Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 08 DE Outubro 2013

A LIGA Muçulmana perdeu dois pontos na deslocação ao reduto do Vilankulo FC, onde empatou a uma bola no jogo da 20ª jornada do Moçambola. Mesmo empatando, a Liga mantém-se no trono, com 40 pontos, mas viu o Maxaquene e o HCB aproximarem-se perigosamente.


Os “tricolores”, com um triunfo sobre o Estrela Vermelha da Beira, e o HCB, ao derrotar o Ferroviário, passaram a somar 34 e 35, respectivamente.A Liga somou o quarto empate, enquanto o Vilankulo ganhou um ponto precioso na luta pela permanência na prova, edição 2014. Mas os “marlins” ficaram mesmo perto dos três, já que permitiram o empate já aos 97 minutos.



Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 14:27
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O DESAFIO entre o Vilankulo e a Liga Muçulmana acabou aos tiros, com a Polícia a procurar dispersar a multidão enfurecida com o trabalho da equipa de arbitragem, por ter concedido um minuto a mais do estabelecido no prolongamento. E foi precisamente nesse minuto (97) que a Liga chegou ao empate (1-1) na conversão de uma grande penalidade marcada por Sonito.


 

Os adeptos dos “marlins” não gostaram e cercaram o túnel do estádio, pedindo a cabeça do juiz da partida, Sérgio Lopes, por ter supostamente influenciado o resultado final do jogo.Não houve invasão do campo, tudo aconteceu fora das quatro linhas, com os furiosos a procurarem cercar o túnel da saída dos árbitros.


 

De referir que o golo de penalte surge na sequência de vários pontapés de canto, alguns até “oferecidos” pelo primeiro árbitro auxiliar, Salomão Filipe. Num desses cantos a bola bate com uma violência no braço de Osvaldo. Logo após o empate obtido pela Liga o árbitro dá por concluído o encontro, ao que se seguiu uma veemente contestação.

 


No cômputo geral, o árbitro do jogo, Sérgio Lopes, foi largamente prejudicado pelo seu auxiliar, Salomão Filipe, ao tomar decisões que acabaram influenciando no resultado final.

 

O jogo iniciou-se com os líderes da prova pressionantes, tendo faltado frieza para violar a baliza à guarda de Martinho.


 

Mas com o decorrer do jogo o Vilankulo “acordou”, ganhou confiança e acreditou que era possível jogar de igual para igual com a poderosa Liga. Matlhombe foi o primeiro a criar perigo. Minutos depois Santos cabeceou à figura do guarda-redes e a terceira foi de vez. Aos 40 minutos Fernando colocou o Vilankulo a vencer.



 

Para dar a volta aos acontecimentos, Litos fez entrar Muandro, Rachide e Imo, mas a Liga continua a jogar muito longe da área, mercê do esforço redobrado da equipa da casa, que enchia por completo o seu meio terreno, deixando apenas Santos na frente. A defesa anulou completamente os perigosos avançados da Liga Sonito e Reginaldo.

 



FICHA TÉCNICA


 

ARBITRO: Sérgio Lopes; auxiliado por Salomão Filipe e Bento Chengernao. Salvador Cumbe foi o quarto árbitro.


 

VILANKULO FC:Martinho; Norberto, Ali Cadre, Cumbula e Madeira; Abílio, Gildo (Osvaldo), Pires e Matlhombe; Sérgio (Félio) e Fernando (Luís).


 

LIGA MUÇULMANA: Milagre, Cantoná (Rachide), Miro, Chico e Eusébio; Liberty (Imo), M. Hagi, Josimar, Josephy (Muandro); Sonito e Reginaldo.


 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Cartão amarelo para Félio, do Vilankulo FC.


 

GOLOS: Fernando (40 min.) e Sonito (97 min.)




Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 14:15
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A LIBERDADE de expressão é dos valores mais nobres que uma sociedade moderna confere aos homens e mulheres que a compõem. No entanto, ela por vezes é banalizada por indivíduos que muitas vezes tentam escamotear o óbvio, recorrendo à demagogia e à insolência, aos adágios e às mais variáveis figuras de estilo, tal é a sua lábia.



Vem isto a-propósito de um “ilustre” treinador de futebol, excedentário no seu país mas que, pelo tempo que está no nosso, ainda (!!!) lhe está a ser dada a oportunidade de provar utilidade para o futebol no Clube de Desportos da Costa do Sol. Seu nome é Diamantino Miranda, que rima, se avaliarmos pelo verbo quando ganha e quando perde, com a incongruência, hipocrisia, malcriadez e apaniguados.



A mais recente das suas auto-descrições (sim, cada vez que mexe os músculos bucais se está a revelar) deu-se no fim-de-semana antepassado, depois de, conforme as crónicas, ter levado um banho de bola em Vilankulo, onde o Costa do Sol apanhou por – apenas, de novo segundo as crónicas – “escassos” 2-1. Depois do jogo, bem à sua maneira quando perde, evocou, à socapa, falta de seriedade “de todos”. Disse que aqui os jornalistas são enganados por um prato de sopa e que neste país “todos são ladrões”.



