Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 02 DE Abril 2013

O MOÇAMBOLA-2013 arrancou oficialmente na tarde de sábado, no Estádio Nacional do Zimpeto, local onde jogaram os colossos Maxaquene e Costa do Sol. No seu discurso de abertura da prova, o presidente da Liga Moçambicana de Futebol, Alberto Simango Jr. pediu aos clubes um campeonato de qualidade.

 

De acordo com Simango, o Moçambola já é uma marca no país e, para que se consolide, é preciso que tenha mais qualidade, pois é a nossa primeira liga.

 

 

Esperamos ter uma competição de qualidade, por isso apelamos aos jogadores, dirigentes e outros intervenientes para que dêem o seu máximo em prol da prova”, sublinhou.

 

 

Simango apelou, por outro lado, maior profissionalismo aos árbitros, exortando para que desempenhem as suas tarefas com isenção e imparcialidade, pois são actores-chave do Moçambola.

 

 

O presidente da LMF disse ainda que aos 11 anos da criação do organismo que dirige, espera que o Moçambola se solidifique, que seja um campeonato bem disputado e que ganhe o melhor.

 

Este ano completamos o nosso 11.º aniversário, portanto, já é tempo suficiente para termos uma LMF mais consolidada e um campeonato competitivo”, vincou Simango sem deixar de louvar o trabalho do Governo, equipas e dos patrocinadores do Moçambola que continuam a confiar no seu elenco.

 

A LMF foi criada em Janeiro de 2002 na cidade nortenha de Nampula, com o principal objectivo de organizar campeonatos nacionais de futebol sénior, que até então vinham sendo promovidos pela Federação Moçambicana de Futebol.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 13:09
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TARDE agradável para a prática de futebol, com a equipa do Desportivo de Nacala bem apoiada por centenas de adeptos que vieram daquela cidade, ou por outra, o Estádio 25 de Junho, na cidade de Nampula, registou a maior enchente de sempre, o que demonstra bem a aposta dos adeptos desta equipa em fazer com que igualmente o Desportivo esteja na firme disposição de fazer história na sua estreia no Mocambola-2013. A ver vamos!

 

O jogo, de maneira geral, não foi bem disputado, embora se revestisse de grande importância para ambos os intervenientes, tendo em conta que a qualidade de futebol praticado foi de forma notória fraca, principalmente no primeiro tempo. Na verdade houve futebol directo e muita entrega física, mas sem grandes primores técnicos.

 

 

Porém, a primeira parte teve um ascendente ligeiro do Desportivo de Nacala, que entrou um pouco mais decidido no jogo em relação ao seu oponente, tendo aos quatro minutos Gito criado a primeira situação de perigo junto à baliza de Dionísio, que mesmo estando frente a frente com o guarda-redes não conseguiu marcar golo. Aos oito minutos, depois de uma bela jogada de Daudo, este não consegue conduzir com êxito a boa à baliza de Chibuto. 

 

Perante todo ou esse ligeiro ascendente dos visitados, o Chibuto foi também conseguindo ripostar as várias investidas contrárias, que mesmo abordando o jogo de forma atabalhoada e sem visão, criou algumas oportunidades de marcar golo, como aquela em que aos 14 minutos César Bento, depois de fazer “tudo” em campo, remata forte, obrigando Victor a fazer uma defesa difícil.

 

 

Até ao fim da primeira parte, a atitude das duas equipas manteve-se a mesma, sendo por isso que o empate a zero bola que levaram para o intervalo traduziu, de alguma forma, o desenrolar do jogo no relvado, pelo que nenhuma delas merecia outra sorte senão essa.   

 

Para a segunda parte, ambas as equipas vieram com a vontade nítida de ganhar o jogo, assistindo-se a uma partida aberta de parada e resposta, embora em algum momento a equipa visitante fosse a que mais situações de perigo criava junto à baliza contrária, tendo na sequência disso obtido o primeiro golo da partida, através de Johan, aos 55 minutos.

