Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 12 DE Agosto 2013

A SELECÇÃO Nacional de basquetebol foi recebida, no sábado, pela Primeira Dama da República de Moçambique, Maria da Luz Guebuza. O encontro, que aconteceu a pedido da Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB), foi de extrema importância para as basquetistas moçambicanas, pois sentiram-se ainda mais inspiradas para atacar o título africano.

 

Maria da Luz Guebuza fez um discurso bastante encorajador e de incentivo às atletas e à equipa técnica, demonstrado todo o seu apoio neste período de preparação e quando começar a prova - Campeonato Africano -, que terá lugar em Maputo de 20 a 29 de Setembro.

 

Como forma de agradecer a disponibilidade da Primeira Dama em receber as jogadores nacionais e igualmente pelo discurso motivador e inspirador, Deolinda Ngulela, capitã, ofereceu um fato de treino e um galhardete com as cores nacionais, enquanto Clarisse Machanguana entregava uma bola de básquete autografada por todas as atletas que constituem a equipa moçambicana.

 

 

Deolinda Ngulela, falando na qualidade de capitã, agradeceu à Primeira Dama pela recepção calorosa e assegurou que darão tudo em campo para dignificar a bandeira moçambicana.

 

 

Penso que foi muito bom termos sido recebidas por uma pessoa tão importante como é a Primeira Dama. Fomos pedir o suporte dela. Sabemos que ela tem sido fonte de inspiração e de motivação de muitos grupos sociais. Acolhemos com o agrado o facto dela estar do nosso lado e ter demonstrado total abertura em apoiar-nos com um discurso de incentivo. Uma das frases que retive da Primeira Dama é que temos que ter sempre um pensamento positivo. Acreditar que somos capazes, só assim conseguiremos chegar ao título”.

 

 

O presidente da FMB, Francisco Mabjaia, teceu rasgados elogios à Maria da Luz Guebuza, sublinhando o papel inspirador que tem incutido em muitos grupos sociais. “Pedimos a Primeira Dama que nos apoie e nos transmita, acima de tudo, inspiração. Desejamos que ela seja patrona da equipa nacional, pois acreditamos que é a pessoa certa para passar ainda mais confiança e força a esta equipa”.

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:38
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JOHANE, o avançado do Chibuto, já é moçambicano, em virtude de a mãe ser natural do distrito de Palma, província de Cabo Delgado.

 

O jogador, que até então ostentava a nacionalidade burundesa, já possui o passaporte e bilhete de identidade moçambicanos.

 

O jovem jogador, segundo o vice-presidente do Chibuto, Juneid Lalgy, em contacto ontem com a Rádio Moçambique, fica desde já disponível até para a Selecção Nacional, pois todos os passos burocráticos já foram dados.

 

Aliás, durante o interregno do Moçambola, Johane esteve no Burundi onde dentre vários assuntos que fora tratar, consta que prescindiu a nacionalidade daquele país de onde é natural.

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:25
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UM golo de Diogo apontado já nos últimos dez minutos do encontro deu a vitória ao Ferroviário sobre o Chingale, por 1-0.

 

O Ferroviário assumiu as rédeas do jogo tal como se previa, visto que para além de ser favorito jogava em casa. A primeira situação de golo aconteceu logo aos três minutos através de uma jogada envolvente entre Eurico e Barrigana com este último a rematar fraco para a defesa fácil de Joaquim. No minuto seguinte foi a vez de Diogo mandar uma autêntica bomba, mas Joaquim estava mais uma vez atento e defendeu para canto.

 

Foram dez minutos de algum sufoco para os visitantes, mas com o evoluir do encontro o jogo foi ganhando equilíbrio por força do acerto do meio campo tetense que tinha em Zé e Nelsinho as suas principais armas. Os “locomotivas” já não atacavam com tanta frequência, mas continuavam a ser mais perigosos. Numa dessas investidas quase gritavam golo se não fosse a posição irregular de Barrigana.

 

Já ao cair da primeira parte, Mauro dispôs da oportunidade mais clara de golo, no entanto Joaquim voltou a mostrar-se superior entre os postes. Apenas por uma vez os forasteiros criaram apuros junto à baliza de Germano. Silvério, em boa situação para rematar, preferiu cruzar e fê-lo de forma disparatada.

 

Melhor organizados na defesa e no meio campo, os comandados de Rogério Marianni não permitiram que a equipa da casa lhes encostasse na sua grande área, à semelhança do que acontecia no início do encontro. Aliás, coube ao Chingale assinar um lance de perigo que só não deu golo pela falta de pontaria de Zé.

