Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 18 DE Fevereiro 2013

O MAXAQUENE perdeu, em casa, por 1-0, com o Mochudi Chiefs, enquanto que a Liga Muçulmana empatou, fora, a dois golos com o Gaberone United, na pré-eliminatória da Liga dos Campeões Africanos e Taça CAF, respectivamente.

 

Como esta derrota, caseira, a equipa “tricolor” compromete a passagem à primeira eliminatória, na medida em que segue para o Botswana a ter que, obrigatoriamente, vencer para transitar à próxima fase. O golo da formação tswana foi marcado já no tempo de compensação e numa altura em que os treinados de Arnaldo Salvado tentavam a todo custo chegar ao golo da vitória.

 

 

A Liga está numa situação bem mais cómoda se se atender que se pode dar-se ao luxo de empatar, a zero ou a um golo, para carimbar o passaporte para a próxima eliminatória.

 

 

Os golos da formação “muçulmana” foram marcados por Zicco e Josimar. A turma treinada por Litos esteve sempre na frente do marcador tendo permitido o empate por duas vezes. Face a marcha do marcador, o empate acabou sabendo a pouco, já que a Liga podia ter vencido.Na primeira semana do próximo mês realiza-se a segunda “mão” de ambas das referidas competições com o Maxaquene a deslocar-se ao Botswana e a Liga a jogar no seu campo.

 

 

Nos últimos anos a prestação das formações moçambicanas nas Afrotaças têm sido desastrosas. O máximo que tem conseguido alcançar é a primeira eliminatória, mas há anos que ficam mesmo pela pré-eliminatória. Aliás, em 2011, a Liga Muçulmana e o Maxaquene não foram além da pré-eliminatória.

 

 

Entretanto, este ano, as equipas moçambicanas apostam forte, na passagem à eliminatória, motivo pelo qual realizaram uma pré-época muito movimentada com jogos treinos além fronteiras.

 

 

O Maxaquene preparou-se na Suazilândia, enquanto que a Liga Muçulmana instalou-se em Joanesburgo, onde efectuou jogos treino com alguns dos clubes de renome daquele país vizinho.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:47
 O que é? |  O que é? | favorito

No final do encontro, Arnaldo Salvado, técnico dos “tricolores” era um homem visivelmente frustrado pelo resultado, que segundo ele é “justo” por isso considero ser “triste” perder da forma como os seus pupilos perderam.

 

 

É um resultado injusto e bastante triste para nós que apesar de não termos muito ritmo competitivo dominámos por completo o jogo. Obrigámos o guarda-redes deles a fazer quatro a cinco boas defesas e nós sofremos golos no primeiro e único lance de golo iminente” analisou Salvado, para quem a eliminatória está em aberto.

 

 

Penso que podemos chegar a Botsana vencer, assim como eles venceram aqui, não é impossível. No futebol tudo é possível. Hoje não merecíamos perder,  mais caímos. Em Gaberone eles estarão a jogar em casa e perante o seu público, penso que irão abrir o jogo jogo. Aqui jogaram fechados e, espero que lá possamos a tirar proveito da sua abertura”, antevê o timoneiro “tricolor”.

Salvado promete um Maxaquene ofensivo.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:41
 O que é? |  O que é? | favorito

O MAXAQUENE, campeão nacional, e representante do país na Liga dos Campeões Africanos, perdeu na tarde ontem perante Moshud Center Chiefs do Botswana por uma bola sem concorrência em pleno Estádio Nacional do Zimpeto, em jogo a contar para a primeira “mão” da pré-eliminatória do acesso à fase de grupos da competição.

 
Numa partida completamente dominada pelos “tricolores”, que se viram lançados ao ataque logo nos primeiros minutos, os tswanas foram mais astutos e acima de tudo eficazes, jogando no erro do adversário.

Estavam cravados três minutos, quando Maxaquene viu um cabeceamento de Gabito a ser socado para canto pelo guardião tswana, Mompoloki Sephekolo, que do resto foi o grande carrasco para os moçambicanos.

