Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 05 DE Abril 2013

TUDO ou nada! É desta forma que a Liga Muçulmana encarará o desafio desta tarde (15.00 horas) frente ao Lobi Stars da Nigéria inserido na segunda “mão” da primeira eliminatória da Taça CAF.

 

Depois de ter perdido, por 3-1, na primeira “mão”, na Nigéria, há pouco mais de duas semanas, a Liga Muçulmana tem a hercúlea missão de anular esta desvantagem. Para tal, terá de vencer, no mínimo, por 2-0. A avaliar pelos constrangimentos que a equipa moçambicana passou em solo nigeriano antes e durante o jogo: longo percurso de autocarro, condições deploráveis de alojamento e arbitragem tendenciosa, aspectos que concorreram para a derrota, o grupo acredita ter condições para eliminar o Lobi Stars, já sem as jogadas extra-futebol.

 

 

Para este jogo, Litos poderá contar com todo o “arsenal” depois da recuperação, esta semana, de Reginaldo que estava em dúvida. Precisando de jogar ao ataque e marcar golos, o técnico português ganha mais uma poderosa “arma” para atacar a baliza de Lobi Stars.

 

 

Aliás, a finalização foi ensaiada ao longo da semana com alguma insistência, bem como a marcação de penaltes visto não estar descartada esta hipótese. É que se a partida terminar com uma vitória da Liga, por 3-1, a mesma conseguida pela turma nigeriana, a eliminatória terá de ser decidida na lotaria das grandes penalidades.

 

 

Para atacar a vitória, Litos deverá apostar numa equipa mais ofensiva do que aquela que defrontou e goleou o Têxtil do Púnguè, por 4-0. Com Reginaldo recuperado este deve ocupar o lugar de Liberty. De referir que esta partida será dirigida por um quarteto de arbitragem proveniente das Maurícias.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:14
 O que é? |  O que é? | favorito
tags:

AINDA só estão jogadas duas jornadas, mas o Costa do Sol já vem se assumindo como candidato à grande decepção. À semelhança do que vem acontecendo há seis anos, ou seja desde que festejou o seu último título nacional em 2007, a turma “canarinha” voltou a ter um falso arranque no Moçambola.

 

Duas derrotas em igual número de jogos relegaram os comandados de Diamantino Miranda para o último lugar.Se é certo que ainda é prematuro afirmar-se que os “canarinhos” estão arredados da luta pelo “canecão” também não é menos verdade que o desastroso início pode ter repercussões a nível da “saúde” do balneário, pois as derrotas sempre abalam o grupo (até em jogos à feijões).

 

O mais estranho é que as aparições brilhantes na Taça de Honra por força de um futebol alegre e objectivo fizeram ecoar várias vozes que acreditavam num início auspicioso. Não é o que se tem visto! O “canário” parece ter perdido as “asas” neste início de Moçambola. Viu-se na viagem ao Estádio Nacional Zimpeto, onde perdeu com o Maxaquene (1-0) e na última quarta-feira na deslocação ao Songo, tendo sucumbido diante da HCB (1-0).

 

 

Será que o gigante que teima em não acordar despertará na terceira jornada quando receber o Chingale? Esta é uma questão que os próprios jogadores se encarregarão de responder quando a bola começar a rolar às 15.30 horas do próximo domingo. 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:00
 O que é? |  O que é? | favorito

A FORMAÇÃO da HCB não teve calma e genuidade possível para golear o Costa do Sol na partida realizada na última quarta-feira no Estádio 27 de Novembro, na vila do Songo, onde os “canários” apenas voaram os primeiros 10 minutos.

 

A equipa treinada por Diamantino Miranda esteve praticamente irreconhecível e a cometer erros fatais, um atrás do outro, e escapou à goleada certa, porque a HCB ainda não encontrou artilheiros sérios e fortes.

 

 

O jogo começou com o Costa do Sol embalado ao ataque diante de uma HCB apreensiva e descontrolada. Tudo indicava que o Costa do Sol com a bola bem rentinha ao relvado do Estádio 27 de Novembro queria virar a página da temporada passada onde naquele mesmo campo perdera.Aos 10 minutos, surge o primeiro e único remate do Costa do Sol com Chico a opor-se com categoria.

 

 

A partir do primeiro quarto de hora, o Costa do Sol deixou de existir e foi a vez de a HCB ressuscitar tendo assumido o comando do jogo. Aos 22 minutos Nicholas atirou à trave na marcação de um livre directo. Estava dado o aviso.A primeira parte terminou a zero devido aos falhanços dos avançados da turma da barragem.