 

O ritmo de jogo decaiu muito de qualidade na segunda parte e era só em lances de bola parada que as equipas criavam perigo tal como aconteceu aos 67 minutos, quando Diogo enviou uma bola à trave na marcação de um livre directo. No minuto seguinte as coisas complicaram-se para o Chingale devido à expulsão de Charly por uma alegada acção violenta sobre Tchitcho.

 

A jogar com mais uma unidade, os “locomotivas” subiram no terreno e Danito Parruque e Luís ficaram muito perto do golo, algo que veio mesmo a acontecer através de uma autêntica “bomba” de Diogo. Com apenas sete minutos por jogar só deu Ferroviário que ainda podia ter avolumado o “score” não fosse a falta de pontaria de Luís, uma das quais clamorosa com a baliza praticamente escancarada.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Paiva Dias, auxiliado por Joaquim Paulo e Carlos Guambe. Quarto árbitro: Franisse Chrindza

 

FER. MAPUTO: Germano; Butana (Inocent), Zabula, Jeitoso (Andro) e Solomon; Tchitcho, Danito Parruque, Barrigana e Diogo; Mauro e Eurico (Luís)


CHINGALE: Joaquim; Elísio, Stélio, Rogério e Toni (Omar); Nelsinho, Zé, Silvério e Luís (Magaba); Benchengo (Parkim) e Charly


DISCIPLINA:Amarelos” para Joaquim e Omar. “Vermelho” para Charly

 

GOLO: Diogo (83 min)

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:05
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É. É isso. Numa tarde com o céu aberto e próprio para a prática de futebol, a estrela, mesmo que vermelha, cintilou melhor a ponto de ofuscar uma “locomotiva” que acabou descarrilando na estação.

 

É isso que se pode dizer em relação ao jogo de sábado entre o Ferroviário da Beira e o Estrela Vermelha, igualmente da capital de Sofala, e que terminou com a vitória dos “polícias”, por 0-2, resultado que deixa clara a supremacia dos vencedores.

 

Foi o primeiro jogo do técnico António Safrão à frente dos “alaranjados”. Logo à partida viu-se uma equipa do Estrela bastante desfigurada comparativamente a que habitualmente era a primeira linha no tempo do anterior treinador, Abdul Omar, pois foi uma equipa com muitas novidades no plantel principal.

 

 

Depois do Ferroviário da Beira ter entrado a pressionar na tentativa de se assenhorear do jogo, o seu adversário procurou tapar todas as linhas de passe e, sendo assim, equilibrou todos os acontecimentos em campo e aos 24 minutos Beu cabeceou vitoriosamente uma bola que foi cruzada do lado direito como atacava a sua equipa.

 

 

Depois do golo, os ‘’locomotivas’’ tentaram reagir mas tal não aconteceu a contento, pois todas as jogadas feitas não surtiam efeito desejado até que aos 40 minutos aconteceu o que os treinados de Lucas Bararijo, o popular Lucas II, não esperavam: numa jogada aparentemente inofensiva, o guarda-redes Minguinho ao invés de tirar a bola para fora da sua área, fê-lo de forma defeituosa e quando se viu à nora puxou a camisola do contrário dentro da área e, o juiz não teve contemplação, tendo marcado o penalte que foi bem cobrado por Betinho.

 

 

Depois do intervalo, esperava-se que os donos da casa melhorassem, mas nada disso aconteceu, embora a equipa técnica tivesse operado algumas substituições que, no entanto, não resultaram.

 

 

Sem soluções, os ’locomotivas’’ foram improvisando tudo mas até ao final da partida não tiveram outra razão a não ser a de aceitarem a derrota num embate em que a arbitragem não teve problemas.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITROS: Felisberto Timane, auxiliado por Júlio Mungói e Luís Lifanisse. Afonso Xavier foi o quarto.

FER. BEIRA: Minguinho, Hilário, Emídio, Cufa, Reinildo, Mupoga (Énio), Paíto (Tinho), Godcent, Maninho, Mário e Nelito (Félix)

 

E. VERMELHA: Jaime, Mano, Hagy, Miterland, Beu, Tony, Paiva, Betinho (Carlos), Tchelo, Mastaile (Maurício) e Delfino

 

DISCIPLINA: Amarelo para Minguinho e Cufa (Ferroviário) e Hagy, Tchelo e Delfino (Estrela Vermelha). Vermelho para Tchelo por acumulação de amarelos

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:08
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O DUELO entre o Costa do Sol e o Maxaquene foi dominado pelo equilíbrio e reflecte à vontade expressa pelos dois conjuntos de dar o seu melhor em campo, através de um jogo aberto e sem receios.

