Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quarta-feira, 23 DE Outubro 2013

OS participantes da II Conferência Nacional de Futebol consideraram de proveitosos os debates dos dois dias do encontro, tendo realçado que os temas que foram levados à mesa são oportunos e que dentro em breve muita coisa irá mudar no futebol moçambicano, pois com a reunião conseguiu-se algumas ferramentas que tanto davam falta aos fazedores da modalidade.


Os mesmos consideram a questão sobre a violência nos recintos desportivos como o melhor tema da reunião, para além de ter sido mais aflorado, o que lhe conferiu preciosos contributos dos conferencistas.

 


É PRECISO PLANIFICAÇÃO E PACIÊNCIA - revela Martinho de Almeida, ex-treinador


Martinho de Almeida um dos mais idolatrados treinadores da história do futebol nacional, considera que a reunião foi muito boa, mas o que é certo há que se ter muita paciência quando se lida com o futebol.


De Almeida é de opinião que o que falta para o desenvolvimento do nosso futebol é tempo, ou seja, as coisas não são feitas com a devida calma e cuidado, tudo é feito repentinamente. “É preciso planificar e para o efeito é necessária paciência. Saber esperar o momento certo”.


O nosso interlocutor vai mais longe acrescentando que “é na planificação que conseguimos organizar as coisas e depois termos bons resultados. Hoje penso que estivemos neste encontro que considero oportuno e que tanto precisávamos. Felizmente foram escolhidos bons temas”, sublinhou.



Quanto ao assunto que mais lhe interessou, o antigo treinador do Maxaquene, Costa do Sol e da Selecção Nacional escolhe a questão da disciplina nos campos, porque segundo ele foi bem debatido.


O ex-técnico defende que o cumprimento de pelo menos 90 por cento das recomendações da conferência já seria muito bom para o nosso futebol

 


JÁ TEMOS FERRAMENTAS - afirma Júlio Chimondzo, Manica


Para Júlio Chimonzo, presidente da Associação Provincial de Futebol de Manica, o balanço da conferência é positivo, até porque foi um evento a bom nível em termo de contribuições.


Correspondeu às expectativas e era um evento a muito esperado. Muita coisa estava assombrada no nosso futebol. Doravante já sabemos o que fazer para o desenvolvimento do futebol nacional”, dissi.


Realçou, por outro lado, que “já temos ferramentas para colocar o nosso futebol noutros patamares. Mais um ou dois anos algo vai mudar”, acredita.

 



HÁ QUE SE IMPLEMENTAR -Tico-Tico, ex-futebolista

 

 

ANTIGO capitão da Selecção Nacional de Futebol, Tico-Tico é de convicção que os temas em debate forma muito bons, mas a aposta deve ser na implementação das decisões, até porque os mesmos já forma várias vezes aflorados em diferentes debates.


São assuntos que todos os anos discutimos, não são novos. O que deve ser feito doravante é implementação. Sempre saíram boas opiniões a volta desta matéria, faltando apenas o trabalho no terreno. Neste momento as dificuldades e desafios são os mesmos de algum tempo a esta parte. O desafio é tornar real o que se discutiu”, apelou.



Quanto aos pontos, na sua opinião mais importantes que forma discutidos, Tico-Tico elege a questão da formação, até porque advoga que tem de se trabalhar para o futuro e não para resultados imediatos.

 

 

 

MUITA COISA ESTAVA SEM DIRECÇÃO – segundo Maria Rajá, Niassa

 

 

 

Presidenteda Associação Provincial de Futebol do Niassa, Maria Rajá é de opinião que depois da conferência muita coisa irá mudar no futebol moçambicano, dia que considerou oportuna a reunião de dois dias pois discutiu-se as dificuldades com que passa a modalidade no país, para além de ter ganho muita experiencia.



É uma reunião pertinente, pois muita coisa estava sem direcção no futebol moçambicano, mas acredito que depois deste evento algo irá mudar e, claro para o melhor”, acredita Maria que ajunta que a questão de infra-estruturas é que mais lhe interessou, numa altura em que o futebol debate-se com falta de recintos em condições.



PONTO DE VIRAGEM – aponta Dino Ibrahimo, Sofala

 

 

POLÉMICO presidente da Associação Provincial de Futebol de Sofala, Dino Ibrahimo acredita que a Conferência Nacional pode vir ser um ponto de viragem para o nosso futebol, que neste momento debate-se com a falta de recintos desportivos, problemas de formação e falta de fundos.





