Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 17 DE Janeiro 2014

MOÇAMBIQUE está praticamente fora da fase seguinte do CAN-Interno depois de ter perdido na noite de ontem, no Cape Town Stadium, com a Nigéria, por 4-2, em partida da segunda jornada do Grupo A. Com este resultado, só resta aos “Mambas” honrar as cores e bandeira nacional no próximo domingo frente ao Mali, no último encontro deste grupo.

 

Tal como aconteceu na primeira jornada diante da África do Sul, ontem, a Selecção Nacional voltou a denotar falta de ritmo competitivo e, acima de tudo, concentração nos momentos cruciais do jogo, pois não se compreende que uma equipa da dimensão de Moçambique sofra dois golos em dois minutos, depois de ter estado a ganhar.

 

Muita infantilidade por parte dos “Mambas” foi o que se viu ontem à noite aqui em Cape Town. Foram os nigerianos a criarem a primeira situação perigo logo aos dois minutos, com Soarito a ir à “queima” para evitar que a sua baliza fosse violada. Mas, os “Mambas” assentaram rapidamente o seu jogo. Pressionaram o adversário a toda largura do campo e, com alguma pontinha de sorte, adiantaram-se no marcador.

 

Vejamos como foi: Há um livre logo depois da linha divisória dos dois meio campos. Dário Khan ajeita o esférico à sua maneira. Arranca um portentoso remate. A bola só foi parar no fundo das redes nigerianas, que levaram as mãos à cabeça, uma vez que ninguém esperava que aquele tiro de longe fosse balançar as redes. Ainda se festejava o golo de Moçambique quando os nigerianos restabeleceram a igualdade aos 10 minutos, para logo, no minuto seguinte, passarem para a frente no marcador, num tento em que a defensiva teve largas culpas, já que o autor do tento aparece do lado direito a concluir uma jogada da esquerda. Referir que antes de entrar a bola ainda embateu na trave pela parte interna.

 

O jogo ganhou maior velocidade de parte a parte. Os moçambicanos estavam cientes dos erros que acabavam de cometer e partiram para o empate que não tardou a acontecer. Jogava-se o minuto 19 e num contra-ataque rapidíssimo, o guardião nigeriano é enganado por Manuelito que endossa o esférico para as suas costas. Diego, que vinha a acompanhar a jogada, apareceu para dar o toque final. Estava feita a igualdade, resultado com que se foi ao intervalo.

 

ERROS CLAMOROSOS

 

A segunda parte começa com uma perdida flagrante da Nigéria. Mas o pior ainda estava por vir. Estavam jogados 52 minutos. Há uma série de remates para a baliza moçambicana e num deles Dário Khan é acusado pelo árbitro de ter cortado a bola com a mão. A jogada é tão rápida que todo o “mundo” ficou com a impressão de que Dário fez o corte de cabeça, mas o juiz do encontro, perto do lance, assinala para a marca de grande penalidade. O próprio jogador não reclama e acaba dando razão ao árbitro. Os nigerianos convertiam o penalte e passavam para a frente no marcador. Desilusão total e completa.

 

Nem com isso os “Mambas” baixaram os braços, só que já tinham pela frente uma Nigéria motivada que só não chegou mais cedo ao quarto golo, porque Mio, aos 74 minutos, salvou sobre o risco fatal, com Soarito já fora dos postes. Porém, estava escrito que o dia não era dos “Mambas. A dominarem o jogo, foram surpreendidos aos 87 minutos por um golo um tanto ou quanto esquisito. O avançado nigeriano aproveita-se de uma falha da defesa e só picou o esférico para o fundo da baliza. Soarito nada podia fazer. O jogo terminava para a desilusão dos moçambicanos, que desta vez jogaram o suficiente para merecerem outro resultado. A equipa de arbitragem, tirando aquele lance de penalte, que precisamos de rever, esteve bem.