 

Ou por outra, foi assim ou a partir deste golo que amiúde os visitantes foram controlando o jogo, que até em algum momento assumiram o domínio a seu favor. Mas esse aparente domínio não durou muito tempo, pois os visitados, que já estavam a ser “humilhados” à medida que o jogo ia chegando ao fim, com algumas jogadas, “acordaram” e só não beneficiaram de pelo menos dois panaltes por culpa da arbitragem. Foi aí que, ao apagar das luzes, o Desportivo de Nacala empata o jogo por intermédio de Mambo. O golo veio fazer alguma justiça tão esperada no marcador.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Filimão Filipe, auxiliado por Francisco Machel e Nelsa Abílio

 

DESPORTIVO DE NACALA -  Victor; Rodjas, Osvaldo, Tawinha, Billy, Daudo, Coutinho, Delcio (Damate), Gito, Leo e Elfídio (Mambo)

 

CHIBUTO FC -  Dionísio; Mambucho, Duda, Silva, Bush, Paletao, Gitinho(Ndjusta),Johan, Bele,  Luca(Lala) e César Bento

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: cartões amarelos para Délcio, Johan, César Bento, Silva e  Bush

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:57
 O que é? |  O que é? | favorito

O CHINGALE consentiu, no seu reduto, uma derrota, por 1-0, diante do Ferroviário de Maputo. O golo solitário foi marcado por Diogo aos 90 minutos.

 

Com o recinto do Desportivo repleto de gente, a turma “canarinha” de Tete iniciou bem a partida tendo complicado nalguns momentos a vida do Ferroviário, sobretudo nos primeiros 20 minutos, período em que os “locomotivas” da capital estavam a estudar o adversário e adaptar-se ao rectângulo de jogo. Parkim deu o primeiro sinal de perigo com um remate à trave.

 

O Ferroviário, que até a altura esteve ainda muito longe de atingir a sua real capacidade, teve de se limitar a jogar no seu sector mais recuado e procurar evitar as penetrações frequentes do adversário no seu meio-campo. Das vezes que os visitantes subiram no terreno, quase sempre em contra-ataque, a bola “morria” nos pés de Stélio, “central” do Chingale, que policiou os movimentos do avançado Inocente.

 

Contudo, com o decorrer do jogo, o Ferroviário foi ganhando terreno e estabilizou o seu estilo e aos 42 minutos, Diogo, depois de receber a bola de Inocente, rematou torto.

 

Mas a grande oportunidade de golo da primeira parte coube a Alone que com o guarda-redes Pinto pela frente rematou para as nuvens.

 

A segunda parte veio com o Ferroviário mais estruturado, criativo e com outra determinação imprimindo um maior caudal ofensivo contra o Chingale que, devido à falta de rodagem, começou a denotar alguma fadiga. O Ferroviário agigantou-se mais no terreno e acomodou-se no meio-campo contrário e foi neste andar de jogo que chegou o golo apontado por Diogo já ao “apagar das luzes” quando toda a gente esperava por uma igualdade.Antes do golo dos forasteiros, os tetenses tinham estado perto de inaugurar o marcador, no entanto, Omar, à meia volta, errou no alvo.

 

 

FICHA TÉCNICA 


ÁRBITRO: Samuel Chirindza, coadjuvado por Estrela Gonçalves e Célio Mugabe. Quarto árbitro:António Alberto

 

CHINGALE: Joaquim, Silvério, Omar, Stélio, Tony, Nelsinho (Hadji), Zé, Luís, Marlon (Luís), Charley e Parkim (Alone)

 

FER. MAPUTO: Pinto, Butana, Chico, Zabula, Cândido, Andro, Inocente (Barrigana), Diogo, David, Luís, Paito (Tchitcho)

 

DISCIPLINA: cartolinas amarelas para Louis, do Chingale, e David e Luís, do Ferroviário de Maputo

 

GOLO: Diogo aos 90 minutos

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:45
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A VITÓRIA tangencial por uma bola sem resposta do Vilankulo FC sobre o Ferroviário de Nampula mercê do golo marcado aos 88 minutos por intermédio de Luís, no sábado passado, acabou premiando a equipa que souube sofrer perante um adversário que dispôs de algumas jogadas de perigo na área do Martinho.