 

Veio a segunda parte com o “canarinho” sem asas para voar e cada vez mais em baixo de forma em termos do seu rendimento e a HCB a jogar mais na área adversária. Aos 87 minutos os anfitriões chegam ao golo por intermédio de Antoninho na marcação de um penalte a castigar falta sobre Jacob.

 

O Costa do Sol correu atrás do prejuízo e já no período de compensação poderia ter chegado ao empate, valeu a atenção de Chico que reagiu com categoria a uma “bomba” de David, sendo que na recarga Rivaldo atirou por cima do travessão. 

 

 

Minuto depois, novamente o Costa do Sol perde uma soberba oportunidade de igualar a partida numa desatenção dos defesas da HCB.

O árbitro, Celestino Gimo, esteve bem, embora houvesse alguns erros de visão que em nada contribuíram para o resultado do jogo.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Celestino Gimo, auxiliado por Bento Chengeranão e Manuel Nelson. Quarto árbitro: César Colar.

 

HCB: Chico; Gervásio, Antoninho, Mucuapel, Narciso, Zuma (Ussama), Fabrice, Dangalira, Luís, Jacob e Nicholas (Babo).

 

COSTA DO SOL: Gervásio; Sonito, Gildo, Zé, Dito, Dário Khan, Manuelito II, Manuelito I, Nelson (Rivaldo), Ruben e Tony (David).

 

DISCIPLINA: Amarelo para Antoninho e Jacob, ambos da HCB e para Zé Inácio do Costa do Sol GOLO: Antoninho (87 minutos)

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:47
 O que é? |  O que é? | favorito

POR força do castigo que está a cumprir, o Ferroviário de Nampula teve de jogar sem o seu público e, como resultado, o espectáculo que habitualmente é gerado por esta modalidade rainha esteve longe do campo 25 de Junho a ponto de se comparar com uma refeição sem sal.

 

Entrando de rompante e aproveitando um deslize do adversário aos 57 segundos, Vivaldo fez o único golo que valeu a vitória aos donos da casa. Depois do golo, sem o público a puxar pelas equipas, a emoção esteve longe do campo e o pobre futebol quase deu para adormecer aos jornalistas, dirigentes das duas equipas e alguns que conseguiram “furar” o esquema montado para que de facto o jogo fosse à porta fechada.

 

 

Se na primeira parte jogou-se muito no meio terreno das duas equipas, com a bola a gizar muito pouco as duas balizas, já na segunda metade foi o Estrela Vermelha quem se aventurou mais ao ataque e povoou o meio-campo contrário sem, contudo, atingir o golo de empate ou porque os seus avançados eram perdulários ou ainda porque a defensiva dos “locomotivas” estava sempre atenta para destruir as investidas contrárias.

 

 

Resultado que se aceita não obstante a produção dos visitantes na segunda parte, o empate seria mais justo numa partida que teve uma arbitragem muito fraca de Estêvão Matsinhe. Deixou de apitar muitas faltas e de mostrar alguns cartões amarelos…

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Estêvão Matsinhe, auxiliado por Mário Albino e Abene Jussa, tendo como quarto árbitro Inácio Sitoe

 

FERROVIÁRIO DE NAMPULA: Alio; Vovote, Calanga, Ernest e Dondo; Hipo, Jerry, Belito (Vadio) e Tchitcho; Massava (Nando) e Vivaldo

 

ESTRELA VERMELHA: Donuda; Baboo, Age, Samito e Miterlana; Óscar, Hilário, Carlos (Paiva) e Maurício (Betinho); Dário e Juvêncio

 

Golo de Vivaldo aos 57 segundos

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:25
 O que é? |  O que é? | favorito

AS mulheres que praticam o boxe no país queixam-se de preconceitos de várias ordem que enfrentam quer na sociedade, assim como no seio da família. Esta razão é, segundo as entrevistadas pelo “Notícias”, o motivo de existirem poucas raparigas na “nobre arte”.

 

Rosa Manuel é pugilista natural de Nampula, já há alguns anos, já representou o país nos campeonatos zonais e africanos, mas conta que não é fácil no nosso país uma mulher ser pugilista. Fora os problemas preconceituais, fala da falta de competitividade, pois são poucas as meninas que aderem a esta arte.

 

 

Em Nampula neste momento sou a única mulher que pratica boxe. Repare que sou obrigada a me treinar com homens, pois as mulheres não querem saber da modalidade. Já tive algumas colegas, mas de repente desistiram, é complicado”, queixa-se.

 

 

Para Rosa, só com maior quadro competitivo é que o boxe feminino pode florir em Moçambique, mas, para tal, reconheceu que é preciso que se mudem as mentalidades.

 

 

Eu já representei o país nas competições internacionais. Recentemente estive nos Jogos Africanos de Maputo, mas não competi por falta de adversárias, o que é mais uma prova que não só em Moçambique, mas no continente há poucos países que apostam no boxe feminino”, lamentou.

