Este blog tem como objectivo difundir a documentação de carácter desportivo
Terça-feira, 20 DE Setembro 2011
xigubo

A DANÇA do guerreiro africano foi o último número do mosaico artístico cultural exibido na noite de domingo, na festa de encerramento dos X Jogos Africanos.

 

Os guerreiros, sempre que triunfassem nas aguerridas e sangrentas batalhas contra as forças imperialistas, exibiam os números de dança, vigorosos, como forma de simbolizar o seu contentamento na espinhosa missão combativa, e a festa havida na noite de domingo no Estádio Nacional do Zimpeto teve o mesmo significado.

 

 

A dança do guerreiro foi, durante séculos, uma das expressões de luta e resistência à penetração colonial, e todas as vezes que o africano saísse vitorioso esta manifestação cultural nunca faltava.

 

 

As coreografias exibidas retratavam uma expressão triunfal dos moçambicanos na organização da olimpíada continental que juntou, no país, pouco mais de cinco mil pessoas de diversa proveniência, nos X Jogos Africanos, a competir em 20 modalidades.

Aliás, um momento igual só poderá acontecer em 2015, no Congo Brazzaville, por ocasião dos XI Jogos Africanos.

 

 

Os bailarinos usaram a dança tradicional africana para estabelecer a ponte com o passado colonial, dançando e perfurando o relvado numa clara expressão de triunfo depois da corrida de duas semanas iniciada no dia três do mês em curso.

 

 

Além da dança do guerreiro, o tufo, expressão artística oriunda das províncias de Nampula e Cabo Delgado, norte do país, introduzida em Moçambique através do sultanato de Angoche, foi outro momento de reencontro com a rica diversidade cultural.

 

 

XIGUBO

À semelhança do que aconteceu na cerimónia de abertura, os atletas das nações participantes voltaram a desfilar, mas, desta vez, de forma pouco organizada, talvez em consequência do cansaço causado pela competição ou pelo facto de muitos partirem cedo na segunda-feira, daí estarem a pensar apenas no repouso, porque “a luta continua!”.

 

 

Na abertura, desfilaram 37 nações, mas desta vez foram apenas 22 representadas pelas respectivas bandeiras, assim como os voluntários que desempenharam um papel de importância proverbial traduzido na prestação de várias formas de auxílio aos integrantes da delegação, durante a realização dos jogos.

 

 

O fogo-de-artifício, que coloriu o céu limpo na última noite dos X Jogos Africanos, foi o momento de apoteose e festa igual só voltará a acontecer em 2015, em Brazzaville, altura em que os jogos africanos completam o centenário da sua existência.

 

 

 

Fonte:AIM

publicado por Vaxko Zakarias às 14:26
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Octávio Magoliço, Cutódio Muchate e Sílvio Letela

 

 

Há cerca de um mês, na 25ª edição do “Afrobasket” havido em Antananarivo, Madagáscar, arrancaram boas exibições tendo dado réplica a Angola, conjunto com quem perderam (82-71) nos oitavos-de-final da prova. Já nas classificativas do 9º ao 10º lugares, perderam diante do Mali (66-61), mas ainda assim melhoraram o 14º lugar alcançado no “Afrobasket” da Líbia, em 2009. Apesar das fortes críticas da imprensa, que em algum momento colocou em causa o seu trabalho, os atletas humildes e com vontade de vencer, arregaçaram as mangas e continuaram a trabalhar com a mesma humildade.

 

 

Nos Jogos Africanos Maputo-2011, até começaram mal com uma derrota diante da Argélia (71-58), mas depois acertaram o passo e deixaram para trás o Mali (85-55), Nigéria (66-65), Ruanda (73-67), Costa do Marfim (53-49) e Argélia (68-45). Na final, perderam diante da Nigéria (62-67), conquistando a medalha de prata que, na verdade, vale...ouro. Um feito histórico, sobretudo, se se tiver em conta o facto de que esta equipa não estava no grupo de eleitos para conquistar medalhas nos Jogos Africanos-2011.

 

 

Octávio Magoliço

 

 

«Faço uma avaliação positiva, tomando em consideração que não estávamos no grupo de medalhados propostos pelo Governo. Conseguimos superar as expectativas. De certa maneira, atingimos os objectivos que o grupo traçou».