 

 

Pouco depois os tswanas encontraram-se com o jogo, fazendo circular a bola como bem sabem fazer, mas tudo de forma lenta, até porque o resultado lhes convinha. Por alguns minutos Zimpeto conheceu um silêncio ameaçador em virtude da subida d rendimento dos tswans.

 

 

Mas instantes depois os “tricolores” voltaram à carga e numa jogada de belo feito, os campeões nacionais só não chegaram ao golo por culpa de Kito que na zona frontal da área não teve destreza para acertar na baliza do Chiefs, atirando por cima, passavam 25 minutos.Mas foi James que numa jogada individual pela direita quase inaugurava o activo, mas a bola passou caprichosamente por cima.

 

 

O Maxaquene continuava a carregar, mas é preciso de dizer que jogava sem clarividência. Uma equipa com debilidades a todos os níveis. Quer em futebol directo, quer com a bola rente a relva os “tricolores” denotavam fragilidades arrepiantes, com recorrentes perdas de bolas no seu meio-campo que só não resultaram em males maiores por uma questão de sorte.

 

 

Segundo tempo e o balde de água fria

 

Veio o segundo, esperava-se que algo melhorasse o lado do Maxaquene, equipa que na condição de visitado tinha obrigação de vencer, mesmo a ferro e fogo.

 

 

Mas os “tricolores” continuavam a cometer os mesmos erros da primeira parte e numa perda de bola no meio-campo quase sofriam um golo, se não fosse a intersecção de Gabito ao remate de um ataque de Chiefs para canto.

 

 

Os “maxacas” haviam regressado mal para esta etapa, o que obrigou Arnaldo Salvado a operar duas substituição seguidas. Tirou Payó e para seu lugar entrou Eboh e Betinho deu espaço a Micas.

 

 

A parir do minuto 65 o Maxaquene acorda, e encostou o adversário ao seu reduto mais recuado na tentativa de marcar pelo menos um golo. O guardião do Chiefs é obrigado a fazer três defesas espectaculares, primeiro em resposta a um remate de Filipe e depois de Isac, ambos fizeram da área e que foram desviados para canto.

 

 

Mas o cabeceamento de Eboh em resposta ao cruzamento de Vling é provou que NMompoloki não estava nos postes para fazer figura.

O tempo foi passando, o Maxaquene baixou de rendimento e a condição física dos atletas deteriorou-se e, os tswanas tiraram partido disso.

 

Jerome, numa jogada aparentemente inofensivo, passa por vários adversários na área e faz um desvio fatal sem hipóteses para Acácio que assistiu a bola a entrar no quarto nos cinco minutos de compensação que o árbitro concedeu.

 

 

Era o balde de água fria e, cima de tudo a factura dos erros cometidos pelos tricolores” durante o jogo que podem custar carro à eliminatória que será decidida daqui há duas semanas em Gaberone.

 

 

FICHA TÉCNICA



ÁRBITROS: Fred Nelson Emile, auxiliado por Steve Marie e Lista Gilibert. Quarto Árbitro foi Camille Bernard, todos das Ilhas Seychelles.

 

 

MAXAQUENE: Acácio, Gabito, Macamito, Kito, Payó (Eboh), Campira, Betinho (Micas), Isac, James, Vling e Filipe (Jair).

 

 

MOSHUD CENTER CHIEFS: Mompoloki, Arnold, Tsepo, Thabiso, Michael, Elvis, Amon (Lesego), Penyo (Mani), Moxana (Kekatswana), Pontsho e Jerome.

 

 

DISCIPLINA: cartão amarelo para Tsepo.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:20
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O treinador de Chiefes, o zimbabweano Madinda Dlovou mostrou bastante satisfeito com o resultado obtido no Zimpeto, salientando que o mesmo é bom para a sua equipa e para o Botswana. “Devo confiar que este é um resultado que gratifica a nós e ao Botswana por aquilo que tem sido feito para o desenvolvimento de futebol naquele país” sublinhou.

 

 

Dlovou afirma que a vitoria em Maputo constitui um meio-caminho andado, mas lembrou que a eliminatória ainda não está ganha.