 

 

Os momentos iniciais revelaram alguma preocupação em ambas as partes dado o elevado peso de responsabilidade nos jogadores aliada aos objectivos perseguidos por cada uma das equipas neste “derby” que marcou o arranque da segunda volta. Como lhe cabia, o Costa do Sol teve a ousadia de tomar as iniciativas do jogo, enquanto o Maxaquene ia cautelosamente estudando o adversário, preparando a melhor estratégia contra-ofensiva. E revelou-se bastante perigoso nesse aspecto, explorando no máximo as falhas do seu oponente.

 

 

Como é-lhe característico, o Costa do Sol foi mais metódico, procurando maior precisão nos passes e desmarcações que lhe permitissem maior mobilidade e um jogo progressivo. O Maxaquene, por seu turno, foi mais objectivo, procurando sempre tirar vantagens dos erros do adversário, colocando o esférico ao jogador mais solto e com muita rapidez.

 

 

Com esta forma de jogar, assistiu-se um futebol de qualidade, que foi ganhando terreno à medida que o tempo ia passando, perante a preocupação cada vez mais crescente de cada uma das equipas de chegar ao golo. E a primeira oportunidade acabou pertencendo à turma de casa, com o esquerdino Vling a oferecer o esférico ao zambiano Masha, num passe atrasado mal calculado. O avançado “canarinho” agradeceu e, com a defensiva baralhada, viu David em posição privilegiada, fazendo o passe para o zimbabweano fuzilar. Porém, perdeu tempo e quando já queria rematar o ângulo era insuficiente para fazê-lo com perfeição.

 

 

Foi uma perdida que reflectia alguma inquietação por parte dos homens mais adiantados do Costa do Sol, com Rúben a revelar-se no jogador mais imperfeito no controlo da bola e prossecução das jogadas, situação que resultava em contra-ataques perigosos por parte do Maxaquene. Binó foi, por isso, chamado a algumas intervenções de recurso, com destaque para aquele desvio de cabeça de Payó que obrigou o guarda-redes “canarinho” a esticar-se e ceder canto, aos 20 minutos.

 

 

Em resposta, o “veterano” Dário Khan testou a segurança de Samito na conversão de um livre, tendo o “keepertricolor defendido com os punhos, aos 23 minutos.

 

E quando todos menos esperavam, uma vez que era o Costa do Sol que descia mais para o ataque, eis que Maurício finaliza com um túnel que deixou Binó desiludido. A jogada nasceu em Macamito que, do miolo do terreno, projectou o esférico para a zona da finalização, donde o artilheiro “tricolor”, em vantagem sobre os “centrais”, bateu Binó, que saía em apuros, aos 24 minutos.

 

O Costa do Sol não convalesceu e dois minutos depois deu a devida resposta com David a obrigar Samito a uma defesa incompleta. Alvarito, assistido por Mambo, secundou David com um remate traiçoeiro de longe da grande área e que forçou Samito a ceder canto, aos 39 minutos. A primeira parte terminou com a vantagem para o Maxaquene.

 

 

REGRESSO ENÉRGICO

 

O Costa do Sol veio do intervalo com a lição bem estudada. O técnico “canarinho”, Diamantino Mirando, obedeceu ao pedido dos seus adeptos. Rúben não estava a render e, por isso, foi substituído pelo médio ofensivo Nelson, que trouxe do banco o golo da salvação, aos 50 minutos, com um desvio de cabeça bem conseguido a corresponder a livre cobrado por Manuelito II.

 

 

A balança equilibrou e o jogo ganhou mais ritmo e o espectáculo veio ao de cima, com o Costa do Sol a trocar a bola, mas a encontrar uma forte resposta dos “tricolores”, que pela objectividade marcaram a diferença no rectângulo do jogo.

 

 

Porém, quem esteve mais perto do segundo golo foi o Costa do Sol, no lance bem articulado que culminou com o tiro em jeito de Manuelito II para a defesa incompleta de Samito e recarga de David que levou o esférico a “beijar” o travessão, aos 72 minutos.Daqui para a frente assistiu-se a um recuo estratégico das duas equipas, que jogavam com muito receio de perder os três pontos, portanto a explorar mais o contra-ataque.

 

Na sequência disso, Macamito foi à grande área interceptar, com bico da bota, o centro de Vling. O esférico quase “beijou” o poste. Foi o lance mais vistoso dos últimos 15 minutos da contenda.A equipa de arbitragem, liderada por José Maria Rachide, fez um excelente trabalho.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: José Maria Rachide, auxiliado por Ivo Francisco e Olívio Saimone. O quarto árbitro foi Arão Júnior.

 

COSTA DO SOL: Binó; João Mazive, Manuelito I, Dário Khan e Dito; Manuelito II, Mambo, Alvarito e David (Tony); Rúben (Nelson) e Masha (Sanito).