 

 

Os debates em si foram muito bons e esperámos que venham a resolver algo neste futebol. Em Sofala temos problemas de vária ordem, desde a falta de campos fundos e de clubes que movimentam as camadas inferiores, neste caso a formação, sendo o Ferroviário da Beira a única excepção”, descreve.


Disse ainda que é necessário que se injecte mais dinheiro às associações, pois sem capital nada é possível fazer. Aguarda com muita expectativa os resultados da conferência, pois a participação activa do Governo na mesma, é para Ibrahimo um bom sinal.



SÍNTESE NÃO DEVE FICAR NOS PAPÉIS - sublinha Marisa do Rosário, Zambézia



 

DoRosário alinhou no mesmo diapasão, mas apela para que a síntese elaborada no final do encontro seja integralmente cumprido no terreno, não se limitando aos papéis.

 

Aqui debatemos temas por todos muito bem conhecidos e falta apenas a implementação, que é o que nos interessa neste momento. Tivemos bons debates e nós das províncias trouxemos muitos e bons subsídios a partir das conferências provinciais que tivemos a pouco tempo”, disse.



 

A violência nos recintos desportivos é a questão que mais preocupa e que mais interessou Mariza do Rosário nos dois dias de debates, pois tende a atingir proporções alarmantes em Nampula e nalguns jogos do Moçambola.


 

PECA POR TER SIDO TARDIA -Tomás Machava, Gaza


 

TomásMachava, representante da Associação Provincial de Futebol de Gaza disse, por sua vez, que a conferência foi algo muito positivo para o nosso futebol, pecando por ter se realizado tardiamente.


 

Referiu que os pontos abordados e os níveis de preparação dos intervenientes são de invejar. Destacou a questão de segurança nos recintos desportivos como tendo sido o tema mais apaixonante dentre vários que forma debatidos, numa altura em que a violência nos campos tende a ganhar proporções alarmantes, sobre na província de Nampula, onde os campeonatos vezes sem conta não terminam devido a este mal.


 

Machava diz esperar que a II conferência não seja como outros encontros em que tudo fica nos papéis.“Tem haver coragem de fazer cumprir com as decisões”, instou.



Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:29
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O TÉCNICO português Victor Pontes foi segunda-feira afastado do comando técnico do Clube de Chibuto alegadamente por maus resultados.

O presidente do clube, Simão Cossa, confirmou o facto e justificou o facto alegando que o ambiente no grupo de trabalho não era dos melhores, razão pela qual o desempenho da equipa tem estado a piorar de jornada em jornada. Segundo Cossa, o Chibuto apenas registou uma vitória nesta segunda volta e frente ao frágil Matchedje.


Para o lugar de Victor Pontes, a direcção do Chibuto nomeou Mussá Osman como treinador-interino.


Mussá Osman era, até então, adjunto-técnico de Pontes e vai comandar a equipa até ao fim da época. De salientar que Victor Pontes vinha treinando o clube gazense desde a segunda metade da época passada.



A principal missão incumbida a Victor Pontes era melhorar o sétimo lugar do ano passado, objectivo que, de acordo com Cossa, está longe de ser alcançado, tendo em conta os maus resultados que a equipa continua a registar.

 

A vida da equipa não está a andar bem nesta segunda volta. È derrota atrás de derrota e até com equipas acessíveis. Fomos acautelando a situação jogo a jogo e vimos que a situação não mudava. Aliás, chegamos a pensar que algum vírus penetrou na equipa e decidimos mudar de ar. Apercebemo-nos, também, de algum desentendimento entre o técnico e colegas de trabalho, dai que acabamos por tomar esta decisão”, comentou Cossa.



Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:22
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A SELECÇÃO Nacional de Voleibol sénior feminino já se encontra em Lusaka, capital da Zâmbia, onde vai participar das eliminatórias da Zona VI para o Campeonato do Mundo da modalidade que terá lugar no próximo ano, na Polónia.



 

Nesta campanha, que acontece depois de o nosso país ter passado das eliminatórias sub-zonais que tiveram lugar em Julho em Maputo, o combinado nacional está inserido no Grupo “A”, juntamente com as selecções da Zâmbia, Zimbabwe, Botswana, Suazilândia e Namíbia.Para a etapa seguinte, seguem os dois primeiros classificados, que vão disputar a fase africana no Egipto, em Dezembro próximo.



