-se então em campo e, puxado pelo público, partiu para cima do adversário mas este, a espaços, começou a mostrar alguns apontamentos dignos de realce como a força e a velocidade sobre a bola com Brian e Kippre, o primeiro ugandês e o segundo costa marfinense, ambos plenos de pujança e rapidez, a darem autenticas dores de cabeça principalmente a Butana e Edson.

 

É que de cada vez que os dois arrancavam os nossos laterais ficavam em terra e tinha que ser Emídio e Cufa e emendarem.

 

Nessa sequência, muito trabalho também começou a ter o guarda-redes Willard porque realmente não estava fácil travar os jogadores do AZAM, basta dizer que até aos 25 minutos tinham ganho quatro pontapés de canto e nesses e noutros lances de bola parada eram “maus” e criavam calafrios.Foi a melhor fase dos tanzanianos que já dominavam o jogo mostrando serem uma equipa bastante perigosa.

 

 

Com as coisas assim, o intervalo chegou quando o Ferroviário estava efectivamente a precisar dele pior ainda porque a chuva recomeçava.Pairava então um cenário algo sombrio para a segunda parte perante a forma como as coisas tinham terminado na primeira parte com os tanzanianos na mó de cima tanto mais que a zona do campo que iriam pisar na segunda metade se apresentava ligeiramente menos alagada.

 

 

Principiou então a etapa conclusiva já sem os pingos de chuva, que dava alguma trégua. Nenhuma equipa mudou os seus jogadores mudou sim a atitude do Ferroviário que já conseguia estancar as cavalgadas do adversário e foi mesmo a equipa moçambicana a primeira a chegar de forma perigosa ao último reduto contrário, com Mário a rematar mas a encontrar o guarda-redes contrário bastante atento.

 

 

Só que os tanzanianos não estavam para menos porque voltaram a subir no terreno e a mostrarem-se bastante exímios sobretudo nos pontapés de canto e por duas ou três vezes Willard teve que justificar a sua presença em campo.Diga-se que de cada vez que houvesse mais um canto o próprio público entrava em pânico porque o AZAM era um verdadeiro terror.

 

 

Numa dessas situações, o Ferroviário consegue sacudir a pressão e, por intermédio de Coutinho, lançou Mário em contra-ataque mas o “super” foi traído por uma poça que reteve a bola quando já se encaminhava para a baliza onde apenas estava o guarda-redes.

 

 

Logo a seguir outra oportunidade com Maninho a servir Henry e este a tentar um bonito de calcanhar que não resultou.Mas o melhor estava por vir: Nelito a ganhou uma bola e serviu Mário que, com o pé esquerdo, já dentro da grande área, marcou o golo da tranquilidade. Jogavam-se então 60 minutos.

 

 

Foi o delírio no estádio mas todos sabiam que qualquer golo dos tanzanianos deitaria tudo abaixo. E ainda havia muito tempo para jogar logo perante uma equipa perigosíssima como o AZAM já tinha dado provas.

 

 

Os 30 minutos restantes foram de um frenesim gritante em campo com os tanzanianos ainda por mais a refrescarem a sua equipa e a acreditarem que podiam marcar e o Ferroviário muito incentivado pelo seu público a segurar o jogo e a conseguir travar as saídas dos homens que vieram da Tanzania.

 

 

O grande perigo continuavam a ser os lances de bola parada e foi com o coração nas mãos que os moçambicanos viveram os últimos momentos do desafio inclusos os quatro de compensação que o árbitro deu.O resto foi a festa que se viveu nas bancadas quando o árbitro zambiano apitou pela última vez. Dizer que o senhor Wisdon Chewe teve tarefa facilitada e tudo lhe correu a contento.

 

 

ELISEU BENTO

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:26
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NATURALMENTE cabisbaixo foi como encontrámos o treinador adjunto do AZAM, Ibrahim Chikondo, no final da partida. Mesmo assim, desportivamente, aceitou dizer algumas palavras que se resumem no desaproveitamento das oportunidades criadas pela sua equipa.

