Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Quinta-feira, 04 DE Abril 2013

A CAMPEÃ mundial de boxe feminino na categoria de pesos-pluma (leves), a norte-americana de origem brasileira Melissa McMorrow, inteira-se do boxe no país, com vista a apurar que tipo de apoio pode dar à modalidade no solo pátrio.

 

Melissa está no boxe profissional há mais de cinco anos e escala pela primeira vez o nosso país para trocar experiências com os fazedores da “nobre arte”.

 

 

Além de apoiar, seja tecnicamente ou materialmente o boxe nacional, Melissa McMorrow vincou que está em Moçambique para incentivar mais raparigas a praticarem o boxe e tirando os preconceitos, pois é uma modalidade que também pode ser movimentada por mulheres.

 

 

Melissa afirmou ser desconhecedora do boxe nacional, daí que vincou que era precoce saber como e de que forma pode apoiar a modalidade. 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:02
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A SELECÇÃO Nacional de Basquetebol defronta na estreia do Afrobasket, a decorrer em Abidjan, Costa do Marfim, de 20 a 31 de Agosto, a República Centro Africana (RCA), em jogo do Grupo C.
Quis o sorteio que o combinado moçambicano tivesse ainda pela frente as selecções de Angola e Cabo Verde, numa série em que se vai falar muito Português.

 

 

A República Centro Africana é o primeiro alvo a abater. Aliás, começar a ganhar é já meio caminho andado para Moçambique carimbar o passaporte para os quartos-de-final da competição. 

 

 

Milagre Macome (Mila), seleccionador da equipa moçambicana, já fez uma avaliação dos adversários, tendo sublinhado para já o elevado valor dos três concorrentes.

 

 

Pela primeira vez na história da fina-flor do básquete africano três equipas falantes da língua portuguesa estarão no mesmo grupo. Apuram-se para os quartos-de-final da competição as duas primeiras classificadas de cada grupo.A Tunísia, campeã africana, ficou enquadrada no Grupo B na companhia do Ruanda, Burkina Faso e o rival Marrocos.

 

 

O Grupo A é o considerado o de “morte’, na medida em que envolve quatro selecções de elevado potencial, a saber: Costa do Marfim, Egipto, Senegal e Argélia.Por último o Grupo D é constituído pela Nigéria, Camarões, Congo e Mali.

 

 

GRUPOS DO AFROBASKET



Grupo A: Camarões, Egipto, Senegal e Argélia

Grupo B: Tunísia, Ruanda, Burkina Faso e Marrocos

Grupo C: Angola, Rep. Centro Africana, MOÇAMBIQUE e Cabo Verde

Grupo D: Nigéria, Camarões, Congo e Mali

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:51
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É ISSO mesmo. Poucos imaginavam que um embate entre duas equipas que saíram vitoriosas na primeira ronda fosse tão pobre em termos de emotividade e até técnicos, como foi o Ferroviário-Vilankulo no Estádio da Machava, na tarde de ontem.

 

Os homens que viajaram de Inhambane chegaram ao vale de Infulene com a lição bem estudada no (rigor táctico), daí que não quiseram arriscar. Entregaram a iniciativa do jogo aos “locomotivas”, para sempre que houve brechas saírem em contra-ataque.

 

 

As duas equipas trataram mal o esférico. O Ferroviário, obrigado a vencer, procurou a ferro e fogo um golo, mas tinha um Vilankulo muito fechado, sobretudo no seu último reduto. Como solução a este obstáculo, os comandados do português Victor Urbano optaram por tiros à longa distância, como fê-lo Innocent para uma defesa de recurso do guardião Martinho.

 

O Vilankulo afastou a pressão e respondeu com um pontapé de Cumbula, que saiu por cima. Sem muitas ocasiões de golo, as duas equipas recolheram aos balneários.

 

 

No segundo tempo os “locomotivas” entraram aguerridos, com Diogo a desferir dois portentosos remates. O primeiro embateu num contrário e desviou-se para canto e o segundo saiu por cima. O Ferroviário ia carregando, mas enfrentava a forte oposição de Martinho, que em muitas ocasiões negou o golo à equipa da casa, como foi naquele remate de Burramo.

 

 

A estas alturas o jogo corria num único sentido, pois o Ferroviário havia “alugado” o meio-campo contrário e o Vilankulo defendia à zona. Diogo e David tentaram a sorte de longe. O primeiro rematou por cima e o segundo ficou à mercê de Martinho, que de resto foi a figura do encontro.