 

 

Custódio Muchate

 

 

«Foi algo inesperado. Não se esperava uma medalha por parte do basquetebol masculino. Foi graças ao nosso esforço que conseguimos trazer a medalha de prata para o basquetebol masculino, que há muito não dava alegrias ao público. Queríamos ganhar o jogo, mas, infelizmente, ficámos em segundo lugar».

 

 

Silvio Letela

 

 

«Falando do basquetebol masculino, dizer que tivemos uma boa prestação. Não estávamos no grupo de modalidades que tinham sido escolhidas para conquistar medalhas. Conseguimos ganhar prata. Para mim, isso é muito bom até porque temos uma equipa jovem e humilde»

 

 

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 13:56
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Afinal, jovens praticantes da modalidade Zurkhaneh na disciplina de wrestling conquistaram mais dez medalhas para Moçambique nos X Jogos Africanos, que domingo terminaram, com a particularidade de duas serem de ouro e oito de broze. Todavia, não constam do quadro de medalhas porque esta modalidade não era considerada oficial nas chamadas olimpíadas africanas.

 

 

Segundo António Muguambe, esta modalidade de wrestling fazia parte de torneios paralelos aos Jogos Africanos, que foram promovidos por diversas confederações no âmbito do programa de demonstração, promoção e divulgação destas, mas que não constavam do grupo das vinte modalidades consideradas oficiais e que os respectivos torneios eram pontuáveis para o quadro de medalhas.

 

 

Fonte:O Pais

publicado por Vaxko Zakarias às 13:44
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Custódio Muchate

Tem um significado muito grande conquistar a medalha de prata. Foi algo importante para o país. É algo inédito. Foi muito bom para o básquete masculino, que não estava a passar por uma boa fase, alcançar este feito. Esta geração está a conseguir inverter o sentido das coisas”, disse Custódio Muchate, medalha de prata no básquete.

 

Afirmou que com esta conquista é de esperar que se dê um apoio redobrado ao básquete masculino. “Quero acreditar que a partir de agora passará a dar-se uma maior atenção ao básquete masculino”.

 

 

Questionado sobre o segredo desta conquista, Muchate respondeu: “Começámos a trabalhar arduamente com mister Milagre Macome e Inak Garcia. Já desde o Campeonato Africano no Madagáscar se via que estávamos a fazer um bom trabalho. A selecção estava forte e foi o que se viu em nossa casa”.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:26
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Kelvin Viriato

A DERROTA dos meus colegas fez com que ficasse mais concentrado de modo a salvar a honra do país no taekwondo, com a conquista de uma medalha de bronze”, disse Kelvin Viriato.

 

Apesar de o taekwondo não ter ganho mais medalhas, como em princípio estava previsto, Kelvin destaca a boa prestação dos moçambicanos. “Demos o nosso máximo, apesar de não termos conquistado muitas medalhas. Mostrámos que desenvolvemos muito em relação aos outros torneios em que participamos”.

 

 

Para que a modalidade atinja patamares mais elevados, Kelvin defendeu ser preciso que a Selecção Nacional de taekwondo participe em mais eventos internacionais: “Precisamos de mais rodagem, mais intercâmbios com outros países. Isso é que nos falta para atingirmos o maior nível no Continente Africano”.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:18
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Watch António

EM Cuba treinámos no duro. Houve uma fase em que chegámos a pensar que os treinadores não queriam o nosso bem. Por isso a conquista desta medalha é o resultado, essencialmente, do trabalho que tivemos em Cuba. Trabalhei muito para conseguir esta medalha”, Watch António, medalha de bronze no boxe.

 

Acrescentou que o estágio em Cuba foi bem pensado, visto que veio a ser determinante na prestação dos pugilistas moçambicanos. “Para aquilo que era o nível dos Jogos Africanos, em que tínhamos pela frente os melhores pugilistas do continente, pedia-se que fizéssemos um estágio ao nível do realizado em Cuba”.