 

Para Lusaka, o seleccionador nacional, o brasileiro Hamilton de Barros, levou 12 atletas, oriundos de Nampula e cidade de Maputo.

 

Em entrevista à TVM, o técnico mostrou-se entusiasmado com a aplicação das atletas ao trabalho, tendo assegurado que irá lutar pela qualificação na capital zambiana.



Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:18
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KARL Pitzer sagrou-se, domingo, campeão da classe maxterino de karts da cidade de Maputo, no epílogo da competição, que vinha decorrendo desde Abril.

 

Pitzer superou a todos, dominando a derradeira prova (sétima), portanto com mais uma vitória sobre Laher Maciel, seu principal rival.


 

Aliás, à entrada para a corrida decisiva, as esperanças de Maciel chegar ao título ainda prevaleciam, pois estava a 11 pontos do alcance de Pitzer. Porém, este impôs a sua hegemonia e concluiu as três mangas vencendo com a vantagem de seis pontos sobre Maciel (103-97).    



 

Com este desfecho, Karl Pitzer terminou o campeonato com 617 pontos, contra 600 do seu rival Laher Maciel. Na terceira posição, Eric Kasa amealhou 543 pontos. Kasa teve na última prova 86 pontos e ficou igualmente em terceiro lugar.Salientar que a classe maxterino contou com 10 participantes.



 

Em cadetes, classe que contou com apenas três concorrentes, Nathan Shana, já campeão antes da derradeira prova, despediu-se de forma inglória. Foi relegado ao segundo plano por Lagson Leão, que venceu com dois pontos de diferença em relação ao campeão (102-100). Shana fez, no cômputo geral, 614 pontos, deixando nas costas Ricardo Pereira, com 476 pontos. Pereira concluiu a última corrida com 90 pontos, em terceiro lugar.



Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:08
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O FERROVIÁRIO venceu o Campeonato de Ginástica da Cidade de Maputo, prova que teve lugar no pretérito sábado na Escola secundária Francisco Manyanga.

Os “locomotivas” triunfaram em todas as especialidades e categorias, nomeadamente ginástica aeróbica, rítmica e acrobática.


Em ginástica acrobática participaram o campeão Ferroviário e Escola Secundária Francisco Manyanga, tendo os “locomotivas” vencido em juniores e juvenis em ambos os sexos.

Já na ginástica rítmica a história repetiu-se, mas nesta especialidade apenas competiu-se em juniores. Na ginástica acrobática o Ferroviário foi o único clube participante, tendo feito apenas demonstrações, sendo consagrado vencedor devido à falta de comparência dos restantes clubes que estavam inscritos para o certame.



A prova foi organizada pela Associação de Ginástica Desportiva da Cidade de Maputo, tendo defraudado as expectativas devido às chuvas que se fizeram sentir no fim-de-semana na capital do país, o que condicionou a comparência de muitos atletas e alguns clubes.



Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:00
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O MATCHEDJE venceu o Maxaquene, por 32-28, no jogo mais aguardado da terceira jornada e assegurou o comando do Campeonato de Andebol da Cidade de Maputo de seniores femininos.



 

As “militares” passaram com distinção no teste de “fogo” e somam nove pontos, fruto de três vitórias em igual número de jogos. As “tricolores”, por seu turno, ficaram mais distantes do título com quatro pontos obtidos.



 

Num fim-de-semana de fortes atracções, Malhangalene e Maxaquene, principais candidatos ao título, empataram a 25 golos, numa grande propaganda de andebol. A igualdade faz com que se mantenham colados na liderança com 13 pontos e matenham frenética a corrida ao “canecão”.



 

Noutras partidas, em masculinos, o Costa do Sol venceu o Núcleo da Matola, por 39-18, e ficou apenas a um ponto do comando.O Clube de Boane bateu o Clube de Mulotane, por 33-28, num embate muito bem disputado.A turma de Mavalane A ficou de fora devido ao número ímpar de equipas.



 

Noutra partida em femininos, UP destronou Mavalane B, vencendo por concludentes 42-11, uma margem de 31 pontos, que por si elucida a supremacia dos “universitários”.




Fonte:Jornal Noticias


publicado por Vaxko Zakarias às 10:52
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A EQUIPAS da Petromoc e Iquebal mantêm-se intactas na liderança nos grupos A e B, respectivamente da Taça Maputo em futsal, disputadas que estão duas jornadas.A formação de Iquebal beneficiou da falta de comparência da mCel para continuar firme no topo agora com seis pontos. Para a mesma série A, a Auto Avenida superou Transportes Logística, por 3-2.