 

 

Por outro lado, o técnico vincou que Maxaquene tem uma boa equipa, perdeu porque estava assim destinado.”Viemos a Maputo com liçoa estudada. Sabíamos que teríamos um adversário difícil, tivemos paciência e ganhamos o jogo. Este resultados nos moraliza bastante”, destacou.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:17
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Litos, que defendia com dois centrais de marcação, achou por bem redobrar a defesa logo à entrada para a segunda parte. O “central” Chico entrou no lugar do pouco produtivo Liberty e juntou a Aguiar e Zainadine Júnior, facto que deixou clara a intenção de defender o resultado. Mas era muito cedo. Por razões que só Litos sabe, Zicco, um elemento muito importante na manobra ofensiva da Liga, foi substituído pelo também meio-campoista Muandro. A Liga tinha cinco homens a defender e Reginaldo continuou a “vagabundear” sozinho perante a muralha defensiva tswana.

 

O Gaberone United desdobrou-se e prosseguiu com bombardeamentos à área, tentando surpreender o adversário nos ressaltos. Insistiu, sobretudo pela direita, onde surgiam alguns cruzamentos perigosos. Foi nessas circunstâncias que Moemede Moatlhaping apanhou de surpresa Simplex que, um pouco adiantado nos postes, só viu a bola a mexer as malhas. Um forte desvio de cabeça do ponta-de-lanca tswana fixava o resultado em 1-1, aos 63 minutos.  

 

 

Sem perder a cabeça, a Liga continuou a fazer o seu jogo de paciência, recuando sempre que o Gaberone United tivesse a posse de bola. Muito pouco fez circular a bola e mostrou o seu futebol habitual, porque temia represálias em casos de perda de bola. E porque a sorte estava do seu lado, eis que Reginaldo à entrada do meio-campo adversário.

 

 

Zainadine Júnior cobrou o livre com muita forca, tendo o esférico embatido na barreira e caído nos pés de Josimar que, na pequena área, atirou a matar para 2-1, aos 65 minutos. Balde de água fria para os tswanas, que acabavam de festejar o golo de empate. Litos fez mais uma mexida na equipa, metendo o ponta-de-lança Hélder Pelembe para apoiar Reginaldo. Contudo, a Liga continuou a fechar-se e, por isso, que a presença de Hélder Pelembe foi menos notória.

 

 

Atingiu-se os 90 minutos regulamentares e tudo indicava para a vitória da Liga. Mas porque quem defende arrisca-se a ser atacado, eis que os quatros minutos de compensação tornaram-se críticos para a Liga, muito encurralado no seu terreno. O Gaberone United pressionou à zona e, na sequência de uma jogada de insistência, surge um para área onde surge Pako Moloi a atirar para defesa incompleta de Simplex e recarga de cabeça de Stephen Maposa, para o 2-2, aos 92 minutos.Com este resultado terminou a partida, bem dirigida pelo quarteto de arbitragem malawiano.  

 

 

FICHA TÉCNICA


COMISSÁRIO DA CAF: Chayu Kabalamula, da Zâmbia.

 

 

ÁRBITRO: Clemence Kanduku, auxiliado por Dennis Nguluwe e Duncan Lengani. O quarto árbitro foi Jonh Ngolanga.

 

GABERONE UNITED – Noah Maposa; Tebogo Sosome, Gaopatwe Seosinyeng, Letsweletse Seane e Kaelo Kgaswane; Mandla Mgadla (Tebogo Sembona), Jackie Mothatego (Stephen Maposa), Alphonse Modisaotsile e Ronald Chikomo; Makundika Sakala (Pako Moloi) e Moemede Moatlhaping.

 

LIGA MUÇULMANA – Simplex; Cantonà, Aguiar, Zainadine Júnior e Miro; Josemar (Hélder Pelembe), Momed Hagy, Liberty (Chico), Josephy e Reginaldo;  Zicco (Muandro).

 

DISCIPLINA: amarelo para Gaopatwe Seosinyeng

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:09
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O TÉCNICO do Gaberone United, David Briant, foi firme nas suas declarações após o jogo. Briant afirmou que a sua equipa vai Moçambique consciente do que quer.