 

 

Afirmou que notou uma grande evolução entre os pugilistas nacionais. “O nosso nível cresceu, só o Sinoia tinha uma medalha bronze (ganha nos Jogos Africanos de 1991 no Cairo), e nestes jogos, de uma só vez, conquistaram-se duas medalhas de bronze”.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 12:06
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O sorriso da vitória (A. Marrengula)

MOÇAMBIQUE conquistou nos X Jogos Africanos de Maputo-2011 um total de 12 medalhas, sendo quatro de prata e oito de bronze. Como forma de felicitar os atletas moçambicanos pela sua participação, sobretudo os medalhistas, o Primeiro-Ministro, Aires Ali, recebeu-os num almoço organizado com toda pompa e circunstância havido ontem no Kaya Kwanga.  

 

Como não podia deixar de ser, os atletas que lograram conquistar medalhas para o país no básquete, atletismo, natação, karaté, taekwondo, boxe, canoagem e vela estavam eufóricos e, acima de tudo, orgulhosos por terem oferecido essa alegria aos moçambicanos.

Afirmam que os Jogos Africanos devem servir de trampolim para o desenvolvimento do desporto nacional para que num futuro a médio-longo prazo se torne numa potência africana.

 

 

 

A participação em competições além-fronteiras é vista por todos como uma via fundamental para que Moçambique possa, nos próximos Jogos Africanos a decorrerem no Congo Brazaville-2015, ter uma prestação bem melhor do que a do Maputo.

 

 

 

Visivelmente radiantes com o sucesso alcançado, disseram que Moçambique tem tudo para singrar a nível continental e mundial, desde que o investimento a nível da preparação das selecções seja encarado de forma mais séria, à semelhança do que aconteceu nas vésperas dos Jogos Africanos-Maputo 2011 em que o Governo e federações uniram forças para oferecer aos atletas estágios no estrangeiro do mais alto nível.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:21
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Lu Ping

LU Ping nasceu na China, mas já se sente moçambicana visto que reside em Moçambique há muitos anos. Por isso pôde adquirir a nacionalidade moçambicana e participar nos Jogos Africanos. Defendeu as cores nacionais, e da melhor forma uma vez que contribuiu com a medalha de prata no karate, no estilo de kata por equipas.

 

 

 

Lu disse ter vivido uma experiência única ao conseguir uma medalha nos Jogos Africanos. “Para mim a experiência foi muito boa. Foi a primeira vez que participei numa prova do género. Serviu para competir e aprender”.

 

 

A karateca pede ao Governo que dê mais atenção ao karate, criando condições para que os karatecas participem em mais torneios fora do país.

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 11:15
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Vania Vilhete

ESTOU muito feliz, mas devo dizer que não foi fácil, as adversárias eram boas”, disse Vânia Vilhete, medalha de bronze no xadrez.

 

Acrescentou que só foi possível conquistar o bronze com muita crença e dedicação. “Foi necessário me esforçar ao máximo e ter muita concentração para conquistar a medalha de bronze”.

 

 

Vânia Vilhete afirmou que vai continuar a preparar-se com o mesmo empenho, tendo em vista os próximos torneios, mas considera imperiosa a aplicação dos outros xadrezistas nacionais.”Vou continuar a dar o meu máximo, mas temos que lutar todos, só assim é que o nível do xadrez pode evoluir. Porque se os outros evoluem eu também conseguirei atingir um melhor nível”.

 

 

A xadrezista acrescentou ser importante a participação em provas internacionais. “Tenho que jogar mais com adversários de outro nível. Só assim vou evoluir e ganhar maior motivação para treinar”.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

 
publicado por Vaxko Zakarias às 10:30
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Miriam Corsini

FOI um grande prazer representar o país pela primeira vez. Há muito tempo que queria realizar esse sonho. Ganhar a medalha foi uma grande felicidade para mim. Foi bom ver as pessoas que estavam a assistir a prova a vibrarem depois de ter conquistado a medalha de prata”, disse Mariam Corsini.

 

Corsini acrescentou que gostaria de ter conquistado a medalha de ouro, mas foi muito difícil. “Tentei conquistar o ouro, mas era muito difícil porque tinha como adversária uma sul-africana, uma das finalistas dos mundiais”.