O resultado teimava em não alterar-se pois os contendores pouco fizeram para saírem com um saldo melhor, numa partida bem arbitrada pelo quarteto chefiado por Aníbal Armando.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Aníbal Armando, auxiliado por Ivo Muiambo e Joaquim Meirinho. O quarto árbitro foi José Mula

 

FERROVÁRIO DE MAPUTO: Pinto; Zabula, Chico, Butana (Barrigana), Carlos, Burramo (Eurico), Innocent, David, Wisky (Calton), Diogo e Luís

 

VILANKULO: Martinho; Abdul, Matlombe (Francisco), Norberto, Félio, Madeira, Cumbula (Sérgio), Michael, Tenday (Luís II), Ali e Abílio

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:47
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Maxaquene-Chingale (1-2)

Fer.Maputo-Vilankulo FC (0-0)

Fer. Nampula-Estrela.V. Beira (1-0)

Têxtil do Púnguè-Desp.Nacala (0-0)

HCB-Costa do Sol  (1-0)

Chibuto FC-Matchedje (2-1)

 

CLASSIFICAÇÃO



                                         J             V             E              D              G           P

HCB                                       2          2          0          0          2-0       6

Chibuto FC                              2          1          1          0          3-2       4

Ferroviário de Maputo               2          1          1          0          1-0       4

Vilankulo FC                            2          1          1          0          1-0       4

Liga Muçulmana                       1          1          0          0          4-0       3

Maxaquene                             2          1          0          1          2-2       3

Chingale                                  2          1          0          1          1-1       3

Ferroviário de Nampula               2          1          0          1          1-1       3

Desportivo de Nacala                  2          0          2          0          1-1       2

Ferroviário da Beira                     1          0          1          0          2-2       1

Estrela Vermelha da Beira             2          0          1          1          2-3       1

Têxtil do Púnguè                         2          0          1          1          0-4       1

Matchedje                                   2          0          0          2          1-3       0

Costa do Sol                                2          0          0          2          0-2       0

 

 

PRÓXIMA JORNADA (3ª)


HCB-Chibuto FC

Matchedje-Têxtil do Púnguè

Desportivo de Nacala-Fer.Beira

Liga Muçulmana-Fer.Nampula

Estrela.V.Beira-Fer.Maputo

Vilankulo FC-Maxaquene

Costa do Sol-Chingale

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:45
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COMO se não bastasse o mau tempo que se fazia sentir no Estádio Nacional do Zimpeto, o Chingale encarregou-se de o “gelar”, ao vencer o Maxaquene por 2-1, num jogo em que os campeões nacionais estiveram muito aquém das expectativas.

 

Os primeiros 45 minutos foram mal jogados de parte a parte. Muitos passes falhados. Foi raro ver uma equipa a trocar a bola durante 10 segundos. O Maxaquene, que tinha a tarefa de assumir as rédeas do jogo, não chegou a ter arte e engenho para impor o ritmo, muito pelo contrário esteve desastrado em quase todas as acções ofensivas. Foi de bola parada que procurou esconder a incapacidade de acercar-se à área de Joaquim com perigo. Payó, aos oitos minutos, mandou um autêntico “míssil” na marcação de um livre. A bola vinha tão “quente” que Joaquim não conseguiu segurá-la. Faltou um “tricolor” para fazer a recarga.

 

 

 Os treinados de Arnaldo Salvado esperavam, sobretudo, por um erro da defesa tetense. Aos 17 minutos Joaquim ainda deu uma ajuda ao cometer uma infantilidade. Pontapeou a bola para além da linha da grande área, o que originou um livre indirecto à entrada da zona de rigor. Betinho, chamado a marcar, atirou contra a barreira.

 

 

Foi preciso esperar até aos 38 minutos para ver o Maxaquene arquitectar uma jogada com princípio, meio e fim, pena que tenha sido mal concluída por Kito.

 

 

Com uma entrada mais arrojada, na segunda parte, os “tricolores” dispuseram, aos 50 minutos, de uma jogada digna de registo que poderia ter dado em golo caso Chikuepo tivesse cabeceado com mais confiança. E quando ninguém esperava, até porque o Chingale não tinha nem sequer incomodado a baliza de Acácio (mero espectador em toda a primeira parte), surge o golo dos tetenses, apontado por Parkim aos 58 minutos, que aproveitou uma defesa incompleta de Acácio após livre de Silvério.

 

 

Tendo que correr atrás do prejuízo, o Maxaquene respondeu sete minutos depois com um remate fulminante de Eboh, que aos 67 e 69 minutos dispôs de duas situações mais claras de golo, mas viu a bola, primeiro, passar a poucos centímetros do poste e, segundo, ser defendida pelo poste. A um quarto de hora do final o mesmo jogador volta a causar perigo com um cabeceamento por cima. Como quem não marca sofre, Hagi, acabado de entrar, fez o segundo golo para o Chingale, aos 78 minutos, numa jogada aparentemente inofensiva.