 

Vejamos como alinharam os “Mambas” no encontro de ontem: Soarito, Monis (João Mazive), Dário, Chico II, Miro, Diogo (Lanito), Manuelito, Kito, Josemar (Belito), Mário e Maninho.

 

GIL CARVALHO, em Cape Town

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:01
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ESTES “Mambas” estão com problemas sérios de concentração. Em dois jogos já realizados neste CAN-Interno, que decorre em Cape Town, África do Sul, já sofreram sete golos e marcaram três, estando já afastados da fase seguinte da prova, apesar de ainda terem um jogo no domingo frente ao Mali para o encerramento do Grupo “A” em que estão integrados.

 

 

O primeiro descalabro dos “Mambas” aconteceu sábado, na abertura do evento, em pleno Cape Town Stadium, em que denotaram clara falta de concentração e não ritmo competitivo como os técnicos pretendem justificar o desaire. A Selecção Nacional marcou primeiro, por intermédio de Diogo, mas depois permitiu a reviravolta e acabou saindo derrotada, por 3-1. A exibição dos moçambicanos não convenceu a ninguém. Na altura dizia-se que era o primeiro jogo, frente ao anfitrião … e que nos embates subsequentes a história seria outra.

 

O técnico principal, João Chissano, disse na ocasião que os restantes dois jogos seriam encarados com outro dinamismo e responsabilidade. Só que os “Mambas” voltaram a claudicar logo no embate seguinte contra a Nigéria. Tal como aconteceu na estreia com a África do Sul, contra a Nigéria foram os primeiros a marcar e novamente por Diogo. Só que num intervalo de dois minutos, quando ainda festejavam o seu golo, sofreram dois. Uma reviravolta inadmissível para uma equipa que se preparou para este CAN-Interno, sabendo que iria encontrar no grupo algumas das melhores selecções africanas.

 

Mais uma vez, diga-se, faltou concentração à Selecção Nacional, ou por outra, esta equipa moçambicana tem problemas gravíssimos de concentração nos momentos decisivos. Ao longo da sua preparação para esta prova, ao que nos parece, ensaiou muitos sistemas defensivos, mas muito mal implementados e interpretados na hora da verdade. E quando é assim, a desmotivação vem ao de cima. Os golos que sofremos, sinceramente, são fruto de uma equipa psicologicamente mal preparada.

 

Ora vejamos: No jogo contra a Nigéria ainda chegámos ao empate (2-2), resultado com que se foi ao intervalo. Mas no segundo tempo acusámos alguma desconcentração. É certo que o penalte assinalado e mal assinalado (?), alegadamente porque Dário Khan cortou uma jogada na área com a mão, pode ter afundado ainda mais a equipa, mas havia tempo, mais que suficiente, para se partir para o novo empate. Porém, o que se viu é que os nigerianos, noutra jogada de desconcentração da nossa defesa, chegaram ao 4-2, matando de uma vez por todas o jogo.

 

É certo que foi um grande jogo, principalmente nos primeiros 20 minutos, em que se marcaram quatro golos, mas a nossa Selecção devia ter tido outra postura para aguentar com os nigerianos, que, quanto a mim, não são de outra galáxia, e estiveram muito bem alcance dos moçambicanos. Daqui em diante, os “Mambas” estão concentrados no último jogo do grupo, no domingo, contra o Mali, um adversário que está a realizar uma excelente campanha. Depois de bater a Nigéria, por 2-1, na quarta-feira empatou com a África do Sul a um tento. Trata-se de uma Selecção bastante forte que ainda se pode ficar em primeiro lugar no grupo, se atendermos que a África do Sul, com quem partilha a liderança com quatro pontos, terá pela frente a Nigéria, que ainda sonha com a qualificação, bastando para isso uma vitória diante dos “Bafana-Bafana”.

 

MIRO É A GRANDE BAIXA

 

O defesa esquerdo Miro é a grande baixa dos “Mambas” para o jogo de domingo frente ao Mali. Miro foi autorizado a deixar os “Mambas” ainda ontem, uma vez que não poderá dar o seu contributo no domingo, por ter já visto duas cartolinas amarelas. Para não o prender em Cape Town e porque tem viagem para Angola, onde este ano vai jogar, a equipa técnica achou por bem deixá-lo descansar junto da família, em Joanesburgo.