 

 

Digo-vos irmãos que vamos a Moçambique conscientes do que lá vamos fazer. Se quisermos prosseguir teremos que ganhar este jogo. A batalha não terminou, empatamos 2-2 mas ainda temos que lutar. 



Questionado sobre o facto de ter apostado no jogo aéreo na segunda parte, depois de uma primeira parte de um futebol mais colocado e progressivo, David Briant disse que não foi opção, mas sim dos jogadores. “Felizmente conseguimos marcar e empatar o jogo”, referiu.

 

 

Briant não gostou do trabalho da arbitragem malawiana. Precisou que a equipa devia ser punida pelos erros que cometeu e de certa forma favoreceram o adversário.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:07
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LITOS confessou que as coisas não correram como era de desejar, mais anotou que a Liga Muculmana foi, de alguma forma, conseguindo os seus intentos pela forma como se colocou no campo.

 

 

Para aquilo que nós tínhamos observado: uma equipa que faz um futebol directo, fomos anulando o jogo do adversário. Mas acabamos, em dois lances, por sair sem a vitória que merecíamos. Não tivemos também muito jogo nos pés. Não tivemos muita posse de bola. Deixamos as linhas muito partidas e a nossa equipa estava muito desligada”, comentou.

 

 

Litos antevê um jogo extremamente muito difícil em casa, mas adianta que a sua equipa irá jogar de maneira diferente.“Estando em nossa casa, iremos jogar de maneira diferente. Porém, iremos contar com uma equipa que não mudará o seu estilo de jogo e teremos que contrariar isso. Estamos em vantagem nesta altura e vamos tentar ultrapassar este adversário jogando o nosso melhor”, frisou.

O técnico português confessou que a Liga não jogou o seu futebol habitual, porque também o campo não ajudou.

 

 

“Perante uma equipa que é muito agressiva e que não deixa muito espaço, teremos que encontrar mais alternativas e outras formas de chegar mais vezes à baliza do adversário, prometeu.

 

 

Quanto ás substituições operadas logo no regresso do intervalo, Litos justificou que teve que ser.”Estranhamente Zicco apresentou-se não muito bem em termos físicos. Teve um golo excelente na primeira fase, em que jogava como ponta-de-lança. Mas depois - quando precisámos que reforçasse o meio campo, porque tínhamos o Jackie Mothatego a aparecer muitas vezes na zona da finalização completamente só – não se apresentou da melhor forma e, evidentemente, tivemos que substituí-lo. Encaixamos Mohamed Hagy e Muandro. Inicialmente pegaram muito bem nos jogadores do meio campo, mas depois sofremos numa fase que tínhamos mais três centrais e Mohamemd Hagy no apoio”, lamentou.

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:59
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UM arranque surpreendente e posterior tiro de canhão do malawiano Zicco, aos dois minutos, colocou a Liga Muçulmana muito cedo em vantagem sobre o Gaberone United, sábado, no Botswana University Stadium, em jogo a contar para a primeira “mão”da pré-eliminatória da Taça CAF.

 

O momento em que o tento aconteceu deixou o adversário desequilibrado, abrindo espaço para que a Liga Muçulmana jogasse com alguma tranquilidade. Porém, a estratégia montada por Litos não permitiu tantas manobras ofensivas pois, temendo surpresas perante um ilustre desconhecido, a Liga Muçulmana jogou muito encostado à sua zona a espera de alguns deslizes para arrancar em contra-ataque. Apenas Zicco estava mais adiantado no terreno, enquanto Reginaldo, que normalmente assume missões ofensivas, actuava um pouco mais encostado para a esquerda do meio-campo, e Josimar à direita.

 

 

Como havia anunciado nas vésperas do encontro, o técnico português Litos assumiu um jogo defensivo (5x4x1) e, pela pressão exercida pelo adversário, manteve este esquema permanente até ao segundo período. Aliás, uma pequena mudança de estratégia, foi o recuo de Zicco para a zona intermediária, na perspectiva de fechar cada vez as linhas de passe do adversário a partir do miolo. Reginaldo passou a jogar mais adiantado, mas sozinho nada podia fazer perante a defensiva contrária. A sua capacidade técnica permitiu, porém, alguma retenção e troca de bola a partir do meio-campo, mas sem espaço suficiente de fuga para a romper o reduto mais recuado dos tswanas, porque estava desapoiado.