 

Foi a equipa da casa que tentou nos primeiros minutos reivindicar o protagonismo do jogo assumindo as despesas da contenda, entretanto, foi sol de pouca dura, pois os visitantes humildemente sacudaram a pressão e paultatinamente foram tentando furar a muralha defensiva montada por Chiquinho Conde.

 

 

O primeiro sinal de perigo aconteceu aos 13 minutos quando Machel, cara-a-cara com David, chutou para as nuvens. Aos 25 minutos era Sérgio a desperdiçar uma jogada de perigo ao deixar se antecipar por David. Vilankulo estava na mó de cima, mas viria a ser o Ferroviário a ter a melhor oportunidade de golo quando Gery, no enfiamento da área, tentou um chapéu a Martinho com este a tirar com uma palmada.

 

 

Na segunda metada da contenda, Chiquinho deixou Arlindo e Sergito no balneário e três minutos depois tirou Mathombe, unidades preponderantes na manobra ofensiva dos “marlins”, mas que sábado passado passaram ao lado do jogo. Luís II, Diló e Luís I foram os jovens chamados para procurar alterar o rumo que o jogo estava a tomar, pois o Ferroviário de Nampula parecia jogar em casa do que propriamente o Vilankulo FC. Neste período de jogo, por três vezes a bola “beijou” as malhas laterais e cruzou duas vezes a pequena área, fruto de ligeira ascendência dos “locomotivas” nortenhos.

 

 

Praticamente com o jogo nas mãos, o Ferroviário embandeirou-se em arco, pois escolheu um ponto no lugar de lutar pelos três. Abrandou o acelerador e procurou assegurar um ponto. Rogério Gonçalves tentou refrescar a defensiva, tirando Kalanga e tudo foi por água abaixo.

 

 

Aos 88 minutos numa jogada de insistência no corredor central, Luís falha o alívio e Luís I, qual gato escondido na areia, com o pé esquerdo atirou a contar para o delírio nas bancadas.O árbitro José Maria Rachide começou bem o Moçambola. Teve pouco trabalho. Exibiu cinco cartolinas amarelas.

 

 

FICHA TÉCNICA  
ARBITRO: José Maria Rachide, Adão Chitache, Baltazar Hilario. Quarto árbitro foi Salvador Cumbe

VILANKULO: Martinho, Felio, Madeira, Ali Cadre e Norberto, Abílio, Arlindo (Dilo), Sergito (Luís II) e Mathombe, (Luís I), Machale e Tenday

 

 

FERROVIÁRIO DE NAMPULA: David; Ernest, Hipo, Kalanga (Luís) Tchitcho, Gery (Vadinho), Vovot, Dondo, Massua, Gildo (Belito) e Vivaldo

 

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Cartões amarelos para Gery, Kalanga, Vadinho e Vovot, todos do Ferroviario de Nampula, e Norberto, do Vilankulo FC

 

Golo de Luís I aos 88 minutos
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:26
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É ISSO. Coube, a partir do sorteio, que duas das três equipas representantes da província de Sofala se batessem entre si. E o palco foi o “caldeirão” do “Chiveve”, o campo do Ferroviário, por sinal, pertencente a um dos intervenientes do prélio.

 

Porquê duplamente mau? A verdade manda dizer que o Ferroviário da Beira é, até agora, vice-campeão nacional do Moçambola. Isso ninguém lhe tira porque foi por mérito próprio. Até aí tudo bem.

 

 

Quando o jogo iniciou, foram os vice-campeões que colocaram os galardões e imediatamente colocaram-se como mandam as regras, ou seja, pressionaram o “jovem” estreante na prova com o intuito de “apertá-lo os calos” na tentativa de subjugá-lo. Debalde, pois, o Estrela organizou-se e foi à procura de algo mais, colocando o Ferroviário da Beira na retaguarda embora sem grandes pressões atacantes.

 

 

Aos 19 minutos foi o conjunto de Abdul Omar a fazer o primeiro golo por intermédio de Hagy quando concluiu com êxito um livre bem apontado por Maurício, depois de uma jogada algo atabalhoada dentro da área.