 

GIL CARVALHO, em Cape Town

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:13
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NÃO correm risco de vida os dois jogadores do Chibuto atacados no corredor de Muxúnguè, na manhã de quarta-feira, em mais um ataque perpetado pela Renamo.A nossa Reportagem conversou ontem com Budy, um dos reforços do Chibuto, que já se encontra a receber cuidados médicos no Hospital Central da Beira, tendo ele assegurado que a sua situação clínica e do seu colega Chory é estavel.

 

 

Melhorei muito de ontem (quarta-feira) para hoje (quinta-feira). Já consigo sentar, andar e comer, algo que não conseguia fazer. Graças a Deus estou vivo e fora de perigo, bem como o meu colega Chory, embora ele aguarde por uma intervençao cirúrgica para retirar a bala da sua perna”. Os médicos esperam que a inflamação diminua, já que a bala atingiu o osso e provocou um grande inchaço”, afirmou. 

 

 

Budy, que na época passada representou o Ferroviário de Quelimane, conta que teve a sorte da bala lhe ter passado a rasar as costas. “Contraí queimaduras nas costas o que me provocou fortes dores, até porque também tinha alguns estilhaços da bala. Mas há pessoas que não tiveram a mesma sorte. Vi pessoas mortas bem ao meu ao lado. Nunca pensei passar por aquilo”, referiu.

 

 

O atleta afirma que a situação dramática que se vive no país deve parar o mais rápido, pois há muita gente inocente que está a perder a vida nas estradas. “É lamentável aquilo que está acontecer no nosso país. Deve-se criar, urgentemente, mecanismos para que estes ataques parem”, rematou.  

 

 

Entretanto, os outros dois reforços do Chibuto, nomeadamente Lelo e Alimo, que escaparam aos ataques armados, já estão naquele distrito da província de Gaza.

 

Contactado pelo “Notícias”, o vice-presidente do clube, Junaid Lalgy, afirmou que a direcção do clube dará todo o apoio aos dois jogadores lesados para que estes voltem a estar em perfeita saúde e em condiçoes de fazerem o que mais gostam, jogar futebol.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:55
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A LIGA Muçulmana de Maputo, campeã nacional de futebol, está a trabalhar a todo vapor para manter os mesmos níveis competitivos que têm caracterizado a sua actuação nas competições nacionais mais importantes, bem como nas “Afrotaças”, nas quais tem participado com alguma regularidade nos últimos anos.

 

 

Com a sua estreia marcada para 1 de Fevereito, na Supertaça, prova que envolve o campeão nacional e o vencedor da Taça de Moçambique, neste caso o Ferroviário da Beira, e que poderá lhe conferir o primeiro troféu de ano, a equipa treinada pelo português Litos procura a todo custo fazer as devidas compensações às saídas de vulto, recorrendo ao mercado nacional e internacional. Para já, a Liga tem assegurada a contratação de nomes não menos sonantes no mercado nacional, nomeadamente o guarda-redes Joaquim e o central Gildo, saídos das fileiras do Costa do Sol, o lateral direito Bhéu, ex-Estrela da Beira, o meio-campista Kito, vindo do Maxaquene, mais os pontas-de-lança Eurico e Avelino, que até época passada representaram Ferroviário e o despromovido Têxtil. O campeão em título conta ainda com os regressos do lateral direito Nando e o ponta-de-lança Belito, emprestados ao Ferroviário de Nampula, mais Beto, que havia sido cedido ao Matchedje.

 

À procura de sorte, estão o guarda-redes português Bruno, o lateral direito Nelo, mais médio-ofensivo sul-africano Sibosisso.