 

A Liga actuava com cinco homens no meio-campo, sendo que o “trinco” Momed Hagy jogava mais recuado à defesa, enquanto Liberty e o malawiano Josephy estavam mais posicionados no interior. Por seu turno, Josimar e Reginaldo encostados à direita e esquerda, respectivamente.

 

 

As dificuldades de fazer um jogo aberto eram ressentidas parte a parte. Com o seu futebol directo e largo, o Gaberone United procurou colocar as bolas nos seus homens de ataque, com alguns flanqueamentos e passes a partir do corredor central, mas a defensiva moçambicana esteve muito bem atenta. 

 

 

Porém, porque quem arrisca a defender sofre mais ataque, o Gaberone United aproveitou alguns ressaltos e sobras próximo da grande área. Na primeira ocasião, o meio-campoista Jackie Mothatego atirou com muito perigo, tendo o esférico saído pouco ao lado. Passavam 26 minutos. De seguida, Aguiar foi forcado a cometer falta na tentativa de alívio, mas Jackie não aproveitou a oportunidade atirando sobre a barreira.

 

 

Na luta e de chegar rapidamente ao empate, o Gaberone United foi persistente, mas encontrava pronta resposta da defensiva moçambicana. Um lançamento longo, executado próximo da linha de fundo, permitiu que o artilheiro Makundika Sakala desviasse frouxo à figura de Simplex, aos 32 minutos. Sete minutos depois, foi o seu companheiro de ataque, Moemedi Moatlhaping que aproveitou outra sobra, mas o tiro foi directo às mãos do “keeper malawiano”.

 

 

Perante esta insistência, a Liga concentrou-se no meio-campo tentando sair em contra-ataque. E nessa forma de estar foi conseguindo algumas saídas. Josimar, após uma triangulação pela direita, centrou para Josephy cabecear à figura do guarda-redes Noah Maposa, já na ponta final da primeira parte.

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:38
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MAXAQUENE e Liga Muçulmana tiveram sortes distintas nas respectivas estreias nas competições africanas. A equipa tricolor, na qualidade de campeão, esteve envolvido na pré-eliminatória da Liga dos Campeões, tendo perdido, no Estádio Nacional do Zimpeto, por 1-0, com o Mochudi Chiefs, enquanto que a Liga, na condição de vencedor da Taça de Moçambique, foi ao Botswana, empatar com o Gaberone United, a duas bolas.

 

O Maxaquene fica em situação complicada para continuar a defender o país na Liga dos Campeões, de forma injusta, visto que foi a equipa que mais procurou o golo ao longo dos noventa minutos, mas viria, aos 94 minutos, no período de compensação, algo, um golo apontado por Gerome. Foi um autêntico balde de água fria que a massa tricolor presente no Zimpeto levou. No entanto, nada esta perdido, o campeão nacional tem a  possibilidade de redimir-se deste deslize, quando dentro de 15 dias deslocar-se ao Botswana para jogar a segunda “mão”.

 

 

A Liga receberá o Gaberone United bem mais tranquilo. O empate a duas bolas permiti-lhe fazer uma gestão do resultado, sendo que uma igualdade, a zero golos, basta para os “muçulmanos” qualificarem-se para a primeira eliminatória.

 

 

O certo é que os representantes moçambicanos nas competições da CAF tem quinze dias para melhor se prepararem e quebrarem de certa forma o percurso pálido que tem marcado a prestação das formações nacionais em provas continentais.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:29
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O MAXAQUENE, campeão nacional, e representante do país na Liga dos Campeões Africanos, perdeu na tarde ontem perante Moshud Center Chiefs do Botswana por uma bola sem concorrência em pleno Estádio Nacional do Zimpeto, em jogo a contar para a primeira “mão” da pré-eliminatória do acesso à fase de grupos da competição.

