Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Sexta-feira, 04 DE Novembro 2011
Alisson Ayob

A FEDERAÇÃO Moçambicana do Desporto Motorizado (FMDM), criada por um grupo de cidadãos liderados por Alisson Ayob e oficializada a 18 de Janeiro de 2011 pelo Ministério da Justiça, reivindica legitimidade na sequência do processo iniciado pelos clubes fazedores da modalidade em meados do ano em curso visando a constituição de uma outra, com uma designação diferente.

 

Isso aconteceu depois da confusão que foi gerada pelos protestos levantados por clubes praticantes da modalidade no país, com destaque para os históricos Motor Clube da Beira (MCB) - primeiro a submeter uma carta de impugnação ao Conselho Nacional do Desporto (CND), e depois o Automóvel e Touring Clube de Moçambique (ATCM), quanto aos procedimentos que ditaram a criação da FMDM.

 

 

Para além de recusa de se envolver no processo da criação da FMDM e no seu reconhecimento, os clubes iniciaram demarches com a finalidade de formarem a federação na qual, no seu entender, fossem consagrados os seus interesses, como fazedores da modalidade.

 

O processo, iniciado com encontros realizados em Chimoio, culminou com a realização da Assembleia-Geral, em Julho último, na qual Manuel Ramessane (Nelinho), presidente do MCB, foi eleito presidente da direcção da intitulada Federação do Desporto Motorizado de Moçambique (FDMM).

 

 

A direcção da FDMM, que ainda carece de reconhecimento jurídico, tomou posse há sensivelmente duas semanas, e isso gerou uma nova polémica com o insurgimento de Alisson Ayob quanto à sua legitimidade.

 

 

Ayob veio a público reivindicar a legitimidade da federação que ele juntamente com outros cidadãos criou e que, curiosamente, está dotada de personalidade jurídica segundo documentos comprovativos que apresentou à nossa Reportagem. Prometeu levar o caso até às últimas consequências e acusa o Ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano, bem como o presidente do Conselho Nacional dos Desportos, Eugénio Chongo, como os principais responsáveis pela situação que gerou confusão ao admitirem a criação de uma nova federação do desporto motorizado.

 

Aliás, disse ter remetido uma providência cautelar ao Tribunal contra Eugénio Chongo e António Marques, este último presidente do ATCM, acusando-os de serem os responsáveis pelo movimento que culminou com a constituição de um novo elenco, liderado por Manuel Ramessane (Nelinho), que tomou posse e que aguarda pelo despacho jurídico do registo da federação que acaba de ser criada.

 

 

Eugénio Chongo continua a dizer que criou uma federação. Ele não tem competência para isso. Ele tem um processo no Tribunal e o senhor está convidado para o dia da sentença. Você vai ouvir primeiro as declarações dele e depois ouvirá o juiz a dizer a ele que não tem que andar a meter-se nos assuntos que não são da sua competência. Isto quer dizer que o CND tem no desporto menos peso que um clube. É o moço de recados dos clubes e das associações para o ministro da Juventude e Desportos”, sentenciou Ayob.

 

Questionado sobre como gostaria de ver solucionado o caso, Ayob afirmou que “nós temos uma acção contra o senhor Chongo no Tribunal, está lá presente a cautelar. Ele vai ser condenado, tenho a certeza absoluta. O senhor António Marques também, porque eles são os mentores disto. Temos provas escritas e elas estão no Tribunal”.

 

Disse acreditar na opinião de alguns juristas, que prevêem a queda do movimento dirigido por Manuel Ramessane, que tomou posse para gerir a federação, cuja legitimidade Alisson Ayob questiona.

 

 

Quando eles forem derrotados vão entregar os documentos para se inscreverem nesta federação como clubes”, frisou, ajuntando que durante 12 anos agiu-se ilegalmente no desporto motorizado impedindo-se a criação da federação.

 

 

O Motor Clube da Beira foi o primeiro grupo, seja com que objectivos, bem ou mal, que tentou criar a federação, legal ou ilegalmente, e acabou por tomar posse numa federação que não existe”.