 

Tivemos muitas oportunidades para matarmos o jogo e a eliminatória mas não aproveitamos. O Ferroviário soube fazer isso e ganhou. É só isso o que posso dizer”-finalizou.

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:16
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A TENISTA moçambicana Cláudia Sumaia, uma das referências nacionais de actualidade na modalidade, foi a grande vencedora do “Open” de Moçambique/Mcel, que terminou no sábado último, nos courts do Jardim Tunduro, cidade de Maputo, após uma semana renhida de competição.Organizado pela Federação Moçambicana de Ténis (FMT), o torneio envolveu perto de 80 atletas, entre tenistas nacionais e estrangeiros.

 

 

Para além do troféu e medalhas, Cláudia Sumaia ganhou 700 dólares norte-americanos, depois de ter derrotado a sul-africana residente em Maputo, Ohmar Fernandes, nos últimos dois "sets" (por 6-4 e 6-1), após ter perdido o primeiro (1-6).Enquanto isso, o vencedor dos singulares homens foi o sul-africano Lance Cohen, que obteve 1000 dólares, após ter derrotado o tenista moçambicano Jossefa Simão, por 6-0 e 6-1.

 

 

Um dos momentos marcantes na cerimónia de encerramento, foi a distinção atribuída à empresa patrocinadora do evento, que passou a ser, a partir de sábado último, o patrono do “Open” de Moçambique.

 

 

De acordo com Zófimo Muiuane, representante da Mcel, constitui um enorme orgulho para a maior patrocinadora do desporto nacional receber este reconhecimento “por esse mesmo motivo não poderíamos fugir à regra em apoiar a modalidade do ténis, que também merece o nosso carinho”, elucidou.

 

 

Enquanto isso, Virgílio Tivane, vice-presidente da FMT, agradeceu o apoio prestado por aquela empresa à modalidade e, não só, “por se ter envolvido mais uma vez na organização de um torneio de renome na região austral de África”, disse.

 

 

Por seu turno, Cláudia Sumaia, a grande vencedora do torneio na categoria de singulares senhoras, dedicou o seu prémio ao seu treinador, João Lobo, frisando que o “Open” foi bastante renhido, sobretudo com a participação de atletas estrangeiros."Espero no futuro ganhar mais medalhas nas competições do género”, frisou.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:09
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AGRADECEMOS imenso ao público que esteve aqui hoje e que nos apoiou do princípio ao fim para conseguirmos esta vitória para a qual tivemos muita garra e atitude mesmo perante todas as adversidades. Provámos, mais uma vez, que temos equipa”.

 

A uma pergunta sobre qual teria sido a maior dificuldade com que a sua equipa se debateu neste jogo Matine respondeu categoricamente que tinha sido o piso “mas mesmo assim, com este público que nos ajudou bastante conseguimos vencer”.

 

Fonte:Jornal Noticias

 

publicado por Vaxko Zakarias às 11:04
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A LIGA Muçulmana e o Ferroviário da Beira transitaram da pré-eliminatória da Liga dos Campeões Africanos e da Taça CAF, respectivamente, após empate e vitória nos embates com o CNAPS Sport do Madagáscar e AZAM FC da Tanzania, referentes à segunda “mão” das Afrotaças, realizados em Antananarivo e no Caldeirão do Chiveve.

 

A campeã Liga Muçulmana empatou a zero no terreno malgaxe, enquanto o Ferroviário da Beira, detentor da Taça de Moçambique, venceu em casa, por 2-0. Sendo assim, os “muçulmanos” cruzar-se-ão na eliminatória seguinte com o Kaiser Chiefs da África do Sul. E, por seu turno, os “locomotivas” beirenses terão pela frente o Zesco United da Zâmbia, curiosamente a equipa que eliminou a Liga Muçulmana a primeira vez que esteve na Liga dos Campeões. 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:19
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