 

 

Numa partida completamente dominada pelos “tricolores”, que se viram lançados ao ataque logo nos primeiros minutos, os tswanas foram mais astutos e acima de tudo eficazes, jogando no erro do adversário.

Estavam cravados três minutos, quando Maxaquene viu um cabeceamento de Gabito a ser socado para canto pelo guardião tswana, Mompoloki Sephekolo, que do resto foi o grande carrasco para os moçambicanos.

 

 

Pouco depois os tswanas encontraram-se com o jogo, fazendo circular a bola como bem sabem fazer, mas tudo de forma lenta, até porque o resultado lhes convinha. Por alguns minutos Zimpeto conheceu um silêncio ameaçador em virtude da subida d rendimento dos tswans.

 

 

Mas instantes depois os “tricolores” voltaram à carga e numa jogada de belo feito, os campeões nacionais só não chegaram ao golo por culpa de Kito que na zona frontal da área não teve destreza para acertar na baliza do Chiefs, atirando por cima, passavam 25 minutos.

 

 

Mas foi James que numa jogada individual pela direita quase inaugurava o activo, mas a bola passou caprichosamente por cima.

 

 

O Maxaquene continuava a carregar, mas é preciso de dizer que jogava sem clarividência. Uma equipa com debilidades a todos os níveis. Quer em futebol directo, quer com a bola rente a relva os “tricolores” denotavam fragilidades arrepiantes, com recorrentes perdas de bolas no seu meio-campo que só não resultaram em males maiores por uma questão de sorte..

 

 

SEGUNDO TEMPO E O BALDE DE ÁGUA FRIA



Veio o segundo, esperava-se que algo melhorasse o lado do Maxaquene, equipa que na condição de visitado tinha obrigação de vencer, mesmo a ferro e fogo.

 

 

Mas os “tricolores” continuavam a cometer os mesmos erros da primeira parte e numa perda de bola no meio-campo quase sofriam um golo, se não fosse a intersecção de Gabito ao remate de um ataque de Chiefs para canto.

 

Os “maxacas” haviam regressado mal para esta etapa, o que obrigou Arnaldo Salvado a operar duas substituição seguidas. Tirou Payó e para seu lugar entrou Eboh e Betinho deu espaço a Micas.

 

 

A parir do minuto 65 o Maxaquene acorda, e encostou o adversário ao seu reduto mais recuado na tentativa de marcar pelo menos um golo. O guardião do Chiefs é obrigado a fazer três defesas espectaculares, primeiro em resposta a um remate de Filipe e depois de Isac, ambos fizeram da área e que foram desviados para canto.

 

 

Mas o cabeceamento de Eboh em resposta ao cruzamento de Vling é provou que NMompoloki não estava nos postes para fazer figura.

O tempo foi passando, o Maxaquene baixou de rendimento e a condição física dos atletas deteriorou-se e, os tswanas tiraram partido disso. Jerome, numa jogada aparentemente inofensivo, passa por vários adversários na área e faz um desvio fatal sem hipóteses para Acácio que assistiu a bola a entrar no quarto nos cinco minutos de compensação que o árbitro concedeu.

 

 

Era o balde de água fria e, cima de tudo a factura dos erros cometidos pelos tricolores” durante o jogo que podem custar carro à eliminatória que será decidida daqui há duas semanas em Gaberone.

 

 

FICHA TÉCNICA


ÁRBITROS: Fred Nelson Emile, auxiliado por Steve Marie e Lista Gilibert. Quarto Árbitro foi Camille Bernard, todos das Ilhas Seychelles.

MAXAQUENE: Acácio, Gabito, Macamito, Kito, Payó (Eboh), Campira, Betinho (Micas), Isac, James, Vling e Filipe (Jair).

MOSHUD CENTER CHIEFS: Mompoloki, Arnold, Tsepo, Thabiso, Michael, Elvis, Amon (Lesego), Penyo (Mani), Moxana (Kekatswana), Pontsho e Jerome.

 

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:18
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No final do encontro, Arnaldo Salvado, técnico dos “tricolores” era um homem visivelmente frustrado pelo resultado, que segundo ele é “justo” por isso considero ser “triste” perder da forma como os seus pupilos perderam.

