Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 15 DE Julho 2013

O CAMPEONATO Nacional de Futebol Feminino, referente a esta temporada, disputa-se de 19 a 28 do mês em curso, em Nampula.

 

O evento contará com a participação de 10 equipas, duas da província anfitriã, nomeadamente Academia Militar e Viveiros de Nampula; e igual número de Sofala, designadamente Fanta e Coco Ricco, e de Manica, respectivamente Computers Solutions e Recreativo Oseo de Chimoio. Enquanto isso, Maputo-província será representado pela formação do Porto da Matola. Por seu turno, Zambézia participará com União Esperança de Quelimane, enquanto Cabo Delgado e Niassa serão representados pelas turmas da Academia Jumisse e União Desportiva de Lichinga.

 

 

Como se pode depreender, Maputo-cidade, Gaza,  Inhambane não se farão representar devido aos últimos acontecimentos registados em Muxúnguè. A equipa do Porto da Matola também equacionava a desistência depois do Paradise, esta última representantes da cidade de Maputo.

 

Aliás, foi pelas mesmas razões que a Comissão Nacional de Futebol Feminino, gestora da prova, repescou o Recreativo Oseo de Chimoio para ocupar o lugar de Paradise

 

 

Salientar que o “Nacional” em perspectiva será disputado num sistema de todos contra todos numa única volta. Os jogos terão lugar nos campos relvados do Benfica e Municipal no período de manhã com vista a permitir que as equipas descansem à tarde.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 13:28
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HÁ muita sujeira nos clubes do Moçambola que não se esgota na problemática à volta de estrangeiros em situação contratual ilegal.

 

Os desmandos no futebol moçambicano levaram a Inspecção do Ministério do Trabalho (MITRAB) a tomar medidas para travar a entrada ilegal de mão-de-obra estrangeira por via de contratos desportivos concedidos pelos clubes que actuam na primeira divisão.

 

 

Quando a Inspecção do Trabalho declarou guerra contra os estrangeiros ilegais no futebol nacional, os clubes da primeira divisão apareceram em bloco a ameaçar boicotar o Moçambola, alegando que o Governo estava a agir de má-fé. Afinal de contas o assunto é muito mais sério do que se podia prever. Os clubes do Moçambola vêm praticando ilegalidades que passam por crimes comparados ao tráfico de pessoas.

 

 

O problema torna-se ainda mais grave quando são os próprios clubes a facilitarem a entrada de mão-de-obra estrangeira para fins alheios ao futebol e a utilizarem estrangeiros que nem sequer pagam impostos, ou seja, os clubes pagam-lhes salários líquidos sem os descontos previstos na lei. Enquanto isso, estão os atletas nacionais que nem se quer estão inscritos na segurança social, não dispondo, por isso, da protecção social.

 

 

Para além de pagarem salários de forma arbitrária, os clubes não descontavam os ordenados dos atletas para segurança social, sujeitando os jogadores que terminam as suas carreiras a situações de desespero e miséria. Este cenário, que despoletou da actividade inspectiva normal do MITRAB aos clubes, trouxe à tona uma série de irregularidades praticados pelos clubes que, porém, apareceram muitas vezes, através da Imprensa, a manietar a opinião pública sobre a alegada perseguição e campanha contra o futebol.

 

 

São mais de 200 atletas sem segurança social que, de forma isolada, têm aparecido junto do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) ou MITRAB a solicitarem o pagamento de pensões e subsídios de funeral para os seus ente queridos perecidos. Esta situação é que, segundo a ministra Helena Taipo, provocou uma forte indignação por parte do Governo, aliado ao facto de estarem a entrar para o mercado do trabalho, por via dos clubes, estrangeiros ilegais, e de ter que agir perante a estas irregularidades.

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:17
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DECORRIA o jogo em atraso entre a Liga Muçulmana e o Maxaquene, referente à quinta jornada, quando a Inspecção do Trabalho escalou o campo da primeira formação, isto no dia 30 de Junho, visando os atletas estrangeiros dos “tricolores” em situação ilegal.