 

Já o conjunto da Petromoc bateu a Autoridade Tributária, por 3-1, assegurando o trono na série B. Os “petrolíferos” vão resisitindo à pressão da Liga Muçulmana que protagonizou a goleada da ronda ao vencer, por 9-0, a Brandel, somando, desta forma, a primeira vitória.


 

O “team” da MFS ficou de fora devido ao número impar de equipas.


 

O Grupo A é composto por quatro equipas, enquanto o B é formado por cinco. Os dois primeiros classificados apuram-se para as meias-finais.A prova prossegue na sexta-feira com os seguintes jogos: Grupo A - Auto Avenida-Iquebal (18.30h) e Mcel-T.Logistica (19.30h). Grupo B - Liga Muçulmana-A. Tributária (18.30h) e MFS-Brandel (19.30h).




Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:46
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Quinta-feira, 17 DE Outubro 2013



 

ESTAMOS preocupados! O Governo moçambicano não está confortado com a onda de violência e de intolerância que grassa o nosso futebol”, disse ontem o Ministro da Juventude e Desportos, Fernando Sumbana Jr., na abertura da II Conferência Nacional de Futebol.



Segundo o ministro, os recintos desportivos nacionais, sobretudo os que acolhem os jogos do Moçambola, transformaram-se em palcos de violência… gratuita, apelando para que haja um combate cerrado a este fenómeno maléfico.




Violência gratuita no rectângulo de jogo e nas bancadas. Violência gratuitamente oferecida até pelos treinadores, isto é, por aqueles que, pela natureza das suas funções, deviam ser exemplares, pedagogos e espelho de uma boa conduta para os nossos jovens”, deplorou o ministro.


Fernando Sumbana advertiu, de seguida, que “instrumentos jurídicos com vista a se colmatar essa malfadada tendência existem, nomeadamente o Regulamento de Segurança nos Recintos e Espectáculos Desportivos, este ano aprovado pelo Conselho de Ministros”.


 Trata-se, pois, prosseguiu o ministro, de um instrumento que orienta os organizadores dos eventos desportivos sobre os procedimentos a tomar em conta em diferentes níveis de competições, de forma a evitar-se a ocorrência de actos de violência.



Portanto, a lei existe, é clara e deve ser aplicada. Não podemos continuar a assistir, impávidos e seremos, à transformação dos nossos recintos desportivos em palcos de violência. No desporto, queremos que os nossos jovens encontrem um espaço e uma atmosfera ideal para a sua construção como homens; uma escola onde se buscam os nobres valores de cidadania, do respeito com o próximo, da irmandade, do “fair-play”, da coesão, da unidade nacional e da grandeza do próprio desporto”, sublinhou.


 Em relação à conferência, Fernando Sumbana disse que os fazedores do futebol, os amantes da modalidade e todos aqueles que se identificam com este gigantesco fenómeno popular estão com as atenções viradas para este fórum (conferência), na esperança de que se produzam decisões e recomendações que tragam verdadeiras mudanças em toda a matriz institucional do nosso futebol.


 

 

 Para Sumbana, os reais problemas estão devidamente identificados e todos nós os conhecemos. Frontalmente, sem complexos nem receios de qualquer espécie, devem ser discutidos e em conjunto traçar-se um rumo único para o futebol moçambicano.

O ministro referiu ainda que as conferências provinciais que antecederam este fórum foram ricas em debates e na busca de soluções para o mal comum, apelando ao pragmatismo na discussão para além de uma abordagem muito séria do assunto.


O governante destacou, por outro lado, o facto de no evento tomar parte gente que considerou ser verdadeiramente do futebol e cujo quotidiano é o futebol, sempre imbuído pelo espírito de fazer mais e melhor pela modalidade no país, pelo seu desenvolvimento e pela expansão por todo o país.


Apelou à massificação da modalidade nas camadas de formação e da absorção dos talentos anualmente descobertos em eventos juvenis como Bebec, Copa Coca-Cola e Jogos Escolares.



Sob o lema “Por um Futebol Inclusivo e Abrangente”, a II Conferência Nacional de Futebol abordou ontem temas como: estruturação e profissionalização do futebol em Moçambique; gestão do futebol; recursos financeiros para a modernização de infra-estruturas e gestão da imagem de futebol.