 

 

De acordo com Litos, a Liga tem o plantel praticamente fechado, sendo que o maior objectivo da equipa técnica é encontrar um médio-ofensivo à altura de fechar a lacuna deixada por Josephy e manter Sonito de modo a garantir que os níveis de actuação do “team” também se mantenham. Aliás, no entender do técnico português, a equipa necessitava de ser refrescada, mas sem perder a sua base e os níveis de competitividade já consolidados. As saídas justificam-se como mecanismos de reposição do grande investimento que o clube tem feito ao longo dos últimos anos. E as compensações devem ser centradas nos melhores jogadores que despontam ao nível do Moçambola.

 

 

Para já, Litos está tranquilizado quanto aos jogadores à sua disposição. Anotou que o regresso do artilheiro Jerry é mais-valia numa altura que ainda se está a avaliar o plantel final. Não descartou a possibilidade de a Liga fazer empréstimos em caso de excessos nas várias posições do plantel, isso para evitar possibilidades de progressão dos atletas que poderão ser úteis no futuro.

 

 

Segundo Litos, daqui a duas semanas a Liga decidirá sobre o plantel definitivo. Questionado sobre se estava satisfeito com as aquisições, tendo em conta o volume de saídas e as compensações necessárias, Litos elucidou que não estava preocupado com nomes sonantes, mas sim em colmatar as saídas.

 

 

Não estamos obcecados pela qualidade, mas pela capacidade de trabalho, a sua humildade e o resto virá por cima. Aliás, o plantel está a precisar de um jogador com qualidade como a do Josephy, um médio-ofensivo veloz. O resto dos jogadores são aqueles que estão na Selecção”, comentou.

 

 

Salientou que o maior objectivo da Liga é manter jogadores como Sonito, que, com certeza, têm mercado, mas que são preponderantes para continuar a manter a equipa nos níveis mais altos.

 

 

Litos reiterou que o plantel está praticamente fechado, tendo em conta que a Liga não tem dificuldades relativamente a outras posições, senão a do médio-ofensivo.“Todos os sectores estão preenchidos. Queremos é manter Sonito e, se possível, ter um médio-ofensivo mais activo. Caso não, temos jogadores que possam fazer essa posição e vamos adaptá-los para fechar a lacuna deixada por Josephy”, ajuntou.

 

 

O treinador português disse em jeito de ironia que não há exigências impostas pela direcção, destacando que o mais importante é ter condições de trabalho, bem-estar dos atletas e contratar os melhores que despontam no Moçambola.

 

 

Essa não é a maneira de estar do presidente da Liga. Porém, a nossa ambição não deixa de ser a conquista de mais títulos e continuar a valorizar jogadores moçambicanos e recuperar o investimento feito pelo clube”, disse, realçando que muitos jogadores foram valorizados o ano passado e houve encaixe financeiro elevado.Sublinhou que objectivo da Liga é ganhar sempre, defender da melhor maneira a camisola e dignificar o clube.

 

 

Portanto, vamos tentar defender da melhor maneira o título, lutar pela Taça de Moçambique e, a começar, vencer a Supertaça diante do Ferroviário da Beira”, concluiu.

 

 

Moçambola equilibrado

 

 

O técnico “muçulmano” prevê um Moçambola-2014 mais competitivo, isto porque não houve grandes saídas por parte dos adversários directos da Liga. O técnico mencionou que, para além de manter as equipas base, os seus rivais reforçaram-se, daí que antevê uma prova mais equilibrada.

 

 

Espero que haja mais qualidade em termos de preparação das equipas. Aliás, há que felicitar alguns clubes que irão apresentar campos sintéticos. Que se consiga mais campos sintéticos para que jogadores moçambicanos desenvolvam mais para que elevem cada vez mais a bandeira nacional”, destacou.

 

 

Quanto à arbitragem, Litos anotou que a arbitragem tende a melhorar e deixou o apelo para que os árbitros sejam mais profissionais. Lamentou o facto de os clubes pequenos serem os mais afectados pela arbitragem e espera que se cometam menos erros para o bem da prova.