 

 

 

A Inspecção havia escalado, no dia anterior, o campo do Ferroviário da Beira, onde a equipa da casa recebera o Vilankulo FC, e com o mesmo objectivo.

A presença da Inspecção acabou provocando nervosismo nos dirigentes e na equipa do Maxaquene. Presente em peso no local, a Imprensa interpelou o presidente da Liga Moçambicana de Futebol (LMF), Alberto Simango Júnior, para se pronunciar sobre o assunto, tendo afirmado que tinha conhecimento de que a presença da Inspecção tinha a ver com o prosseguimento do primeiro processo do qual a instituição que dirige tinha pedido uma moratória de um mês dos 30 dias que haviam sido cedidos aos clubes pelo MITRAB para a regularização da situação dos estrangeiros ilegais.

 

 

Acredito que alguns conseguiram dentro do prazo estabelecido cumprir com as normas exigidas pelo ministério e provavelmente alguns clubes, como soubemos através da Imprensa, não tinham cumprido integralmente com os requisitos. Surpreendentemente, hoje sou acolhido com esta situação, o que é de lamentar. Mas, penso eu, que nos próximos dias o assunto vai ser tratado devidamente com a entidade competente, neste caso com a Inspecção-Geral do Trabalho, o Ministério da Juventude e Desportos e nós a Liga Moçambicana de Futebol”, comentou na altura.

 

 

Questionado sobre se a presença da Inspecção no campo da Liga não lhe assustava de alguma forma, Simango Júnior respondeu: “Bem, não me assustou, mas deixou-me preocupado. Não posso ficar assustado porque se trata de uma instituição legal e nós somos também legais. Estamos a fazer a nossa parte. Lamentamos, de certa forma, a medida como tenha sido executada. Mas prontos, nós estamos na área do desporto, a outra instituição está a fazer o seu trabalho.


Em devido tempo iremos nos pronunciar para encontrar um meio-termo para se resolver o problema para o bem de todos”, disse, ajuntando que “os clubes dizem que indeferiram o seu pedido de prorrogação por 30 dias. Pedimos novamente, em nome dos clubes, a prorrogação do tempo e ainda não tivemos resposta. O primeiro prazo foi de 30 dias e nove clubes puderam pôr em ordem o que a inspecção pedia. E não é pouco tempo. Devia haver bom senso. Se os clubes não se tivessem mexido, haveria razão de agirem assim.



Apenas cinco clubes, nomeadamente o Maxaquene, Costa do Sol, Vilankulo, Ferroviário e Têxtil estão atrasados em termos de entrega dos processos, mas já iniciaram com os trabalhos.


 

Pedimos mais 30 dias para os clubes resolverem o problema. Ao que fomos informados, o Maxaquene fez tudo. Falta que lhe seja passada a Certidão de Quitação por parte do Instituto Nacional de Segurança Social, o que só pode acontecer com o pagamento de taxas que atingem avultadas somas. Pelo que saiba, estão a mexer o processo que vai desde a década 90 e é muito dinheiro em causa, tendo pedido para pagar por fases. Havendo bom senso, deveria haver compreensão das partes. Se desde a independência passam 38 anos e os clubes conseguiram, em menos de um mês fazer alguma coisa, é muito esforço empreendido”, considerou na altura Simango.

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:07
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O PRESIDENTE da LMF, Alberto Simango Júnior, classificou de corajosa a decisão tomada pela ministra Helena Taipo de prorrogar o prazo para a superação das anomalias no futebol relativamente à Lei do Trabalho.

 

 

Simango enfatizou que pode, em algum momento, ter sido publicitado em como a LMF e os clubes estivessem a fazer um braço de ferro, reiterando que ninguém está acima da lei.

 

 

Regozijou-se pelo facto de terem sido explicados e esclarecidos os grandes motivos da inquietação do MITRAB, nomeadamente o facto de os clubes serem usados como meios ou facilitadores de entrada de mão-de-obra estrangeira no país.