 

MAXAQUENE: Samito; James, Campira, Gabito e Moses; Mfiki (Eboh), Macamito, Payó e Vling (Dário Chissano); Maurício e Chikwepo (Ito) 

 

DISCIPLINA: Cartolinas amarelas para os “canarinhos” João Mazive, Dário Khan e David; e para o “tricolor” Chikwepo

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:21
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 A DÉCIMA quarta jornada do Moçambola, a primeira da segunda volta, teve como prato aliciante o “derby” de Maputo e clássico do futebol nacional: Costa do Sol-Maxaquene. O desafio, realizado no campo dos “canarinhos”, resultou num empate a um golo, um brinde para o bom futebol praticado pelas duas equipas.
O equilíbrio foi mesmo a nota dominante neste confronto de gigantes que acabou sendo, na prática, pouco favorável para ambos os conjuntos. É que com este empate o Maxaquene perdeu terreno em relação ao Chibuto e Liga Muçulmana. A jornada foi de sonho para o representante de Gaza, visto que ascendeu ao primeiro lugar depois de vencer o Desportivo de Nacala, por 2-1, e beneficiou-se da derrota do Ferroviário da Beira (anterior líder) frente ao Estrela Vermelha também da Beira, por 2-0.
A Liga Muçulmana manteve-se bem no pódio com 27 pontos, os mesmos que o Chibuto, depois de vencer fora o Têxtil do Púnguè, por 1-0. O Ferroviário de Maputo também teve uma ronda, igualmente, proveitosa, na medida em que com o triunfo sobre o Chingale, por 1-0, passou para a sétima posição e aproximou-se do Maxaquene, Ferroviário da Beira e Desportivo de Nacala.
Quem parece estar condenado a descer de divisão é o Matchedje que averbou a décima primeira derrota, desta vez frente a HCB, por 2-0. Com cinco pontos apenas, os “militares” ocupam a última posição. Em queda está o Vilankulo que muito prometeu para esta época mas que jogo-a-jogo vai defraudando às expectativas. Foi ao terreno do Ferroviário de Nampula perder, por 2-0. Esta vitória foi muito importante para os nampulenses que ganharam pontos aos seus directos concorrentes na luta pela fuga à despromoção.
Fonte:Jornal Noticias
 
 
publicado por Vaxko Zakarias às 10:57
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O CLUBE de Chibuto assumiu o comando do Moçambola-2013 com 27 pontos, os mesmos da Liga Muçulmana, depois de vencer ontem, em casa, o Desportivo de Nacala, por 2-1.

 

A Liga Muçulmana, por sua vez, foi triunfar na Beira, diante do Têxtil do Púnguè, por 1-0, enquanto o sensacional Costa do Sol-Maxaquene, de sábado, terminou empatado a um golo, com os “tricolores” a marcarem primeiro.

 

 

O Ferroviário da Beira, que era líder ao final da primeira volta, perdeu surpreendentemente em casa com o Estrela Vermelha da capital de Sofala, por 0-2, e caiu para a quarta posição com os mesmos 24 pontos com que entrou para esta ronda.

 

 

O Maxaquene, por seu turno, atrasou-se no grupo da frente e soma 25 pontos em terceiro lugar, enquanto os “canarinhos” continuam longe dos lugares cimeiros, encontrando-se na nona posição com 18, os mesmos do Ferroviário de Nampula que, na tarde de ontem, afundou ainda mais o representante de Inhambane, o Vilankulo, a quem venceu por 2-0.

 

 

A HCB não deu chances ao aflito Matchedje. A formação do Songo saiu-se bem, no seu terreno, por 2-0, resultado que o catapultou para o quinto lugar com 24 pontos.

 

 

O Ferroviário de Maputo vai sacudindo a crise. Ontem, no Estádio da Machava, bateu o Chingale, por 1-0. Os “locomotivas” passaram do oitavo para o sétimo lugar já com 20 pontos.

 

 

Se a luta pela liderança continua acesa nesta prova, lá na causa também travam-se confrontos interessantes com o Vilankulo, Têxtil e Matchedje, este último “lanterna vermelha”, todos abaixo da linha de água, a tentarem sair do sufoco.

 

 

A próxima jornada, portanto a 15.ª, ou seja, a segunda da segunda volta, comporta os seguintes embates: Matchedje – Chibuto, Liga Muçulmana – Ferroviário da Beira, Vilankulo – Ferroviário de Maputo, Chingale – Maxaquene, Costa do Sol – HCB, Desp. Nacala – Têxtil e Estrela Vermelha – Ferroviário de Nampula.

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:42
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