Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Segunda-feira, 17 DE Outubro 2011
Entrada a matar de Campira (F. Laice)

O MAXAQUENE perdeu ontem uma boa oportunidade de conseguir uma goleada frente ao Atlético Muçulmano. A vitória por 2-0 foi preciosa para a equipa “tricolor” manter-se na luta pelo título, mas pelo número de oportunidades criadas este triunfo acabou sabendo a muito pouco.

 
Os adeptos queriam mais, o técnico Arnaldo Salvado cansou-se de pedir maior seriedade aos seus pupilos na abordagem das jogadas de ataque, mas foi em vão. Aliás, os “tricolores” fartaram-se de falhar golos, e, mais do que isso, complicaram jogadas aparentemente fáceis de executar. 

No entanto, a postura assumida pelo Maxaquene, como candidato à vitória, foi fundamental para um triunfo que não sofre qualquer tipo de contestação.

 

 

Estavam jogados 13 minutos quando Hélder Pelembe deu o primeiro sinal de perigo. O golo viria a surgir no minuto seguinte por intermédio de Betinho, que viu bem o adiantamento de Valério e aplicou-lhe um chapéu.

 

 

O Maxaquene cresceu ainda mais no jogo e logo a seguir, em mais uma bela jogada pela esquerda, Eusébio vai à linha de fundo cruzar para Reginaldo que, pressionado por um adversário, rematou em esforço, fazendo o esférico passar por cima.

 

 

Aos 22 minutos Payó tentou, de longe, a sorte, errando por pouco o alvo. Quem teve pontaria foi Liberty, que cinco minutos depois marcou. O zimbabweano, solto de marcação na grande área, chutou colocado, depois de receber um bom passe de Reginaldo.

 

 

Com dois golos de vantagem, os comandados de Arnaldo Salvado passaram a fazer a gestão, mas pecaram por oferecer o controlo do jogo ao adversário, que passou a ter mais posse de bola, tendo criado duas oportunidades para reduzir a desvantagem por Marufo e Pondja.

 

 

Feridos na alma, os “tricolores” despertaram e voltaram a atacar com perigo. Betinho, o autor do primeiro golo, não teve frieza para bater Valério.

 

 

No entanto, os últimos dez minutos da etapa inicial mostraram um Atlético ofensivo, mais solto e que tinha na boa meia distância de Monis a sua maior arma. O médio, em mais um tiro de cá do meio da rua, obrigou Soarito à defesa da tarde, quando estavam jogados 37 minutos. Já perto do fim foi a vez de Pondja surgir em posição privilegiada na grande área, mas não teve arte nem engenho para bater Soarito, que esteve em tarde inspirada.

 

 

O início da segunda parte foi a papel químico da primeira, com o Maxaquene a entrar forte e criar situações de golo. Aos nove e aos dez minutos Reginaldo teve oportunidades de marcar, mas demonstrou falta de inspiração, para a insatisfação dos adeptos, que estavam prontos para gritar golo. Depois foi a vez de Liberty desperdiçar uma soberana oportunidade de avolumar o marcador.

 

 

O Maxaquene ainda marcou um golo por intermédio de Reginaldo, já no tempo de compensação, mas o avançado estava em posição irregular.

Na segunda parte o Atlético pouco fez para mudar o rumo dos acontecimentos.     

O árbitro do encontro, José Videira Hugo, realizou um bom trabalho.

 

 

FICHA TÉCNICA:


ÁRBITRO: José Videira Hugo, auxiliado por Amisse Djuma e Meque Machate. Quarto árbitro: Adolfo Chitache.

 

ATLÉTICO MUÇULMANO: Valério; Dennis, Sipho, Zwane e Clarêncio; Délcio, Monis (Quaresma), Julinho (Filipe) e Marufo; Eboh e Pondja (Tony).

 

MAXAQUENE: Soarito; Gabito, Campira, Vovote e Eusébio; Payó, Alvarito, Liberty (Genito) e Betinho (Mfiki); Reginaldo e Hélder Pelembe (Kito).

 

DISCIPLINA: Cartão amarelo para Hélder Pelembe, Eusébio e Soarito, todos do Maxaquene.