 

 

Acácio ficou muito mal na fotografia. Este golo veio encerrar as dúvidas quanto ao vencedor, embora o Maxaquene tenha reduzido para 1-2 já para além dos noventa minutos, com um golo de Maurício.O árbitro da partida realizou um bom trabalho.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Sérgio Lopes, auxiliado por Francisco Machel e Domingos Machava. Quarto árbitro: Célio Mugabe.

 

MAXAQUENE: Acácio; Campira, Gabito, Moses e Calima (Filipe); Payó, Macamito, Kito e Chikuepo (Maurício); Eboh e Betinho (Vling).

 

CHINGALE: Joaquim; Elísio, Stélio, Louis e Tony; Silvério, Nelsinho, Zé e Luís (Hagi); Parkim (Gerald) e Charles (Clarêncio).

 

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Joaquim (Chingale) e Chikuepo (Maxaquene).

 

GOLOS: Parkim (58 min) e Hagi (78 min) para o Chingale e Maurício (91 min), para os tricolores

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:36
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FOI, sinceramente, uma partida que não parecia ser de divisão maior do futebol de um país que luta para chegar ao Campeonato do Mundo. Até chegou a confundir-se com um jogo inter-bairro, ou seja, o bairro da Manga, donde provém o Têxtil e o de Nacala, representado pelo Desportivo. Assim, durante os 90 minutos nada houve de vistoso em termos de jogo jogado, o que foi salvo apenas pela boa actuação da equipa de arbitragem. Foi, de facto, triste, confessamos de pés juntos.

 

Saíram os donos da casa e tudo parecia que iriam dar um banho de futebol ao seu adversário. Mas debalde, pois tudo não passou de ilusão, porquanto os “fabris’’ complicaram-se tanto na interpretação do seu esquema táctico a ponto de permitirem que os visitantes equilibrassem os acontecimentos em campo, o que se viu até ao intervalo, sem grandes jogadas de golo, embora de forma esporádica isso acontecesse.

 

Depois do intervalo, eis que as duas equipas operam ao longo da partida algumas substituições como forma de não só refrescar os respectivos “xadrezes’’ mas, e sobretudo isso, para imprimir maior velocidade e quiçá lograr alcançar os seus intentos de saírem vitoriosas. Também isso em nada resultou dada a grande insipiência com que os dois conjuntos abordavam as suas linhas tácticas, embora nesse período algo melhor do que o feito na etapa inicial ocorresse para as duas balizas, com sinal mais para os donos da casa, que até poderiam ter chegado a marcar por duas ou três ocasiões, mas faltou-lhes objectividade.

 

 

Mesmo com os cinco minutos de compensação dados pela equipa de arbitragem, as duas equipas não lograram nada de positivo, facto agravado pelo “cai-cai” que os visitantes optaram como forma de “queimarem’’ tempo e chegaram à igualdade, o que efectivamente acabou acontecendo.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITROS: António Hamilton, auxiliado por Júlio Muianga e Luís Fernandes. Gimo Patrício foi o quarto

 

TÊXTIL: Jaime, Mercy, Jude, Bebinho (Taibo), Bernard (Michael), Obel, Gabito, Benício, Avelino, Mendes (Stiven) e Mano

 

D. DE NACALA: Victor; Roger, Tawinha, Bily, Osvaldo, Daudo, Delcio, Gito (Essien), Egídio (Jonas), Mambo (Joa) e Leonel.

 

DISCIPLINA: “Amarelos” para Jude e Gabito (Têxtil); Daudo e Gito (Nacala)

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:31
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AS equipas de Tete estão em festa! O Chingale, depois de ter perdido em casa com o Ferroviário de Maputo na primeira jornada por 1-0, veio a Maputo bater o actual campeão nacional, o Maxaquene, em pleno Estádio Nacional do Zimpeto, por 2-1, enquanto a HCB afundava cada vez mais o Costa do Sol, derrotando-o por 1-0, nas que foram as surpresas da segunda jornada do Moçambola-2013. A HCB, com este desfecho, assumiu a liderança da prova com seis pontos.

 
O Chibuto recebeu e bateu o Matchedje por 2-1, o Ferroviário de Nampula, por sua vez, derrotou o Estrela Vermelha da Beira por 1-0.
O Têxtil do Púnguè empatou com o Desportivo de Nacala sem abertura de contagem. O encontro Ferroviário da Beira-Liga Muçulmana ficou adiado em virtude de os “muçulmanos” jogarem amanhã para as Afrotaças. A próxima jornada contempla os embates HCB-Chibuto FC, Matchedje-Têxtil do Púnguè, Desportivo de Nacala-Fer.Beira, Liga Muçulmana-Fer. Nampula, EstrelaVerm. da Beira-Fer.Maputo, Vilankulo FC-Maxaquene e Costa do Sol-Chingale. 
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:25
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