Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quarta-feira, 29 DE Maio 2013

A PRIMEIRA volta do Moçambola não tem sido nada pacífica dentro do rectângulo de jogos. Os adeptos andam assanhados e com os nervos à flor da pele. As actuações das equipas de arbitragem têm sido o pólo de discordância entre a massa adepta.

 

Devido ao mau comportamento dos seus apoiantes, o HCB é o mais visado pelo Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol (LMF). A turma do Songo, para além de ter que pagar multa de 20 mil meticais, vai cumprir, segundo deliberação da LMF, um castigo de dois jogos à porta fechada.

 

 

Mais uma vez, o organismo que gere o Moçambola demonstra mão pesada para casos de comportamento incorrecto dos adeptos. No caso particular os apoiantes da colectividade em referência exibiram o seu lado violento na partida frente ao Chingale referente à nona jornada, arremessando para o interior do relvado pedras contra a equipa de arbitragem. Esses ataques resultaram no ferimento de um dos auxiliares. 

 

 

A equipa do Songo não contará com o apoio da sua massa associativa nos próximos dois desafios em casa frente ao Estrela Vermelha da Beira e Desportivo de Nacala.Esta situação pode abalar o HCB, numa altura em que atravessa um excelente momento de forma e lidera o Moçambola, a par do Maxaquene, com 18 pontos.

 

 

CHINGALE CORRE  OS MESMOS RISCOS 

O Chingale pode ser penalizado na mesma dose ou ainda como uma mais pesada pelo comportamento incorrecto dos seus adeptos que, para além de terem agido mal no recinto desportivo, transferiram a sua ira para fora dele, tendo partido vidros dos carros que se encontravam estacionados nas imediações do Campo do Desportivo de Tete. Esta confusão surgiu em protesto contra a equipa de arbitragem, muito contestada pelos tetenses na partida diante do Chibuto no último domingo.

 

 

Refira-se que, ainda esta época, o Ferroviário de Nampula fez os três primeiros jogos em casa à porta fechada em virtude do comportamento violento dos seus adeptos no jogo contra o Têxtil do Púnguè referente à época 2012.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:48
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DECORRIA a segunda parte e o Ferroviário de Maputo perdia por 2-0 com o seu homónimo da Beira. Nas bancadas os ânimos estavam exaltados. Os adeptos não estavam a gostar do que estavam a ver. De súbito, um grupo desses apoiantes “salta” das bancadas do Estádio da Machava e avança em direcção à tribuna para protestar junto dos membros da Direcção que se encontravam naquela zona “Vip”, antes de provocar alvoroço na zona reservada à imprensa, onde esmurraram os vidros das cabines, prejudicando veementemente o trabalho dos homens da escrita, rádio e televisão que estavam a prestar a devida cobertura do encontro.

 

LMF aguarda relatório do delegado

 
O FERROVIÁRIO de Maputo poderá ser penalizado pelo Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol devido ao comportamento incorrecto dos seus adeptos, que invadiram a zona da tribuna na partida diante do seu homónimo da Beira no último domingo.

De acordo com Marcelino Tovela, secretário executivo da LMF, tudo vai depender do relatório do delegado do jogo. “O delegado ainda não reportou os factos de violência ocorridos no jogo entre os Ferroviários de Maputo e da Beira. Vamos aguardar”.

 

 

Marcelino não descarta a hipótese do Ferroviário ser penalizado caso o relatório do delegado comprove que realmente há razão para se aplicar o castigo, que até pode passar por jogar à porta fechada, medida aplicada recentemente ao HCB.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:45
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MUSSÁ Osman é o novo técnico-adjunto de Victor Pontes no Clube de Chibuto. O técnico, que ano passado treinou o Ferroviário da Beira e Chingale, assinou contrato de um ano e já trabalha desde segunda-feira última naquele clube do Moçambola.

 

Segundo o presidente do Chibuto, Simão Cossa, a contratação de Mussá Osman tem em vista cobrir a lacuna que existia, sendo que a equipa técnica era composta pelo treinador principal, Victor Pontes, e o preparador físico, o português Gil Couto, que se confundia como técnico-adjunto.

 

 

Gil Couto regressou recentemente a Portugal para prosseguir com a sua formação. No seu lugar fica Nunes Cachela, antigo atleta do Chibuto, que vinha sendo projectado há alguns anos para cá.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:33
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O COSTA do Sol defronta esta tarde a Liga Muçulmana, em jogo em atraso da nona jornada do Campeonato Nacional de Futebol, o Moçambola-2013. É um jogo de extrema importância para as duas equipas, que procuram a todo o custo, aproximar-se dos lugares cimeiros.