 

 

Fui dizendo, há oito meses, que desde que estou em Moçambique a arbitragem foi melhorando comparativamente há quatros anos, quando estive pela primeira vez para treinar o Maxaquene”, frisou.

 

 

Equipa B como alicerce  

 

 

A Liga continuará a observar mais jogadores, tendo como objectivo a criação de uma equipa B, que servirá de ponte entre o escalão de juniores e de seniores, ou seja de alicerce da equipa principal. De acordo com Litos, a decisão foi tomada por todos, tendo como finalidade potenciar a formação e assegurar uma transição qualitativa de juniores para seniores para a disputa de um campeonato mais competitivo.

 

 

 

Precisaremos de ter equipa B. Jovens que de hoje para amanhã possam evoluir.O objectivo é a renovação e compensar as saídas de vulto. Para tal, foi-me encarregue a missão de observar alguns jogadores e, nesta óptica, Sulemane subirá de juniores para a equipa B. Essa equipa terá um espaço próprio para treinos e sempre que for necessário chamaremos um e outro jogador para a equipa principal”, realçou.

 

Campanha difícilnas “Afrotacas

 

 

 

O treinador da Liga Muçulmana prevê uma campanha difícil nas “Afrotaças”. O campeão nacional defrontará, na primeira eliminatória, o Cnaps da Madagáscar. Este é o adversário acessível que os “muçulmanos” terão pela frente, visto que, em caso de transitarem, cruzar-se-ão com Kaiser Chiefs da África do Sul ou uma equipa da Zâmbia, portanto equipas de renome a nível regional.

 

 

 Apesar de antever uma campanha mais complicada, comparativamente à época passada, Litos crê na estratégia e grande humildade que caracterizaram a Liga. Porém, espera muitas adversidades pelo facto de a equipa ter perdido um leque de jogadores mais experientes e que permitiram que a Liga, mesmo em momentos de grande tensão, soubesse aguentar a pressão e mostrar seu valor.

 

 

Temos este ano muitos jovens. Apostamos na juventude e vamos, na medida do possível, dar o nosso melhor para elevar a bandeira de Moçambique além-fronteiras”, prometeu.

 

 

Porém, Litos não assumiu o compromisso de chegar a fase de grupos, missão quase alcançada na época passada, quando a Liga perdeu a derradeira eliminatória com o TP Mazembe. Disse que, tal como na época passada, ninguém lhe propôs chegar a fase de grupos.

 

 

Assumi esse compromisso com o meu grupo de trabalho. O nosso objectivo foi sempre dignificar a camisola do clube. Não é e nunca foi essa maneira de estar do presidente da Liga”, ressalvou.

 

 

Relativamente à preparação, Litos afirmou que gostaria de ter o maior número de jogos possíveis, lamentando a impossibilidade de a Liga participar em torneios organizados pela Associação de Futebol da Cidade de Maputo (AFCM), nomeadamente a Taça de Honra e “O Treinador”, porque acontecerão no período em que a equipa estará envolvida nos compromissos internacionais.

 

 

Estamos com dificuldades de garantir o ritmo de competitividade. Tal como para a Supertaça, tentaremos fazer jogos possíveis. Temos oito jogadores na Selecção Nacional e isso nos atrasa em termos de estratégias de preparação para as competições que se avizinham. Mas é bom porque estarão mais fortalecidos em termos de condição física”, conclui.

 

 

SALVADOR NHANTUMBO

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:34
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O Nacional esteve por duas vezes na frente do marcador, com golos de Djaniny (42) e Reginaldo (61), mas o Gil respondeu em ambas as vezes pelo central Danielson, que bisou aos 47 e 75 minutos.


Num grupo do qual também fazem parte o Benfica e o Leixões, que se defrontam esta noite, o Gil Vicente isolou-se no segundo lugar com dois pontos. O Nacional somou o primeiro ponto.Refira-se que Reginaldo é o terceiro moçambicano a ingressar no Nacional da Madeira, depois de Mexer e Zainadine Jr.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:30
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