Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 16 DE Agosto 2013

ESTA noite os adeptos da bola-ao-cesto poderão se deliciar com um duplo duelo entre o Maxaquene e o Costa do Sol, dois dos emblemas de maior expressão no país, que esgrimirão forças em mais uma jornada do Campeonato da Cidade de Maputo em seniores masculinos e femininos.


 

Os primeiros a entrarem em acção serão as equipas femininas dos “tricolores” e canarinhos”, a partir das 18.30 horas, para logo a seguir defrontarem-se os masculinos. Em perspectiva duas partidas equilibradas a terem lugar no Pavilhão do Maxaquene, já aberto para competições.


 

Outra partida, em masculinos, da qual se espera muita emoção, é a que vai colocar frente-a-frente, a partir das 18.30 horas, no Pavilhão do Desportivo, o Ferroviário de Maputo e a Universidade Pedagógica (UP).


 

A UP vem de uma excelente vitória diante do Maxaquene e ganhou um bom tónico para o embate desta noite, em que terá pela frente mais um favorito ao título e que ainda não perdeu.


 

O Desportivo mede forças, às 20.00 horas, no seu pavilhão, com A Politécnica, num desafio em que teoricamente é claro favorito.No único jogo agendado para amanhã, Bela Rosa e Aeroporto medem forças a partir das 16.30 horas no Pavilhão da A Politécnica.


Noutros embates em femininos A Politécnica “B” bate-se com a UP às 18.00 horas, enquanto A Politécnica “A” ombreia com o Desportivo a partir das 20.00. Ambos os encontros têm lugar no Pavilhão da A Politécnica.


 

Amanhã encontram-se A Politécnica “A” e “B” em jogo atrasado da segunda jornada. O encontro está marcado para o pavilhão das duas equipas e tem início previsto para as 15.00 horas.



Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:31
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PREVALECE a rivalidade entre Karl Pitzer e Laher Maciel no Campeonato de Karts da Cidade de Maputo, que domingo rodará a quarta prova no autódromo do Automóvel & Touring Clube de Moçambique.


Os dois pilotos partem para a quarta ronda separados por cinco pontos, com a vantagem para Karl Pitzer, que lidera a classe maxterino (60cc) com 206. Apesar da vantagem sobre Laher Maciel, Karl Pitzer foi novamente posto à prova pelo seu rival e superado nas duas últimas mangas da derradeira prova, a terceira, depois de um começo vitorioso. Laher Maciel acabou vencendo a prova com a vantagem de dois pontos sobre o seu principal adversário (102-100), facto que faz antever um duelo mais renhido entre ambos na corrida de domingo.


Karl Pitzer vem liderando o campeonato desde a estreia, mas com vantagem mínima sobre Laher. Dominou as duas primeiras provas curiosamente com a mesma margem de 103 pontos, contra 99 do seu rival.


Portanto, o próximo duelo será mais interessante, atendendo à crescente rivalidade entre ambos. Pitzer parte para a quarta prova com alguma inquietação, tendo em conta a aproximação de Maciel, motivado pela vitória na última prova.



Enquanto isso, Eric Kasa mantém o controlo da terceira posição, agora com 180 pontos. Facto curioso é que Kasa manteve velocidade constante nas três provas, ao fixar a margem de 90 pontos em cada uma delas, ou seja, 30 pontos em cada manga.  Salientar que a classe maxterino conta com a participação de nove pilotos.



Entretanto, o pequeno piloto Nethan Shana também mantém-se à frente da prova de cadetes, actualmente com 202 pontos, contra 201 de Ricardo Pereira. A luta pelo título em cadetes pode resumir-se a estes dois pilotos, tendo em conta que só a partir da última prova que esta classe conta com mais um concorrente, de nome Lagson Leão. O piloto promete alguma réplica, pois estreou-se em segundo lugar, com 96 pontos, à frente de Ricardo Pereira (90). Nethan Shana venceu a prova com 106 pontos.

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:24
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Alcides Chambal foi, semana passada, apresentado como novo treinador do Matchedje, para substituir Alex Alves, depois que Filipe Chissequere assumiu, de forma interina, o cargo de treinador principal. Trocando a Académica pelos "militares", Chambal diz à sua chegada que se trata apenas de um regresso à casa.


Depois de ter iniciado a sua carreira de treinador em grandes equipas como Ferroviário de Maputo e Liga Muçulmana, Alcides Chambal lançou-se “às feras” assumindo o papel de treinador principal de uma equipa, nos princípios deste ano, abraçando o projecto da Académica, que milita na I Divisão do Campeonato de Futebol da Cidade de Maputo.