 

A Liga Muçulmana soma 16 pontos, em quarto lugar, mais quatro que o Costa do Sol, que está na incómoda oitava posição. Ou seja, uma vitória dos “muçulmanos” colocaria a equipa de Litos na liderança, com 19 pontos, mais um que a dupla Maxaquene-HCB e afundaria os “canarinhos”, que vêm de uma derrota por 2-1 na cidade de Nampula diante do Ferroviário local.

 

 

Por outro lado, caso o Costa do Sol vença assalta o quinto lugar, em parceria com o Ferroviário da Beira, pois passaria a somar 15 pontos, os mesmos dos “locomotivas” de Chiveve.

 

 

O jogo tem lugar a partir das 15.00 horas no Campo do Costa do Sol, e pode servir igualmente de ensaio para os “muçulmanos”, que domingo têm uma missão espinhosa de virar a desvantagem de 0-4 consentida há duas semanas em Lubumbashi, terreno do TP Mazembe, em jogo da primeira “mão” do “play-off” de acesso à fase de grupos da Taça CAF.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:19
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A PRESTAÇÃO moçambicana no “Open Standard Bank” de ténis ficou reduzida a pares mistos, onde Isac Jorge partilhou 34 mil meticais com a zimbabweana Fadzai Mawisire, com a qual fez dupla, tendo vencido a final diante do par curiosamente constituído pelos nacionais António Sábado e Laura Nhavene. Como finalistas vencidos, António Sábado e Laura Nhavene dividiram 22 mil Meticais.

 

O desempenho dos tenistas nacionais nas principais categorias, nomeadamente singulares homens e senhoras, foi pouco significativo. Nenhum logrou chegar à final, razão pela qual pouco desfrutaram dos 646 mil meticais de premiação disponibilizados pela empresa Standard Bank, patrocinadora oficial do evento. A maior parte do bolo ficou com os tenistas estrangeiros.

 

 

A presença moçambicana em singulares homens não passou das meias-finais, onde Feliciano dos Santos, curiosamente cabeça de série, e Isac Jorge, segundo mais cotado no “ranking” da prova, foram eliminados pelo sul-africano Lance Cohen e tswana Phenyo Matong, respectivamente pelos parciais de 6/4 e7/6 (7/4); e 4/6, 6/0 e 6/2.

 

 

Pior desempenho foi em singulares senhoras, onde as melhores tenistas nacionais não foram além dos quartos-de-final, com a “veterana” Laura Nhavene a não conseguir se impor sobre as forasteiras e nem sequer defender o título conquistado no ano passado. Laura Nhavene foi eliminada pela sul-africana Lenice Van Eyk pelo duplo 6/2. Ficaram também nos “quartos” Cláudia Sumaia, Cecília Massunga e Ilga João.

 

 

FORASTEIROS LEVAM MAIOR BOLO MONETÁRIO



Como nos referimos, os tenistas estrangeiros amealharam maior parte dos 646 mil meticais disponíveis para os melhores do “Open”. O tswana Phenyo Matong foi o vencedor de singulares homens, arrecadando o prémio máximo (135 mil meticais). Matong, curiosamente vencedor do “Matola Open”, em Fevereiro último, evento inserido nas festividades daquela urbe e que juntou os melhores tenistas da região austral, superou na final de “homens” o sul-africano Lance Cohen pelos parciais de 6/1, 2/6 e 6/3. Como finalista vencido, Cohen ficou com 60 mil meticais.

 

 

A vencedora de singulares senhoras foi a zimbabwena Fadzai Mawisire, que despachou a sul-africana residente em Maputo Ohmar Fernandes pelo duplo 6/0. Mawisire obteve 50 mil meticais, enquanto Fernandes ganhou metade do valor.

 

 

Outra categoria com direito a prémio é de pares homens, na qual os moçambicanos ficaram honrados com a presença de Feliciano dos Santos na final, ao lado do tswana Phenyo Matong. Infelizmente, a dupla foi eliminada pelo par Shingirai Muzondiwa/Keneilwe Puthengo, do Botswana, pelos parciais de 6/2 e 6/4. A dupla tswana arrecadou 34 mil meticais, contra 22 mil do finalista vencido.

 

 

Salientar que a prova de pares senhoras, também com direito a prémio, não reuniu número suficiente de concorrentes (oito pares).
Fonte:Jornal Noticiaas
publicado por Vaxko Zakarias às 11:10
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