 

 

 

Nós não sabíamos e estou de uma vez por todas esclarecido e há um sentimento por parte dos clubes de que vamos de facto responder às exigências da Lei do Trabalho, de modo que não possamos infligi-la no futuro. Voltou-se a reiterar claramente que é preciso também privilegiar a formação nos nossos clubes. Nós esclarecemos à ministra que uma das condições que os clubes estão sujeitos é de que, para poderem se inscrever, os seus plantéis devem ter escalões de formação, nomeadamente juvenis e juniores. Portanto, este trabalho está paralelamente a ser feito com vista à busca da qualidade para que o nível de competitividade suba”, frisou.

 

 

Realçou que a Inspecção do MITRAB, bem como o MJD, a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e a LMF comprometeram-se a fazer um trabalho contínuo e permanente para sanar as falhas que eventualmente possam surgir ao longo do tempo.

 

 

 

Isso não é o trabalho que termina hoje, mas vai ser feito de forma a que cheguemos a 1 de Janeiro de 2014 com a situação regularizada. Aliás, o desejo da ministra é de não esperarmos até Janeiro, mas sim continuarmos a trabalhar, de tal forma que os clubes estejam precavidos e o trabalho não pare. Regularizaremos o que está em falta e vamos alertar aos próximos concorrentes às três vagas do Moçambola-2014 sobre o cumprimento das normas”, concluiu.

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:57
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A MINISTRA do Trabalho, Helena Taipo, dissipou equívoco sobre a presença da Inspecção nos recintos de jogos

 

 

Taipo esclareceu que a entrada da Inspecção do Trabalho nos campos de futebol se deveu à intransigência e arrogância dos clubes, porque ninguém está acima da lei, para além de que é nos recintos de jogo o lugar de trabalho dos jogadores.

 

 

É lá onde se joga e o local onde nós tínhamos que agir. Felizmente, na reunião de hoje (sexta-feira), como nós dissemos e reiteramos, chegámos à conclusão de que efectivamente temos lacunas. Que os clubes precisam de facto de se inteirar da lei. Infelizmente, apesar de existir o Regulamento da Lei do Desporto, também revelou-se o desconhecimento total do mesmo pelos clubes”, acusou.

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:53
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O VICE-PRESIDENTE do Maxaquene, Roque Gonçalves, estava indignado com a presença da Inspecção no campo da Liga, pois estava claro que o problema era com os “tricolores”, uma vez que a equipa da casa já havia resolvido o problema.Classificou a presença da Inspecção de algo estranho, enfatizando que o Estado é o primeiro que devia conhecer as normas, nomeadamente as de notificação das pessoas individuais, colectivas e jurídicas.  

 

 

Neste caso, estamos a falar do Maxaquene, que é uma pessoa colectiva, tem uma direcção e sede própria. Infelizmente há uma pessoa do MITRAB que não conhece a sede do Maxaquene, porque essa notificação deveria ser feita na sede do clube e não virem aqui a um campo de futebol e na véspera do início de um jogo para perseguir os jogadores estrangeiros, que nem é papel do Ministério do Trabalho. Esse papel é da Migração. Ao MITRAB cabe declarar que este jogador ou trabalhador está ilegal em Moçambique e remete o dossier à Migração, que trata do expediente para a sua retirada do país.

 

 

É este procedimento que está fixado na lei. Este que vi hoje não conheço. E é preciso ter atenção que a LMF chamou atenção ao próprio MITRAB, quando foi despoletado este assunto, que o prazo de 30 dias era curto, que era preciso dar 90 dias, tendo em conta a realidade do país. Infelizmente, foi recusado e foi fixado um prazo de 30 dias. No caso concreto do Maxaquene e de outros clubes, estes 30 dias mostram-se reduzidos.

 

 

Nós quando nos apercebemos que estávamos fora do prazo dos 30 dias fizemos uma carta à MITRAB a pedir a prorrogação do prazo e não nos responderam até hoje”, elucidou..