 

 

É um resultado injusto e bastante triste para nós que apesar de não termos muito ritmo competitivo dominámos por completo o jogo. Obrigámos o guarda-redes deles a fazer quatro a cinco boas defesas e nós sofremos golos no primeiro e único lance de golo iminente” analisou Salvado, para quem a eliminatória está em aberto.

 

 

Penso que podemos chegar a Botsana vencer, assim como eles venceram aqui, não é impossível. No futebol tudo é possível. Hoje não merecíamos perder,  mais caímos. Em Gaberone eles estarão a jogar em casa e perante o seu público, penso que irão abrir o jogo jogo. Aqui jogaram fechados e, espero que lá possamos a tirar proveito da sua abertura”, antevê o timoneiro “tricolor”.

Salvado promete um Maxaquene ofensivo.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:06
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O treinador de Chiefes, o zimbabweano Madinda Dlovou mostrou bastante satisfeito com o resultado obtido no Zimpeto, salientando que o mesmo é bom para a sua equipa e para o Botswana. “Devo confiar que este é um resultado que gratifica a nós e ao Botswana por aquilo que tem sido feito para o desenvolvimento de futebol naquele país” sublinhou.

 

 

Dlovou afirma que a vitoria em Maputo constitui um meio-caminho andado, mas lembrou que a eliminatória ainda não está ganha.

 

 

Por outro lado, o técnico vincou que Maxaquene tem uma boa equipa, perdeu porque estava assim destinado.”Viemos a Maputo com liçoa estudada. Sabíamos que teríamos um adversário difícil, tivemos paciência e ganhamos o jogo. Este resultados nos moraliza bastante”, destacou.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:04
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O treinador de Chiefes, o zimbabweano Madinda Dlovou mostrou bastante satisfeito com o resultado obtido no Zimpeto, salientando que o mesmo é bom para a sua equipa e para o Botswana. “Devo confiar que este é um resultado que gratifica a nós e ao Botswana por aquilo que tem sido feito para o desenvolvimento de futebol naquele país” sublinhou.

 

 

Dlovou afirma que a vitoria em Maputo constitui um meio-caminho andado, mas lembrou que a eliminatória ainda não está ganha.

 

 

Por outro lado, o técnico vincou que Maxaquene tem uma boa equipa, perdeu porque estava assim destinado.”Viemos a Maputo com liçoa estudada. Sabíamos que teríamos um adversário difícil, tivemos paciência e ganhamos o jogo. Este resultados nos moraliza bastante”, destacou.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:46
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TORNEIO COSAFA em futebol, que junta países da zona austral de África, nomeadamente Moçambique, Angola, Botswana, Comores, Lesotho, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Namíbia, Seychelles, África do Sul, Suazilândia, Zâmbia e Zimbabwe, volta a ser disputado este ano, mais concretamente em Julho.

 

O Torneio, que havia sido interrompido em 2010 por motivos organizativos, volta este ano com a Castle como patrocinador, algo que já não aconteceu em 2007 e 2009, as duas últimas edições.O presidente COSAFA e também vice-presidente da CAF, Suketu Patel, assegurou ter chegado a acordo com os dirigentes da Castle para patrocinar o evento.

 

 

"O acordo que temos é que teremos o torneio este ano, com a opção de se estender, se tivermos uma competição de sucesso", disse Patel.

Em outros desdobramentos a Cosafa informou que eles vão manter a sua sede no Botswana, e África do Sul continuaria a ser a sua sede comercial.Com efeito foram inaugurados, semana passada, os novos escritórios COSAFA em Joanesburgo.

 

 

A prova terá lugar, em princípio na Zâmbia e as de marches para a transmissão televisiva dos jogos já estão em curso.

 

 

 

O dirigente acrescentou que "a revitalização do torneio da Cosafa será uma boa oportunidade para haver mais jogos entre selecções da zona e preparar estas equipas para outras provas.África do Sul, Angola, Zâmbia, Zimbabwe são as equipas que venceram esta competição, estando Moçambique ainda sem qualquer título.O Zimbabwe é o recordista com quarto troféus conquistados.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:40
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