Acho que desta vez este imigrante passou dos limites. Não sabe com que linhas se cose este país e, no lugar de contribuir com o parco que se lhe acreditava saber quando alguém o foi buscar à fila de sopa algures na Ibéria, de língua em riste dá-se ao luxo de, sem contexto, insultar-nos a todos. Todos, incluindo aqueles que honesta e dedicadamente lutam todos os dias para que Moçambique seja melhor que aquele em que pontificaram os que, a seu tempo, auguravam que sem eles jamais seríamos civilizados ou saberíamos cuidar dos nossos destinos ou desenvolver seja o que for. Todos, o que inclui também dirigentes e sócios do Costa do Sol, à custa de quem enche o papo.



A mim não interessa se falou em “off” ou “on the record”, como alguém quis algures sugerir, em jeito de água à fervura, porque palrar é o que faz Diamantino Miranda na maioria das vezes que perde. O que deve acontecer é alguém pôr guizo a este gato. Não é admissível alguém vir aqui chamar-nos nomes principalmente para justificar o seu insucesso. Há ladrões e mendigos aqui, tal como há chulos e hipócritas, ingratos, nados e vientes (no nosso moçambicanismo quer dizer imigrante), pelo que as generalizações só servem para descrever o seu mau carácter e mau perder; ou a incapacidade de explicar por que é que defraudou as expectativas todas depositadas em si.



Ladrões, oh Diamantino, são também aqueles que roubam as emoções dos adeptos, substituindo-as pela depressão nas vésperas, durante e após os jogos da sua equipa. Trabalham por sopa, oh Diamantino, aqueles necessitados que, depois de darem muitas voltas à cabeça, às vezes usando o disfarce da competência ou da super-sensatez que estão longe de ter (senão teriam lugar no Benfica ou mesmo num clube mediano em Portugal ou noutro do “primeiro mundo”), vivem à custa dos que consideram desprezíveis. E às vezes mesmo, oh Diamantino, os necessitados em sopa trabalham para ladrões e estão conscientes disso…



A Liga Moçambicana de Futebol foi sensata ao reagir com rapidez a esta mais uma diamantinada, suspendendo-o preventivamente. Estamos ansiosos e à espera que ajam também outras autoridades – das desportivas às políticas –, porque aquela garrulice ultraja-nos a todos.




Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:54
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O QUE se pode dizer logo à partida sobre este jogo é que a equipa de arbitragem chefiada por Estêvão Matsinhe procurou evitar a derrota do Chibuto (1-0) na partida diante do Ferroviário de Nampula.


 

Deixou transparecer atitudes grosseiras e de falta de domínio das regras de futebol, pois em várias ocasiões tolerou até ao extremo certos comportamentos anti-desportivos protagonizados por jogadores “forasteiros”, que cortaram belas jogadas dos avançados locais que podiam resultar em golos, principalmente na primeira parte.


Em suma, foi uma arbitragem tendenciosa, num jogo em que os nampulenses dominaram, tendo falhado no capítulo da finalização, se assim não fosse a vitória teria sido mais expressiva.Destaque para o falhanço de Óscar e Gildo ainda na primeira parte.


Os “locomotivas” entraram para a etapa complementar com a mesma disposição ofensiva até que aos 86 minutos foi feita a justiça. Massawa marca para os anfitriões, levando o Estádio 25 de Junho ao delírio.Diga-se que o Chibuto não existiu durante toda a segunda parte. Jogou sempre “encurralado” na sua área defensiva.

 



 

FICHA TÉCNICA


 

ÁRBITRO: Estêvão Matsinhe, auxiliado por Ivo Muiambo e Daniel Viegas.


 

FER. NAMPULA: Simplex; Vasil, Ernest, Foster, Dondo (Scaba), Óscar, Kalanga, Vivaldo, Hipo, Balito (Samito) e Gildo (Massawa).


 

CHIBUTO:Zaca; Nito, Lalá (Jossias), Duda, Palatão, Johane (Adebayor), Stanley, Mambucho (Ndjusta), Nhabanga, Bush e César Bento. 


 

DISCIPLINA: Amarelos para Johane, Nhabanga e Palatão (todos do Chibuto).




Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:27
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O CLUBE dos Desportos de Chingale vai de mal a pior. Os jogadores, apesar de terem os salários e os prémios de jogo em dia, não estão a render o suficiente para salvar a equipa, que de jornada a jornada está afundando e a agravar a situação da sua permanência no Moçambola da próxima edição.



 

Depois de uma derrota vergonhosa e humilhante em sua casa perante o Estrela Vermelha da Beira por duas bolas sem resposta, o Chingale está sim a perder pontos em casa e fora, situação não cómoda para a massa associativa do clube, os adeptos e outros amantes do desporto-rei na província de Tete.


 

Com este jogo de domingo último em casa se esperava uma outra atitude e comportamento dos atletas perante o Desportivo de Nacala com uma vitória para amainar os ânimos do seu público e encurtar a distância do caminho da despromoção para evitar ser o companheiro precoce do já despromovido Matchedje.