 

GOLOS: Betinho (14 min.) e Liberty (27 min.).

  • Ivo Tavares
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 15:57
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A TURMA da HCB do Songo adiou ontem a revalidação do título da Liga Muçulmana, ao impor-lhe uma derrota por 2-0, com golos de Fabrice, aos 15 minutos da primeira parte, e Victor, aos apagar das luzes. HCB entrou com um forte poder ofensivo, que não permitiu ao adversário realizar qualquer tipo de manobras, tapando com chave de ouro todo o meio-campo.

HCB vs...
 

Com este desenrolar do jogo, a equipa da casa foi superior em quase todos os aspectos. O tempo foi passando, com os jogadores do HCB mais fortes, até que aos 12 minutos apareceu o primeiro aviso, num lance protagonizado por Diogo, que depois de receber a bola de Marlon correu pela lateral e já próximo da linha de fundo cruzou à meia altura para o interior da grande área, onde apareceu Charley a rematar para as nuvens.

 

 

A Liga Muçulmana, cujos jogadores pareciam denotar um certo cansaço, não conseguiu parar a velocidade dos homens da barragem e como corolário não tardou a aparecer o primeiro golo. E este foi exactamente da equipa do HCB, à passagem do primeiro quarto de hora.

A Liga Muçulmana não conseguiu inverter o cenário porque os seus jogadores estavam quase pregados no relvado como se estivessem electrocutados.

 

 

HCB, depois de tanta incursão na zona mais recuada da Liga e depois de tantos falhanços ingénuos dos seus pontas-de-lança nos últimos 15 minutos da primeira, abrandou o ritmo e a Liga recuperou terreno, fazendo algumas incursões perigosas, mas que encontravam uma autêntica muralha, que não penetração.

 

 

Na etapa complementar o HCB concentrou o seu jogo na defensiva, deixando a Liga a dominar, mas nem Ítalo, nem Telinho e muito menos Dário Khan, que também ia lá à frente, conseguiam introduzir a bola no lugar certo. Às vezes eram derrubados no meio-campo e noutras chutavam para fora.

 

 

HCB optou pelo sistema de jogo recuado e subia em massa para o ataque sempre que necessário, e foi assim que ao apagar das luzes apareceu o segundo golo, efusivamente festejado pelos adeptos e pela direcção da colectividade local.

 

Artur Semedo, não conformado com o resultado, efectuou algumas comutações e mexidas na equipa, mas sem sucesso.

Apesar de alguns erros, sobretudo de desentendimento em alguns lances com fiscais de linha, José Maria Rachide fez um bom trabalho.

 

 

FICHA TÉCNICA:


HCB: Chico; Rogério,Elidio,Andro e Calima; Danga, Zuma, Fabrice e Charley (Victor); Diogo (Mavó) e Marlon(Gerald).

 

LIGA MUÇULMANA: Nelinho, Mucuapele (Lucas), Aguair, Muandro (Belito) e Dário Khan; Paito, Micas, Hagi e Ítalo; Telinho e Maurício (Mustafa).

 

ACÇÃO DISCIPLINAR. Amarelos para Ítalo, Telinho e Charley.

  • Bernardo Carlos
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 15:49
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O MAXAQUENE manteve em aberto as chances que tem de conquistar o título depois de vencer ontem o Atlético Muçulmano, por 2-0, e beneficiar-se da derrota da Liga Muçulmana no reduto do HCB, pelo mesmo resultado, em partidas da 22ª ronda.

 

Maxaquene
 

Quando faltam quatro jornadas para o final da prova, os “tricolores” estão a oito pontos da turma “muçulmana”, que apesar de terem perdido continuam em posição privilegiada para revalidar o título atendendo que continuam a depender de si.

 

Mas a equipa “tricolor” ganhou alento na tarde de ontem com uma vitória que vem de certa forma animar o Moçambola, até porque na próxima jornada, a Liga terá pela frente o Ferroviário, um dos grandes do futebol moçambicano pelo que espera-se tarefa difícil para os comandados de Artur Semedo.

 

 

O Maxaquene, por seu turno, joga com o Vilankulo FC, a atravessar um mau momento de forma, facto confirmado na derrota caseira diante do Chingale, por 1-0.