 

 

Ayob vincou que o desporto motorizado vai entrar nos carris, porque existe legislação suficiente em Moçambique e os clubes vão ter que cumprir com a lei.

 

 

O consenso nisto tudo passa pelo cumprimento da lei. Eles, os clubes, vão ter que cumprir com a lei, voluntariamente, e filiarem-se na federação como está previsto. Devem ter contabilidade organizada. Pagar os impostos e respeitar os desportistas (pilotos), porque são eles os fazedores da modalidade e que gastam o dinheiro nisto. Devem trabalhar no cumprimento da lei para proporcionar as melhores condições aos pilotos, para que tenhamos espectáculo desportivo. Isto é o que a federação vai obrigar e o clube que não fizer vai ter que fechar”, comentou.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 11:00
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Manuel Ramessane

SEM querer alinhar no discurso de Alisson Ayob, António Marques e Manuel Ramessane vincaram que foram os clubes que decidiram pelo destino a dar ao desporto motorizado, ao impugnarem a FMDM e ao assumirem a dianteira para a criação de uma federação legítima e íntegra em que todos os seus interesses, ou seja, do movimento associativo, estejam salvaguardados.

 

Aliás, António Marques, presidente da Mesa da Assembleia-Geral da FDMM, não quis comentar acerca das acusações levantadas por Ayob porque, no seu entender, está à procura de levantar poeira onde ela não existe.

 

Manuel Ramessane foi peremptório na sua reacção às declarações de Ayob, ao qual acusa de ter tentado convencer o Motor Clube da Beira, clube que ele vinha dirigindo antes de ser eleito presidente da FDMM no escrutínio de Chimoio, para aderir ao seu projecto de criar a federação.

 

Nós criamos uma federação na qual estão representados todos os clubes do desporto motorizado em Moçambique. Portanto, é uma federação integral, de unidade nacional e legal. Pelo que eu saiba, a federação dele não têm clubes senão um grupo de 10 indivíduos”, comentou.

 

 

Segundo Ramessane, as declarações de Ayob visam trazer confusão onde ela não existe, pelo que a federação ora criada conta com todos os clubes praticantes da modalidade.

 

 

Fizemos tudo dentro dos parâmetros legais. Elaboramos e aprovamos os estatutos com os clubes e submetemos para a formalização da federação. O processo está a correr nos trâmites legais”, esclareceu.

 

Quanto às reivindicações de Alisson Ayob, o presidente da FDMM comentou que ele tem a sua federação e está livre de trabalhar com as pessoas que quiser. Ramessane reiterou que a sua direcção vai trabalhar com os clubes que a elegeram.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:52
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António Munguambe(esq.) cumprimenta António Marques

ANTÓNIO Munguambe, director-geral do Instituto Nacional do Desporto, foi quem, por indicação do Ministro da Juventude e Desportos, Pedrito Caetano, empossou o elenco liderado por Manuel Ramessane.

 

 

Munguambe reagindo às declarações de Alisson Ayob disse que a legitimidade das federações é concebida pelo movimento associativo e não pelo Governo.

 

A legitimidade das federações é concebida pelo movimento associativo, que são associações ou clubes e ao Governo cabe apenas reconhecer. Se ele acha que tem uma federação, que procure o movimento associativo e com ele faça o desporto motorizado”, elucidou.
  • Salvador Nhantumbo
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:47
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Real Sociedade vs...

O CONFRONTO entre o Maxaquene e o Ferroviário, dois gigantes do básquete nacional, é o principal alvo das atenções da 12ª jornada do Campeonato da Cidade do Maputo a ser disputada na noite de hoje, às 18.00 horas, no pavilhão dos “tricolores”.