 



No momento de seguir para o Matchedje, Chambal diz não ter abandonado o projecto e assegura que acabou mesmo realizando um trabalho excelente, juntamente com a equipa técnica por si sugerida, chegando mesmo, segundo ele, a superar as expectativas, na medida em que, antes de se familiarizar com a realidade do clube, elevou muito a fasquia em termos de objectivos a alcançar, aventando a possibilidade de qualificar a Académica para o Moçambola, ganhando a Popule de Apuramento da Zona Sul, numa temporada em que, para além do Estrela Vermelha, um dos seus concorrentes directos nos últimos tempos, também conta com a presença do Desportivo de Maputo, um monstro com o orgulho ferido e que espera, a todo o custo, regressar para o lugar de onde nuca deveria ter saído.


 

Volvidos dois meses e depois de uma profunda conversa com a direcção do clube liderada por Altenor Pereira, chegou à conclusão de que a Académica, por ora, não dispõe de recursos para sustentar uma equipa que esteja a competir no Moçambola, depois de passar pela Poule. Tudo o que neste momento pode fazer é trabalhar mais na formação, ao mesmo que focalize o fornecimento de jogadores a equipas que compitam ao mais alto nível do futebol moçambicano. Ademais, contrariamente ao que caracterizava este clube, já não há atletas-estudantes, nem estudantes-atletas. E os dirigentes do clube acabarem percebendo que o treinador era mais sonhador que as possibilidades que a colectividade podia oferecer.



 

Chambal, que tinha um vínculo com a Académica por tempo indeterminado, diz deixar a colectividade de cabeça erguida e com a consciência de dever cumprido pois, já ao quinto mês de trabalho com a equipa, os jogadores haviam apreendido tudo quanto ele queria dos seus pupilos, de tal forma que, à sua saída, os “estudantes” ocupavam a terceira posição no Campeonato de Futebol da Cidade de Maputo, a quatro pontos do segundo classificado, o Estrela Vermelha, numa prova liderada pelo Desportivo de Maputo.


 

 


 

A CONSUMAÇÃO DE UMA CONVERSA ANTIGA


 

Mas, se é de Alcides Chambal que estamos a falar, especificamente sobre a sua mudança de ares, rumo ao Matchedje, nada melhor do que ele mesmo falar dos contornos deste novo casamento, bem como da espinhosa missão que tem pela frente, que é tirar os “militares” da zona de despromoção para a da manutenção.

 



- Como é que troca a Académica pelo Matchedje?



 

- Foi a consumação de um processo pois, há dois anos, conversei com o anterior presidente do Matchedje, o Dr. Norberto Santos, quando eu estava ávido em trabalhar, mas tudo não passou de mera conversa. A seguir não houve mais desenvolvimentos, alegadamente por falta de recursos para suportar aquilo que poderiam ser as minhas eventuais exigências. Foi apenas uma conversa. De lá para cá, nunca fiz nenhum “lobby”.


Então, este convite apareceu por acaso, através de uma mensagem que caiu no meu e-mail, enviada por Zaqueu, director do Departamento de Futebol do Matchedje, se não estou em erro, a solicitar um encontro comigo. Conversámos, mostrou-me o cenário do clube e da equipa, as condições de trabalho e, ao fim de 10 dias de conversações, chegámos a acordo. Devo ainda dizer que as etapas foram todas queimadas com simplicidades, pois estar no Matchedje é o mesmo que regressar à casa. Fiquei cinco anos nesta casa, conheço cerca de 75 por cento das pessoas que aqui estão e com um outro aliciante ainda: o campo para o nosso trabalho.


Do ponto de vista do desafio, sei que o Matchedje está em último lugar e julgo ser um desafio de homens. Acredito que o Matchedje está ao nível das equipas que lutam por não descer de divisão mas, se formos a olhar para a tabela classificativa, podemos notar que o sexto classificado tem 17 pontos e, dos 39 pontos que estão em disputa, nesta segunda volta, podemos arrecadar muitos. Se nos sete primeiros jogos o Matchedje conseguir ganhar quatro, estará a dar um forte aviso com vista à manutenção.


 

- Quando é que começou a ter o contacto directo com a equipa?


 

- A apresentação foi na passada segunda-feira, mas o trabalho propriamente dito teve seu início na terça-feira, com sessões bidiárias, preparando os aspectos de organização do jogo. Neste momento, posso dizer que o nosso modelo de jogo já está quase definido e nos sentimos preparados para defrontar o nosso primeiro adversário (ontem, o HCB) com dignidade.