 

 

 

A avaliar por estes indicadores, há uma enorme expectativa em se saber se Liga a conseguirá refazer-se da derrota no Songo e se os pupilos de Arnaldo Salvado continuarão na senda das vitórias. A maior prova futebolística nacional também está animada no grupo dos que lutam pela manutenção.

 

 

 

O Matchedje obteve uma preciosa vitória (1-0) frente ao Desportivo e passou a ter 22 pontos, os mesmos do Incomáti, que perdeu com o Ferroviário de Maputo, por 2-0.

 

 

 

Os “militares” continuam, no entanto, abaixo da linha de água, pelo facto da equipa de Xinavane ter vantagem no confronto directo. Os próximos jogos ditarão as equipas que vão dizer adeus ao Moçambola, sendo que o Atlético Muçulmano, ao perder com Maxaquene e o Sporting derrotado pelo Ferroviário da Beira, por 3-1, ficaram em piores condições no que toca à manutenção.

 

 

Em Nampula, o Ferroviário local e o Costa do Sol empataram a zero bolas. Esta foi a única partida em que as equipas jogaram apenas para o cumprimento do calendário na medida em que não lutam pelo título e já asseguraram a manutenção. 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 15:33
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Costa do Sol

SEM terem feito uma grande partida, as equipas do Ferroviário de Nampula e do Costa Sol empataram a zero golo, um nulo que premeia, até certo ponto, os dois intervenientes no confronto, tendo em conta que mesmo que os locais fossem o conjunto que tentou ser menos “cego” no campo 25 de Junho os seus dianteiros só se limitaram a cometer falhanços inaceitáveis na hora da verdade.

 

Diga-se de passagem que o jogo foi equilibrado, embora em algumas ocasiões o Ferroviário de Nampula fosse a equipa que mais procurou o golo do que o seu adversário, tendo em resultado disso, aos 20 minutos da primeira parte, falhado o primeiro golo, por intermédio de Marrucho, que viu o seu remate a ser defendido com mestria por Guirrugo.

 

 

Do lado da equipa do Costa do Sol, que se esperava mais, houve pouco esforço na busca do golo em quase toda a primeira parte, situação que fez com que o técnico David Mandingora se mostrasse nervoso. Aliás, nesta etapa os jogadores “canarinhos” não criaram um único perigo à baliza contrária. Ao intervalo as equipas mantinham-se empatadas a zero golo.

 

Na segunda parte o Ferroviário de Nampula entrou melhor e aos 58 minutos poderia ter inaugurado o marcador por intermédio de Tchitcho, que viu o seu forte remate a ser devolvido pelo poste, depois de uma bela jogada.

 

 

A partida ia tendo uma toada de equilíbrio, ora os “locomotivas” a terem a posse de bola, mas sem grandes consequências, ora o Costa do Sol a apossar-se dela e a rumar mais esclarecido à área adversária. E como resultado disso, aos 68 minutos Josimar falhou o alvo.

 

Esta foi a única investida com perigo do Costa do Sol no tempo complementar. O que se viu neste tempo é que, à medida que os minutos iam se esgotando, fundamentalmente, as equipas se conformaram com o empate.

 

 

Pode-se dizer que tanto os “locomotivas” de Nampula assim como o Costa do Sol não conseguiram lograr os seus objectivos porque por vezes eram os defesas “canarinhos” que anulavam as jogadas ofensivas do Ferroviário, e noutras eram os próprios avançados que não conseguiam dar melhor sequência aos lances de golo, daí que o nulo seja o prémio merecido para ambas as partes.

 

 

FICHA TÉCNICA:


ÁRBITRO: João Armando auxiliado por Arsénio Marrengula e Isac Domingos.

 

FER.NAMPULA: Caio; Kalanga, Dondo, Hipo e Edmundo; Nelinho, Joaquim (Massaua), Zuma (Binó) e Tchitcho; Marrucho e David.

 

COSTA DO SOL: José Guirrugo; João Mazive, Jonas, Manuelito e Abu II (Gito); Mambo, Fido, David (Patrick) e Parkim; Josimar e Babo (Ruben).

 

ACÇÃO DISCIPLINAR: Cartão amarelo para Gito.