 

 

Falando sobre o seu futuro, Corsini disse que agora vai entrar de férias depois de ter estado um ano a treinar para depois começar a tentar os mínimos para estar presente nos Jogos Olímpicos.

 

 

Agora vou descansar. Depois tenho alguns “meetings” em vista onde vou procurar obter os mínimos para estar presente nos Jogos Olímpicos de Londres-2012”.

 

 

A nadadora avançou que vai tentar os mínimos nos 100 metros e bruços e 50 livres visto que a prova em que conquistou a medalha de prata, 50 metros bruços, não é considerada olímpica.  

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:25
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Aires Ali

GARBOSOS e ainda de fato de treino representativo das cores nacionais e os medalhados de peito cheio e brilhante, os nossos atletas disseram ontem “adeus” à Vila Olímpica, no epílogo da sua participação nos Jogos Africanos, a qual mereceu a necessária vénia do Governo, através do Primeiro-Ministro, Aires Ali.

 

Após duas semanas de intensa competição e de muito nervosismo, os nossos representantes nos X Jogos Africanos Maputo-2011 tiveram ontem a oportunidade de se despedirem uns dos outros e de renovarem as suas promessas de amizade e convívio criadas a partir da participação na Olimpíada continental. O facto ocorreu durante um almoço oferecido pela Missão Moçambique e no qual esteve presente o primeiro-ministro, que não escondeu a sua satisfação pelo facto de estar a partilhar aquele momento com as estrelas que com a sua galhardia e devoção prestigiaram o nome de Moçambique no concerto das nações.

 

 

Classificado em 24º lugar no quadro geral, o nosso país conquistou um total de 12 medalhas, sendo quatro de prata e oito de bronze.

Dirigindo-se aos atletas, treinadores e dirigentes da Missão Moçambique, Aires Ali começou por recordar os grandes, maravilhosos e inolvidáveis momentos de alegria e de euforia que nos foram proporcionados ao longo destes dias de competição vivida na nossa capital, por ocasião dos X Jogos Africanos Maputo-2011. Segundo ele, foram momentos verdadeiramente agradáveis, de expressão do patriotismo, do sentido de pertença a esta pérola do Índico e de auto-estima por aquilo que fazem, neste caso, o desporto, e de fazer parte de um povo que se orgulha e sempre se orgulhará dos seus melhores filhos, que são aqueles atletas.

 

 

 

A nação moçambicana vos agradece. A Nação Moçambicana se congratula por tudo quanto realizaram ao longo das competições. Desde o vosso extraordinário e exemplar comportamento no dia-a-dia dos Jogos, na Vila Olímpica e na interacção com o público, que em nenhum momento virou a cara no apoio a cada atleta moçambicano em prova”, referiu o primeiro-ministro, acrescentando:

 

 

 

“A nação moçambicana orgulha-se pelos triunfos e, acima de tudo, pelas medalhas que conquistaram, símbolo do vosso empenho em cada minuto do jogo e em cada lance. Alguns dirão, comparando com outros países, que as medalhas ganhas por Moçambique são poucas ou insignificantes. Nada disso! As medalhas que conquistaram, independentemente da sua qualidade e do seu valor, são medalhas de Moçambique e dos moçambicanos. São medalhas que merecemos, nos orgulham e nos prestigiam no concerto das nações”.

 

 

Em nome do Governo e do povo moçambicano, o primeiro-ministro endereçou aos atletas sinceros votos de gratidão pelo empenho, galhardia e devoção em cada desafio, sublinhando que vimos isso, pelos nossos próprios olhos, expresso no rosto dos nossos briosos e vencedores atletas de todas as modalidades.

 

 

Mesmo naquelas disciplinas em que pela primeira vez tomámos parte num evento desta magnitude, portanto, com toda a inexperiência daí decorrente, o espírito de vitória sempre esteve presente nesta juventude desportiva que relançou o nome de Moçambique no continente e no mundo”, acrescentou Aires Ali.

 

 

O comportamento dos nossos atletas, segundo o primeiro-ministro, foi acompanhado de forma muito especial, carinhosa e afectiva pelo Chefe do Estado, que considerou de adepto número um de todos nossos atletas. “O presidente Armando Guebuza acompanhou o vosso desempenho, vibrou e também sofreu como todos os moçambicanos, mas sempre com a crença no sucesso. E é esse sucesso que festejamos e brindamos neste momento, para vos dizer que ontem, tal como hoje e amanhã, estivemos, estamos e estaremos convosco”, concluiu.