 

- Feito o diagnóstico, o que encontrou, na realidade, no Matchedje?


 

- Encontrei atletas crentes na saída da situação em que a equipa se encontra. De há dois dias a esta parte, sinto uma atitude e noto que os jogadores estão, a pouco e pouco, a tentar assimilar novas metodologias de treinamento, o que não é nada fácil. Entretanto, tenho a certeza de que, se eles assumirem uma atitude de sacrifício, poderão disfarçar fragilidades nestes primeiros dias, pensando que dentro de três semanas possam mostrar algo ainda melhor.


 

- Tem alguma ideia do que poderá estar na origem da classificação negativa do Matchedje?


 

- Só ouvi dizer que o técnico Alex Alves não teve a possibilidade de escolher, pessoalmente, os jogadores para formar o seu plantel. Dizem que quando ele foi contratado faltava muito pouco tempo para o arranque do Moçambola e havia cerca de 80 jogadores a lutarem por ficar no Matchedje. Mas acho que se a equipa está nesta posição é pela organização tardia da transição da época passada para esta. Acho que houve mau trabalho administrativo.


 

- É este mau trabalho que se predispõe a herdar?


 

- Já me esqueci do eventual mau trabalho que tenha sido feito. A partir da altura em que a janela de transferências se fechou, esta situação de fragilidades fica ultrapassada. Agora não tenho de me queixar de nada. Pelo contrário, tenho de lutar com vista a potenciar estes jogadores, para se identificar com aquilo que é o modelo de jogo que pretendo, a forma dinâmica e intensa com que eu pretendo que jogue. Só me posso dar por feliz por ter de enfrentar estes desafios.


 

COM ESTA PROLONGADA INTERRUPÇÃO


 

Devia ter sido chamado há mais tempo


 

O Moçambola conheceu uma prolongada interrupção para efeitos de acerto do calendário, para além de dar lugar aos compromissos da Selecção Nacional que, depois de participar no Torneio da COSAFA, na Zâmbia, teve uma eliminatória para o CAN Interno, com a Namíbia.


 

- Com um defeso que durou muito tempo, não acha que lhe tenham sido dados poucos dias para se familiarizar com a equipa e partir tranquilamente para os objectivos que persegue?



 

- Neste aspecto, eu acho que as pessoas que estiveram por detrás da mudança da equipa técnica claudicaram. Mesmo que fosse um treinador vindo de outra galáxia, com o tempo de que disponho (nem há tempo!) não faria o melhor. O jogo com o HCB (ontem) serviu apenas para fazer uma avaliação do que, na verdade, é a equipa. Penso que na janela das transferências, ou no período em que a Selecção Nacional começou a preparar-se se devia ter começado o nosso trabalho. Por estas alturas, estaríamos a trabalhar com uma equipa muito mais coesa, ou próxima do óptimo.

 

 

- Começar com HCB, no terreno deste, foi a melhor coincidência?


 

- Só me queixo pela deslocação, mas pelo nível do adversário penso que foi um adversário que se encaixou muito bem naquilo que são os propósitos do Matchedje. HCB é uma equipa que trabalha muito, corre muito, mas a deslocação a Songo foi muito cansativa e acabou por não dar o tempo suficiente de descanso aos atletas. Mas também reconheço que, jogando fora, a pressão é sempre menor. Mas a atitude e o sacrifício é que devem estar acima de qualquer outro factor, para se poder ter uma equipa ganhadora. 


 

A RAZÃO DAS SESSÕES BIDIÁRIAS


 

Queremo-nos identificar com o grupo


 

Nas primeiras sessões de treinos, Alcides Chambal optou por fazer dois treinos por dia, mesmo estando a meio da época e a equipa ter estado sob o comando técnico de Filipe Chissequere e seu colega Álvaro Matine, facto que inspirou a seguinte questão:



 

- Por que, na sua primeira semana, optou por sessão bidiárias?


 

- Foi pelo volume do trabalho que pensamos que a equipa deve fazer, para tentar aproximar-se à identidade dos treinadores. Optámos por treinar duas vezes nos primeiros dois dias, para vermos se conseguimos corrigir algumas coisas e encararmos o primeiro jogo com uma postura um bocado diferente. Não vou falar de problemas físicos, porque só se pode detectar esta problema quando se faz um jogo oficial, onde há pressão e há resultado. O primeiro jogo, com o HCB, é que terá servido para avaliar o estado geral da equipa.




Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 12:04
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O 1.º de Maio não se conformou com a decisão tomada pelo Conselho de Disciplina da Associação de Futebol da Cidade de Maputo, que lhe averba uma derrota em razão da ausência de



policiamento no jogo em que devia receber o Estrela Vermelha, alegando haver muitas situações de jogos sem a presença dos homens da Lei e Ordem no mesmo Campeonato de Futebol da Cidade de Maputo, ante a indiferença de todos.



O Estrela Vermelha apresentou um protesto do jogo contra o 1º de Maio, referente ao Campeonato Provincial de Futebol da Cidade, alegando falta de policiamento no recinto dos “alvi-rubros”. Analisados os factos, o Conselho de Disciplina da Associação de Futebol da Cidade de Maputo julgou procedente e averbou uma derrota ao 1º de Maio, conferindo três pontos aos “alaranjados”.



A direcção do 1º de Maio, através do seu vice-presidente, António Fidalgo (Tonecas), reconhece ter-se registado ausência de policiamento, mas deplora o facto de o regulamento da AFCM não ser regularmente cumprido, principalmente no que diz respeito à matéria de policiamento nos recintos de jogos, porque todos os participantes nesta prova passam por dificuldades financeiras para custear as despesas desta componente. Para sustentar esta tese, Tonecas refere haver com alguma frequência jogos no seu recinto sem presença de homens da Lei e Ordem, mas que nunca tal tenha sido objecto de protestos por parte dos adversários visitantes.



- Também é estanho que seja equipa adversária a basear-se mais na questão da ausência de policiamento e não os árbitros, que têm sido autoridades máximas pela garantia da existência de condições básicas para a realização de um jogo. No nosso entender e nas condições reais em que competimos, não devia basear neste facto para se penalizar uma equipa. No mínimo, que nos aplicassem uma multa e não nos averbarem uma derrota.



Para o jogo em causa, Fidalgo diz que o 1º de Maio até havia garantido a presença da Polícia, através de uma carta enviada à esquadra, anunciando que haveria jogo, mas que esta chegou ao campo com algum atraso, devido à natureza do próprio dia.



- O jogo foi no dia 1 de Junho, Dia da Criança, e parte do efectivo da Polícia estava envolvida nas comemorações desta data, para além de ter coincidido com a altura em que os médicos estavam a observar uma greve. Portanto, não era um dia tão "normal" como outros, para um controlo efectivo de todo o tipo de situação. E nós respeitamos as prioridades que eles deram, porque as achamos justas.


Mesmo assim, eles chegaram atrasados. Não se tratou de simples ausência, como se tenta dar a entender, para além de que sempre deram garantia de que estariam no recinto. E acabaram chegando, quando eram, aproximadamente 15.20 horas. Temos documentos que provam isso, feitos pela própria Polícia e delegado do jogo. Ou seja, ainda estávamos dentro dos limites de tolerância, 30 minutos depois da hora marcada para o jogo. Ainda tínhamos 10 minutos para esperarmos pela Polícia.



Deste modo, a direcção "alvi-rubra" é da opinião de que as três partes envolvidas no jogo (as duas equipas e a da arbitragem) fossem as mais interessadas em que o jogo se realizassem, mas sucedeu que uma parte (o Estrela Vermelha) não se mostrou interessado em que a partida se realizasse.



- Nós estamos aqui para fazer o desporto e não para ganhar pontos na secretaria sem jogar, à espera de ver as falhas dos outros. Isso, para nós, não é fazer desporto.



Não concordando com a decisão da Associação de Futebol da Cidade de Maputo, o 1º de Maio interpôs recurso ao Conselho Jurisdicional, deplorando o posicionamento do Conselho Disciplinar, que consistiu no averbamento de uma derrota à formação "alvi-rubra".



O Campeonato de Futebol da Cidade de Maputo caminha célere para o fim e vai valendo a decisão que penaliza o 1º de Maio, que, por sua vez, vai esperando pela reposição da justiça.



- É certo que esta situação atrapalha de alguma forma o controlo da situação, em termos de classificação, mas queremos crer que mais tarde ou mais cedo tudo se decida com justiça, o que pode passar pela realização deste jogo. Já fizemos vários jogos na Catembe, no campo do Mahafil, no Zixaxa e nunca nos queixámos da falta de policiamento, nem de vedação. E temos como provar isso. Então, no nosso recurso, para além dos factos que se deram no dia do jogo, apelamos para que haja bom-senso, porque no desporto tem de haver amizades e não o contrário.





Fonte:Desafio

publicado por Vaxko Zakarias às 11:46
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