 

O JOGO


 

O Desportivo de Nacala, que foi a Tete a saber que iria encontrar dificuldades sérias para se impor, iniciou a partida a defender ao máximo e utilizando o sistema de contra-ataques para apanhar o adversário em contrapé. Este sistema de jogo levou o Chingale a ocupar sem dificuldades o rectângulo de jogos e a trocar a bola com passes de graça e a enviar a bola para a frente, mas na hora da verdade os seus artilheiros se encontravam distraídos e completamente falhados, sem o mínimo poder de pontaria.

 

Aos 10 minutos Charly rematou forte, obrigando Victor a uma defesa de se lhe tirar o chapéu.


O Chingale, que tinha outras obrigações, continuou na mó de cima, com ataques sucessivos mas sem veneno porque todos os tiros chegavam sem velocidade suficiente para a baliza de Victor. Foi um sufoco total para os homens de Nacala, que devido à alta temperatura que se fazia sentir na cidade de Tete naquele domingo não conseguiam correr para colocar e travar as jogadas dos inspirados atacantes do Chingale Charly e Tony, que de facto correram muito, mas sem lograr os objectivos.



 

O treinador do Desportivo de Nacala, Nacir Armando, que estava ainda sentado no banco para estudar o adversário, vendo as coisas mal paradas, preferiu levantar-se para um puxão de orelhas aos seus jogadores. Mas o empate prevaleceu até ao intervalo.



 

Na segunda parte o Nacala, vendo a pressão do adversário, voltou a concentrar-se na sua defesa, o que permitiu ao Chingale acampar no meio-campo do adversário à procura de um outro resultado, porque o empate não lhe interessava. A crise estava instalada no Chingale, com o banco técnico assumido por Ferreirinha, treinador-adjunto, e Gilberto Fidélis, director desportivo, a trocarem palavras feias perante o público, com o treinador Rogério Marianni fora do banco a cumprir um castigo do Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol.



 

Os jogadores do Chingale também, lá dentro do rectângulo de jogos, começaram a trocar palavras, principalmente entre Magaba e Silvério, o que influenciou bastante no rendimento da equipa. Nos últimos dez minutos o Chingale correu atrás do prejuízo, mas nada conseguiu porque mesmo com a baliza aberta e sem adversário os seus atacantes não conseguiram marcar. Para o Desportivo de Nacala, que praticamente já está assegurada a sua presença no próximo Moçambola, pegar um ponto em Tete já era muito bom e foi assim que não se esforçou à procura de um outro resultado melhor.Os árbitros Samuel Chiridza, José Mula, Adão Tchume e Ribeiro Manuel estiveram bem.



 

FICHA TÉCNICA


 

CHINGALE:Goodfrey; Clarêncio, Stélio, Tony, Silvério, Zé (Louis), Luís, Bem Chengo (Parkim), Alone (Magaba), Marlon e Charly.


 

DESPORTIVO DE NACALA:Víctor; Osvaldo, Tawinha, Billy, Rodjas, Daudo (Jonas), Leonel (Joaquim), Gito, Délcio, Gabito, Elfídio (Lamá).



Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:01
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EFECTIVAMENTE, foi um duelo de dois “astros’’, um que ilumina a noite, estrela, e o outro, o mais candente, sol, que ilumina o dia. O resultado acabou sendo um empate, embora com sinal mais para os beirenses.


 

Foi, em suma, uma bela partida de se presenciar, pois tanto o Estrela Vermelha como os “canarinhos” tudo fizeram para sair deste prélio com um resultado positivo mas em ambas as partes faltou grande engodo pela baliza, pois oportunidades para o golo não faltaram.


 

À entrada para esta jornada os dois antagonistas vinham de resultados diferentes, ou seja, os beirenses foram a Tete bater o Chingale local por 2-0, enquanto o Costa do Sol saiu derrotado em Vilankulo por 0-1.


 

O Estrela Vermelha entrou bastante transfigurado, procurando tudo para que lograsse os seus intentos, mas a pecar em muito na finalização, enquanto os “canarinhos” também procuravam desbobinar o seu estilo de jogo, mas a ter um meio-campo bastante inconsistente.



 

No reatamento tanto o Estrela como o Costa do Sol entraram com uma outra disposição, o que de facto acabou criando um outro ritmo ao embate mas, tal como aconteceu na etapa inicial, as duas equipas não atinavam com a baliza, não obstante as inúmeras oportunidades de golo criadas.O juiz da partida, José Maria Rachid, e seus pares realizaram um bom trabalho.



 

FICHA TÉCNICA


 

ÁRBITRO: José Maria Rachid, auxiliado por Francisco Machate e Dinis Sigaúque. Manuel Castigo foi o quarto.


 

ESTRELA: Jaime; Bheu, Agidy, Tony (Issufo) e Masterland; Betinho, Tchocolo, Hugo (Mastaily) e Delfim.


 

COSTA DO SOL: Binó; João, Gildo, Dário Khan e Dito; Mambo, Manuelito I, Mayunda, e Nelson (Manuelito II); Ruben (Tchaka) e Tony (Masha).


 

DISCIPLINA: Amarelo para Bheu (Estrela) e Binó, Gildo e Dito (Costa do Sol)



Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:45
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