 

 

Indagado se o Maxaquene havia sido notificado antes do jogo, Roque Gonçalves afirmou: “Dizem que apareceram com uma notificação na véspera do jogo. Eu fui questionado por alguns colegas se fomos notificados e respondi que não. Então, já no intervalo do jogo, apareceram com a tal notificação para o Maxaquene dentro do campo e em jogo. Bom, nós recebemos notificações no passado na sede do clube e nunca em pleno jogo.

 

 

Estranhamente vieram aqui para o jogo. Dizem que queriam impedir alguns jogadores, mas eu estou a estranhar esse procedimento, porque as notificações são feitas na sede da instituição e o que me cria alguma repulsa neste assunto é que a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) está calada. Devia ser a entidade a dar a cara, porque o Moçambola é prova da FMF, sendo que a LMF é uma entidade que lhe foi delegada a gestão da competição.

 

 

E, se acompanhou o argumento dos clubes, é que desde que este país é independente os dossiers ou a tramitação do processo de inscrição de jogadores sempre foi tratada na FMF. Agora estamos a saber que temos que ir ao regime geral. Ora bem, acho eu que devia haver um trabalho de equipa entre a FMF, a LMF e o Governo no sentido de se encontrar uma saída, porque as notificações começaram a aparecer em plena prova. Para quem não sabe, um plantel é composto por 23 jogadores e se cinco deles como é o caso do Maxaquene são tirados, mais os lesionados, ficamos sem equipa”, anotou.

 

 

Recordar que foi em Abril que o problema de estrangeiros ilegais no Moçambola despoletou, tendo o MITRAB fixado 30 dias para sua regularização, tempo considerado escasso pelos clubes e direcção da LMF.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:49
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A SELECÇÃO Nacional de Futebol perdeu ontem frente à sua congénere da Zâmbia, por 3-1, em partida dos quartos-de-final do Torneio da Cosafa, que decorre naquele país desde 6 de Julho.

 

Os “Mambas” perderam a batalha muito cedo, ao sofrerem o golo aos 14 minutos, na transformação de grande penalidade, por Bornwell Mwapi, fruto da pressão que os zambianos exerceram logo de início, tomando o controlo do jogo ainda no primeiro quarto da contenda.

 

 

Os zambianos encostaram os “Mambas” sobre o seu meio-campo, com frequentes investidas à área, sobretudo pelos flancos. Seria na sequência disso que os donos da casa voltariam a marcar, aos 28 minutos, com Gervásio a ser batido num falso cruzamento de Jimmy Mulilo, que confundiu o guarda-redes moçambicano, que se adiantou ligeiramente dos postes.

 

 

Com este tento, a turma da casa ganhou confiança e assumiu o favoritismo, que seria confirmado com o golo de Phiri, aos 78 minutos, colocando os zambianos nas meias-finais. Este tento surgiu contra o ritmo do jogo, pois os “Mambas” procuravam a todo custo reduzir a desvantagem, mas a não conseguirem contornar a defensiva zambiana, ao acusarem falta de frieza nos passes cruciais próximo da grande área do adversário.

 

 

Contudo, a turma moçambicana conseguiu o tento de honra graças ao maior esforço à busca de resposta ao resultado menos dignificante e Sonito, numa exibição de tecnicismo individual, marcou um belíssimo golo de bicicleta aos 86 minutos.

 

 

Os “Mambas” voltam a jogar amanhã, terça-feira, com a Namíbia para o quinto e sexto lugares na classificação geral. Os namibianos, curiosamente adversários do combinado nacional na primeira eliminatória do CAN-Interno, também perderam desta feita com a África do Sul, por 2-1, no sábado. 

 

 

Portanto, a presença dos “Mambas” no Torneio da Cosafa é uma oportunidade ímpar para a rodagem do conjunto, depois do jogo amigável com Malawi, no dia 6 do mês em curso, o qual venceram por 1-0. O combinado nacional recebe a Namíbia, no dia 27, e joga em Windhoek a 3 de Agosto.

Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:43
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