 

Trata-se de dois sérios candidatos à conquista do título tanto da cidade do Maputo como a nível nacional. Neste momento, os “locomotivas” estão em melhor forma o que faz deles os segundos classificados logo atrás do Desportivo, líder isolado. Já os “tricolores” estão longe de atingir a qualidade demonstrada no ano que acabou sendo de ouro ao conquistarem o Campeonato Nacional. No entanto, nos jogos entre estes dois eternos rivais espera-se despique muito renhido em que por vezes os que não atravessam um bom momento agigantam-se.

 

 

Maxaquene e Ferroviário pouco tempo terão para recuperar o fôlego se se atender que amanhã defrontam, no recinto dos “tricolores”, a UP e o Costa do Sol, respectivamente, em desafios da 13ª jornada. A equipa “tricolor” entra em acção às 14.30 horas, enquanto os “locomotivas” se fazem ao rectângulo do jogo três horas depois. 

 

 

Ainda hoje, os “canarinhos” batem-se, a partir das 19.45 horas, no pavilhão do Maxaquene, com A Politécnica, enquanto Real Sociedade joga com UP, às 20.00 horas, no recinto do Desportivo. Amanhã será a vez da Real Sociedade e Aeroporto defrontarem-se, a partir das 16.00 horas, no campo do Ferroviário.

 

 

O Desportivo tem pela frente uma dupla jornada em que aproveitará para passear a sua classe visto que os adversários vêm denotando falta de argumento para travar os “alvi-negros”. Hoje, joga no seu pavilhão com o Aeroporto, às 16.00 horas, para amanhã medir forças com A Politécnica, no mesmo reduto, a partir das 18.00 horas. 

 

 

Entretanto, na quarta-feira realizou-se a décima primeira jornada que ficou marcada pelo regresso do Maxaquene às vitórias. Os “tricolores” bateram A Politécnica, por 67-44.

 

 

No desafio da ronda, o Desportivo superou o Costa do Sol, por 73-54 e consolidou o primeiro lugar.

O Ferroviário também se manteve firme na segunda posição com um triunfo sobre a Real Sociedade, por 73-54.

No embate entre equipas que lutam para não caírem no último lugar a UP venceu o Aeroporto, por 66-40.
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:33
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Mambinhas

A SELECÇÃO Nacional de Futebol de Sub-20, que vem trabalhando no campo do 1º de Maio com vista à participação no Torneio Regional da Cosafa, a ter lugar na capital do Botswana, Gaberone, de 1 a 10 de Dezembro próximo, inicia esta semana a fase intensa de preparação.

 

Os “Mambinhas” vão cumprir um estágio de duas semanas em Namaacha, antes de seguirem viagem para aquele país.

A fase que se segue vai contar com jogadores seleccionados das províncias e do estrangeiro. Os “Mambinhas” têm vindo a cumprir sessões bi-semanais durante as quais vêm contando com a presença de atletas das equipas da cidade do Maputo.

A triagem vai conhecer novos contornos à medida que o tempo vai passando até à selecção definitiva de 18 jogadores que seguirão viagem para Gaberone.

 

Eis a lista completa dos pré-convocados: Clésio Baúque, Alexandre Guambe, Arnaldo Banze e Assane Paulino (Ferroviário de Maputo), Dércio Matimbe, Áurio Nharreluga, Jonas Tomocene, Sidique Sataca, João Zandamela e Rafael Gonçalves (Desportivo de Maputo), Paulino Nhandza e João Nhamacua (Liga Muçulmana), Luís Parkim, José Guirrugo, Mauro Mazuze e Bartolomeu Matimba (Costa do Sol), Alberto Muchanga e José Premo (Maxaquene), Naftal Manjate e Euclides Boca (Académica), José Alberto Mabunda (Escola Quisse Mavota), Denise Javane (Attético Muçulmano), Massaua Sangual e Hermenegildo Anisse (Ferroviário de Nampula), Osvaldo Sunde (Ferroviário de Quelimane), Edson Paulino (Ferroviário da Beira), Jorge Mahorre e Ricardo Cumbe (1º de Maio), Joaquim Victor e Edson Almeida (Benfica de Nampula) e Bakada Cisse (Jomo Cosmo)
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 10:17
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