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 10:04
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Aires Ali

OS X Jogos Africanos Maputo-2011 já lá vão. E agora? Esta questão foi colocada pelo primeiro-ministro no discurso que marcou a recepção da delegação moçambicana. Respondendo ele próprio, disse que, evidentemente, múltiplos desafios se nos colocam, desde o Governo até ao cidadão, passando pelas federações desportivas, associações, clubes, treinadores, dirigentes, atletas, agentes económicos, escolas, bairros e comunidades.

 

Quando aceitámos acolher os Jogos Africanos, um dos fortes motivos era que os mesmos servissem para a melhoria do parque infra-estrutural e, sobretudo, para o relançamento do nosso desporto. Ora, os recintos desportivos, construídos de raiz e outros reabilitados, aí estão. Já temos campos de jogos modernos e dentro dos padrões internacionais para diversas modalidades. Já possuimos meios infra-estruturais e capacidade organizativa para acolher grandes eventos internacionais em diferentes modalidades”, afirmou Aires Ali.

 

 

 

Porém, segundo ele, não devemos olhar apenas para esse novo e moderno parque desportivo e correr para organizar competições internacionais, quando, internamente, esses campos novos e modernos não estão a produzir nada, nem em quantidade nem em qualidade. Para o primeiro-ministro, o relançamento do desporto moçambicano não deve ser apenas sinónimo de competições internacionais; antes pelo contrário, ele deve residir, acima de tudo, no nosso próprio país, naquilo que poderemos ser capazes de fazer, desde a formação até à alta competição.

 

 

 

O investimento no desporto não é apenas dinheiro. É, em primeiro lugar, olhar para as camadas de formação não como um mero exercício de retórica, mas como uma necessidade imperiosa, entanto que semente para colhermos futuramente. Unidos, vamos todos fazer muito e até ao limite das nossas capacidades para que o desporto moçambicano volte aos tempos áureos que viveu nas décadas passadas. Vamos fazer com que o entusiasmo vivido com o básquete nos pavilhões do Desportivo e do Maxaquene não esmoreça”, acrescentou.

 

 

Referindo-se, em particular, à Cidadela Desportiva do Maputo, Aires Ali afirmou: “Vamos fazer com que o Zimpeto seja uma fonte de estrelas de futebol, atletismo e natação. Vamos aproveitar a riqueza que a natureza nos ofereceu para forjar campeões continentais e mundiais na vela e na canoagem”.

 

 

O primeiro-ministro recordou à Missão Moçambique que os próximos Jogos Africanos são daqui a quatro anos, pelo que, paralelamente ao balanço que irão fazer do evento ora terminado, devem começar, também, atempadamente, a desenhar os planos de preparação, de estágios e de participação nos XI Jogos Africanos de Brazzaville-2015.

 

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:49
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kurt couto

Kurt Couto -   Atletismo  - 400 metros barreiras - Prata

Mirian Corsini  -  Natação -   50 metros bruços -  Prata

Marisa Macie, Linda Mucavele e Lu Ping  -  Karate -  Kata por equipas - Prata

Selecção masculina  -   Basquetebol -  Prata

Vânia Vilhete  -  Xadrez  - Classificação por tabuleiro - Bronze

Kelvin Viriato -  Taekwondo - Menos 87 kgs - Bronze

Luís Sousa, Eric Santos e Eddie Santos  -  Karate - Kata por equipas - Bronze

Maria Elisa Muchavo  - Atletismo para pessoa portadora de deficiência  - 200 metros - Bronze

Maria Mabjaia - Vela -  Optimist  -  Bronze

Mussá Tualbudine e Joaquim Lobo  -   Canoagem  -  1000 metros C2  - Bronze

Watch António - Boxe  - 57 kgs  - Bronze

Cremildo Artur  - Boxe  - 52 kgs -  Bronze

 

 

 

Fonte:Jornal Noticias

publicado por Vaxko Zakarias às 09:27
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