  • MOUZINHO DE ALBUQUERQUE
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:32
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Chingale

O VILANKULO FC está a fazer uma autêntica travessia do deserto. Não ganha há cinco jogos, sendo seis para o Moçambola e um para a Taça de Moçambique/mcel. A última vitória dos “marlins” foi frente ao Ferroviário do Maputo e depois seguiram-se derrotas frente ao Ferroviário de Nampula, Desportivo, Matchedje e ontem diante do Chingale, além da eliminação da Taça de Moçambique/mcel, também no seu reduto, pelos “locomotivas” da capital do país.

 

No jogo do último sábado os comandados de Chiquinho Conde simplesmente andaram com azar, se não mesmo falta de sorte. Sete pontapés de canto, oito remates e um penalte, tudo na primeira parte. E nada deste caudal ofensivo que marcou a diferença entre os dois intervenientes surtiu os efeitos desejados pela banda dos anfitriões.

 

 

Ao longo do primeiro tempo só faltou um sofá para Jaimito, até para ler jornal, porque o Chingale jogou muito longe da área. Sérgio Faife, que já adivinhava muitas dificuldades que ia encontrar naquele que até há bem pouco tempo era tido como terreno bastante complicado para os adversários, montou uma equipa bastante defensiva, atacando quando fosse possível. Terminou a primeira parte sem rematar uma vez sequer.

Na segunda parte Faife mudou o esquema táctico.

 

 

Ordenou os seus pupilos para esticarem a frente ofensiva, explorando espaços vazios, já que Chiquinho Conde queria chegar ao golo a todo custo. O Vilankulo entrou com a mesma disposição, garra, pressão sobre o homem com a bola, trocas constantes dos jogadores com ou sem o esférico. Por acaso, Chiquinho está a introduzir uma nova filosofia em Vilankulo, mau grado não conseguir atinar com a baliza.

 

 

Vilankulo dispôs de maior quinhão de oportunidades.

 

Nesta segunda parte, além de mais um penalte não assinalado pela equipa de arbitragem, Vilankulo ainda teve uma bola devolvida pela trave, para além de uma “tonelada” de oportunidades flagrantes de golos não concretizados.

Como se costuma dizer, quem não marca sofre, Faife, que esteve atento a tudo quanto acontecia, até à actuação do árbitro, foi um dos protagonistas da agressão ao árbitro no penalte assinalado contra a sua equipa, na sua primeira mexida da equipa. Mauro, que rendeu Alone e no seu primeiro toque, num erro clamoroso de Sadique, no centro da defesa, descobriu um buraco, atirou a contar. Era um autêntico balde de água fria para a turma da casa.

 

 

Chiquinho jogou tudo o que tinha, dentro e fora do campo, só não mandou Jaimito auxiliar a defesa, pois todos receberam ordens para bombardear a área, incluindo Bila, que até apareceu várias vezes na pequena área mas sempre a falhar o alvo.

 

 

O jogo terminou com a vitória do Chingale, e foi caracterizado por muitas paragens devido aos protestos da turma visitante.

Paiva Dias enfrentou muitos problemas para dirigir a partida, dado que o Chingale protestou tudo, menos o seu golo. Quanto a nós, no cômputo geral, realizou um bom trabalho. Exibiu cinco cartões amarelos todos contra a turma do Chingale de Tete por justa causa.

 

 

FICHA TÉCNICA:


Árbitro: Paiva Dias; Francisco Machel e Bento Chingerinao. Quarto árbitro, Henriques Guichengue.

 

Vilankulo FC: Jaimito; Félio, Ali Cadre, Tcharles, Bila, Sadique, Belo (Eurico), Sergito (Ivo) Jossias, Tendai e Getinho (Goncalves)

 

Chingale: Joaquim; Luís, Fred, Elísio, Toni, Ernesto, Maurício (Alex), Manecas, Hilário, Magaba (Norito), Alon (Mauro).

 

 Golo: Mauro, aos 75 minutos.

 

Acção disciplinar:Amarelos” para Fred, Elísio, Ernesto, Manecas e Hilário, todos do Chingale.