 

 

Antes do intervalo, quando os “locomotivas” lutavam por uma vã “salvação” da honra de “grande” no Moçambola, a defensiva do Estrela Vermelha não conseguiu conter um contra-ataque, tendo aos 46 minutos Carlitos marcado o golo de empate, numa altura em que os donos da casa procuravam tomar conta dos cordelinhos do jogo.

 

 

No reatamento, Abdul Omar entrou com uma equipa disposta a dizer que estava ali para não facilitar. Foi aí que Dário (louvores para ele, pois esteve acima da média de um jogador do Moçambola) teve uma arrancada da defensiva e, depois de ter passado “por todo o mundo”, marcou um golo que deixou as hostes dos “alaranjados” mais afoitos na conquista dos primeiros três pontos.

 

 

O jogo decorria tal como era previsível, ou seja, o Ferroviário mais adulto e o Estrela à procura de melhor método de entrosamento. As duas equipas fizeram substituições mas tal não resolveu praticamente nada porquanto tanto os comandados de Lucas Bararijo como o Estrela Vermelha nada mudaram em termos de andamento técnico e táctico.

 

 

Quando “todo o mundo” pensava que o jogo terminaria em vitória para o estreante Estrela Vermelha, eis que, quanto a nós, surge um erro do auxiliar da bancada sol ao não assinalar um claro fora-de-jogo que viria a ditar no golo de igualdade do Ferroviário da Beira, acabando por ser, por isso, no segundo aspecto, o que nos leva a dizer que foi duplamente mau, depois de o Ferroviário como vice-campeão ter começado com este empate. Mas a prova ainda vai no adro. A ver vamos.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITRO: Dionísio Dongaze, auxiliado por Mário Albino e Raimundo Artur. Manuel Castigo foi o quarto juiz

 

E. VERMELHA - Daudo, Nederland, Beu, Hagy, Salmo, Maurício (Paiva), Carlos, Óscar, Hilário (Alex), Dário e Delfino

 

FER. DA BEIRA - Willards, Moniz (Dário), Cufa, Caló, Reinildo, Tinho (Ênio), Gudcent, Carlitos, Mupoga, Mário e Maninho (Nelito)

 

DISCIPLINA: cartão amarelo para Hagy por jogo perigoso

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:43
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NO final do jogo de sábado, por sinal o mais aguardado da ronda inaugural do Moçambola-2013, que opôs o Maxaquene ao Costa do Sol (1-0 para os “tricolores”), os dois técnicos estavam deslumbrados com o espectáculo proporcionado pelas duas equipas, embora com alguma frustração do lado de Diamantino Miranda, treinador do Costa do Sol, que na sua óptica a sua rapaziada merecia, no mínimo, um empate.

 

Já Arnaldo Salvado, do Maxaquene, fala de justiça no resultado, apesar de reconhecer que o empate encaixava-se melhor para aquilo que foi a atitude das duas formações.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:31
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No final do encontro, o técnico do Costa do Sol, o português Diamantino Miranda, era um homem frustrado com o resultado, embora tenha salientado que gostou da contenda.

 

 

Acabou por não ser um bom jogo para nós. Tivemos inúmeras oportunidades de ganhar, mas desperdiçámo-las. É doloroso perder assim, esperamos rectificar os erros nos próximos jogos”, realçou.

 

 

O técnico vincou ainda que a iniciativa de associar o embate às vítimas das cheias foi muito boa, pois é uma causa nobre, mas confessa não ter gostado de jogar no Zimpeto.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:28
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Arnaldo Salvado, técnico do Maxaquene, disse, por sua vez, que o empate seria o resultado mais justo, numa partida em que as duas equipas tiveram uma mão cheia de oportunidades de golo, entretanto, desperdiçadas.

 

 

O técnico vincou ainda que é sempre bom começar com uma vitória, sobretudo quando se trata de uma competição em que se detém o título.

 

 

O jogo foi equilibrado, qualquer um podia ganhar, mas um empate seria mais justo. Para nós foi bom começarmos a defesa do título com vitória, é um pequeno passo rumo à perseguição das nossas pretensões, que passam por revalidar o estatuto de campeão. Penso que vamos encarar os próximos jogos com mais moral e força, num campeonato que será disputado também no meio da semana”, frisou.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:06
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