Hoje serão debatidos os assuntos relacionados com a detecção, formação e desenvolvimento de talentos; segurança nos campos de jogos e responsabilidade social do futebol.



SAUDAÇÕES A JORNALISTAS…



Noseu discurso, o ministro da Juventude e Desportos endereçou calorosas saudações à Imprensa, Liga Moçambicana de Futebol, Federação e às Associações Provinciais, para além de clubes, árbitros pela sua entrega em prol da modalidade a nível nacional.



Saudamos a Federação Moçambicana de Futebol por ter sabido, em boa hora, organizar esta magna reunião, certos de que, por um lado, os objectivos que nortearam a sua realização sejam cumpridos integralmente; e, por outro, que a mesma sirva de trampolim para um estágio em que o nosso futebol efectivamente se guie por modelos mais profissionais e onde a organização seja não somente o denominador comum como também a palavra de ordem, em todos os capítulos”, frisou.



Ajuntou que “as nossas saudações são extensivas à Liga Moçambicana de Futebol, que de ano para ano vem proporcionando alegrias ao nosso povo através da realização do Moçambola; às Associações Provinciais, que apesar de muitas vicissitudes mantêm viva a competição a nível local; aos clubes, principais fazedores e células-base do nosso desporto; aos dirigentes, treinadores, jogadores, árbitros, jornalistas e parceiros, cuja contribuição para o desenvolvimento da modalidade tem sido extraordinária”.



DESAFIOS POR SUPERAR -FEIZAL SIDAT, PRESIDENTE DA FMF



O PRESIDENTE da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Feizal Sidat, disse, por seu turno, que o futebol moçambicano tem grandes desafios a vencer, daí que instou a todos os participantes a dar valiosos contributos na conferência que decorre após a realização das conferências provinciais.

Sidat disse, por outro lado, que uma das principais características do actual elenco federativo é de promover e aprofundar o diálogo com sociedade, no espírito da chamada gestão pública participativa, para inverter o cenário prevalecente no futebol nacional.



 Para o presidente da FMF, “esta maneira de actuar visa criar uma plataforma de melhoria da imagem do futebol no aspecto global na qual a sociedade civil nacional joga também um papel decisivo”, frisou.



Explicou ainda que a conferência foi por diversas vezes adiada por imperativos do calendário desportivo nacional, frisando que “pretendemos no fundo, com esta conferência, democratizar a elaboração de uma estratégia nacional efectiva de desenvolvimento do futebol que envolva a sociedade moçambicana”, sublinhou, reiterando o desejo de ver sair do evento contribuições substanciais para o futebol.


MOMENTO DE REFLEXÃO– AFIRMA, SALIMO ABDULA



PARA o presidente da Mesa da Assembleia Geral da FMF, Salimo Abdula, a Conferência Nacional de Futebol é um momento ímpar para a discussão dos problemas da modalidade mais amada pelos moçambicanos.



Abdula disse que “não esperamos, como é óbvio, ser este evento a solução de todos os problemas do futebol nacional, mas sim, contámos, e com o apoio de todos presentes, fazer deste um momento cujos debates, propostas e soluções que daqui surgirão, se espelhem nas acções daqui em diante, e que no futuro sejam estas acções que engrandecerão o nosso amado desporto”, referiu.



 Acrescentou que as questões como: Onde estamos? Para onde caminhamos? Onde esperamos chegar? E  como esperamos lá chegar, merecem ser devidamente abordadas nestes dois dias, para que se tragam respostas que “nos servirão de pernas para andar, e quiçá de asas para voar em direcção à grandeza que todos moçambicanos esperam que o futebol do país possa alcançar”.



Realçou o facto da II Conferência Nacional de Futebol ser um momento único que se perspectiva solidificar os pilares erguidos com o objectivo de levar a bom porto o desporto-rei.



Todos auguramos pela melhoria da qualidade e desempenho do futebol nacional. Para tal torna-se necessário aprofundar nestes dois dias da conferência a análise sobre as linhas fortes e fracas/ameaças e oportunidades e factores de desenvolvimento e de entraves desta modalidade rainha”.




Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:25
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A SELECÇÃO Nacional de futebol vai defrontar a sua congénere da Namíbia, a 19 de Novembro próximo, em Windhoek, partida inserida na data-FIFA e que marcará o início da sua preparação para o CAN-Interno, a decorrer de 11 de Janeiro a 1 de Fevereiro do próximo ano, na vizinha África do Sul.