 

  • Victorino Xavier
Fonte:Jornal Noticias
publicado por Vaxko Zakarias às 12:21
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RESULTADOS

 


HCB-Liga Muçulmana                         (2-0)

Fer.Maputo-Incomáti                           (2-0)

Fer.Nampula-Costa do Sol                   (0-0)

Sporting-Fer.Beira                                (1-3)

Atlético-Maxaquene                             (0-2)

Vilankulo FC-Chingale                         (0-1)

Matchedje-Desportivo                          (1-0)

 

 

 

CLASSIFICAÇÃO

 


                                        J          V           E              D             B         P 

1º LIGA MUÇULMANA           22      15        4          3       31-13   49

2º Maxaquene                    22      11        8          3       31-14   41

3º Costa do Sol                   22      10        5          7       24-19   35

4º Chingale                         22       9         8          5       20-15   35

5º Fer. Maputo                      22        9        6          7       33-27   33

6º HCB do Songo                   22        8       10         4       22-11   32

7º Fer. Nampula                      22       9        5          8       26-22   32

8º Desportivo                          22       9        4          9       20-18   31

9º Fer. Beira                            22        5      12       5          18-21   27

10º Vilankulo FC                      22        7       5          10        22-24   26

11º Incomáti                           22        6       4          12        09-24   22

12º Matchedje                          22        6       4          12        19-31   22

13º Atlético Muçulmano             22       4        5          13         17-29   17

14º Sporting                             22        4         4         14        14-38   16

 

 

PRÓXIMA JORNADA (23ª)

 


Chingale-Matchedje

Costa do Sol- Sporting da Beira

Desportivo- HCB do Songo

Fer. Beira-Atlético Muçulmano

Incomáti-Fer.Nampula

Maxaquene-Vilankulo FC

Liga Muçulmana-Fer. Maputo

 

 

 

 

Fonte:JornalNoticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:10
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Maxaquene Costa do Sol

NÃO foi desta vez que se decidiu o título do Moçambola-2011. A Liga Muçulmana, que ao que parece já encomendou as faixas, foi electrocutada no Songo pelo HCB, perdendo por 0-2, na partida mais electrizante da vigésima segunda jornada daquela que é a mais importante prova futebolística do país.

 

Os “muçulmanos” mantêm os 49 pontos com que entraram para esta ronda, enquanto os homens do HCB subiram um degrau, agora com 32 pontos, os mesmos do Ferroviário do Maputo, que sábado, no Estádio da Machava, recebeu e afundou ainda mais o Incomáti, a quem derrotou por 2-0. Por 2-0 também ganhou o Maxaquene ao Atlético Muçulmano na tarde de ontem, alimentando ainda as esperanças de chegar ao título, embora esse desejo seja remoto, mas que matematicamente é possível. Os “tricolores” reduziram a desvantagem para oito pontos em relação ao líder, enquanto o representante da província do Maputo continua sufocado e em penúltimo lugar, com 17 pontos.

 

 

O Costa do Sol foi a Nampula arrancar um precioso ponto frente ao Ferroviário local (0-0). Os “canarinhos” continuam em terceiro lugar, com 35 pontos, os mesmos do Chingale, que foi a Vilankulo bater os “pupilos” de Chiquinho Conde por 1-0. Aliás, o Vilankulo caiu um lugar, passando para o 10º, em troca com o Ferroviário da Beira, que no “derby” caseiro venceu o Sporting por 3-1.

 

 

O Desportivo, por sua vez, pagou cara a factura da greve que observa. Num jogo aparentemente fácil, sucumbiu diante do Matchedje por 0-1 e derrapou da quarta para a oitava posição, enquanto os “militares” continuam na luta pela manutenção, apesar de estarem abaixo da linha de água.

 

 

Na próxima jornada teremos como cartaz o embate entre a Liga Muçulmana e o Ferroviário do Maputo. O Maxaquene, que ainda aspira o primeiro lugar, recebe o Vilankulo FC. Aliás, os chamados grandes desta prova jogam em casa, com o Costa do Sol e Desportivo a receberem o Sporting e HCB, respectivamente. Os restantes encontros são: Chingale-Matchedje, Fer. Beira-Atlético Muçulmano, Incomáti-Fer.Nampula.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:17
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