 

 

Rosa Manuel esteve recentemente no Campeonato Nacional de Boxe, foi eliminada nas meias-finais, num combate polémico, no qual o árbitro não ficou isento de culpas.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:22
 O que é? |  O que é? | favorito

Outra pugilista que alinha no mesmo diapasão é Jéssica Neves, que diz ter ingressado no boxe por influência de uma amiga, que por sinal é também pugilista. “O meu sonho era fazer capoeira (uma das variantes das artes marciais), mas quis o destino que parasse no boxe”, vincou, sublinhando que o “mister” Sinóia foi determinante para que a “nobre arte” lhe entrasse no “sangue”.

 

 

Lamenta o olhar estereotipado que ela e as suas colegas têm enfrentado no dia-a-dia.Conta que, para o seu caso, o problema começa logo em casa, pois a mãe nunca concordou que ela praticasse boxe, pois conota a modalidade com violência.

 

 

As pessoas pensam que o boxe é só para homens, mas eu não concordo com essa lógica. Esta modalidade pode ser praticada também por mulheres. Na escola, na rua e inclusive na família sou vista com algum preconceito, todos não concordam com a arte que sigo”, continuou.

 

 

A minha mãe já me aconselhou a deixar o boxe, mas eu insisto em continuar a seguir o meu sonho. É claro que não é fácil enfrentá-la, pois, às vezes, chego tarde à casa e ela zanga-se comigo”, narra.

 

 

Jéssica é pugilista da Academia Lucas Sinóia e treina diariamente das 18.00 às 20.30 horas. Lamenta, por outro lado, o facto de no país não se olhar para o boxe com a devida atenção, daí que a modalidade anda desorganizada, deparando-se até com problemas básicos, casos de falta de equipamentos.

 

 

Para o futuro não promete grandes feitos, como chegar aos Jogos Olímpicos, mas muito trabalho.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:19
 O que é? |  O que é? | favorito

Melba Zunguza é uma recém-ingressada ao boxe, também é aluna da Academia Lucas Sinóia, fala do preconceito para com as mulheres no boxe, mas queixa-se, sobretudo, da fraca adesão de raparigas à modalidade.

 

 

Espero que as coisas mudem e as mulheres adiram em massa ao boxe. Os preconceitos fazem parte da vida, por isso não vale a pena nos preocuparmos com eles”, sublinhou, para depois acrescentar que se deve ver o boxe como uma modalidade igual a qualquer outra, que as mulheres a praticam em pé de igualdade com os homens.

 

Melba diz ter aderido ao boxe por mero acaso. Um dia acompanhou uma amiga aos treinos e gostou de ver como é que se trabalhava e decidiu se inscrever.Melba Zunguza está na divisão dos 69 quilos e espera ter um futuro risonho no boxe.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:17
 O que é? |  O que é? | favorito

Maria Manuela é tetra-campeã nacional na divisão dos 57 quilos e pugilista internacional já há alguns anos. A atleta é de opinião que não se presta muita atenção ao boxe feminino no país, facto que, segundo ela, se deve ao pouco incentivo que as associações provinciais dão a este género para se interessar pela modalidade.

 

 

É claro que acredito que as coisas podem mudar. Já se deu conta do boxe feminino em Moçambique, mas agora não. A minha academia é a única que movimenta o boxe feminino no país. As associações andam desorganizadas. Muitas vezes não trazem as meninas para os “Nacionais” ou a outras provas importantes”, analisou.

 

 

Maria advoga que se devia apostar muito nas provas de cariz nacional e internacional, envolvendo mulheres, só assim é que o boxe feminino podia singrar.

 

 

A nossa entrevistada não está preocupada com o preconceito, até porque afirma que em todas as modalidades a mulher é mal vista ou discriminada.

 

 

Digo isso porque já joguei futebol e o preconceito havia, embora reconheça que no boxe as coisas são piores. Antes de mim havia muitas pugilistas, mas infelizmente desistiram, mas penso que este não é o melhor caminho, pois temos de andar atrás dos nossos sonhos”, desabafou.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:31
 O que é? |  O que é? | favorito
Abril 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
13
14
20
21
27
28
subscrever feeds
tags

todas as tags

mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
últ. comentários
Joga se hoje em Lichinga ataça de Moçambiqui as fo...
Eu acho que já é o momento para a Federação Moçamb...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
MANOSTAXXMapa Europeu dos Salarios por Paíshttps:/...
Para auxiliar no treino nada melhor do que receita...
Entao e em 2016 nao havera????
Gostaria de salientar que a tentativa de mínimo nã...
blogs SAPO