 

Os “Mambas” vão concentrar-se no dia 17 de Novembro, curiosamente no fim-de-semana que marcará o fim do Moçambola-2013. O Seleccionador Nacional, João Chissano, admite a possibilidade de poder contar com atletas que actuam no estrangeiro, como forma de conferir maior traquejo ao combinado nacional e permitir que os jogadores mais experientes transmitam a sua experiência à equipa, que é maioritariamente constituída por atletas mais novos.



 

Este embate será o ponto de partida para uma série de jogos amigáveis que a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) está a negociar, tendo em conta as datas previstas (desejadas), com vista a proporcionar aos “Mambas” um estágio competitivo que se prolongará até finais de Dezembro, ou seja a anteceder a partida, a 3 de Janeiro, para a cidade sul-africana de Cape Town, onde Moçambique e os restantes integrantes do Grupo A estarão hospedados, nomeadamente África do Sul, Nigéria e Mali.



 

Segundo João Chissano, os “Mambas” farão sete jogos até Dezembro, começando com o “amigável” frente à Namíbia.



 

De acordo com Chissano, os jogos amigáveis vão permitir, para além da rodagem da equipa, a observação de mais atletas para engrossar a fileira dos “Mambas”.“Na semana do jogo com a Namíbia, teremos a final da Taça de Moçambique/MCEL, facto que abre espaço para dar continuidade aos trabalhos da selecção e, se possível, convidar uma selecção para mais uma partida amigável”, explicou.



 

O técnico contou que o plano de preparação para o CAN-Interno prevê a realização de cinco jogos fora do país e um fora de Maputo até finais de Dezembro.“Após o regresso da Namíbia, entre os dias 20 e 21 de Novembro, vamos juntar os 26 jogadores para o CAN-Interno para o cumprimento integral do programa, com treinos diários e bidiários, pois teremos jogos amigáveis até ao final do ano”, contou.De salientar que os “Mambas” farão antecipadamente um estágio em Cape Town em Dezembro para a adaptação ao clima.




Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:45
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EMBORA o Ferroviário de Nampula tivesse tido, ao longo dos noventa minutos, maior número de oportunidades flagrantes para marcar em relação ao seu homónimo da Beira, o empate, a zero golo, aceita-se, se tomarmos em consideração o nível do futebol praticado, até pela entrega.



 

O jogo começou com ligeiro domínio dos nampulenses, que falharam a oportunidade de inaugurar o marcador, aos 36 minutos, quando Samito, depois de uma jogada de se lhe tirar chapéu, isolou-se e com a baliza desguarnecida, rematou por cima da baliza de Willard para desespero dos adeptos que já gritavam golo.O Ferroviário da Beira reagiu prontamente e poderia, também, ter obtido o golo aos 38 minutos por intermédio de Caló que não teve calma necessária. Diga-se de passagem que o defesa foi a espinha dorsal dos visitantes.



 

No segundo tempo, os donos da casa, mais uma vez, entraram a pressionar numa clara tentativa de chegar ao golo que nunca aparecia. Em parte, porque o guarda-redes dos beirenses exibia-se com autoridade, fazendo intervenções espectaculares, mas também por falta de acutilância dos atacantes dos “locomotivas” de Nampula.



 

Porém, numa jogada confusa dentro da área dos “forasteiros” e com o guarda-redes Willard batido, Ernest, de forma incrível, falha um golo certo, rematando por cima.

 

Como fruto da sua ligeira ascendência, Missawa volta a desperdiçar outra oportunidade de marcar momentos depois.



 

O Ferroviário da Beira atacou, mas com muita cautela na defensiva. O marcador não chegou a funcionar, e reafirme-se, em função do desempenho das equipas intervenientes o empate foi o resultado mais justo.António Massango, árbitro do encontro, realizou um trabalho positivo.



 

FICHA TÉCNICA


 

ÁRBITRO: António Massango, auxiliado por Mário Albino e Raimundo Artur.

 

FER.NAMPULA- Simplex, Oscar, Vovot, Kalanga, Samito, Ernest, Hipo(Tchictho), Scaba (Jerry),Belito(Massawa) e Vivaldo.

 

FER.BEIRA - Willard, Hilario, Caló, Emidio, Edson, Reinildo (Moniz), Timbe, Carlitos (Mario), Enio (Mupoca), Nelito e Maninho.

 

Acção disciplinar: Amarelo a Caló e Mupoca (Ferroviário da Beira) e Óscar (Ferroviário de Nampula).





Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:34
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